contos sol e lua

contos sol e lua

domingo, 23 de maio de 2010

Where Silent Gods Stand Guard (tradução)


A última cabeça vai ao chão.
Ninguém permanece vivo.
Eles pensaram que pudessem me derrubar.
Mas não é meu tempo para morrer.

Eu enxugo o sangue de minha espada.
E deslizo em meu cinto.
Esta é a mais doce das recompensas.
A melhor pressa que eu senti.

Dez homens estão mortos por meus pés.
Eu cheiro o sangue fluindo deles.
E eu sorrio, causas me marcam.
...marcas que eu sinto tão bem.

Eles estavam rastejando de joelhos.
Implorando pelas vidas patéticas deles.
Agora as almas deles pertencem a min.
Como também os olhos deles.

Cada homem tem algo que eu almejo.
Eu como os olhos deles cozinhado em vapor.
E bebo o sangue deles para lhes fazer meus escravos.
Ao feito de Odin em vida após a morte.

Eu trago os crânios para meu santuário.
Onde Deuses silenciosamente estão aguardando.
encharcados em sangue e em vinho - UM ritual
sacrificatório.

Mil cabeças estão em exibição.
Colecionado por anos de sede.
Troféus macabros de minha presa.
limpos de carne pelos pássaros de Odin.

Eu sou - eu sou - UM lobo em forma humana.
Eu sou - eu sou - UM predador com ira inflamada.

[Conduza Mikkonen]

Eu sou um lobo em forma de humano - Todo homem é presa.

Um predador com ira inflamada - Sangue está em meu
rastro.

Eu morrerei com a espada em mão.
E então meu assento afiançou.
Quando Odin chama para o corredor dourado.
Ele me saudará à porta.Amon Amarth.

vingador.


meu rosto palido reluz no fogo
meus olhos vazios vêm, mas não vêem
eu olho no fundo do inferno reluzente
a perda que sinto, esta me destruindo

eu ouvi os seus gritos
atravez de paredes flamejantes
paredes, quais não pude quebrar
eu nao pude ajuda-los

sem ajuda eu vi minha vida pegar fogo

puxo a espada do fogo reluzente
e a marreto na bigorna

forjando-a com ódio e fúria
eu selarei o destino do meu inimigo

eu cravo a lamina com runas magicas
e invoco os deuses para um sacrificio em sangue
odio puro e azul brilha nesta espada
sua espada ira cortar apenas uma vez

nenhuma espada foi como esta
A Vingadora é seu nome

agora meu inimigo jurado
vingança agora pertence a mim
um ano se passou
agora meu inimigo jurado
é sua vez de morrer
é sua vez de morrer!

a espada corta pela sua garganta
sua cabeça cai no chão
o corpo sem cabeça cai gentilmente
e agora dorme, numa poça de sangue

A Vingadora perdeu seu brilho
sua magica sugada
cega e inutil ela jaz em minhas mãos
sua meta, esta quase cumprida

agora o odio se foi, mas o vazio permanece
então eu viro a lamina para mim
e desliso atravez de meu estomago
e eu caio sobre o chão[D.A]

An Ancient Sign Of Coming Storm (tradução)


Arcos vermelhos de sangue
As cabeças de dragões sorriem
Vinte barcos com nórdicos corajosos
Navegando em direção ao vento do norte

Eles deixaram suas praias no amanhecer
Enquanto um sol vermelho se erguia no leste
Um antigo sinal da tempestade que se aproxima
Trovão de espadas e escudos

Velas aparecem no sul
Agora todos os homens se preparem
O mar será colorido por sangue
A batalha se aproxima

Uma poderosa frota de quarenta barcos
Dois reis trazendo o aço letal
Nenhuma palavra dita entre inimigos
Apenas o trovão de espada e trovões

Uma chuva de flechas escurece o sol
Uma nuvem de madeira e aço
Através de escudos e da carne as flechas correm
Levando os guerreiros a caírem de joelhos

Um grito de guerra como no chifre de Heimdal
Preenche o ar
Este é o lugar onde heróis nascem
E onde a morte está sempre perto

Aí vem a grande tempestade
Todos os homens atacam
Agora é quando os heróis nascem
Não existe volta.Amon Amarth.

Across The Rainbow Bridge (tradução].


meus dias estão contados: logo terei de ir
as nornas* teceram meu fio da vida
a noção de meu fim não me deixa partir
porque a morte não deixa livre!
eu vivi uma vida prospera
mas não sou tão jovem como era antes
estrada afrente jaz miseria
porque a morte apenas não me deixa livre!
inumeros exercitos eu ataquei
e nenhuma vez eu recuei
embora tenha jorrado muito sangue
eu nunca recebi um ferimento mortal
eu ataquei litorais e muitas terras
não consigo contar os homens que matei
muitos amigos morreram com espada em mãos
mas nunca consegui a morte de um guerreiro
eu me visto com roupas de batalha
sozinho eu faço minha última viagem
minha visão embaçada e açoitada pela neve
e procuro acabar com minha vida
eu quero cruzar a ponte de arco-iris**
e ver meus pais no salão dourado***
eles chamam por mim, para se juntar ao banquete
em meus sonhos eu os ouço chamar

* - Nornas : tecelãs do destino na mitologia nordica
** - ponte de bifrost**ponte de arco-iris: ponte na
qual liga a terra ao mundo dos deuses
*** - Salão de ouro***Valhalla: salão onde os
guerreiros que tombaram em combate ficam ao lado dos
deuses, festejando até o fim dos tempos, onde seram
convocados para lutar lado a lado dos deuses no fim do
mundo.Amon Amarth.

O sol quente voltou.


O sol quente voltou.
E derrete a neve
O mar está livre das cadeias glaciais
O inverno está partindo

De pé no lado do oceano
Nós podemos ouvir as ondas
Nos convocando com a maré
Velejar para o nosso destino

Odin! Guie nossos navios
Nossos machados, lanças e espadas
Nos guie por tempestades que chicoteiam
E em guerra brutal

Nossos navios nos esperam pela orla
Tempo veio partir
Nosso país, família e casas
Para riquezas no leste

Alguns de nós não retornará
Mas isso não nos derrubará
Nosso destino é escrito na rede
Tecido pelos nórdicos

Um carneiro é sacrificado
Pelo arco dos longos navios
E enquanto içamos nossas velas
Uma brisa forte começa a soprar

Nos leva mar adentro
Com esperança de fama e orgulho
E gloriosos todos serão
Que com espada em mão morrerá

Odin! Guie nossos navios
Nossos Machados, lanças e espadas
Nos guie por tempestades que chicoteiam
E em guerra brutal

Odin! Guie nossos navios
Nossos machados, lanças e espadas
Nos guie por tempestades que chicoteiam
E em guerra brutal.Amon Amarth.

sábado, 22 de maio de 2010

Aisling.Lyrics.tradução.


Veja a lua nova brilhante está aumentando,
Acima da terra de preto e verde
Ouça as vozes chamando os rebeldes,
Eu não vou morrer até que você me enterre.
A tia em cima da cama, ela está chamando,
Por que ele me abandonou.
Fada fotos no corredor,
Qual deles marrom fantasmas é ele?
Abençoe o vento que agita a cevada,
pá e maldição do arado.
Contei anos, semanas e dias,
E eu desejo a Deus eu estava com você agora.
Fere-te diamante cabelos negros,
Adeus a ti próprio Aisling.
Na noite de sonhos Apaixonado por você ainda me assombram,
Longe, atravessando o Mar do Norte cinza
E o vento sopra do Norte e do Sul,
Para o leste e para o Ocidente.
Eu vou ser como o vento, meu amor,
Porque eu sei que não descansará "até que eu volte para ti
1, 2, 3 postes telegráficos,
Pé na estrada escura e fria.
A noite está sumindo da manhã,
Dê-nos uma gota de seu doce.
A chuva foi de amarração - o sol estava nascendo,
O vento estava uivando por entre as árvores
A loucura das montanhas de rastreamento,
Quando eu te vi Aisling.
Abençoe o vento que agita a cevada, pá e maldição do arado
Contei anos, semanas e dias,
E eu desejo a Deus eu estava com você agora.
Fere-te bem o meu diamante negro de cabelo,
Fere-te bem minha Aisling.
Na noite de sonhos Apaixonado por você ainda me assombram,
Longe, atravessando o Mar do Norte cinza.
Christy moore.

Altar de Aisling.


Suave música de flauta,
cheirando a jasmim e ylang-ylang,
que vem de lugar nenhum,
de um canto adormecido,
trazendo incensários de
um momento sereno.

Estou sem saber, em transe,
próximo a um altar de pedra,
no meio do círculo azul, bem ao Sul,
invocando antigos amigos elementais,
pedindo ajuda para o Povo Pequeno...

Talvez o meu único eterno conforto
esteja guardado agora na clareira
da mais radiosa floresta,
na imantação da Lua Cheia,
no banhar dos raios prateados,
serpenteados pela dança das fadas,
decorado na oferenda das maçãs
com canelas e no mesmo correr
as eternas águas...

E na Lua Esquecida do Amor,
no percurso de tantas vezes,
passam conjunções de Platão a Saturno.
Quieto, calado, taciturno,
estou isolado entre adequações e
reestruturações.

Mas posso rever, distante, você,
doce e graciosa Aisling.
Peço licença ao sentimento.
Em movimento lento muito lento,
faço referências medievais para a
Deusa Fada dos perdidos acalantos.

E lamento, ah, como lamento,
tê-la guardado apenas
no frívolo pensamento,
feito voz esquálida
que fenece ao vento...

Aisling, Deusa da Esperança...
leva-me para dentro do círculo.
Pede a Aine, Senhora das Fadas,
o remoer das águas...
e por um milimétrico segundo,
talvez o retroceder do tempo.

Rainha do Povo Pequeno,
toma conta de todas
as minhas mágoas...

Aisling,
conta-me no descerrar da floral cantiga,
ao sopro da brisa primaveril,
que eu, tolo menino, preciso fazer
para que ela retorne à minha vida???

Dá-me guarida, Doce Aine,
consciência do meu corpo adormecido,
para que eu possa rever,
mesmo que seja pela última vez,
as fadas que eu tanto amo e venero,
dançando nesta noite de clarão azul.
Por que, por desconhecido motivo,
preferi cegar imagens do coração.
Não consigo perceber mais...

Aisling,
sinto falta do elixir,
da poção encantada de um olhar,
magia celta de íris verde na relva macia,
ongos cabelos negros, esvoaçantes,
incessantes a me guardar por inteiro.
Aisling e Aine,
Rainhas do Povo Pequeno,
como posso voltar a ter paz???
Queria tanto acabar com este nevoeiro,
transformá-lo em círculo azul, bem ao Sul,
queria ver as fadas dançarem
nesta noite sem fim.
E ao exalar do jasmim,
Aisling e Aine,
na pedra solar,
poder calar toda a minha dor.

Queria muito, doces rainhas das Fadas,
retornar, mesmo em sonho,
em instante de névoa,
no fundo perdido da clareira,
para os braços do meu único amor...
Soraya Souza.