contos sol e lua

contos sol e lua

terça-feira, 22 de março de 2011

Mondengel E Nomine.


Tu és o guardião do Poder Sombrio
O Sol Negro se rende a ti
A Fria Lua ilumina
Tua face orgulhosa e majestosa.

Angelus Orote
Angelus Salva me

Anjo da Noite
Feito de sonhos
Acordado do sono

Quando eu for um anjo,
Brilhante e radiante como uma jóia,
Contigo eternamente na abóboda do Cosmo
Viajarei por marés.

Anjo da Noite
Feito de sonhos
Acordado do sono

Angelus Orote
Angelus Salva me

Sobre as nuvens escuras
Estão tuas palavras, que o trovão traz
Tu flutuas tão facilmente quanto o vento da noite
Nos golpes da lâmina da tua espada.

Anjo da Noite
Feito de sonhos
Acordado do sono

Angelus Orote
Angelus Salva me

*Latim*
Anjo te rogo
Anjo me salve.

Sol Negro.


SOL NEGRO
Você brilha mais escuro que a noite. Você é mais velho que a luz. Você é invisível. Você não tem casco, sem cara.
E você tem se escondido “descarnadamente” desde o começo dos tempos: sol negro.
Você penetrou e paralisou a mente. Você iluminou minha mente. Você tenta e você rouba. Você é frio e seu fulgor morreu tempos atrás.
E você me aqueceu mentalmente desde o começo dos tempos: sol negro.
Você aparece no meu sonho. Você cuida do meu coração negro. Você contribui para a luz da minha árvore da vida. Você me liberta da dor.
E você foi realmente assustador para mim por todo o tempo: sol negro.
Você é mais rápido que a luz. Você é mais que tudo ao mesmo tempo. Você não é mãe e pai e nem o Reino dos Céus.
Mas sem você não sou nada para todo o sempre: sol negro.

Die Schwarzen Reiter:Os cavaleiros negros.


Quem cavalga tão tarde, na noite e no vento?
Os cavaleiros negros estão em sua jornada,
Na caçada pelo seu anel dourado perdido,
Eles devem trazê-lo de volta para o reino do demônio.
Eles cavalgam pela terra como uma tempestade,
Formas negras com lamentações terríveis,
Destroem tudo com suas patas (mãos),
Em todos os lugares se ouve seus lamentos e chamados.

Corra para sua vida! corra!
Quando as montanhas tremerem e os continentes
separarem,
Corra, corra para sua vida!

O que paira tempestuosamente como o vento?
Sobre as nuvens negras como o estampido do trovão,
Eles são os guerreiros do poder negro,
Pedaços de espada durante a noite misteriosa,
Se eles não encontrarem o que perderam,
A sua vingança sangrenta teêm declarado.

Corra para sua vida! corra!
Quando as montanhas tremerem e os continentes
separarem,
Corra, corra para sua vida!
Corra para sua vida, quando eles chegarem!

Eles procuram o anel dourado,
Esta é a força dos cavaleiros negros.
E-nomine.

O sol Negro.


O sol negro (Alemão:schwarze Sonne) foi um símbolo esotérico e ocultista que fazia parte do misticismo nazi e especificamente por suas representações em mosaicos no castelo Wewelsburg. Hoje ele é utilizado por correntes do neopaganismo e especialmente na cena neonazista.

O sol negro é um símbolo em forma de sol roda com doze raios. O símbolo contém três suásticas ou doze runas de Sig inversas. O sol negro na versão mostrada não é símbolo histórico. A SS embutido é um ornamento semelhante em forma de mosaico verde escuro no andar de mármore do antigo "Obergruppenführersaal" (literalmente: hall do Obergruppenführer - originalmente mais importantes generais da SS) ao norte da torre do castelo de Wewelsburg, perto da cidade de Paderborn.

Originalmente um disco dourado foi colocado no meio do ornamento. O castelo de Wewelsburg foi ampliado, para que após a guerra o centro planejado da SS, mais especificamente a torre norte, tornasse-se o "centro do mundo". Como amostra para o ornamento, provavelmente broches de bronze, desde o período merovíngio, eram usadas, que são interpretados como representação do sol visível ou a sua passagem através dos meses do ano. O termo sol negro para a roda solar do Castelo de Wewelsburg se tornou popular após a Segunda Guerra Mundial. Normalmente, a sala onde está o ornamento pode ser vista a partir do exterior através de uma grade-porta. Devido à condições da luz o mosaico no chão parece negro.F.P.Wikepédia.

Sol Negro.


Eu mudei para qualquer coisa,
Eu queria curtir a pele.
Sob o sol que o seu simulador,
mas todas as falhas que você vê.
E quem seria eu,
se ele caiu em sua armadilha de novo
seria morrer lentamente,
amar também.
Confesso que foi para
nenhum dos dois
isso acabou.
Porque eu estava no ponto certo, se apaixonar por você.
Negro do sol, e eu estava procurando
seu único raio
encontrou o fracasso.
Sol Negro, eu sonhei seu toque
e você só recebeu maus-tratos.
Mais tarde esse tolo outros,
e vou colocar à sua mercê,
até o último suspiro.
Aisha Jalilah.

segunda-feira, 21 de março de 2011

As Luas do Ano.


Abril - Maio - Junho - Julho - Agosto - Setembro - Outubro

Novembro - Dezembro - Janeiro - Fevereiro - Março - 13ª Lua

As Luas do Hemisfério Sul.

Como referência às Celebrações Lunares, adaptamos o calendário lunar ao nosso hemisfério, pois o aspecto da Lua no Hemisfério Sul é invertido em relação ao Hemisfério Norte. Ao se contar 28 dias por lunação, período médio em que a Lua dá a volta ao redor da Terra e em torno do seu próprio eixo, pode-se dizer que existem de doze a treze luas cheias em um ano.

Os rituais e as meditações feitas durante a Lua Cheia, nos auxiliam, principalmente, a aumentar a consciência e a aguçar a percepção de nossas almas e assim, reequilibramos naturalmente nossa energia.

Em muitas tradições druídicas modernas, as Celebrações de Lua Cheia são comemoradas conforme o Calendário Celta, que começa no mês de Abril antes do Festival de Samhain.

- Lua do Sangue: Nasce em Abril, sendo a primeira Lua Cheia antes de Samhain. Ela é associada à cor vermelha e nos tempos antigos marcava o período de abate dos animais e o armazenamento de comida para a estação do inverno que estava por vir. Como a primeira geada não está muito longe, as plantas logo desaparecem da terra, e a carne toma-se a maior fonte de alimento durante o inverno. É a Lua que celebra a ancestralidade, a fecundidade e a maternidade.

- Lua Escura: É a Lua de Maio. Está associada à cor prata, branca e o azul-claro. Nesse período, se os primeiros sinais de geada ainda não começaram a cair, eles não estão muito distante. A terra começa um tempo de descanso profundo sob os cobertores do inverno, juntando forças para a nova vida no despertar da primavera. Lua ideal para conectar-se com as forças divinas.

- Lua do Carvalho: Chega em Junho. É considerada uma lua de introspecção, associada ao aspecto do Senhor do Carvalho. O carvalho, como seu símbolo, é a madeira tradicionalmente queimada nas fogueiras do Solstício de Inverno, que correspondente a época natalina cristã. É a Lua do recomeço, da transmutação e do renascimento.

- Lua do Lobo: Vem em Julho. Sua cor é roxa, representa as águas frias da terra que ficam presas sob um lençol de gelo e sob a geada. Época ideal para realizar trabalhos em grupo e esforços conjuntos, pois favorece a união dos seres e a unidade.

- Lua da Tempestade: Agosto descreve o longo movimento de espera das águas geladas, conforme as chuvas caem e os oceanos se enfurecem. Este é um sinal claro de que as águas irão mais uma vez fluir e a primavera irá retornar. Essa Lua é associada a cor azul, a cor das águas sagradas dedicada à Deusa Brighid. É a Lua que visa o equilíbrio entre a luz e a sombra.

- Lua dos Ventos: Setembro é a volta da primavera com a vida renovada. Representa a forma virginal, limpa e intocada dos campos. Apropriadamente, sua cor é o branco. É a Lua que celebra o movimento da terra.

- Lua da Semente: Outubro anuncia o crescimento que irá cobrir a terra, conforme as estações avançam. As sementes que estão em repouso abaixo do solo começam a germinar, ao mesmo tempo, em que toda a vida desperta para a terra aquecida. Sua cor é o verde-claro. Época ideal para plantar as novas sementes do futuro.

- Lua da Flor: Nasce em Novembro. Lua dedicada as Deusas da fertilidade. Rosa, a cor do amor e o branco, são as cores da Lua da Flor. Conforme a primavera atinge seu ápice, o romance e o amor ficam mais evidentes. Essa é a Lua do despertar da consciência, da criatividade e da sexualidade.

- Lua Brilhante: Dezembro é o período do Solstício de Verão. É a Lua dos amantes, que reflete a presença visível dos Deuses, estampados no sol brilhante e nos campos verdejantes. Essa Lua é considerada da cor laranja, ou seja, a cor do sol de verão. É a Lua da união, do amor e da prosperidade.

- Lua da Bênção: Nasce em Janeiro. Ela é a última Lua antes da primeira colheita, é celebrada com danças e músicas. Este é o tempo em que os antigos pagãos preparavam os prados para as celebrações das colheitas. A Lua da Bênção é amarela, a cor do hidromel. Lua da fertilidade, dos sonhos e da plenitude.

- Lua da Colheita: É a Lua verde-escura de Fevereiro. O estado verde da terra, é o nome dado à Lua que surge no mesmo tempo que as plantas seram colhidas. Tempo de honrar os frutos, pois o período final das colheitas chegará com o primeiro movimento da foice nos pés das plantações. É a Lua da purificação, da cura e do agradecimento.

- Lua da Cevada: Surge antes do Equinócio de Outono, em Março. Os grãos são ceifados. É o fim da estação e do ciclo anual da colheita. O marrom, a cor dos grãos, é a cor da Lua da Cevada. É a Lua da sabedoria, do conhecimento, das decisões e do fechamento de bons negócios.

- Lua do Vinho: É a Lua excedente do ano ou a 13ª Lua. Com a mudança do calendário lunar para o calendário solar, houve uma sobreposição de alguns meses. Às vezes existem doze Luas durante o ano solar e às vezes treze. Quando essa Lua "extra" surge geralmente nasce em Abril ou Maio, normalmente, antes da Lua de Sangue. Sua cor é o vermelho púrpura, a cor do vinho e da vida. Essa é a Lua da profecia e da inspiração.

Fonte bibliográfica:

Adaptação - Caminhos Pagãos - Gwydion O’Hara

As Celebrações Lunares são tempos de reflexões, além de serem festividades cheias de vida. Não é de admirar que tantas pessoas se realizem ao festejarem os ciclos lunares. Os pagãos celebram as fases da mudança de suas próprias vidas, relacionando-as com as fases da Lua e os ciclos naturais da Terra. Abençoados sejam!

Rowena Arnehoy Seneween.

Espíritos da Natureza.


Os povos celtas prestavam culto de devoção às árvores sagradas, às fontes, às pedras e acreditavam em fadas, duendes e seres sobrenaturais, conhecidos atualmente por nós como seres elementais ou espíritos da natureza. Vários textos nos chegam até hoje graças à tradição oral, dos quais se conservaram em forma de poesias ou cantigas, as lendas e os mitos deste povo.

Os elementais são seres sagrados, que respondem à alegria, o amor e a sinceridade dos nossos sentimentos mais puros. Uma vez que tenhamos feito uma conexão com estes seres, seja através de uma simples meditação ou por meio de alterações de consciência, estaremos interagindo em um mundo de manifestação superior da criação, intimamente ligado à criatividade, à cura e à construção de atmosferas mais sutis e harmoniosas.

Elementais são criaturas simples e, como os seres humanos, estão evoluindo rumo a níveis mais elevados da consciência cósmica, dentro de sua hierarquia no reino elemental. Os elementais estão intimamente ligados, cada qual com o seu elemento de origem e são encarregados pelo equilíbrio de vários segmentos da natureza, assim como de todas as atividades que ocorrem ao redor do planeta.

Os antigos sabiam disso, desde os mitos relacionados aos atlantes, que já mencionavam a utilização dessa conexãoEspirítos da Natureza da natureza, para fazerem com que as formas elementais se manifestassem ao seu favor. Os elementais apenas imitam tudo aquilo que o homem emana através de suas vibrações. Estes seres são simples, de certa forma muito ingênuos e por vezes acabam sendo influenciados pelo próprio desequilíbrio do homem, atingindo negativamente a sua natureza amorosa.

Dentro da hierarquia cósmica existem os reinos: elemental, angélico e humano, formando uma trilogia divina que corresponde à alquimia do Universo, sendo que o mundo do pensamento pertence aos elementais, que auxiliam na concretização dos padrões mentais estabelecidos pelo homem.

O mundo do sentimento pertence à essência dos anjos ou guardiões, que irradiam sua pureza de sentimentos mais elevados da criação. E o mundo da ação ou da palavra falada, pertencente ao homem, que atua através da sua posição vibratoriamente, criando formas ou padrões mentais.

Mas como acreditar em algo que nem sempre pode ser comprovado cientificamente? Alguns elementos podemos ver, sentir, tocar, mas e os outros? Como explicar o ar que respiramos ou a inspiração que nos chega para a escrita ou para a arte em geral?

Comprovadamente existem três dimensões conhecidas como: comprimento, largura e espessura, assim como sabemos que toda matéria animada ou inanimada, possuem sua própria energia ou quatro formas de ação sendo elas: coesão ou força que une as partículas, adesão ou força que se opõe à separação de dois corpos diferentes, atração ou força que aproxima os corpos materiais e repulsa ou força que repele dois corpos materiais.

Já no campo místico existe uma quarta dimensão de natureza vibratória, que nos separa da realidade material a da realidade espiritual, sendo esta de uma percepção mais sutil, que vai além do tempo e do espaço. Podemos dizer que a nossa consciência pode se deslocar no tempo e ter acesso ao passado e ao futuro, independente da linha do tempo em que se vive no momento presente.

Além disso, o homem possui uma consciência objetiva ligada aos cinco sentidos: visão, audição, tato, paladar e olfato, assim como funções subjetivas ligadas: a memória, imaginação e ao raciocínio de um modo geral, além de uma percepção extra-sensorial chamada intuição.

Essa tal de intuição é que nos conecta a consciência cósmica, da qual muitos recebem informações das leis naturais, da inteligência divina e elemental. Como disse Leonardo da Vinci: “São fúteis e cheias de erros as ciências que não nasceram da experimentação, mãe de todo conhecimento.



Magia Elemental.

Sou a magia elemental contida neste corpo causal
Sou forma feminina condensada em partículas de pura emoção
Sou a essência mais antiga que o próprio pensamento
Sou inspiração, que chega de leve como a brisa do verão
Sou o ar que alimenta o fogo animal da mais louca paixão
Sou rainha de mim mesma, muito além das brumas do tempo
Sou o brilho dos olhos refletido no êxtase deste olhar
Sou chuva que refresca a terra árida e sem esperança
Sou o pensamento dos sentimentos sem razão
Sou energia que ascende além da forma
Sou o vapor da água cristalina, carregada pelas nuvens do céu
Sou tudo e não sou nada, pois me achei neste exato momento!

Rowena Arnehoy Seneween.