contos sol e lua

contos sol e lua

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Botôes gêmeos da vida.


Uma nota ressoa,
ouve-se um meio-tom...
O eco projeta-se pelo espaço
e agora volta,
sempre marcado no tempo.

Duas vidas desabrocham,
dois botões em flor se tocam.
Uma corrente dupla de puro amor
eleva-se e funde-se
com a chama brilhante
que vem do alto.

Pontos gêmeos se amalgamam e brilham em maior resplendor,
uma luz branca e clara lampeja
para iluminar o caminho que se bifurca.

Uma trilha dourada se funde...
misteriosamente, transforma-se em nós.
Dois seres se dissolvem
para se descobrirem duplamente inteiros.
Singulares, embora unidos
em outro plano,
mais elevado, mais revelador.
[D.A]

O Dia De Finados.


Para milhões de católicos espalhados pelo mundo o Dia de Finados é o dia da celebração da vida eterna das pessoas queridas que já faleceram. Enquanto o Dia de Todos os Santos (1º de novembro) celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados, o Dia de Finados celebra todos os que morreram e não são lembrados na oração do Dia de Todos os Santos.
Durante muito tempo os cristãos não se relacionavam com os mortos. Eles acreditavam que a ressurreição do corpo aconteceria apenas no dia de juízo final para toda a humanidade e rejeitavam qualquer doutrina que implicasse em imortalidade da alma. Com a fusão da Igreja cristã ao Estado romano, os cristãos acabaram por adotar alguns costumes e crenças de vários povos, entre eles o de rezar e se comunicar com os seus antepassados mortos junto aos túmulos.
Crisântemos.
O­s crisâtemos são as flores que os brasileiros preferem para homenagear seus entes queridos. Essas flores representam o sol e a chuva, a vida e a morte e podem ser amarelas, brancas ou vermelhas. Um vaso de crisântemos custa em torno de R$ 10.
O Dia de Finados foi instituído mesmo no século 10, por Santo Odílio, abade beneditino de Cluny, na França, para os mosteiros de sua ordem especificamente, até que, no século 11 a igreja católica universalizou a data, através dos papas Silvestre II, João XVIII e Leão IX, que obrigaram a comunidade a dedicar um dia por ano aos mortos. Já a data 2 de novembro foi institucionalizada a partir do século 13.
A vela.
Para os católicos, dizer que quando uma pessoa morre tudo acabou não é verdade. Os católicos crêem que o testemunho de vida daquele que morreu fica como luz acesa no coração de quem continua a peregrinação. Para tanto, eles acendem velas no Dia de Finados, buscando celebrar e perpetuar a luz do falecido.
No Brasil e na grande maioria dos países, a celebração de Finados tem início na semana anterior, quando as pessoas vão até os cemitérios limpar as sepulturas. No Dia de Finados, também conhecido como Dia dos Mortos, as pessoas vão aos cemitérios levar flores, acender velas e rezar pelos seus entes queridos que já faleceram. Alguns também mandam rezar missas em nome dos falecidos.
Apesar do significado de celebrar a vida eterna em outro plano, o Dia de Finados não deixa de ter um tom melancólico - afinal, muitos voltam a sentir a dor da perda de seus entes queridos e a saudade com a distância.­
­No México, porém, a celebração de Finados é completamente diferente. Os mexicanos fazem uma verdadeira festa nesse dia e preparam um grande banquete. Segundo a tradição mexicana, nos dias 1º e 2 de novembro, Deus deixa os mortos virem visitar os seus familiares que ainda estão na Terra. Ao mesmo tempo, os mortos têm a oportunidade de comer e beber aquilo que mais gostavam. Esse é um dos motivos dos grandes banquetes preparados nas casas mexicanas no Dia de Finados.
Assim, no dia 1º de novembro chegam as crianças que já morreram. Para elas é feito um altar com muitas velas que servem para iluminar o seu caminho de volta a Terra. Além disso, são colocados doces e brinquedos nos altares. No dia 2 de novembro, chegam os adultos. Para ter a certeza de que encontrarão o caminho do cemitério para as suas casas, são espalhadas pétalas de flores e velas pelas ruas. No altar preparado pela família, o morto encontrará as oferendas feitas pelos seus parentes, com os seus pratos favoritos em vida.
Dia de Finados e a chuva.
Não existe uma explicação racional, mas na grande maioria das ocasiões, chove no Dia de Finados! Diz a lenda que... "chove nesse dia porque toda a tristeza das pessoas que perderam um ente querido sobe ao céu e desce em forma de chuva para lavar toda a mágoa de quem ficou”.
Diferenças à parte, tanto no México quanto nos demais países a celebração do Dia de Finados, além do seu caráter espiritual, traz ainda um lucro enorme para a economia informal. Quem realmente aproveita a data são os proprietários de floriculturas, que obtém até mesmo licença de suas prefeituras para montar barracas em frente aos cemitérios. Além das floriculturas, outros comerciantes também lucram com a data, como os carrinhos de lanches, as pessoas que limpam os túmulos, os vendedores de santinhos, terços e velas, e até mesmo os vendedores ambulantes de flores que ficam próximos aos cemitérios.P.Wikepédia.

O nascer para o além...


Há quem morra todos os dias.
Morre no orgulho, na ignorância, na fraqueza.
Morre um dia, mas nasce outro.
Morre a semente, mas nasce a flor.
Morre o homem para o mundo, mas nasce para Deus.
Assim, em toda morte, deve haver uma nova vida.
Esta é a esperança do ser humano que crê em Deus.
Triste é ver gente morrendo por antecipação...
De desgosto, de tristeza, de solidão.
Pessoas fumando, bebendo, acabando com a vida.
Essa gente empurrando a vida.
Gritando, perdendo-se.
Gente que vai morrendo um pouco, a cada dia que passa.
E a lembrança de nossos mortos, despertando, em nós, o desejo de abraçá-los outra vez.
Essa vontade de rasgar o infinito para descobri-los. De retroceder no tempo e segurar a vida. Ausência: - porque não há formas para se tocar.
Presença: - porque se pode sentir.
Essa lágrima cristalizada, distante e intocável.
Essa saudade machucando o coração.
Esse infinito rolando sobre a nossa pequenez. Esse céu azul e misterioso.
Ah! Aqueles que já partiram!
Aqueles que viveram entre nós.
Que encheram de sorrisos e de paz a nossa vida.
Foram para o além deixando este vazio inconsolável.
Que a gente, às vezes, disfarça para esquecer.
Deles guardamos até os mais simples gestos. Sentimos, quando mergulhados em oração, o
ruído de seus passos e o som de suas vozes.
A lembrança dos dias alegres.
Daquela mão nos amparando.
Daquela lágrima que vimos correr.
Da vontade de ficar quando era hora de partir. Essa vontade de rever novamente aquele rosto.
Esse arrependimento de não ter dado maiores alegrias.
Essa prece que diz tudo.
Esse soluço que morre na garganta...
E...
Há tanta gente morrendo a cada dia, sem partir. Esta saudade do tamanho do infinito caindo sobre nós.
Esta lembrança dos que já foram para a eternidade.
Meu Deus!
Que ausência tão cheia de presença!
Que morte tão cheia de esperança e de vida!
Padre Juca

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

O DIA EM QUE O SOL ENCONTROU-SE COM A LUA.


Conta-se, que há muito o Sol
andava tristonho pela Terra.
Seus raios, já não eram tão "fortes" como antes e por mais que o fizesse,
sempre era encoberto por alguma nuvem escura que percorria o céu num forte vendaval.

Os pássaros, as flores, os animais, todos se questionavam sobre o distanciamento do sol.

Numa manhã; que seria bem mais bonita, se o Sol estivesse com seu esplendor total; uma ave de vôo inigualável chamada Condor; arriscou-se e quis tentar conversar com o astro rei.
O sol percebendo a dificuldade do Condor para se aproximar, tranqüilizou-o dizendo:

- Linda ave; de vôo quase perfeito,
porque queres chegar a mim, se estou por toda parte deste planeta?

O Condor ouvindo a pergunta do Sol lhe respondeu, já exausto pelo vôo:
- Gostaria muito de saber o que lhe deixa tristonho. O planeta está quase sem tua luz: os pássaros já não sabem mais para onde ir; as flores, principalmente o girassol;
já não sabe mais se fica acordado ou se dorme; os animais já não sabem mais se ficam em suas tocas ou saem para caçar; as lavouras estão se perdendo...
Tudo está tão confuso, que resolvi arriscar este vôo e lhe perguntar qual seria o problema.

O Sol percebendo a preocupação do Condor disse-lhe:
- Não sabia que estava causando tantos transtornos!
Confesso que me absorvi em meus pensamentos, que não me dei conta do que estava fazendo.
Posso tentar solucionar isto tudo;
prometo tentar...

O Condor percebendo a "dúvida" que ficou nas palavras do Sol, ainda insistiu na mesma pergunta:
- Mas o que está ocorrendo, que lhe tirou a atenção do resto do mundo?
Poderia lhe ajudar, se você me dissesse o motivo.

O Sol ainda encoberto, disse-lhe:
- Acho difícil alguém me ajudar...
Muito difícil mesmo...
E já que está disposto a conversar, diga-me:
você já amou alguém Condor?

O Condor apoiou-se nas encostas de uma montanha;
abaixou sua cabeça sem olhar para o abismo e respondeu:
- Sim, já amei...
Amei uma linda ave,
que não era um Condor...
Amei e sonhei...
Muito...
E porque você me pergunta isto?
Você que é o Sol!
Que possui bem mais dotes do que eu;
que possui o poder em suas mãos?
Não é possível que não consegue
conquistar o amor de sua amada?
Qualquer dama,
se renderia à sua luminosidade;
ao seu esplendor;
ao seu magnetismo natural;
ao seu calor...

E antes mesmo que o Condor continuasse,
o Sol o interrompeu dizendo:
- Qualquer uma, menos ela...

O Condor já intrigado de tanta curiosidade,
então perguntou:
- Quem Sol?
Quem é ela?
Que dama lhe ofusca os olhos?

O Sol, então olhou para o infinito
e disse-lhe com o semblante bem tristonho:
- A Lua...
A Lua, amigo!

Neste instante o Condor em respeito ao Sol, segurou seu sorriso e disse-lhe:
- A Lua?
Como você apaixonou-se por ela?
Como isso aconteceu?

O Sol percebendo o espanto do Condor,
lhe respondeu:
- Aconteceu, que nos encontramos por algumas vezes...
Em frações de segundos em alguns lugares, mas nos encontramos!
Por que você está surpreso com isso?

O Condor percebendo que o Sol
já estava se exaltando, tentou explicar:
- Por favor amigo, não quero que fique nervoso comigo.
Apenas estranhei a Lua ser sua amada...

- Como estranhou?
Nunca lhe perguntei a quem você amou
e se tivesse dado certo, você não me responderia da maneira como me respondeu!

O Condor então disse:
- Sim, você está certo...
Desculpe-me!
O que estranhei, foi que você viu muito pouco esta bela criatura, para poder se apaixonar por ela.

Neste instante o Sol então respondeu:
- Sim muito pouco...
Muito pouco mesmo...
Mas nestas poucas vezes, enxerguei dentro dos olhos dela.
Vi toda a beleza que ela trazia dentro de si...
Enxerguei o seu coração...
Senti-o bem próximo a mim...
Acreditei naquele olhar...
Vi cumplicidade...
Vi entrega...
Vi amor...


O Condor, observou que o Sol lhe falava, mas seus olhos ficavam fixos no infinito, procurando talvez os olhos da Lua.
Então disse-lhe:
- Ora, ora amigo, tenho que pensar em uma maneira de lhe ajudar.
E lhe ajudando, estarei sendo ajudado...
não só eu, todo o planeta!

O sol com mais emoção então perguntou:
- Como você poderá me ajudar?
- Devagar amigo!
Primeiro preciso me encontrar com alguns amigos de hábitos noturnos e depois lhe darei a resposta.


E o Condor saiu voando mais que rapidamente e em menos de 5 horas; quase à noitinha, apareceu junto à encosta de uma montanha, onde o Sol já se reclinara para adormecer e disse-lhe:

- Veja amigo, o que trouxe junto a mim!
São vários amigos de hábitos noturnos
e todos eles estão dispostos a lhe ajudar,
se você continuar durante o dia no céu,
mais forte do que nunca!
É esta a única condição imposta por eles, para lhe ajudar!

O sol intrigado com tantos animais ao seu redor, então os perguntou:
- Então digam, o que vocês fariam?

Neste instante uma coruja, com a fisionomia bem experiente e sábia, disse-lhe:
- Levaríamos à Lua, seus recados; suas notícias...
Tudo que precisar!

O Sol neste momento bramiu com grande satisfação ao dito pela coruja.
E depois sorriu aliviado dizendo:
- Então digam a ela uma "coisinha"
muito importante;
que nunca tive tempo para dizer;
pois quando nos víamos,
ficava tão preocupado
pelo pouco tempo de encontro;
que esquecia de lhe dizer...
Digam a ela, que a amo!
Que a amo, mais do que tudo!
Que estarei sempre esperando
para nos encontrarmos!
Que serei guardião do dia
e ela será a guardiã da noite...
E trabalhando juntos,
os dias e noites se passarão sem erros
e nos veremos novamente! E quando nos encontrarmos novamente,
a amarei mais e mais...
Nem que demore
meio século para este encontro,
mas a amarei!


Os animais neste instante se emocionaram com a clareza e transparência do Sol.
Agora sim, ele foi sincero em seu sentimento.
Ele não o escondeu entre as nuvens escuras e não teve medo de falar o que sentia.

E a noite chegou.

A primeira a levar o recado foi a coruja.
Do alto de uma árvore,
disse à Lua as palavras do Sol.

Naquela noite,
uma chuva muito branda, mas "molhada",
molhou a Terra.

Cada gota de água da chuva,
representava emoções e sensibilidade da Lua.
Cada gota de chuva representava
lágrimas de amor da Lua!
Lágrimas de esperanças...
Lágrimas de satisfação...
Lágrimas de confiança...
Agora a Lua sabia que não estava só...
E um dia, se encontraria novamente com o Sol...
Nem que demorasse meio século...
Mas o encontraria...
Na imensidão do tempo...
Márcia Aparecida Silva Zauza.

Ao "Sol " e a "Lua " que existem dentro de todo ser humano;
que as nuvens e turbulências, apenas dêem um sentido maior
a existência desses dois seres!

Meu nome é Felicidade.


Faço parte da vida daqueles que tem amigos,
pois ter amigos é ser Feliz.

Faço parte da vida daqueles que vivem
cercados por pessoas como você,
pois viver assim é ser Feliz!

Faço parte da vida daqueles que acreditam
que ontem é passado, amanhã é futuro
e hoje é uma dádiva,
por isso chamado presente.

Faço parte da vida daqueles
que acreditam na força do Amor,
que acreditam que para uma história
bonita não há ponto final.

Eu sou casada, sabiam?
Sou casada com o Tempo.

Ah... O tempo é lindo!
Ele resolve todos os problemas.
Ele reconstrói corações, ele cura machucados,
ele vence a Tristeza...

Juntos, eu e o Tempo tivemos três filhos:
A Amizade, a Sabedoria e o Amor.

A Amizade é a filha mais velha.
Uma menina linda, sincera, alegre.
A Amizade brilha como o sol...
A Amizade une pessoas,
pretende nunca ferir, sempre consolar.

A do meio é a Sabedoria...culta, íntegra,
sempre foi mais apegada ao Pai, o Tempo.
A Sabedoria e o Tempo andam sempre juntos!

O caçula é o Amor.
Ah! como esse me dá trabalho!
É teimoso, às vezes só quer morar em um lugar...
Eu vivo dizendo:
Amor, você foi feito para morar em dois corações,
não em apenas um...
O Amor é complexo, mas é lindo, muito lindo!
Quando ele começa a fazer estragos
eu chamo logo o pai dele, o Tempo...
e aí o Tempo sai fechando todas as feridas que o Amor abriu!

Uma pessoa muito importante me ensinou uma coisa...
Tudo no final sempre dá certo,
se ainda não deu, é porque não chegou o final.

Por isso, acredite sempre na minha família!
Acredite no Tempo, na Amizade,
na Sabedoria e principalmente no Amor...

Aí, com certeza um dia, eu, a Felicidade,
baterei à sua porta !

Tenha Tempo para os Sonhos...
Eles conduzem sua carruagem para as Estrelas!
[D.A]

A Estrela.


Como você recebeu o dia de hoje?

Da mesma maneira de sempre?

Ou como o único dia real?

Ele é apenas um reflexo do ontem.

Um intervalo para o amanhã.

Ou você escutou a explosão das novas possibilidades?

Essa é uma escolha sua...

O dia de hoje

pode não significar nada de especial.

Pode ser o retrato de uma rotina decorada
E conter os mesmos cheiros,
Os mesmo aspectos conhecidos,
As mesmas portas nos mesmos corredores.

Essa é uma escolha sua...

Porque todas as manhãs o dia chega novo
E traz em suas vestes a estrela inédita
Ele não vai se impor a essa entrega
Não vai exigir suas mãos abertas para o recebimento
Ele não vai gritar
Não vai lhe assustar
Não fará nenhum estardalhaço aos seus sentidos

Ele é apenas o dia
Simples, quieto e sutil em suas revelações.

Como um fiel guardião do seu caminho
Ele carrega feliz o seu despertar
Mas a decisão precisa ser sua diante da estrela
E ela só pode brilhar com o seu total consentimento
O dia não interfere nessa sua opção
Não é essa a função dele
Ele apenas É
Para que você SEJA

A freqüência do dia é de vibração suave
O coração dele é manso
A docilidade dele é exata
O respeito pelo seu querer é TODO
Por isso esteja atento
É absolutamente sua a estrela desse dia

Decida se é hoje ou não que você vai tocar em sua constelação

E não se entristeça se ainda não está pronta a sua casa
Amanhã o dia retornará ![D.A]

Lua.


O Sol já vai nascer
Com todo seu esplendor
Você lentamente está acordando
Passei a noite velando o sono teu
Te olhando e acarinhando
Até a Lua com ciúmes
Atrás das nuvens se escondeu

Na madrugada fria
Para muitos sempre vazia
Nós nos procuramos e nos encontramos
No calor da nossa paixão
Em momentos únicos nos amamos
Momentos que só nós compartilhamos

Como uma gota de orvalho
Que na noite acaricia a flor
Teus beijos e carícias
São a recompensa do meu amor.
Mas tão certo como o amanhecer
É chegada a hora
Não é possível adiar
O dia já clareou
Devemos nos separar

Seguindo nossos próprios destinos
Mesmo não querendo
Temos de aceitar, pois sabemos
Que são tantos os motivos
Que nos impedem de livremente amar.
Até outra hora, outra noite
Em que iremos nos encontrar
Nos amaremos intensamente
Provocando ciúmes na Lua
Até o Sol raiar.
Dibruck.