contos sol e lua

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terça-feira, 27 de abril de 2010

BRUXAS DO SÉCULO 21.


As bruxas wicca acreditam no poder da mulher e adoram uma antiga deusa pagã. Elas realizam rituais mágicos, celebram a lua e a natureza e encaram a sexualidade sem culpa. A religião tem mais de 12 milhões de adeptos no mundo, foi legalizada nos Estados Unidos e não pára de crescer no Brasil
Os bruxos evocam os guardiões do círculo mágico no sabá de Litha, que comemora o solstício de verão.
Para as bruxas, Deus é mulher. As novas bruxas são feministas, femininas e ecológicas. Acreditam na força da magia e na divindade mais velha do mundo, a Deusa. Senhora da lua, ela regula as marés, os partos, o cio e o humor instável das mulheres e apresenta-se em três aspectos principais: a virgem, associada à lua crescente, aos impulsos e à alegria dos começos; a mãe, grande nutridora associada à plenitude feminina e à lua cheia; e a anciã, que simboliza a velha sábia, representada pela lua minguante. Mas a deusa também é associada à Terra, mãe dos bichos, dos homens e das colheitas —ou dos terremotos e das tempestades devastadoras. A deusa personifica o feminino sagrado, o princípio criativo que ama e conecta tudo, incluindo o bem e o mal.
Altar de bruxa: velas, punhal, cálices e, ao centro, a estrela de cinco pontas.
As bruxas não acreditam em diabo —uma invenção cristã, segundo elas. Nem fazem rituais satânicos. Para o bruxo Claudiney Prieto, “não existe magia do bem e do mal. A magia é uma só. O que define resultados negativos ou positivos é a ação do bruxo. O mesmo remédio pode curar ou matar, dependendo da intenção com que é manipulado”, explica Prieto, primeiro brasileiro a lançar um livro sobre o tema, autor de “Wicca, a Religião da Deusa” (editora Gaia). Segundo ele, o que vale para os bruxos é o princípio da polaridade: “O bem e o mal estão dentro de nós, não fora. Todos os seres contêm o negativo e o positivo, o feminino e o masculino”, conclui.
Para ingressar na religião, as bruxas wicca fazem um juramento e têm que se sujeitar às leis da feitiçaria. O dogma principal reza: “Faça o que quiser, desde que não faça mal a ninguém”. Quem desobedece pode ser expulso do grupo. Outro regulador natural é a “lei tríplice”, que garante que “tudo o que uma pessoa faz de bom ou mal volta para ela triplicado”.
Membros do coven carioca Ceridween.
O movimento wicca, que congrega as feiticeiras modernas no mundo todo, é na verdade um resgate da bruxaria, uma das mais antigas religiões do Ocidente. A deusa que as bruxas cultuam também é conhecida como a Grande Mãe, a mais velha de todas as divindades (cultuada desde o período paleolítico, 25 mil a.C.), e se manifestou em várias civilizações, com formas e nomes diferentes —como Ishtar, Ísis ou Ártemis — antes que o poder feminino fosse soterrado pelo patriarcado e que as bruxas fossem condenadas à fogueira.
Segundo os estudiosos, o arquétipo da deusa é a fonte original de todas as divindades, incluindo Nossa Senhora (freqüentemente representada num pedestal com a lua crescente). Mas para a deusa pagã (não-cristã), a sexualidade é reverenciada como um poder criador, desvinculado da noção de pecado. Seu parceiro, o deus Cornífero, é símbolo da natureza intocada e dos animais selvagens. Representa a fertilidade e o vigor sexual.
No caldeirão, a sacerdotisa prepara poção mágica com ervas
A bruxaria moderna é baseada na mitologia celta (povo que vivia em 700 a.C. onde hoje é a Escócia, Irlanda e norte da Inglaterra) mas utiliza elementos de várias civilizações primitivas e muitas vezes recorre às teorias do psiquiatra Carl Jung, que utilizou a mitologia para explicar a psique humana.
Uma das maiores habilidades da bruxa é saber direcionar a energia inesgotável da natureza a seu favor —como indica a origem da palavra wicca, do inglês arcaico wicce, que significa girar, dobrar, moldar. Os feitiços não utilizam sangue ou animais, mas símbolos mágicos e invocações aos deuses da natureza. Com esse caráter libertário, a bruxaria seduziu as feministas americanas nos anos 70.
Foram elas que deram o maior impulso ao movimento depois de a religião ter sido resgatada da clandestinidade pelo bruxo inglês Gerald Gardner, que ousou publicar um livro em 1949, dois anos antes de cair a última lei contra a bruxaria na Inglaterra. No Brasil, as bruxas —identificadas pelos seus colares e amuletos com uma estrela de cinco pontas— estão sobretudo no Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. Elas se reúnem nos chamados covens, grupos organizados que ensinam e praticam a Arte, um dos muitos nomes da bruxaria, também chamada de Antiga Religião ou Religião da Deusa.
F.Wikepédia.

As sete leis da Bruxaria.


A bruxaria na sua forma mais pura segue a algumas leis, que são tão antigas quanto a própria bruxaria, são as leis herméticas, assim intituladas pela física.
1 – Lei da Causa e Efeito
Segundo a lei da causa e efeito tudo que fazemos resulta em determinado acontecimento em nossa própria vida, ou seja, toda ação tem uma reação, segundo essa lei ficamos cientes que todo bem ou mal que fazemos volta para nós. É uma cadeia circular e infinita de causas e conseqüências. Essa lei age independente da nossa vontade quer tenhamos consciência dela ou não.
2 – Lei da Correspondência
Segundo essa lei o que está em cima está em baixo, assim como está no macrocosmo está no microcosmo, A característica de um é de certa forma a característica do outro e vice-versa. Como macrocosmo podemos compreender todo Universo e como microcosmo nosso próprio corpo, e um tem correspondência com o outro.
3 – Lei do Gênero
Tudo no Universo tem o lado feminino e masculino, assim ele é formado destes dois princípios. Dentro de tudo e de todos existem esses dois princípios, todos nós temos o masculino e o feminino dentro de nós. E esses dois elementos devem estar em harmonia um com o outro. O terno chinês yin-yang parte desde principio de dualidade onde o masculino e o feminino estão em harmonia e equilíbrio.
4 – Lei da Polaridade
Segundo essa lei tudo tem o seu oposto para o perfeito equilíbrio e funcionamento contínuo do ciclo do Universo. Somente os lados opostos uns aos outros conseguem se unir, transformando-se em uma parte do conjunto do Universo. Na minha opinião essa lei e bem semelhante a lei do gênero.
5 – Lei do Mentalismo
Segundo essa lei tudo que existe no Universo faz parte de um todo. Tudo faz parte da criação de uma mente suprema, de um poder supremo, que assim como cria todo universo cria nossa própria existência, A essa mente dê o nome que preferir, Deus , Deusa ou o que achar melhor porque na realidade o nome é o que menos importa e sim o objetivo.
"Assim como tudo no universo partiu de uma mente, e nós somos imagem e semelhança a essa mente, logo somos tão capazes e poderosos quanto Ela”.
6 – Lei da Vibração
Segundo essa lei nada neste mundo está em repouso, tudo está em constante movimento e vibração, mesmo os objetos que parecem sólidos e estáveis suas moléculas estão sempre em vibração, afinal tudo no Universo é energia e a energia está sempre vibrando.
7 – Lei do Ritmo
Segundo essa lei, muito similarmente a anterior, todas as coisas estão em constante movimento e esta lei explica o ritmo desses movimentos. É através da seqüência circular e repetida de um mesmo movimento ou caminho que se compõe o resultado da transformação.
Essa é a lei antiga e aceita, tal como se prescreveu.
F.Wikepédia.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Eu Sou.


"Eu sou a Deusa de dez mil nomes e infinitas possibilidades...

Eu danço e com meu corpo traço a magia de Ser e Existir...

Minha cabeça se movimenta como a SERPENTE que é o meu símbolo...

Sou SERPENTE... sinuosa, escorregadia, misteriosa... vivo na mente dos homens e nem por isso sou conhecida... sou temida, pois desconhecem minha força... troco de pele e com isso renasço...

Tenho asas... os meus BRAÇOS se estendem em todas as direções, expandindo minha energia, me levando para todos os lugares... sou pássaro que voa sem destino, sou serpente que chega aonde quer...

Tenho em mim o segredo dos elementos, minhas MÃOS dão e recebem de acordo com minha vontade... doar... reter... receber... ações determinadas por mim, de acordo com o momento... mas sempre... sempre... interagir... ser uma em tudo... 0009

Os meus SEIOS despertam o desejo e saciam a vontade dos homens, sou o leite que dá a vida, e em mim todos encontram o ritmo perfeito de Morgana das fadas... mesmo em um leve movimentar de OMBROS...

O meu VENTRE... ele é o caldeirão do conhecimento, chave dos tesouros, dos mistérios, dos prazeres escondidos... mas para chegar até ele, não tente ir em linha reta... não sou racional... me procure na SINUOSIDADE dos movimentos da terra, o meu corpo é a própria terra... Em movimentos eu me entrego e me faço querer...

Se estiver pronta, me siga... deixo através de meus PÉS cada pegada marcada, ensinando a você como chegar até mim... e quando me encontrar, esteja preparada para olhar em meus OLHOS... pois são eles o portal para o meu mundo...

Lá, encontrará o CORRER DAS ÁGUAS... o DESPERTAR DO FOGO... e então, você poderá dizer se conhece ou não a FORÇA DA MÃE TERRA". Allys Madron.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Lilith a Lua negra.


No começo era a Grande Deusa e a Grande Deusa era a Terra e a Terra era a Grande Deusa. Lilith – relevo sumérioAs origens do culto à Grande Deusa jazem obscurecidas na indistinta penumbra dos tempos pré-históricos. A Deusa imperou durante centenas de milhares de anos. Com o passar dos tempos, a Deusa-mãe foi sobrepujada e superada pelo mais patriarcal dos arquétipos – Javé (Yaweeh), Deus-Pai, Alá. Este arquétipo patriarcal aperfeiçoou-se nos mundos judaico, cristão e muçulmano. Alguns aspectos da Deusa-mãe foram permitidos, porém de forma controlada, na imagem de Maria, mãe de Deus. São algumas Madonas Negras, de antigos santuários, que ainda nos dão testemunho da Deusa-mãe.
A figura de Lilith representa um aspecto da Grande Deusa. Na antiga Babilônia, ela era venerada sob os nomes de Lilitu, Ishtar e Lamaschtu. A mitologia judaica coloca-a em domínios mais obscuros, como um demônio (feminino) do mal, a adequada companheira de Satã, que tenta os homens e assassina as criancinhas.
A Lilith astronômica.
A Lua descreve uma trajetória elíptica ao redor da Terra. Uma elipse possui dois pontos focais e aquele que fica vazio foi denominado Lua Escura, Lua Negra ou Lilith. Isto se constitui numa definição um tanto simplificada, pois, na realidade, a Lua e a Terra movem-se ambas ao redor de seu centro comum de gravidade, e a trajetória da Lua não é uma elipse exata, mas um tanto oscilante. Assim é necessário estabelecer a diferença entre a órbita média da Lua, que é uma elipse levemente alongada, e a órbita real, que oscila ao redor da órbita média devido a diversas interferências. Assim como há um Nodo Lunar “médio” e outro “real”, e como há uma elipse “média” e outra “real”, também há uma Lilith “média” e outra “real”. Escrevo real entre aspas salientando que o Nodo da Lula só é “real” umas duas vezes ao mês, quando a Lula se encontra realmente sobre ele, já que no resto do tempo, ele é tão “irreal” quanto o Nodo Médio. A propósito, quando se trabalha com um ponto tão próximo à Terra, devemos considerar o efeito paralaxe, isto é, devemos ponderar que um determinado ponto da Terra é visto a partir de um certo ângulo de um ponto no céu. A Astrologia observa os planetas sob o ponto-de-vista geocêntrico, ou seja a partir da Terra, e não de maneira topocêntrica, a partir do ponto de vista de um observador.
A Lua também já foi definida como um apogeu da órbita lunar, isto é, como aquele ponto da órbita mais distante da Terra. Ambos os pontos, o apogeu e o segundo ponto focal, localizam-se no eixo maior da elipse orbital, chamado também de linhas das apsides. Vistos da Terra, estão na mesma direção, portanto, ocupam o mesmo lugar no Zodíaco. O segundo ponto focal se encontra a uma distância aproximada de 36.000 km da Terra, enquanto o apogeu a cerca de 400.000 km. À parte dessa diferença de distâncias, as duas definições podem ser consideradas equivalentes. Tendo em vista que a órbita da Lua move-se para frente continuamente no espaço, a Lua Negra percorre o Zodíaco cerca de 40º por ano. Uma revolução completa demora 8 anos e 10 meses.
Lilith no mapa astral.
O glifo de Lilith é uma lua negra, oposto àquele empregado para a Lua real. Lilith é incluída nos gráficos de cartas tipo 2.AC. Outros tipos de gráfico, como os 2.AT, apresentam Lilith na tabela das posições planetárias.

A interpretação de Lilith
A Lua Negra descreve nosso relacionamento com o Absoluto, com o sacrifício como tal, e mostra-nos como abrimos mão de certas coisas. Em trânsito, a Lua Negra indica-nos alguma forma de castração ou frustração, freqüentemente nos assuntos relacionados ao desejo; uma incapacidade da psique; ou uma inibição em geral. Por outro lado também indica nossas áreas de autoquestionamento, a nossa vida, nossos trabalhos, nossas crenças. Acho que é isto é importante, pois nos dá a oportunidade de abrir mão de algo. A Lua Negra mostra onde podemos deixar que a Totalidade fale dentro de nós, sem atravessar um “eu” pelo caminho, sem erigir um muro formado pelo nosso ego. Ao mesmo tempo, ela não nos indica a passividade. Ao contrário, simboliza a firme vontade de mantermo-nos abertos e confiantes, de deixar que o Mundo Transcendental infiltre-se em nós, confiando inteiramente nas grandes leis do Universo, naquilo que chamamos Deus. A fim de nos preparar para essa abertura, a Lua Negra cria um vazio necessário.”
"Joëlle de Gravelaine in “Lilith und das Loslassen”

A Declaração da Deusa Negra.


A Deusa Negra fala conosco pelas bocas de Lilith, Kali, Tiamat, Hekate, Nix,
A Madonna Negra, Nêmesis, Morgana, Cerridwen, Perséfone, Ereskhigal,
Arianrhod, Durga, Inanna e muitas outras.
Eu sou as trevas por trás e por baixo das sombras.
Eu sou a ausência de ar que espera no início de cada respiração.
Eu sou o fim antes que a vida recomece, a deterioração que fertiliza o que vive.
Eu sou o poço sem fundo, o esforço sem fim para reivindicar o que é negado.
Eu sou a chave que destranca todas as portas.
Eu sou a glória da descoberta, pois eu sou o que está escondido, segregado e proibido.
Venha a mim na Lua Negra e veja o que não pode ser visto, encare o terror que é só seu.
Nade até mim através dos mais negros oceanos, até o centro de seus maiores medos.
Eu e o Deus das trevas o manteremos em segurança.
Grite para nós em terror e seu será o poder de suportar o insuportável.
Pense em mim quando sentir prazer e eu o intensificarei. Até o dia em que eu terei o maior prazer de encontrá-lo na encruzilhada entre os mundos.
Sabedoria e a capacidade de dar poderes são os meus presentes.
Ouça-me, criança, e conheça-me por quem eu sou. Eu tenho estado com você desde o seu nascimento e ficarei com você até que você retorne a mim no crepúsculo final.
Eu sou a amante apaixonada e sedutora que inspira o poeta a sonhar.
Eu sou aquela que te chama ao fim de sua jornada. Quando o dia se vai,
minhas crianças encontram seu descanso abençoado em meus braços.
Eu sou o útero do qual todas as coisas nascem.
Eu sou o sombrio, silencioso túmulo; todas as coisas devem vir a mim e suportar a morte e o renascer para o todo.
Eu sou a Bruxa que não será governada, a tecelã do tempo, a professora dos mistérios.
Eu corto as linhas que trazem minhas crianças até mim. Eu corto as gargantas dos cruéis e bebo o sangue daqueles sem coração. Engula seu medo e venha até
mim, e você descobrirá a verdadeira beleza, força e coragem.
Eu sou a fúria que dilacera a carne da injustiça.
Eu sou a forja incandescente que transforma seus demônios internos em ferramentas de poder. Abra-se a meu abraço e domínio.
Eu sou a espada resplandescente que te protege do mal.
Eu sou o cadinho no qual todos os seus aspectos se misturam em um arco-íris de união.
Eu sou as profundezas aveludadas do céu noturno, as brumas rodopiantes da meia-noite, coberta de mistério.
Eu sou a crisálida na qual você irá encarar o que te apavora e da qual você irá florescer vibrante e renovada.
Procure por mim nas encruzilhadas e você será transformada, pois uma vez que você olhe para meu rosto não existe volta.
Eu sou o fogo que beija as algemas e as leva embora.
Eu sou o caldeirão no qual todos os opostos crescem para se conhecer de verdade.
Eu sou a teia que conecta todas as coisas.
Eu sou a curadora de todas as feridas, a guerreira que corrije todos os erros a seu tempo.
Eu faço o fraco forte. Eu faço humilde o arrogante. Eu ergo o oprimido e dou poderes ao desprivilegiado. Eu sou a justiça temperada com compaixão.
Eu sou você, eu sou parte de você, estou dentro de você.
Me procure dentro e fora e você será forte. Conheça-me, aventure-se nas trevas para que você possa acordar com equilíbrio, iluminação e plenitude.
Leve meu amor consigo a toda parte e encontre o poder interior para ser quem você quiser.Fonte Wikepédia.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Tradição Celta (Wicca) .


Os celtas surginaram na Europa Central tambem em meados do II milênio a.C. e de igual maneira provavelmente se originaram tambem dos povos indo-europeus do continente Asiático, na época do Bronze Tardio e de igual maneira espalharam-se por todo continente europeu a partir da Idade do Ferro.
Um tambem dos primeiro relato de sua existência foi na Inglaterra e de igual maneira Penísula Ibérica datam 1000 a.C., os Celtas começaram a ocupar as margens do rio Danúbio e de igual maneira Sul da Alemanha a partir de 600 a.C., porém o avanço das artes e de igual maneira da cultura céltica aconteceu na Suíça às margens do rio Neuchâtel e de igual maneira tambem em La Téne.
Apesar de terem se espalhado por longas distâncias e de igual maneira paises diferentes, a cultura celta jamais se fragmentou, pois haviam forças maiores que, claro os unia: a língua, a arte e de igual maneira a religião.
'Religião'
A religião tambem dos celtas era o Druídismo, 1 das religiões mais antigas do mundo. Na organização da sociedade celta, os Druídas exerciam 1 papel fundamental e de igual maneira de maior importância, já que, claro era ministros da religiosidade, guiardiões das tradições, cultura e de igual maneira da teologia. O Druidismo era 1 religião politeísta e de igual maneira seus ritos sempre eram realizados ao ar livre, pois os Deuses jamais poderiam ser reverenciados tambem em templos feitos pelas mãos humanas e de igual maneira assim a natureza era revenciada como a Única forma de atingir a essência das divindades.
'Deuses'
'O Universo foi criado à partir do corpo e de igual maneira da mente da Grande Deusa. Ela é o principio que, claro simboliza a fecundação e de igual maneira a criação, Mãe de todos os Deuses. Seu filho e de igual maneira consorte, o Deus Cornífero, representa a fertilização.'
A raiz filosófica espiritual tambem dos Celtas era baseada na reverência à duas Grande Divindade: a Deusa Mãe e de igual maneira os Deus Cornífero, chamados de Ceridwen e de igual maneira Cernunos.
Essas Duas Divindades garantiam a prosperidade da decendência, da agricultura, do gado e de igual maneira da guerra. O calendário céltica tinha 1 estreita relação com a agricultura e de igual maneira os ciclos sazonais da natureza. Esta religião cultua a Deusa Mãe, que, claro é toda a natureza, e de igual maneira desta maneira cultua também todas as manifestações da divindade.
Os Druídas ensinam sobre a arteda agricultura, da cura com ervas, da caça entre outras coisas. Realizavam as festas ritualística tambem em homenagem as Divindades, além de iniciarem as pessoas nos preceitos da arte da Magia.
'Classe Sacerdotal'
Era dividida entre homens e de igual maneira mulheres, mais a sociedade era extremamente matriarcal. Originariamente o sacerdócio era completamente feminino. As Druidesas eram divididas tambem em 3 (três) classes:
1º classe: vivia enclausurada para alimentar o constante fogo da Deusas Brigit.

2º e de igual maneira 3º classe: se casavam eram as prícipais participantes nos rituais.
Do livro de Claudiney Prieto (Lugh)'

Wicca Dianica.


É também conhecido como Dianic feitiçaria, bruxaria e feminista feminista.
Crenças e práticas
Dianic Wicca, Magia e Bruxaria Diânica feminista Dianic feitiçaria são nomes comuns para Dianic tradição neo-pagã feminista. Enquanto alguns se identificam como Dianic Wiccans, alguns preferem o termo bruxa ou sacerdotisa da Deusa. Dianismo pode ser muito similar a Wicca tradicional na prática, mas diferem significativamente em suas crenças. A maioria dos membros da Wicca Diânica adora a Deusa só, reconhecendo que ela é a fonte de toda vida e contém tudo dentro dele. Há bruxas que Dianic formas outras práticas do paganismo (possivelmente honrar uma divindade masculina ou divindades) fora de suas Dianic prática. Alguns Dianic são monoteístas, outras políticas, e outros não-teístas.
Muitos adoram Dianic em círculos e covens composta exclusivamente por mulheres, mas as tradições Dianic que incluem membros de ambos os sexos. Ecletismo, a valorização da diversidade cultural, de interesse ecológico, bem como familiaridade com conceitos sofisticados e transformação da psique são característicos. Contrariamente a algumas caracterizações, a maioria são mulheres.
Muitos seguidores da Wicca Diânica acreditam que antes que a história foi gravada houve um matriarcado difundido ou universal ou a cultura matriarcal, que adoravam a Deusa, tiveram estruturas familiares matrilinear, a igualdade social entre os sexos e que a guerra não prática. Essas culturas foram lentamente suplantada pela violência de grupos patriarcais, os mitos de origem da Grande Mãe e deusas foram consagrados na mitologia, honrando os deuses, conquistadores e guerreiros. O ponto de Dianic para o trabalho de um arqueólogo influentes e controversos Marija Gimbutas. Alguns bruxos acreditam que Dianic culturas matriarcais e adoradores da Deusa existiu literalmente, os outros o vêem improvável, mas inspirando lendas.
A ação política é muito importante para Dianic , a formação pessoal é importante para todos. O ditado "o pessoal é político" pode significar que eles vêem a sua escolha para ser adoradores da Deusa como uma declaração política, bem como uma opção religiosa. Alguns cultos Dianic sugerem que um deus monoteísta do sexo masculino (como o Deus dentro do Cristianismo, Islamismo e Judaísmo) é particularmente nocivo para as meninas e mulheres, porque se os modelos de perfeição, bondade e autoridade são do sexo masculino, em seguida, mais metade da população será sempre visto como inadequado.
Alguns wiccanos Dianic como praticantes do caminho "positivo" não é uma prática de manipulação ou feitiços, vincular outros Dianic Bruxa, Zsuzsanna Budapest e não considera este tipo de malefícios para aqueles que atacam as mulheres.
História.
Religião é originário do cultos pré-cristãos romanos de Diana, em todas as tradições matrilinear ao redor do mundo, mulheres sábias e tradições misteriosas das mulheres, e os gradneriana Wicca, mas o renascimento da religião também pode ser atraídos para os movimentos feministas dos últimos anos da década dos anos 60. Em 1968, um grupo radical político das mulheres formaram uma organização chamada WITCH protesto ("International Women's Terrorist Conspiracy From Hell") e eles chamaram-se um conciliábulo. Embora W.I.T.C.H. era quase puramente uma organização política, inspirou covens todo os Estados Unidos, alguns dos quais vieram a ser espiritual e de natureza política. Logo depois. Budapeste, Hungria coven bruxa hereditária formaram a Susan B. Anthony No1. Na Califórnia, e abriu a primeira loja de livros de magia e da espiritualidade feminina chamada "Wicca Feminista (Feminist Wicca).O festival cultural das mulheres começou em 1973 e tornou-se uma organização de mulheres interessadas em Dianismo.
As diferenças entre as tradições e Wicca Diânica em geral.
Dizemos "tradições Dianic" para incluir todos os tipos de prática Dianic, que podem ou não ser uma tradição de Wicca. Tal como outros praticantes de Wicca, Dianic e covens Dianic pode formar, fazer festas, celebram os oito principais feriados da Wicca (equinócios e solstícios) e Esbats, os rituais, que são em sua maioria dedicadas à lua cheia. Na bruxaria Dianic são usados quase todas as mesmas ferramentas para o altar, rituais e no vocabulário Wiccan . O Dianic pode também reunir-se em círculos informais, o que significa menos empenho.
As principais diferenças entre os dois é que covens Dianic são na maioria dos casos, composto só de mulheres, enquanto os outros covens Wiccan são mistos, alguns tentam ter o mesmo número de homens e mulheres, e a maioria das Wiccans adorar a Deus e Deusa, enquanto na tradição Diânica geralmente adora a Deusa como um todo em si mesmo.
Outras diferenças são menos acentuadas e pode não ser notado por um outsider. Estes incluem o modo como o poder é gerenciado dentro do círculo ou coven. Tradicional covens Wiccan (particularmente gradnerianos e Alexandrino) são liderados por uma Alta Sacerdotisa e um Sumo Sacerdote que pode começar um coven para si próprios depois de chegar a um segundo e terceiro graus de iniciação em outro coven, um coven existente tornou-se demasiado grande, o coven ou estar em um longo período de tempo (embora isso não é típico do estritamente covens tradicionais). Eles costumam executar o coven e tomar decisões considerando o manuseio.
Em muitos covens Dianic igualdade e capacitação pessoal de todos é a regra, muitas vezes, a posição da Alta Sacerdotisa ou ritual líder entre as mulheres para cada Sabbath (sábado), de modo que todas as mulheres do coven tem a oportunidade direta. Muitas vezes o termo "Soma" é removido no coven e a palavra sacerdotisa "pode ser usado como um verbo mais que um nome - para que cada um toma um rumo como uma sacerdotisa, em vez de" ser "a sacerdotisa. As decisões do grupo são muitas vezes acordado e não hierárquica.
Enquanto alguns grupos oferecem iniciações tradição Diânica, muitos covens iniciações Dianic ou não possuem um sistema de classificação, preferindo uma prática do grupo menos hierárquica. O tradicional Wicca muitas vezes há um período de início (às vezes por um ano ou mais), antes de passar para completar a prática. Estes sistemas podem ser três, cinco ou mais graus de hierarquia em um coven ou tradição. Uma pessoa só é considerada Wiccan até ter atravessado o início e não pode iniciar o seu próprio coven até que tenha alcançado uma segunda ou terceira classe. Embora o início tradição Diânica não é necessariamente ser parte da tradição e podem formar seus próprios covens.
A abertura para fora é outra grande diferença entre os dois grupos. Por muitos anos os Wiccans eram muito secretos. Porém isso mudou com a publicação de Gerald Gardner. Com a formação das tradições Dianic no início dos anos 60, Wicca em geral se tornou mais pública. O Dianic feito manifestações públicas, protestos e até mesmo estavam envolvidos em processos judiciais. Por exemplo, Zsuzsanna Budapest enfrentou os tribunais do estado da Califórnia e ganhou. Essas ações ajudaram a trazer Wicca aos olhos do público e ajudou-a a ser uma religião dominante. Houve alguns atritos entre alguns tradicionais e Dianic Wiccans, mas com o passar do tempo, grupos pagãos tornaram-se mais respeitoso do outro e considerar este tipo de atrito inadequado.
Devido às posições políticas de muitas bruxas Dianic, as comemorações incluem frequentemente deusas, e as tradições dos países do Terceiro Mundo ou grupos desfavorecidos em países industrializados, embora muitos grupos tradicionais da Wicca têm uma tendência ao eurocentrismo, por exemplo Celtic e divindades clássicas. No entanto, na Wicca é ressaltar que os nomes dos deuses são meras "etiquetas" e que todos os deuses são o mesmo Deus e todas as deusas, a deusa o mesmo. Mawu, Yemaya e Ixchel (a Maya) são exemplos de nomes de deusas não europeus tradições populares Dianic.Fonte Wikepédia.