contos sol e lua

contos sol e lua

sábado, 22 de maio de 2010

Aisling.Lyrics.tradução.


Veja a lua nova brilhante está aumentando,
Acima da terra de preto e verde
Ouça as vozes chamando os rebeldes,
Eu não vou morrer até que você me enterre.
A tia em cima da cama, ela está chamando,
Por que ele me abandonou.
Fada fotos no corredor,
Qual deles marrom fantasmas é ele?
Abençoe o vento que agita a cevada,
pá e maldição do arado.
Contei anos, semanas e dias,
E eu desejo a Deus eu estava com você agora.
Fere-te diamante cabelos negros,
Adeus a ti próprio Aisling.
Na noite de sonhos Apaixonado por você ainda me assombram,
Longe, atravessando o Mar do Norte cinza
E o vento sopra do Norte e do Sul,
Para o leste e para o Ocidente.
Eu vou ser como o vento, meu amor,
Porque eu sei que não descansará "até que eu volte para ti
1, 2, 3 postes telegráficos,
Pé na estrada escura e fria.
A noite está sumindo da manhã,
Dê-nos uma gota de seu doce.
A chuva foi de amarração - o sol estava nascendo,
O vento estava uivando por entre as árvores
A loucura das montanhas de rastreamento,
Quando eu te vi Aisling.
Abençoe o vento que agita a cevada, pá e maldição do arado
Contei anos, semanas e dias,
E eu desejo a Deus eu estava com você agora.
Fere-te bem o meu diamante negro de cabelo,
Fere-te bem minha Aisling.
Na noite de sonhos Apaixonado por você ainda me assombram,
Longe, atravessando o Mar do Norte cinza.
Christy moore.

Altar de Aisling.


Suave música de flauta,
cheirando a jasmim e ylang-ylang,
que vem de lugar nenhum,
de um canto adormecido,
trazendo incensários de
um momento sereno.

Estou sem saber, em transe,
próximo a um altar de pedra,
no meio do círculo azul, bem ao Sul,
invocando antigos amigos elementais,
pedindo ajuda para o Povo Pequeno...

Talvez o meu único eterno conforto
esteja guardado agora na clareira
da mais radiosa floresta,
na imantação da Lua Cheia,
no banhar dos raios prateados,
serpenteados pela dança das fadas,
decorado na oferenda das maçãs
com canelas e no mesmo correr
as eternas águas...

E na Lua Esquecida do Amor,
no percurso de tantas vezes,
passam conjunções de Platão a Saturno.
Quieto, calado, taciturno,
estou isolado entre adequações e
reestruturações.

Mas posso rever, distante, você,
doce e graciosa Aisling.
Peço licença ao sentimento.
Em movimento lento muito lento,
faço referências medievais para a
Deusa Fada dos perdidos acalantos.

E lamento, ah, como lamento,
tê-la guardado apenas
no frívolo pensamento,
feito voz esquálida
que fenece ao vento...

Aisling, Deusa da Esperança...
leva-me para dentro do círculo.
Pede a Aine, Senhora das Fadas,
o remoer das águas...
e por um milimétrico segundo,
talvez o retroceder do tempo.

Rainha do Povo Pequeno,
toma conta de todas
as minhas mágoas...

Aisling,
conta-me no descerrar da floral cantiga,
ao sopro da brisa primaveril,
que eu, tolo menino, preciso fazer
para que ela retorne à minha vida???

Dá-me guarida, Doce Aine,
consciência do meu corpo adormecido,
para que eu possa rever,
mesmo que seja pela última vez,
as fadas que eu tanto amo e venero,
dançando nesta noite de clarão azul.
Por que, por desconhecido motivo,
preferi cegar imagens do coração.
Não consigo perceber mais...

Aisling,
sinto falta do elixir,
da poção encantada de um olhar,
magia celta de íris verde na relva macia,
ongos cabelos negros, esvoaçantes,
incessantes a me guardar por inteiro.
Aisling e Aine,
Rainhas do Povo Pequeno,
como posso voltar a ter paz???
Queria tanto acabar com este nevoeiro,
transformá-lo em círculo azul, bem ao Sul,
queria ver as fadas dançarem
nesta noite sem fim.
E ao exalar do jasmim,
Aisling e Aine,
na pedra solar,
poder calar toda a minha dor.

Queria muito, doces rainhas das Fadas,
retornar, mesmo em sonho,
em instante de névoa,
no fundo perdido da clareira,
para os braços do meu único amor...
Soraya Souza.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Lei Triplice.


É comum os wiccanoss dizerem frases, do tipo: “faça o que quiseres, se for para o bem” e outras frases, que ouvidas ou lidas por pessoas leigas em Wicca, podem ser mal interpretadas e podem levar estes leigos a pensar que nossa religião não tem qualquer tipo de controle, pois “Tudo é Permitido!”, o que sabemos que não é verdade!
A verdade é que temos a Lei Tríplice, a única Lei Wicca, que na verdade é a mais completa, das 200.000 que poderiam existir.
Esta Lei se baseia no princípio de que tudo que fizermos retornará para nós (aquele que pratica o ato) 3 vezes maior do que fizemos inicialmente.
Veja, se desejarmos, por exemplo, que uma determinada pessoa caia e quebre o nariz, pode ter certeza que mesmo demorando este desejo inicial retornará 3 vezes maior fazendo com que você (que desejou) caia, quebre o nariz, os braços e a cabeça!
É claro que isto é apenas um exemplo, mas acho que serve para você entender o significado da Lei Tríplice.
Devemos tomar muito cuidado com tudo o que fazemos na Wicca, pois o que pensamos estar certo pode voltar como uma bomba sobre nós.
Muitas vezes você pode interferir, sem saber, na vida de uma pessoa ou no curso natural das coisas ao seu redor. Esta interferência pode ser ruim para o caminhar natural das coisas ou pessoas.
Já parou para pensar que as pessoas têm seu livre arbítrio para fazer ou deixar de fazer o que bem entender?
Antes de ajudar uma pessoa que se encontra enferma numa maca de hospital, você precisa ter o consentimento dela, pois a SUA vontade de que ela melhore e saia do hospital pode ser contrária à da pessoa que quer mais é morrer, porque não vê mais sentido em nada!
O mesmo se aplica àquelas pessoas que por amor ou loucura, não sei, quer “amarrar”, ou seja, obrigar uma pessoa, que nem sabe que ela existe, ficar de “4”, perdidamente apaixonado e cego de amores…Acha isto certo? Acho que não, né? Pior ainda quando estas pessoas loucas de amor decidem fazer feitiços usando as energias e procedimentos mirabolantes para conseguir o que quer! E Conseguem!!!!!! Não é novidade nenhuma escutar casos de casamentos desfeitos e tragédias homéricas por causa destas ações. Com certeza, o troco chegará, cedo ou tarde, mas, chegará!
Para estas pessoas, um recadinho: CUIDADO!!!
Claudiney Pietro, em seu livro “Wicca – Ritos e Mistérios da bruxaria moderna”, diz o seguinte:
"Quando interferimos no livre arbítrio de uma pessoa estamos efetuando um ato negativo contra a pessoa e contra nós mesmos. Quando um Bruxo faz isso, está trabalhando com a Baixa Magia, e ele pagará caro, pois o Universo nos retribui tudo o que emitimos aos outros numa escala de 3.”
Ponha uma coisa em sua cabeça: NO UNIVERSO HÁ A FAMOSA LEI DO REFLEXO, OU SEJA, TUDO QUE VOCÊ FAZ, VOLTA PARA VOCÊ MESMO E MUITO MAIS FORTE! Ponto final e não discutamos mais sobre esta questão.
Prosseguindo afirmando que os feitiços são parte integrante do núcleo operacional da Wicca. Este feitiço é colocado pelo autor como sendo “um conjunto de técnicas e conhecimentos específicos que quando colocados em prática, enviam uma projeção mental ao Universo”…”Um feitiço age DIRETAMENTE com a natureza”… “Tudo na natureza é vivo e possui energias específicas acumuladas”…”quando canalizadas corretamente, passam à agir em benefício daqueles que sabem utilizá-las”.
você precisar ser consciencioso quando usar suas energias em seus ritos. Tenha em mente que apesar de muitas vezes esquecermos deste detalhe, NÃO SOMOS SENHORES DA MAGIA, DAS PESSOAS E DAS SITUAÇÕES!
Scott Cunningham em seu livro Guia Essencial da Bruxa Solitária dá algumas dicas de como você utilizar bem seu poder evitando assim, ser punido por seu mal uso. Vamos a elas:
1. O Poder não deve ser usado para gerar danos, males ou para controlar os outros. (Se surgir necessidade para tais atos, o Poder deverá ser usado APENAS para proteger sua vida ou de outros);
2. O Poder só deve ser utilizado conforme as necessidades;
3. O Poder pode ser utilizado em seu benefício, desde que ao agir não prejudique ninguém;
4. Não é sábio aceitar dinheiro para utilizar o Poder, pois ele rapidamente controla o que o recebe. Não seja como os de outras religiões;
5. Não utilize o Poder por motivo de orgulho, pois isto desvaloriza os mistérios da Wicca e da magia;
6. Lembre-se sempre de que o Poder é um Dom sagrado da Deusa e do Deus, e não deve JAMAIS ser mal usado ou abusado;
Agora vai minha dica: antes de agir em favor ou contra algo ou alguém, pare, reflita em cada uma destas dicas de Scott Cunningham e veja se não fere nenhuma. Se estiver tudo certo, siga tranqüilo
Bibliográfica CUNNINGHAM, Scott: Guia Essencial da Bruxa Solitária, Editora Gaia; PIETRO, Claudiney: Wicca Ritos e Mistérios da Bruxaria Moderna, Editora Germinal.

Crença das bruxas.


É difícil dizer exatamente no que crêem as bruxa de nossos dias. Conheço uma que vai à Igreja de vez em quando, embora seja apenas uma conformista ocasional. Acredita firmemente em reencarnação, assim como muitos cristãos. Não sei como ela ou eles reconciliam isso com os ensinamentos da Igreja. Mas, para começar, a crença em muitos paraísos diferentes, cada um com seu deus diferente, não é incomum. O deus do culto é o deus do próximo mundo, da morte e da ressurreição, ou da reencarnação, o consolador, o confortador. Após a vida, você vai alegremente a seu reino para o descanso e o alívio, tornando-se jovem e forte, esperando a época de renascer na terra de novo, e você pede a ele que mande de volta os espíritos de seus mortos queridos para que se regozijem com você em suas festas.
Torna-se claro que elas acreditam em algo desse tipo, por causa do mito da deusa que forma a parte central de um de seus rituais. É um tipo de espiritualismo primitivo.
Bruxas não têm livros de teologia, então para mim é difícil descobrir em que elas realmente acreditam. Com todos os milhares de livros escritos sobre a cristandade, ainda acho difícil definir as crenças cristãs. Transubstanciação, por exemplo. Por outro lado, é fácil fornecer a idéia central ou mito, que em minha opinião pode-se definir como uma história que afeta as ações das pessoas. Estritamente falando, nesse sentido o mito da cristandade está na crucifixão e na ressurreição, e poucos cristãos discordam disso. O mito da bruxaria parece ser a história da deusa aqui citada. Estou proibido de fornecer seu nome, então vou chamá-la G.
G. nunca amou, mas ela resolve todos os mistérios, mesmo o mistério da Morte, e assim ela viajou às terras baixas. Os guardiões dos portais a desafiaram. "Despe teus trajes, tira tuas jóias, pois nada disso podes trazer contigo em nossa terra. "Assim, ela pôs de lado seus trajes e suas jóias e foi amarrada como o eram todos os que entravam nos reinos da Morte, a poderosa.
Tal era a sua beleza que a própria Morte se ajoelhou e beijou seus pés, dizendo: ''Abençoados sejam esses pés que te trouxeram por estes caminhos. Permanece comigo, mas deixa-me pôr minha mão fria sobre teu coração ". E ela respondeu: "Eu não te amo. Por que fazes com que todas as coisas que eu amo e que me alegram se apaguem e morram? " "Dama, " respondeu a Morte, "isto é a idade e o destino, contra os quais não sou de nenhuma ajuda. A idade faz com que todas as coisas feneçam; mas, quando o homem morre ao fim de seu tempo, eu lhe dou descanso e paz e força para que ele possa retornar. Mas tu és adorável. Não retornes; permanece comigo. " Mas ela respondeu: "Eu não te amo ". Então a Morte disse: "Como não recebes minha mão em teu coração, receberás o açoite da Morte". "Esse é o destino, que seja cumprido, " disse ela, ajoelhando-se. A Morte açoitou-a e ela gritou: "Conheço os sofrimentos do amor ". E a Morte disse: "Abençoada sejas " e lhe deu o beijo quíntuplo, dizendo: "Que possas atingir a felicidade e o conhecimento".
E ela lhe contou todos os mistérios e eles se amaram e se tornaram um; e ela lhe ensinou todas as magias. Por isso, há três grandes eventos na vida do homem - amor, morte e ressurreição no novo corpo - e a magia os controla a todos. Para realizar o amor, você deve retornar na mesma época e lugar que os entes amados e deve lembrar-se e amá-lo ou amá-la novamente. Mas, para renascer, você deve morrer e ficar pronto para um novo corpo; para morrer, você deve ter nascido; sem amor você não pode nascer e eis toda a magia. Esse mito sobre os quais os membros baseiam suas ações é a idéia central do culto. Talvez seja trabalhoso explicar idéias e rituais já concebidos e explicar por que o deus mais sábio, mais velho e poderoso deveria dar seu poder à deusa por intermédio da magia.
Havia um costume céltico de amarrar cadáveres; a corda com a qual um deles fora amarrado era de grande valia na obtenção da segunda visão. Mas no Mundo Antigo parece ter sido difundida a idéia de que uma pessoa viva deve ser amarrada para chegar à presença dos Senhores da Morte. Tácito, em Germânia XXIX, fala de bosques sagrados onde homens se juntam para obter augúrios ancestrais, para entrar nesses domínios sagrado dos Senhores da Morte. "Todos são atados com correntes para mostrar que estão em poder da Divindade e, se lhes acontecesse cair, não tinham ajuda para levantar. Deitados como estão, devem rolar pelo caminho da melhor forma possível. " Isso mostra que eles eram amarrados bem forte, de forma que não podiam erguer-se; logo, é claro que não era uma amarração "simbólica".
Luciano, em sua obra Vera Historia, que, embora seja um romance, trata de crenças populares, fala de pessoas vivas desembarcando na Ilha dos Abençoados, sendo instantaneamente atados com correntes e levados à presença do Rei dos Mortos.
A idéia de pessoas vivas, ou recém-mortos, sendo amarrados com correntes logo que chegam à terra dos mortos pode ser, em minha opinião, a origem da idéia de fantasmas arrastando correntes; mesmo no Limbo eles permaneceriam amarrados. apenas a história de Ishtar descendo aos infernos, mas o ponto principal da história é outro. Pode-se dizer também que é simplesmente Shiva, o deus da Morte e da Ressurreição; mas novamente a história é diferente. É bastante possível que as histórias de Ishtar e Shiva tenham influenciado o mito, mas acho que sua origem é mais provavelmente céltica. Nas lendas célticas, os Senhores do Submundo preparavam a pessoa para o renascimento; dizia-se que muitos vivos haviam entrado em suas regiões, formado alianças com eles e retornado em segurança, mas era preciso grande coragem; apenas um herói ou um semideus se arriscaria desse modo. Os mistérios célticos certamente continham rituais de morte e ressurreição e possivelmente visitas ao submundo com um retorno em segurança. Acho que o purgatório de São Patrício em Lough Derg é uma versão cristianizada dessa lenda.
O homem primitivo temia a idéia de renascer em outra tribo, entre estranhos, de forma que rezava e realizava ritos para se assegurar de que nasceria novamente na mesma época e no mesmo lugar que seus amados, que o conheceriam e o amariam em sua nova vida. A deusa do culto das bruxas é obviamente a Grande Mãe, a que dá a vida, o amor encarnado. Ela comanda a primavera, o prazer, a festa e todos os deleites. Mais tarde, ela foi identificada com outras deusas e tinha uma especial afinidade com a lua.
Antes de uma iniciação, lê-se uma declaração que começa assim:
Ouça as palavras da Grande Mãe, que antigamente foi chamada pelos homens de Artemis, Astartéia, Diana, Melusina, Afrodite e muitos outros nomes. Em meus altares a juventude da Lacedemônia fez o devido sacrifício. Uma vez por mês, de preferência quando a lua está cheia, encontrem-se em algum lugar secreto e me adorem. Pois sou a rainha de todas as magias... Pois sou uma deusa graciosa, dou alegria à terra, certamente, não a fé, durante a vida; e após a morte, a paz inexprimível, o descanso e o êxtase da deusa. Nada peço em sacrifício.
Essa declaração vem, da época em que romanos ou estrangeiros chegaram; isso explicaria o que nem todos sabiam em épocas passadas e identifica a deusa com deusas de outras terras. Imagino que uma declaração similar era uma característica nos antigos mistérios.
É proibido de revelar algo mais; mas, se você aceitar a regra dela, tem a promessa de vários benefícios e é admitido no círculo, apresentado à Morte Poderosa e aos membros do culto.
Há também um pequeno "susto", uma "prova" e um "juramento"; mostram-lhe algumas coisas e lhe dão alguma instrução. Tudo é muito simples e direto.
Entre as declarações mais comuns contra as bruxas está a de que elas repudiam ou negam a religião cristã. Tudo o que posso dizer é que eu e meus amigos jamais ouvimos algo sobre tais negações e repúdios. Minha opinião é de que em tempos primitivos todos pertenciam à velha crença e adoravam regularmente os antigos deuses antes de serem iniciados. Para as pessoas como os romanos e romano-bretões, eles estariam apenas adorando seus próprios deuses, identificados com os célticos; logo, nada haveria para ser repudiado.
Provavelmente durante a perseguição, se pessoas desconhecidas apareciam em um encontro religioso, seriam questionadas para se descobrir se eram espiões; provavelmente lhes pediam para negar o cristianismo, como uma espécie de teste. Eles nunca iniciariam alguém, não o trariam ao círculo, a menos que soubessem com certeza que era pertencente à velha crença. Quando a perseguição aumentou, o culto escondeu-se e praticamente só as crianças nascidas e criadas no culto eram iniciadas. Acredito que algumas vezes, quando alguém que não fosse do sangue desejasse ingressar, ele era questionado; mas daria na mesma pedir ao postulante médio que negasse o cristianismo ou que negasse uma crença em Fidlers Green, sobre o qual os velhos marinheiros costumavam falar: o paraíso para onde os velhos marinheiros iam, que ficava bem longe do Inferno. Embora houvesse casos de pessoas que negavam o cristianismo, estas foram bem poucas. Dizer que isso é "provado" porque muitas bruxas foram torturadas para admitir que repudiavam o cristianismo é a mesma coisa que dizer que tal testemunho prova que elas voavam em vassouras. Meu grande problema para descobrir quais foram suas crenças reside no fato de elas terem esquecido praticamente tudo sobre seu deus; tudo o que posso saber é por meio dos ritos e orações dirigidos a ele.
As bruxas não conhecem a origem de seu culto. Minha própria teoria é, como já disse, que é um culto da Idade da Pedra, dos tempos matriarcais, quando a mulher era líder; mais tarde, o deus homem se tornou dominante, mas o culto das mulheres, por causa de seus segredos mágicos, continuou como uma ordem distinta. O grande sacerdote do deus homem às vezes compareceria aos encontros delas e os lideraria; quando estivesse ausente, a grande sacerdotisa era sua representante.
Deve-se notar também que há certos ritos em que um homem deve liderar, mas, se um homem do grau requisitado não está disponível, uma sacerdotisa chefe veste uma espada e é vista como um homem para a ocasião. Mas embora a mulher possa ocasionalmente tomar o lugar do homem, o homem nunca pode tomar o lugar da mulher. Isso deve vir da época da associação das Druidesas, que os romanos tratavam de bruxas. Se eram druidesas verdadeiras, eu não sei. Essa parece ter sido uma organização religiosa separada, possivelmente sob o comando do druida líder, da mesma forma que havia um sacerdote ou alguém que num encontro de bruxas era reconhecido chefe. Ele era chamado "o Diabo" na época medieval.F.P.Wikepédia.

Wicca Dance.Tradução da música.


Quando na primavera do ano.
Quando as árvores estao coroadas com folhas.
Quando a cinza e o carvalho, e a bétula e o teixo.
São vestidos em fitas feira.

Quando as corujas chamam a lua fôlego.
No véu azul da noite.
As sombras das árvores aparecem.
Entre as luzes de lanterna.
Agora voltando novamente.

Quem vai descer para os bosques sombrios.
E chamar as sombras lá.
E amarrar uma fita naqueles braços protegendo.
Na primavera do ano.

O canto dos pássaros parecem preencher a madeira.
Que quando o violinista execuções.
Todas as suas vozes possam ser ouvidas.
Longe após o dia da floresta.

E então eles ligaram as suas mãos e dançaram.
Em círculos e em filas.
E então a jornada da noite desce.
Quando todas as sombras se foram.
E em sua porta nós ficamos.
É um broto bem enxertadas fora.
O trabalho das mãos de nosso Senhor.
Loreena McKennitt.

domingo, 16 de maio de 2010

Elementos mágicos.


Para os magos, toda a magia é baseada em quatro elementos: Ar, Fogo, Água e Terra. A sabedoria advinda dos ancestrais ensina que, sem eles não há vida pois esta, em si, é constituída por esses elementos que a norteiam em toda a sua essência. Em outras palavras: tratam-se de forças constitutivas do Universo e de tudo o que nele existe. Além da força possuem formas e qualidades características, e uma essência que pode ser positiva e/ou negativa.
Correspondem às quatro direções do nosso mundo físico, aos quatro cantos do Universo, aos quatro ventos e, especialmente, aos quatro quadrantes do círculo mágico. Água e Terra são energias femininas; o Fogo e o Ar, masculinas.
O Ar governa o Leste. Positivamente, associa-se ao nascer do Sol, à Primavera; aos incensos e defumações, em geral; às varas, bastões e cajados mágicos; às nuvens e às brisas, à respiração e, também, ao otimismo e à alegria; à inteligência e à rapidez mental e a toda espécie de ar benéfico. Negativamente, está associado aos ventos fortes das tempestades, aos furacões, tornados e seus próximos; aos ares destrutivos de qualquer tipo e, também, à maledicência e à frivolidade, à vacilação e à desatenção, à gabolice e ao esquecimento.
A Água governa o Oeste. Está associada, de modo positivo, ao pôr-do-sol , ao Outono, ao cálice e ao caldeirão, a qualquer uma de suas formas benéficas e, igualmente, à compaixão e ao perdão, à tranqüilidade; à intuição e ao amor; num aspecto negativo, associa-se às tempestades e, conseqüentes inundações; aos redemoinhos e a qualquer de suas formas prejudiciais, como, também, à preguiça e à indiferença e ao descontrole emocional.
O arco-íris é a arca das águas sagradas. Além disso, são somente as entidades aquáticas que possuem os segredos das canções tanto quanto os da origem do canto. Não esquecer que os cantares das sereias e da Yara é que fascinam, atraem e enlouquecem os homens, quando não os levam à morte.
"Ouvir" a água nem sempre é bom. Certas de suas vibrações são profundamente nostálgicas e atuam, negativamente, sobre a alma humana. Olhar, fixamente, para a água pode ser bom ou péssimo. Explicando melhor: um aprendiz de magia utiliza a água, que é um poderoso elemento, para despertar a "visão" e fortalecer a concentração imprescindíveis para favorecer e/ou despertar a mente para outros estados de consciência. Entretanto, pessoas fragilizadas, vítimas de descontrole emocional, jamais devem deixar-se fascinar pelo ritmo das águas, mormente quando são fundas e, portanto, perigosas, porque a fixação demorada pode induzi-las ao suicídio. A água "chama"; pelo seu próprio correr, ela produz, na psiquê humana, uma sensação de fuga, prejudicial, especialmente àqueles que, por problemas graves, de foro íntimo, querem "fugir" da realidade, do mundo, da vida que levam. Por outro lado, aliada a essa "fuga" a água a tudo lava; ela, aliás, suja-se para nos limpar. Então, o poder exercido pode tornar-se fatal, pois a pessoa além de, com a morte, livrar-se de tudo quanto a está atormentando, sente-se, igualmente, purificada. Este é, dentro da magia, o aspecto mais terrível das águas. O interessante é que as águas abominam esses gestos extremos e acabam por "devolver" o que não lhes pertence à Terra que, dentro de um contexto de magia é ventre-criador e túmulo-receptor, de acordo com as sagradas leis do Universo.
A lendária "Fonte da Juventude" é, na verdade, uma realidade e poderosíssima. Qualquer riacho, igarapé, cacimba e poço pode ser a água da juventude. Basta que a pessoa tenha o "conhecimento" e, assim, beneficie-se, no momento em que desejar, do poder milagroso dessas águas.
A Terra governa o Norte. Positivamente, associa-se com a meia-noite, o Inverno, o pentáculo e o sal ritual, as pedras preciosas, as grutas, as montanhas e o solo e, também, com o respeito, a perseverança, a responsabilidade e a estabilidade; a dureza e com tudo aquilo que represente uma finalidade na vida. Negativamente, a ela associam-se os terremotos, os escorregões, a rigidez, o desestímulo para modificar ou apreciar um problema sob vários pontos de vista, a teimosia, a incoerência e a inconsciência e todo tipo de vacilações.
A Terra é o berço onde estão adormecidos todos os oráculos. Para captá-los, entretanto, e receber os seus ensinamentos, é preciso que a mente e o coração sejam como os de uma criança, isto é, puros e virgens, ainda não atingidos e alterados pela tirania dos dogmas, sejam eles de que natureza forem. Os xamãs, tanto quanto os pajés são mestres em "ouvir" a Terra e, assiduamente, exercem essa prática.
Sagrados são os caminhos da Terra e, mais que isso, constituem os maiores veiculadores de força emocional. Por isso é que os magos, em geral, utilizam, em seus trabalhos, as encruzilhadas, pelo fato de, nelas, estar localizado todo um potencial energético magnetizador. Lamentavelmente, a maioria serve-se dos cruzamentos da Terra para praticar a magia chamada Negra; ao invés, deveriam utilizá-los para fins mais elevados. Assim, orar e acender velas (especialmente, amarelas) no meio de uma encruzilhada, pacífica e respeitosamente, é um ato positivo, pois, dessa maneira, agimos, num aspecto espiritual, sobre um dos pontos nevrálgicos do Planeta, armazenando um imenso manancial de energia, além de nos recentrarmos em nós mesmos.
O Fogo rege o Sul. Positivamente, está relacionado ao meio-dia, ao Verão, ao punhal e à espada, às velas e à toda espécie de fogo benéfico, ao sol e às estrelas, ao sangue e, também, a tudo o que se relaciona com o entusiasmo, atividades de chefias e vontade do poder; coragem, audácia e atrevimento. Negativamente, associa-se ao ódio, à raiva, ao medo, à inveja e ao egoísmo, à guerra e a todos os conflitos, a qualquer tipo de fogo prejudicial, bem como aos raios, relâmpagos, coriscos e vulcões.
O fogo é o mais sagrado de todos os elementos por constituir-se uma quase energia pura.
"Com fogo, não se brinca!" A expressão de alerta é universal.
Cuspir sobre as chamas, revolvê-las com objetos metálicos ou chutar brasas e tições é a melhor forma de desencadear desarmonias com o fogo. Por se tratar de uma energia, ele devolve a quem o molestou, sob a forma do calor, em dobro, tudo quanto sofreu.
O fogo não é apenas uma energia: é um ser vivente, é a luz materializada, é um ensinamento.
Há diversos tipos de fogo possuindo, cada um deles, radiações e calores característicos. O amor e o ódio, por exemplo, são fogos originados da mesma fonte, mas orientados diversamente. Assim, o amor é um fogo direto e o ódio é proveniente de chamas mal direcionadas.
É expressivo o registro emocional do fogo, sendo manifestado, através de danças bem definidas, dentro das tradições xamânicas, revelando-nos oito alegrias de existir; de se arremessar com impetuosidade; de devorar; de brilhar; de dançar; de fascinar; de se amplificar; de ser amado ou de impressionar e sete pesares: de ser malnutrido; de ser ignorado; de ser desconsiderado; de ser delimitado; de ser escarnecido; de ser ferido; de ser extinto.
Assim como a maioria dos animais estabelece o seu território através da urina e/ou das fezes, o fogo procede da mesma forma. A "urina" do fogo é a fuligem e os "excrementos" são as cinzas. Ao renovar-se uma fogueira, é bom não se removerem as cinzas. Nas tradições de muitos povos, uma fogueira é mantida perenemente porque as brasas constituem a ossatura rubra do fogo e é nesta que se concentra a consciência desse elemento. Se as brasas apagarem-se, essa consciência será diluída e, posteriormente, radiada no plano astral. Eis, porque, entre os xamãs, pontifica a crença de que o fogo é um transmissor de mensagens ou de oferendas dos vivos para as almas dos entes queridos ou para os deuses.
Além dos gênios do fogo, propriamente ditos, que habitam planos mais altos, posto que muito evoluídos, das chamas baixas, médias e altas muitas espécies animais foram originadas. Assim, são animais do fogo, os galos, os faisões, as araras, os pavões, as áspides e insetos como as borboletas, as abelhas e as formigas, todos eles compreendidos, em essência, no principal animal do fogo-que-devora-a-si-mesmo: a salamandra.
Relativamente ao homem, a magia do fogo é, sobremaneira, expressiva. Assim, na ventre da mulher existe uma partícula do fogo solar e o homem, no seu órgão sexual, retém uma parte do fogo terrestre e outra do fogo lunar que, no momento preciso, transforma-se no espermatozóide, permitindo, assim, o processo de fecundação.
Contudo, é no mais profundo do seu âmago que o homem pode, realmente, absorver, ao máximo, o poder do fogo, pois lá encontra-se uma chama que chamamos espírito; uma partícula, uma ínfima centelha de fogo originada do Supremo Fogo Cósmico.F.P.Wikepédia

Magia do fogo.


O fogo é o elemento da mudança, desejo e paixão. De certa forma, contém dentro dele todas as formas de magia, pois a magia é um processo de mudança.
A magia de Fogo pode ser assustadora. Os resultados se manifestam rápida e espetacularmente. Não é um elemento para os de pulso fraco. Entretanto, é o mais básico e, por isso, muito utilizado.
Este é o domínio da sexualidade e da paixão. Não é apenas o "fogo sagrado" do sexo, mas também a centelha de divindade que brilha dentro de nós e de todos os seres vivos. É o mesmo tempo o mais físico e o mais espiritual dos elementos.
Seus rituais de magia envolvem energia, autoridade, sexo, cura, destruição (de hábitos negativos e males), purificação, evolução, e assim por diante.
Qm ritual de Fogo geralmente envolve defumação, a queima ou o chamuscar de uma imagem, ervas ou outro objeto inflamável, ou a utilização de velas ou pequenos fogareiros.
Sua magia é normalmente praticada próxima à lareira, ou ao lado de fogueiras acesas em clareiras ou junto à chama de uma simples vela.
O fogo é masculino. Rege o sul, o local do grande calor, de cor vermelha e da estação do verão.
Toda magia de velas é regida pelos poderes do fogo.
O fogo sempre gerou admiração religiosa. Sua forma sempre mutável, cores variadas, calor e luz, além das verdadeiras mudanças que opera são o material do qual é feita a magia.
Antes de sabermos como acender o fogo, o mundo devia ser sem dúvida escuro. Pela fricção e pederneiras, a humanidade capturou essa essência divina e mudou para sempre o mundo.
Enquanto os chamados "cultos ao fogo" geralmente não passam de um eufemismo para a reverência mística ao sexo, existiram muitas religiões que cultavam o fogo como um símbolo do divino.
Quem não ouviu falar das chamas eternas guardadas pelas virgens vestais de Roma em seus altares? Ainda hoje, as sinagogas judaicas mantêm um fogo eterno, e alguns túmulos, como o de John F. Kennedy, também possuem equipamento similar.
Apesar de esquecido pela maioria de nós actualmente, o significado religiosos do fogo ainda é evidenciado nos altares de muitas das principais religiões do mundo. Que altar católico estaria completo sem velas acesas? A chama brilhante de uma vela, ou uma grande labareda de uma fogueira no topo de uma montanha são ambos objectos de poder que podem ser utilizados na magia.
O fato de o fogo ser um elemento poderoso fez com que os antigos o cultuassem. A presença de velas em altares durante a missa não é acidental; essas velas liberam sua própria energia, assim como o olíbano fumegante nos incensários brilhantes, e como a preces do devoto.
A magia das velas está voltando a ser enormemente popular, talvez por ser simples e eficaz. Apesar de ser talvez a única forma de magia do Fogo prontamente disponível, está longe de ser a única actualmente. São essas outras formas que deverão ser investigadas aqui.
A magia do Fogo pode ser praticada sempre que um fogo puder ser seguramente aceso. Uma lareira interna ou externa, uma churrasqueira, um canteiro limpo ou um buraco especialmente cavado, cercado de pedras ou tijolos; qualquer coisa funciona, desde que o fogo possa ser aceso com segurança numa área na qual você tenha privacidade para praticar sua magia.
Em alguns encantamentos, não serão necessários mais do que alguns pedaços de gravetos. Em outros, serão necessárias verdadeiras fogueiras ou vários fogos. Qualquer combustível é aceitável, desde que seja limpo, seco e não muito húmido.
[Se desejar acrescentar poder à sua magia de Fogo, consulte Magia das Árvores para tipos específicos de madeiras e seus poderes. Lembre, se for colher madeira por si mesmo, não deixe de falar com a árvore, agradecê-la por sua madeira e deixar uma oferenda no chão.)
Devido à sua natureza inflamável, esse tipo de magia é melhor executado numa área deserta, mas qualquer lugar é aceitável.
Purificação.
Se deseja livrar-se de um hábito, pensamento ou idéia; se deseja abandonar associações passadas, culpa ou bloqueios, apanhe símbolo daquele problema – seja lá o que for – e atire-os a um forte fogo. O fogo consumirá os símbolos, bem como os poderes que eles exerciam sobre você.
Para encontrar os símbolos, pense um pouco; se estiver comendo demais, escolha uma porção de sua comida favorita e atire-a às chamas. Para deixar de fumar e beber, faça o mesmo. Para problemas que não utilizam objetos concretos, desenhe um símbolo ou imagem e queime.
Encantamento de Fogo Para Proteção
Numa área limpa com no mínimo 6 metros de diâmetro, junte bastante madeira, fósforo e uma certa quantidade de água. Apanhando um dos gravetos, desenhe um círculo com cerca de 3,35 metros de diâmetro. Determine as direções (use uma bússola, o sol e a lua, ou as estrelas) e prepare uma pequena fogueira em cada direção um pouco fora do círculo, ao norte, leste, sul e oeste.
Prepare as fogueiras, mas não as acenda. Ao lado de cada uma, deixe combustível suficiente para que queimem por pelo menos meia hora.
Caminhando para o sul primeiro, acenda o fogo, enquanto grita estas palavras:
NADA VINDO DO SUL PODE ME CAUSAR MAL!
Mova-se para o oeste, acenda o fogo e diga:
NADA VINDO DO OESTE PODE ME CAUSAR MAL!
No norte, acenda o fogo enquanto diz:
NADA VINDO DO NORTE PODE ME CAUSAR MAL!
Finalmente, no leste, acenda o fogo e diga:
NADA VINDO DO LESTE PODE ME CAUSAR MAL!
Apanhe um graveto em chamas da fogueira do sul e atire ao céu acima de você (tomando cuidado com as cinzas e fagulhas) enquanto diz:
NADA VINDO DE CIMA PODE ME CAUSAR MAL!
A seguir, atire a madeira em brasa ao solo, dizendo:
NADA VINDO DE BAIXO PODE ME CAUSAR MAL!
Recoloque o graveto na fogueira do sul e sente-se no centro do círculo, observando os fogos arderem. Quando necessário, acrescente mais combustível.
Saiba que as fogueiras estão literalmente queimando tudo o que vem em sua direção trazendo mal ou ameaça, com qualquer nível.
Fixe com firmeza em sua mente a visão das fogueiras acesas ao seu redor, seu calor (que pode se tornar intenso), sua luz e sua qualidades protectoras.
Quando os fogos começarem a se apagar e você sentir que o poder se retrai, cubra as fogueiras com terra ou areia, molhe com água e apague o círculo que desenhou no chão.
Afaste-se da área, mantendo o protectivo círculo de fogo em sua memória, para que possa lembrar-se dele a qualquer momento em que se sinta necessitado de tropeção, física, espiritual ou mental.
Ssubstitua este ritual ao ar livre, substitua as fogueiras por quatro velas vermelhas grandes.
Siga o mesmo procedimento para o ritual, acendendo as velas no lugar das fogueiras, até que as quatro estejam acesas e você tenha pronunciado sua palavras.
A seguir, em vez de apanhar um graveto em brasa do fogo do sul, pegue a própria vela daquela direção e segure-a cuidadosamente sobre sua cabeça. Diga as palavras, e em seguida recoloque-a no chão, proferindo o texto. Ao terminar o ritual, apague as velas sem assoprar, começando pelo oeste. Nunca assopre as velas.
Adivinhação Com Fogo.
Acenda um fogo e observe o modo pelo qual a madeira começa a queimar. Se for rapidamente, bom sinal, você pode continuar com a adivinhação.
Se estiver hesitante, ou se precisar de muitos fósforos para acender um pequeno graveto, abandone o projeto temporariamente.
Alguns dizem que, quando o fogo se acende rapidamente, significa que há visitantes a caminho. Outros dizem que se estiver difícil fazer com que o fogo pegue, deve-se esperar por chuva.
Assim que o fogo estiver aceso, observe atentamente as chamas.
Se o fogo queima de um lado da fogueira, pode haver amor no ar.
Muitos estalos indicam má sorte no futuro; pratique rituais de proteção.
Um notável vazio no meio das chamas prenuncia o fim de um problema que o incomoda.
Se o fogo se ergue no ar sem motivo aparente, pode surgir uma discussão. Cuidado com suas palavras.
Fagulhas que saltam agressivamente significam que há notícias importantes a caminho.
Se alguém querido estiver distante de casa, atice o fogo com um bastão ou atiçador. Se saltarem labaredas se erguerem e queimarem separadamente, aguarde por um evento significativo a ocorrer em breve em sua vida.
Adivinhação Com Fogo.
Quando o fogo tiver apagado, restando apenas os carvões esbranquiçados e em brasa, olhe para o centro. Se desejar, atire um pouco de incenso Fogo de Azrael nas brasas (partes iguais de cedro, sândalo e zimbro). Ele irá se erguer e queimar, mas logo se apagará.
Com essa fumaça aromática se erguendo do incenso divinatório, observe as brasas. Veja as formas que surgem e determine seu significado por meio da linguagem do simbolismo.
Adivinhação por Cascas de Árvore.
Apanhe um pedaço largo e fino de casca de árvore. Ponha no fogo até que comece a queimar, e mova rapidamente para longe do fogo. Quando parar de queimar, observe atentamente os símbolos que surgem na madeira queimada.
Para Curar.
Acenda uma fogueira com madeira de carvalho, se possível. Quando a maior parte da madeira estiver reduzida a pedaços brilhantes de carvão em brasa, apanhe um cuidadosamente com um par de pinças ou uma pá e atire-o imediatamente num riacho ou num pote de água fria. Ele irá chiar e estalar. Enquanto isso, visualize o mal que deixa o corpo da pessoa afetada. Repita a operação mais três vezes.
Para Comunicar com os Outros.
Escreva uma carta para um amigo distante como se fosse realmente posta-la. A seguir acenda um fogo ardentemente quente e atire nele a carta, visualizando com firmeza o rosto da pessoa. Você receberá uma resposta.
Encantamento do Sol e Vidro.
Faça um desenho de um problema ou influência negativa em sua vida num papel. Num dia claro e ensolarado, leve o papel para fora, juntamente com uma lente de aumento. Ponha o papel sobre uma superfície não inflamável e segure a lente de aumento de modo que seu poder se concentre no centro do papel.
Quando o papel começar a queimar, diga:
ATRAVÉS DO VIDRO, OS BRILHANTES RAIOS DE LUZ DO SOL AFUGENTAM O AZAR E O MAL. VOCÊS NÃO MAIS INCOMODARÃO A MIM E AOS MEUS. SUMAM! EU OS AFASTO COM ESTE SÍMBOLO.F.P.Wikepédia.