contos sol e lua

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domingo, 2 de janeiro de 2011

Carta Escrita no Ano 2070.


Ano 2070 acabo de completar os 50, mas a minha aparência é de alguém de 85.
Tenho sérios problemas renais porque bebo muito pouca água.
Creio que me resta pouco tempo.
Hoje sou uma das pessoas mais idosas nesta sociedade.

Recordo quando tinha 5 anos.Tudo era muito diferente.
Havia muitas árvores nos parques, as casas tinham bonitos jardins E eu podia desfrutar de um banho de chuveiro com cerca de uma hora.
Agora usamos toalhas em azeite mineral para limpar a pele.

Antes todas as mulheres mostravam as suas formosas cabeleiras.
Agora devemos rapar a cabeça para a manter limpa sem água.

Antes o meu pai lavava o carro com a água que saía de uma mangueira.
Hoje os meninos não acreditam que a água se utilizava dessa forma.

Recordo que havia muitos anúncios que diziam CUIDA DA ÁGUA,só que ninguém lhes ligava; pensávamos que a água jamais se podia terminar.
Agora, todos os rios, barragens, lagoas e mantos aquíferos estão irreversivelmente contaminados ou esgotados.

Antes a quantidade de água indicada como ideal para beber era oito copos
por dia por pessoa adulta. Hoje só posso beber meio copo.

A roupa é descartável, o que aumenta grandemente a quantidade de lixo;
tivemos que voltar a usar os poços sépticos (fossas) como no século Passado porque as redes de esgotos não se usam por falta de água.

A aparência da população é horrorosa; corpos desfalecidos, enrugados pela
desidratação, cheios de chagas na pele pelos raios ultravioletas que já não
tem a capa de ozônio que os filtrava na atmosfera, imensos desertos
constituem a paisagem que nos rodeia por todos os lados.

As infecções gastrintestinais, enfermidades da pele e das vias urinárias são as principais causas de morte.

A indústria está paralisada e o desemprego é dramático.
As fábricas dessalinizadoras são a principal fonte de emprego e pagam-te com água potável em vez de salário.

Os assaltos por um bidão de água são comuns nas ruas desertas.
A comida é 80% sintética.
Pela ressequidade da pele uma jovem de 20 anos está como se tivesse 40.

Os científicos investigam, mas não há solução possível.
Não se pode fabricar água, o oxigênio também está degradado por falta
de árvores o que diminuiu o coeficiente intelectual das novas gerações.

Alterou-se a morfologia dos espermatozóides de muitos indivíduos,como consequência há muitos meninos com insuficiências, mutações e deformações.

O governo até nos cobra pelo ar que respiramos. 137 m3 por dia por habitante e adulto.
A gente que não pode pagar é retirada das "zonas ventiladas", que estão
dotadas de gigantescos pulmões mecânicos que funcionam com energia solar,
não são de boa qualidade mas pode-se respirar, a idade média é de 35 anos.

Em alguns países ficam manchas de vegetação com o seu respectivo rio que é
fortemente vigiado pelo exército, a água voltou a ser um tesouro muito
cobiçado mais do que o ouro ou os diamantes.
Aqui em troca, não há arvores porque quase nunca chove,e quando chega registrar-se uma precipitação, é de chuva ácida;as estações do ano têm sido severamente transformadas pelas provas atômicas e da indústria contaminante do século XX.

Advertiam-se que havia que cuidar o meio ambiente e ninguém fez caso.

Quando a minha filha me pede que lhe fale de quando era jovem descrevo o bonito
que eram os bosques, lhe falo da chuva, das flores, do agradável que era tomar
banho e poder pescar nos rios e barragens, beber toda a água que quisesse,
o saudável que era a gente. Ela pergunta-me:
Papá! Porque se acabou a água?

Então, sinto um nó na garganta; não posso deixar de sentir-me culpado,
porque pertenço à geração que terminou destruindo o meio ambiente ou
simplesmente não tomamos em conta tantos avisos. Agora os nossos filhos
pagam um preço alto e sinceramente creio que a vida na terra já não será
possível dentro de muito pouco porque a destruição do meio ambiente chegou
a um ponto irreversível.

Como gostaria de voltar atrás e fazer com que toda a humanidade compreendesse
isto quando ainda podíamos fazer algo para salvar ao nosso planeta terra!

(Documento extraído da revista biográfica "Crônicas de los Tiempos" de Abril de 2002.)


Água Podre na Nossa Torneira.

Incrível, quase todos os noticiários de radio, tv e jornais estão anunciando
o que os moradores de São Paulo já haviam percebido há muito tempo.
Segundo reportagens, finalmente a SABESP (Diário de SP 15.04.04)
admitiu que o cheiro e o gosto da água recebida por cerca de 2,7 milhões de moradores da zona leste de SP, Suzano, Itaquaquecetuba, Poá, Ferraz de Vasconcelos,
Aruja e parte de Guarulhos realmente estão insuportável.
Segundo o presidente da SABESP tudo esta sob controle e PASMEM a culpa foi da chuva que veio em excesso, levou para as represas os fertilizantes usados na produção agrícola que proliferaram a algas, que ocasionaram o mau cheiro e péssimo gosto da água...pode???
Mais afinal de contas, Quem recebe nosso suado dinheiro todos os meses para tratar a água que chega na nossa torneira? Não e a SABESP... Então eles que se virem, ou será que em função dos problemas ocorridos eles vão cancelar as nossas contas esse mês e só vão nos cobrar quando a qualidade da água for restabelecida?
Preocupado com a situação decidi, VOU COMPRAR AGUA "MINERAL"
Tal não foi minha decepção, quando descobri que alem do desconforto de ir buscar,
carregar, subir escadas e ficar trocando aqueles trambolhos à data dos alvarás,
que deveriam assegurar a validade e qualidade da água em quase todos os galões
que comprei eram de 1996 e 1997. Lógico, quase não tem fiscalização e os poucos
fiscais que existem, são facilmente subornados.

ESTOU INDIGNADO E PERGUNTO:
Ate quando, pessoas vão morrer nos hospitais com infecções ocasionadas por micróbios e bactérias encontradas na água que somos obrigados a consumir?
Retransmitam esse desabafo a sua lista de amigos, pois muitos não sabem o risco que correm ao consumir essa água podre que estão nos fornecendo a preço de ouro.
Assinado: Um dos milhões dos INDIGNADOS


Uma Oração para Água

Água nossa que banha a Terra,
Santificada seja a vodds pureza,
Vem a nós em forma de chuva,
Seja feita em estado líquido, sólido ou gasoso,
Assim na Terra como nas nuvens.

Deusa divina, doce e salgada
Não nos falte hoje,
Perdoa nossa poluição
Assim como não entenderíamos a tua falta,
E não nos deixe cair na ignorância
De achar que nunca faltarás
Porque tu é a Fonte... e a Vida
O poder de toda glória,
Para todo o sempre
Amém!!!

Marlene - naturezaninja.


Estudo afirma que planeta pode sofrer um colapso ambiental o atual modelo produtivista, baseado na lógica do lucro e do curto prazo,está esgotando o capital natural do planeta, adverte estudo encomendado pela Organização das Nações Unidas (ONU), que envolveu 1.360 cientistas de 95 países.
Segundo eles, a ameaça de colapso ambiental pode se concretizar ainda neste século.

Marco Aurélio Weissheimer.

Vampire Academy (O Beijo das Sombras)


Academia de vampiros O Beijo das Sombras volume 1
Lissa Dragomir é uma adolescente especial, por várias razões: ela é a princesa de uma família real muito importante na sociedade de vampiros conhecidos como Moroi. Por causa desse status, Lissa atrai a amizade dos alunos Moroi mais populares na escola em que estuda, a São Vladimir. Sua melhor amiga, no entanto, não carrega consigo o mesmo prestígio: meio vampira, meio humana, Rose Hathaway é uma Dampira cuja missão é se tornar uma guardiã e proteger Lissa dos Strigoi – os poderosos vampiros que se corromperam e precisam do sangue Moroi para manter sua imortalidade.
Pressentindo que algo muito ruim vai acontecer com Lissa se continuarem na São Vladimir, Rose decide que elas devem fugir dali e viver escondidas entre os humanos. O risco de um ataque dos Strigoi é maior, mas elas passam dois anos assim, aparentemente a salvo, até finalmente serem capturadas e trazidas de volta pelos guardiões da escola.
Mas isso é só o começo. Em O beijo das sombras, Lissa e Rose retomam não apenas a rotina de estudos na São Vladimir como também o convívio com a fútil hierarquia estudantil, dividida entre aqueles que pertencem e os que não pertencem às famílias reais de vampiros. São obrigadas a relembrar as causas de sua fuga e a enfrentar suas temíveis consequências. E, quem sabe, poderão encontrar um par romântico aqui e outro ali. Mais importante, Rose descobre por que Lissa é assim tão especial: que poderes se escondem por trás de seu doce e inocente olhar?
Richelle Mead dá uma nova face à literatura vampiresca com este romance: mais ácida, apimentada e inteligente do que nunca, a saga dos Moroi e seus guardiões surpreende pelas reviravoltas e pela ousadia desses cativantes personagens.
Mostra a mitologia romena o mundo dos Moroi,Dhampirs e Strigoi.
O Livro conta a história de Lissa Dragomir(Moroi da família real) e Rose Hathaway(uma dhampir quase guardiã de Lissa). As duas são melhores amigas e a Rose tem o poder de “sentir” a Lissa que foi por isso que ela levou Lissa para fora da academia na primeira vez que elas fugiram. Mas uns anos se passaram e elas foram encontradas por Dimitri Belikov um guardião dhampir da academia designado para encontrar e trazer Lissa para a academia.
Lissa e Rose de volta para a academia, elas tem que superar certas coisas e tentar descobrir outras coisas de Lissa e seu Passado.Richelle Mead.

HALFWAY TO THE GRAVE .


Livro UM,[A Meio Caminho da Tumba]:
Flertando com a tumba…
A meio-vampira Catherine Crawfield está indo atrás dos mortos-vivos com uma vingança, esperando que um desses mortos-vivos seja seu pai – o responsável por arruinar a vida de sua mãe. Então ela é capturada por Bones, um vampiro caçador de recompensas, e é forçada a uma parceiragem desagradável.
Em troca da ajuda para encontrar seu pai, Cat concorda em treinar com o sensual caçador noturno até que os reflexos de batalha dela estejam tão afiados quanto as presas dele. Ela está impressionada por não terminar como o jantar dele – existem mesmo vampiros bons? Em breve Bones a convencerá que ser um morto-vivo não significa ser totalmente ruim. Mas antes que ela possa aproveitar seu status de poderosa caçadora de demônios, Cat e Bones são perseguidos por um grupo de assassinos. Agora Cat terá que escolher um lado… e Bones estã se mostranto tão tentador quanto qualquer homem com batimentos cardíacos.
“Brincando com fogo, Gatinha?”
A boca dele roçou minha bochecha. Seus lábios estavam frios contra a minha pele. Minha cabeça girou, meus sentidos titubearam, e minha língua rastejou para fora e lambeu seu pescoço.
O arrepio o percorreu completamente. Bones me apertou tanto que sou corpo virou a base para o meu, inclinando minha cabeça para trás através de um punhado de cabelos grossos, até que nossos olhos se travaram. O que tinha começado como um jogo agora era um desafio em aberto, tanto quanto uma ameaça direta.
Tudo isso deveria ter me assustado, mas era como se minha mente fosse incapaz de pensamentos racionais. Ele era um vampiro, um assasino, e quase tinha me matado… e nada importava mais do que sentí-lo.
Eu lambi os meus lábios e não me afastei.
Esse foi todo o convite que ele precisou.
Livro DOIS, ONE FOOT IN THE GRAVE [Com Um Pé Na Tumba]
Você pode correr da tumba, mas você não pode se esconder…
A meio vampira Cat Crawfield agora é a Agente Especial Cat Crawfield, trabalhando para o governo para livrar o mundo dos desonestos mortos vivos. Ela ainda está usando duto que Bones, seu sexy e perigoso ex, a ensinou, mas quando Cat é marcada para ser assassinada, o único homem que pode ajudá-la é o vampiro que ela deixou para trás.
Estar perto de Bones desperta todas as emoções dela, da descarga de adrenalina de exterminar vampiros lado a lado com a paixão irresponsável que os consumiu. Mas um preço em sua cabeça – Procurada: viva ou meio-viva – significa que sua sobrevivência depende de se aliar a Bones. E não importa o quanto Cat tente manter as coisas profissionais entre eles, ela descubrirá que o desejo dura para sempre… e Bones não a deixará partir novamente.
“Você é tão arrogante.”
Bones chegou mais perto. “Eu sou muito poderoso. Essa é a verdade, não é arrogância. Todos os membros da sua equipe juntos não poderiam te proteger tão bem quanto eu posso, e você sabe disso. Você queira minha ajuda ou não, é ela que você está tendo.”
"Não se procupe comigo, eu posso cuidar de mim mesma.”
Eu de repente estava presa nos braços de Bones. Talvez fosse minha própria culpa e não pela velocidade dele. Eu estava tão ocupada mantendo meus escudos emocionais, que me esqueci dos físicos. E verdade seja dita, eu nunca esperei que ele me mordesse.
Sim, eu deixaria minhas proteções de vampira caírem, para Bones.
As presas dele se enterraram profundamente no meu pescoço. O tipo mais estranho de calor me inundou completamente. Bones apertou os seus braços ao meu redor, inclinando-me para trás, e lambeu meu pescoço antes de enterrar seus dentes nele novamente.
Meus punhos golpearam suas costas. Foi tudo o que eu pude fazer para dizê-lo para parar, uma vez que minha boca parecia estar fazendo apenas barulhinhos estáticos
Eu me descobri pensando que, se eu iria morrer, ao menos eu morreria feliz.
Livro TRÊS, AT GRAVE’S END [No Fim Da Tumba]
Algumas coisas não permanecerão enterradas… no fim da tumba
Deveria ser a melhor época da vida da meio-vampira Cat Crawfield. Com seu amante morto-vivo Bones ao seu lado, ela têm tido sucesso em proteger os mortais dos desonestos mortos-vivos. Mas apesar de que os disfarces de Cat para proteger sua verdadeira identidade dos descarados sugadores de sangue, sua máscara finalmente caiu, a colocando em terrível perigo.
Como se não fosse o suficiente, uma mulher do passado de Bones está determinada a enterrá-lo de uma vez por todas. Pega a mira de uma vampira vingativa, mas ainda eassim determinada a ajudar Bones a impedir uma magia letal de ser libertada, Cat está preses a descobrir o verdadeiro significado de sangue ruim. E os truques que ela aprendeu como uma agente especial não irão ajudá-la. Ela precisará abraçar plenamente seus instintos vampiros para salvar a si mesma – e a Bones – de um destino pior do que a tumba.
Assim que saí do carro, congelei. O choque percorreu minha espinha, e não tinha nada a ver com a percepção de que eu não havia estado aqui desde que Bones voltou para a minha vida, meses atrás.
Da energia que vazava da casa, minha mãe não estava sozinha lá dentro, mas quem quer que estivesse com ela não tinha um batimento cardíaco. Eu comecei a deslizar minha mão para a minha bolsa, aonde eu sempre tinha algumas facas de prata escondidas, quando uma risada gélida me fez parar.
"Eu não faria isso se fosse você, garotinha,” uma voz que eu odiei saiu de trás de mim.
A porta da frente da casa de minha mãe se abriu. Ela estava no batente, com um vampiro de cabelos escuros que parecia vagamente familiar segurando os seu pescoço de forma quase amorosa em suas mãos.
E eu não precisei me virar para saber que o vampiro às minhas costas era o meu pai.
Livro QUATRO, DESTINED TO AN EARLY GRAVE [Destinada A Ir Cedo Para A Tumba]
Os sonhos dela a deixaram em um grave perigo…
Desde que a meio vampira Cat Crawfield e seu namorado morto-vivo Bones se conheceram seis anos atrás, eles lutaram contra os desonestos mortos vivos, batalharam com um vingativo Mestre vampiro, e prometeram devoção através de um laço de sangue. Agora é a hora de umas férias. Mas suas esperanças para um tempo perfeito em Paris são destruídos quando Cat acora em terror uma noite. Ela está tendo visões de um vampiro chamado Gregor, que é muito mais poderoso do que Bones e é ligado ao seu passado, mas nem a própria Cat sabe disso.
Gregor acredita que Cat é dele e ele não vai parar até que a tenha. Enquanto a batalha começa entre o vampiro que assombra seus pesadelos e aquele que tem o seu coração, apenas Cat pode quebrar o controle de Gregor sobre ela. Ela precisará de todo o poder que conseguir reunir para derrubar o pior sugador de sangue que ela já encarou… mesmo que conseguir esse poder resulte em ir cedo para a tumba.
Bones tinha um braço em torno de minha cintura, me prendendo perto dele. contorcimento só levou mais ainda o meu vestido enquanto suas mãos o pusavam para cima. Então a súbita perfuração das presas dele em meu pescoço me fez congelar. Um ronco grave de prazer veio dele.
"Ah, gatinha, você ama isso quase tanto quanto eu. Afunde-se em mim, amor, enquanto eu faço o mesmo.”
O sangue me deixando e espirrando para ele parecia ser substituído por fogo doce. Bones estava certo: eu amava quando ele me mordia. Minha pele ficava quente, meus batimentos cardíacos ficavam mais rápidos – e então eu estava me agarrando a ele e gemendo com a expectativa de ele abrindo suas calças.
"Bones,” eu disse. “Sim–”
O edifício me acertou no rosto com tanta força que eu senti minha maçã do rosto se fraturando. Deve ter sido forte o suficiente para me deixar inconsciente, também. Só por um segundo. E então o som de tiros foi registrado.
Veio em explosões em staccato de cima de nós, de todos os lados… de todo lugar, menos do edifício contra o qual eu estava esmagada. Bones tinha me pressionado contra os tijolos. Seu corpo cobriu o meu e ele estava derrubado em cima de mim, estremecendo enquanto ele socava a parede na minha frente, tentando fazer uma porta aonde não havia uma.
Foi então que percebi porque ele estava se sacudindo. Bones estava sendo alvejado com dezenas de balas.Jeaniene Frost.

sábado, 1 de janeiro de 2011

DIA MUNDIAL DA PAZ.PRIMEIRO DE JANEIRO.


Toda nova era suscita nos homens expectativas e temores, mas sobretudo esperanças de virem a experimentar relações mais justas e fraternas. Ou seja, baseadas na partilha, na comunhão e em um espírito mais cooperativo.
Confraternização, aliás, é bem isso: é equilíbrio. É paz. As duas juntas - paz e confraternização - seguem paralelas e de mãos dadas com o amor universal.
Obviamente que guerras e disputas existiram, existem e certamente vão continuar existindo no mundo. Não é fácil a aceitação das diferenças, principalmente quando vêm acompanhadas de antigos e arraigados ódios.
Muitas nações ainda lutam entre si. Às vezes, que ironia, em nome de Deus, deuses ou deusas. Aquilo que deveria unir, um sentimento de obediência e respeito ao Criador e, portanto, às coisas criadas, acaba sendo motivo de desunião, de desamor, de não confraternização.
Importante, portanto, que no Dia Mundial da Confraternização Universal e da Paz a humanidade como um todo se veja, se enxergue como um único e absoluto caminho para a paz e cada homem, cada mulher, cada criança se esforce para assumir um compromisso com esse caminho.

É HORA DE PAZ.[A.D]

E fez-se então, a hora da paz.
Os povos calaram-se.
simultaneamente.
E ouviram a voz das águas.
Das montanhas, da natureza.
Dos animais, e nada mais.
O ar soprou forte.
Fazendo folhas rodopiarem.
Ninguém agiu nem falou.
Ninguém se moveu.
E então,
A humanidade entrou.
Na imensidão do silêncio.
E vivenciou.
A mais perfeita paz
Naquela hora.
Nenhuma arma foi acionada.
Nenhuma máquina foi ligada.
Nenhuma agressão foi cometida.
Nenhuma sirene soou.
Nenhum alarme disparou.
Apenas funcionava.
O que da vida cuidava.
E, pela primeira vez.
A humanidade conheceu a paz.
Minutos antes de terminar.
Todos estavam armados.
Com uma pequena semente.
Que ao soar o sinal programado.
Foram lançadas à terra.
Em todo o mundo.
A paz foi semeada.
Na Terra.
E no coração.
De cada um.
O sábio que profetizou
A hora da paz
Proclamou à humanidade:
E uma nova linguagem há de vir.
Há de vir para ficar.
Que traduz união.
Justiça, igualdade.
É a linguagem da paz.
Somos todos irmãos.
Somos todos iguais.
Somos filhos da Terra.
do Sol, da Água, do Ar.
Somos todos peregrinos.
Por esta Terra a viajar.
Entrando para o novo milênio.
Com a mais intensa missão.
A missão de promover a paz.
Uma nova linguagem.
Há de vir.
Há de vir para pacificar.
Que traduz a Fé.
A esperança, o amor.
É a linguagem da paz.
Que será falada, sentida, cantada.
De norte a sul, de leste a oeste.
Em todo planeta terrestre.
Ecoará pelos confins da alma.
E se expandirá pelo imenso universo.
É a linguagem da paz.
Que todos conhecerão.
Que virá de dentro de cada ser.
Para promover a união.
Até que um só povo.
Um povo multicor.
De mãos dadas dançará.
Entoando a mais bela canção.
Todos a uma só voz.
Unidos.
Em nome da PAZ!

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Tradição das Fadas.


(Fairy Wicca)
Existe uma Tradição na Wicca que é especialmente dedicada a buscar a conexão com os
Deuses através do Povo das Fadas: é a Fairy Wicca, a Tradição dos Fays ou Fairies (Povo das Fadas).

A crença nos Fays (Fadas) é um aspecto importante do folclore gaélico até hoje. Atualmente, há várias versões que tentam explicar sua origem: as versões cristianizadas e, portanto, mais recentes,falam que eles são "anjos caídos", que foram negados a um lugar no céu por algum delito pouco sério, ou os Deuses antigos, que diminuíram de estatura como resultado da introdução do cristianismo entre seus
povos. Muitas pessoas entendem que os Fays são uma raça não-humana que também vive nesse planeta. Mas a tradição mais divulgada falam que os Fays são os remanescentes dos primitivos povos britânicos, mais conhecidos como "Velho Povo" (Fays).

Ao que parece, o Velho Povo habitava as Ilhas Britânicas na Idade do Bronze. Quando começou a invasão das suas terras, esse povo fugiu para as montanhas e colinas (chamadas, em gaélico, de Sidhe
ou Sidh - que significa "Terras Altas") para se protegerem das guerras, uma vez que eram povos pacíficos. Essas novas terras, ocupadas pelos Fays, passou a ser chamada de Fairland (Terra das Fadas).

A mitologia britânica, conserva o nome de alguns desses povos:
Os Daione Sidhe (pronúnica: di-na chi) - fadas das montanhas/subterrâneas;
Os Bwragedd Annwn (pronúncia: burageth anun) - fadas dos lagos;
Os Flidais - fadas das florestas e bosques;
Os Tylmyth Teg (pronúncia: tarluith-taig) - do país de Gales; e
Os Unseelie - da Escócia.
Menos conhecidos, também falam dos "Bons Vizinhos", os Seeli e o Povo Wee.

Nas montanhas, os Daione Sidhe construíram casas subterrâneas (chamadas "brugh"), cuja entrada era marcada por outeiros ou pequenos montes (chamados "knowe"). Os Bwragedd Annwn, por sua fez, tinha a entrada de suas cidades subterrâneas no fundo de lagos, riachos e córregos.

A atividade mais comum dos Fays é a criação de um gado malhado - chamado Gwartheg Y Llyn [pronúncia: guarr-they er thlin) -, que pastoreiam com a ajuda de grandes cães brancos com orelhas vermelhas - os Cwn Annwn (pronúncia: kun anun) ou "Cães dos Montes".

A Tradição Fairy Wicca quer resgatar a religiosidade desses antigos povos britânicos,
trabalhando com energias e espíritos da natureza, de acordo com rituais muito antigos, que dizem ser herança do próprio "Velho Povo".

A visão de "Fadas" que os bruxos da Fairy Wicca têm, é muito diferente da que estamos
acostumados. Não tem nada a ver com a "Sininho", do Peter Pan, ou a Fada Azul, do Pinóquio.
Eles entendem os Fays como elementais dos quatro Elementos, ou seja, para eles, os Silfos, as Salamandras, os Duendes, os Gnomos, as Ondinas, as Sereias, etc., são todos membros do mesmo Velho Povo. Justificam essa visão, lembrando que tudo que faz parte da Natureza, tem um ou mais Fays responsável. Cada folha de grama, cada pedaço de pedra, cada árvore, cada planta, cada porção de ar ou de água tem no mínimo um Fays ali. Portanto, estamos cercados de fadas por onde quer que andemos: a fibra vegetal de nossas roupas, a madeira da mesa e da cadeira, a água que bebemos e o ar
que respiramos... Em cada porção da Natureza, há um Fay responsável.

Por isso, a magia que os Fairy Wiccans usam visa exatamente estabelecer contato com as Fadas que estão espalhadas por todo o mundo e presentes em tudo que é natural. Chamam-na de Fairy Magick (Magia das Fadas). Seus rituais e práticas mágicas, visam "abrir a visão" para que se consiga ver membros do Velho Povo. Mas nem sempre os Fays querem ser vistos ou permitem que alguém os veja;
nesse caso, a tentativa provocará uma sensação desagradável de sufocamento, um profundo mal-estar.
Nesse caso, os Fairy Wiccans aconselham a desistir e, primeiro, tentar conquistar-lhes a confiança.

Trabalhar com Fairy Magick pode ser maravilhoso, mas implica muito estudo , conhecimento e aplicação, bem como uma vivência intensa do ritual de conexão com as fadas. Para que se compreenda bem a Fairy Magick é essencial compreender a mitologia Irlandesa, estudando os ciclos mitológicos de formação da Irlanda, em especial, os Thuata De Dannan (pronúncia: tudha dae donan, ou seja: os Filhos da Deusa). Não que só haja fadas na Irlanda; há no mundo todo. Mas nenhum povo como o irlandês
conseguiu captar, conhecer e compreender tão bem os Fays. provavelmente, por serem seus descendentes.

Vale lembrar que na Fairy Wicca, os Fays não substituem os Deuses. Eles não são deuses ou semi-deuses, como conhecemos da Cultura Greco-Romana. Os Fays são o Velho Povo que mudaram sua freqüência vibratória e já não ocupam a mesma realidade habitual em que vivemos, ou seja,compartilhamos o mesmo mundo, mas em níveis diferentes de existência. Não são mais humanos, mas também não são divinos. Apenas manifestações diferentes da Grande Mãe.

Na Fairy Wicca, a face da Deusa mais abordada é a Deusa Aine (pronúncia: o-ne) - Rainha das Fadas e Senhora da Lua; seu principal festival é no dia logo anterior ao Solstício de Verão. Portanto,conhecê-la, cultua-la e manter conexão constante com ela é imprescindível para quem quer comungar com os Fays. A face do Deus de Chifres, sua vez, é Gwynn Ap Nudd (pronúncia: guin ap niid) - o Rei por das Fadas e Senhor do Outro Mundo. A Fairy Wicca busca a comunhão com os Deuses como qualquer
wiccano, só que o fazem seguindo os costumes e os ritos dos Fays.

Os Fairy Wiccans também afirmam que as fadas não são só "mocinhas bonitinhas, com asinhas de borboleta". Há muitos tipos, desde as belas fadas das flores, as simpáticas fadas da grama (que eles afirmam parecer um "foguinho verde") e os simpáticos gnomos Pixels, até aquelas com dentes pontiagudos e garras afiadas cobertas de sangue... As Ban Sidh (pronúncia: ban-chi), por exemplo, são
anunciadoras da morte de entes queridos; as fadas dos espinheiros são muito perigosas se não contatadas corretamente. Como os Fays tiveram que partir para esse "outro mundo" por causa da perseguição de outros povos, muitas vezes eles não gostam de contato com humanos; não confiam. Por isso podem ser bem perigosos ao se defenderem. Além disso, eles têm seus próprios desejos e motivos para fazerem as coisas. Geralmente não dependem dos humanos. Aliás, para eles, nós somos apenas
mais um bicho na terra. Alguns Fays se preocupam com os humanos; outros resolutamente não gostam de pessoas, mas a maioria é indiferente e se suas ações estão causando algum prejuízo a uma pessoa,provavelmente não se importarão. São comuns as histórias de "changeling", ou seja, "troca de crianças":
quando um Fay percebe que seu filho está morrendo, procuram um bebe humano recém-nascido e pouco cuidado e substituem - levam o bebê sadio e deixam, no berço, o Fay moribundo.

É preciso, portanto, conquistar sua confiança. é esse é o objetivo da Fairy Magick e de estabelecer essa conexão sempre através da Grande Mãe - em sua fase Aine (a forma como os Fays conhecem a Deusa).

Depois de conquistar-lhes a confiança, é comum receber um Fairy Gift (presente de fada). Várias histórias populares nas Ilhas Britânicas relatam Fays dando presentes a humanos, desde pedras de ouro a bandeiras de fadas; no entanto, eles só são visíveis em estado alterado de consciência, ou seja, na mesma vibração dos Fays. Em nosso nível, eles se parecem com folhas murchas ou esterco.

Se quiser conhecer melhor essa tradição, procure os livros de Victor e Cora Anderson, Tom Delong (mais conhecido pelo seu nome pagão: Gwydion Penderwyn) e Starhawk ( ela também é uma
Fairy Wiccan).
Herne - The Hunter
O Mundo das Fadas.

O mundo das fadas é o reino místico deste folclore, destas pequenas pessoas que escondem-se em baixo de folhas. Colhem gotas de orvalho, voam por toda parte apanhando nectar e a luz do entardecer une-se à sua luz de fada. Agora você irá conhecer algumas histórias de seres mágicos,criadas pelo antigo povo da bretanha. Entre na lenda.
Duendes e Fadas.

Os duendes escondem-se em folhas e árvores, dispersando-se pela relva dos bosques. O
caminho das fadas é fácil de se encontrar, se você lembrar de não procurá-lo. Feche seus olhos, você cairá no mágico reino,que passos não podem encontrar.
AsparasGeralmente mulheres, também conhecidas como dançarinas do céu. Elas abençoam os humanos em fases importantes de suas vidas, e são vistas freqüentemente em casamentos. Elas vivem em árvores de figo e às vezes aparecem aos estudiosos ou cientistas, os seduz e os deixam, para terem certeza que não se arriscarão em áreas que o mundo dos espíritos julga impróprio.
Audah, Aurah e Aujah (a origem dos metais ouro, prata e bronze)

Três fadas com grandes poderes mágicos. Seus nomes eram Audah, Aurah, e Aujah. Elas foram mulheres jovens, com faces inteligentes e usavam belos vestidos. Audah tinha cabelos dourados, olhos azuis, e pele dourada. Aurah, com seus cabelos castanhos, olhos cinzentos e pele marrom, e Aujah

possuía lindos cabelos brancos como a neve e olhos castanhos. Elas viveram com os Flatheads, os que as serviam e obedeciam às suas ordens. Elas também ajudaram os Skeezers a construirem uma cúpula protetora em torno da bela Ilha Mágica. A Rainha Coo-ee-oh cobiçava seus poderes, e assim transformou:

Audah em ouro, Aurah em bronze e Aujah em prata; e as lançou no Lago Skeezer. Mas antes puderam pôr uma maldição na Rainha má: morrendo algum peixe-dourado do lago, a Rainha então perderia toda a sua magia, sucumbindo até a morte.
Beanshee (Pronuncia-se Bian Si).

Os escocêses a denominam de Bean-Nighe. Ela é um espírito da morte Irlândes. Tem os cabelos muito longos e seus olhos são vermelhos e molhados por estar sempre chorando. É a mensageira da morte, quando alguém a vê, sabe que sua morte é próxima.
Fir Darrig (Pronuncia-se "Fier Dirg".)

São fadas conhecidas por serem brincalhonas e piadistas. Gostam de pregar peças, e você tem que estar sempre disposto a participar de seus jogos e charadas. Seja legal com elas, pois do contrário, podem não lhe contar o fim de uma piada.
(A D)
Fadas.

Aquilo que o ser humano vê, ouve e sente nos primeiros anos de vida é normalmente chamado de fantasia. Mas será mesmo?... Os anos passam e a ignorância toma conta da mente, que perde a sua pureza e apreende aquilo que a sociedade lhe impõe. Ou seja, perdemos a capacidade de subir ao mundo astral, perdendo o contacto com o fantástico mundo das fadas. Mas elas continuam a coexistir com os humanos e o seu espaço físico. Não acreditar nesses seres etéreos pode mesmo tornar-se perigoso, pois sem querer estamos a duvidar de mundos paralelos ao nosso que têm uma importância
enorme para o equilíbrio e preservação do planeta. As fadas têm uma personalidade própria, os seus sentimentos, ideias e talentos. Tal como nós, são bastante sensíveis, tendo as suas manias, podendo gostar ou odiar certos elementos da natureza. Elas podem proteger e ajudar em determinadas áreas, mas podem também provocar incidentes ou causar problemas. A melhor maneira de chamar estes pequenos
seres ao seu convívio é convidá-los a entrar em sua casa e não exigir a sua presença. Segundo a tradição, as fadas são bastante receptivas a presentes, especialmente se lhes oferecer pão, leite,manteiga e bolos.
As Fadas que Protegem o Lar
Ban-tee: estas palavras têm o significado literal de dona de casa. As fadas Ban-tee podem ser encontradas a vigiar as crianças e os pequenos animais de estimação. Dizia-se na antiguidade que executavam todas as tarefas das mães quando estas estavam demasiado cansadas ou enquanto dormiam. Nessa altura eram elas que protegiam as crianças, evitando que corressem qualquer tipo de risco. A fada Ban-tee adora morangos frescos, cremes doces e tudo o que pede em troca destas guloseimas é que a deixem vigiar o lar.
Brownie: de origem escocesa, tem um aspecto físico pouco feminino, a pele escura e aparece sempre vestida de verde, azul ou castanho, com uma pequena capa sobre os ombros. Procura um ser humano que aceite os seus préstimos e dedica-se a ele para toda a vida. Mas para que isso aconteça a pessoa tem de ser humilde, simpática e meiga. É esta fada que pode afastar de casa todos os maus espíritos.
Procura sempre uma casa quente, mas não admite a existência de gatos. Adora receber como presentes leite, mel e pequenos objectos feitos em madeira.
Gan-cahn-ock: de origem irlandesa tem os olhos rasgados e as orelhas bicudas. Distingue-se por ser muito pequena e por ter um sorriso maquiavélico. Tem umas asas minúsculas que podem aparecer e desaparecer e adora pregar partidas aos seres humanos, principalmente aos jovens. Gosta de estar em locais quentes, de receber leite com açúcar e quando se dedica a um lar específico, protege-o de roubos
e incêndios.
Tomtra: do sexo masculino, aparece sempre com uma capa verde e um fato castanho, cor de terra. É de

origem finlandesa e adopta uma casa onde permanece a tempo inteiro, mas para que isso aconteça tem de se sentir recompensada. Caso não existam contrapartidas, pode tornar-se vingativa, acabando com toda a boa sorte do lar. Deve receber doces, geleia e mel puro em pequenas tigelas de vidro.
As Fadas que Protegem Pessoas
Din-geth-ai-noon: irlandesa, está ao serviço da deusa Aine, que protege especialmente a mulher. Pode

assumir as mais variadas formas. Dorme na floresta mais próxima da casa da mulher que protege. Para a convidar para a sua casa terá de escrever o nome Aine à entrada da porta e pronunciar em voz baixa todas as manhãs (quando sai de casa) a palavra Dinnshenc.
Guwer-geth-ain-noon: vinda do País de Gales, belíssima, de cabelos compridos e loiros. Adora crianças

e protege as mães. Tem quase o tamanho feminino e habita perto dos grandes lagos. É bastante temperamental e facilmente se ofende. Só sabe contar até ao número cinco (o número mágico das fadas).
É especialista em música e adora dançar, aproximando-se dos lares onde houve tocar piano ou harpa.
Twlwyth-tegs: também do País de Gales, protege pessoas de qualquer idade, sexo, raça ou cor. Vive em

grupos e desloca-se para verificar onde a sua presença está á fazer mais falta. Vive em ilhas com nevoeiro onde as tempestades sejam uma constante, pois é na água e na humidade que reencontra as suas energias. Adora jardins e de cuidar das flores, sente-se bem recebida quando lhe oferecem água fresca numa taça branca em sinal de amizade.
Mother Hole: de origem alemã, tem o aspecto de uma mulher idosa e respeitável, reconhece-se

facilmente pelos longos cabelos negros e pelo vestido comprido verde-escuro. A sua função é avisar do bem e do mal que se aproxima. Trabalha de modo honesto, mas a recompensa que pede é bastante cara:
OURO! Muitas vezes convida as pessoas a visitar a sua residência, no meio das searas, e ajuda-as no seu crescimento espiritual.
Urisks: embora sendo bastante feia, esta fada de origem escocesa é bastante amigável e procura a companhia do ser humano que deseja proteger ao longo da vida. É muito inteligente e psiquicamente desenvolvida, e encontra-se no meio dos bosques, onde tem a fama de assustar crianças, devido ao seu aspecto despenteado e à sua corcunda pouco estética. Para obter a sua amizade, é apenas necessário oferecer-lhe a sua amizade, visitando-a no bosque, chamando-a e dizendo que precisa do seu apoio.
Urisks não pede presentes materiais para socorrer seja quem for.)
Magia das Fadas.

canela sempre foi usada para magias de
prosperidade e pode ter seu resultado potencializado
se utilizada de acordo com esta receita originária
de uma antiga irmandade mística conhecida como
"A Senda das Fadas":

Acenda num jardim um incenso de canela,
escolha uma flor e, segurando sempre o incenso, faça
com que as cinzas caiam formando um círculo em volta
da flor escolhida.

Peça então que a fada dessa flor oriente seus
caminhos rumo ao sucesso. Há milênios as fadas
atendem esse código tão singular.
(A.D)

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Superstições para o Ano Novo.


As superstições que giram em torno dapassagem de ano são intermináveis. Estas, dizem os entendidos, é a altura paraque as coisas positivas se multipliquem cada vez mais. E, querer é poder!

O início de um novo ano é mais uma caminhada longa para o futuro. Os desejos e a esperança de construir algo melhor são o mote para esta época. Mas, as superstições têm nesta época um papel muito importante para se certificar de que tudo corre como o previsto, e que garante a presença de energias positivas em torno de si. A importância das cores na noite de passagem de ano, as passas e as 12 badaladas, e tantos outros rituais, marcam, uma vez mais, a chegada de um novo ano.

A noite de passagem de ano deve ser um momento de alegria e de esperança para todos aqueles que desejam algumas mudanças na sua vida. Crentes de que a sua força não é suficiente, são muitas as pessoas que recorrem a pequenas superstições para garantir o atingir dos seus objetivos no ano seguinte, uns porque acreditam realmente nelas, outros por pura brincadeira. Assim, a cor das roupas desempenha um papel importante para a sua noite de passagem de ano. Saiba que, por exemplo, quanto mais claro o tom da roupa mais leve e espiritual é o seu desejo, e que quanto mais escuro mais material ele se revela.
Algumas curiosidades refletem o seu estado de espírito nesta noite única do ano: ir vestida de branco simboliza a paz, prosperidade, harmonia e luz; o prateado denota o desejo de espiritualidade, a conexão com a purificação e oração; o dourado revela o auge da espiritualidade, as riquezas em sentido amplo, mais voltadas para a futilidade; o lilás traduz um desejo de reflexão, a serenidade, os impulsos de espiritualidade; a cor azul demonstra um clima de harmonia de diálogos, relações, desejo de melhoria nas comunicações em geral.
Outras cores podem ainda ser representativas do seu estado de espírito: o verde é a cor ideal para desejos de saúde, de estabelecimento do equilíbrio e harmonia; o vermelho simboliza os desejos de forte emoção, paixão e sexualidade, sendo que esta é a cor tradicional para espantar o mal; o castanho traduz uma mensagem de ajuda na conquista ou melhoria de emprego, enquanto que o preto é demonstrativo do desejo por fortes mudanças, assuntos materiais em geral, e uma acentuada conotação da sexualidade.
Se pretende realizar os seus desejos nunca atraia o lado negativo das coisas. Em vez de começar o seu desejo pela palavra “não”, faça-o por forma a que seja interiorizado de modo positivo, sem conter a palavra “não” no início da frase. Não se esqueça de renovar o ambiente ao redor, para que a nova energia possa circular à sua volta. Faça uma limpeza geral em toda a sua casa, e no seu local de trabalho, limpe o pó muito bem, e deite fora tudo aquilo que não interessa. Tenha o cuidado de coser buracos, rasgões ou botões, para atrair a boa sorte! Só com tudo renovado é que pode garantir que a energia circula corretamente!
Existem diversas superstições, pequenas coisas que deve, ou não, fazer, para que comece o ano com o pé direito e bafejada pela sorte: evite discussões no primeiro dia do ano para não as ter o ano todo; o negociante deve entrar com o pé direito no seu estabelecimento, caso contrário não fará bons negócios posteriormente ; quanto maior o número de felicitações melhor, porque este será igual à quantidade de amigos fiéis que se terá durante todo o ano; se a primeira visita do dia 1 de Janeiro for um homem, esta trará felicidade para o ano todo.
Se está com problemas económicos o melhor é usar uma peça qualquer do vestuário da cor amarela para atrair o dinheiro, mas colocar uma nota dentro do sapato atrai também riqueza. Outra das superstições que garantem a entrada de dinheiro no seu lar é deitar moedas para fora da casa quando der a meia-noite, pois assim atrairá a riqueza para todos os que moram nela. Um pormenor: não use roupas apertadas durante a passagem de ano, para não ter dificuldades no ano que se inicia. Para garantir a felicidade, seja ela em que plano for, no começo deste novo ano não coma aves na ceia de ano novo por causa das asas, pois, segundo a tradição, a felicidade voará para longe.
As superstições não se ficam por aqui: se a palma direita da sua mão lhe der comichão isso é sinal de que irá receber algum dinheiro, mas se for a palma oposta o mais certo é perder dinheiro; comer ervilhas na ceia, trás sorte no Ano Novo, e a sorte aumentará se o prato for acompanhado de repolho verde; o chocolate atrai riquezas; as ostras atraem um ano farto em sexo; as uvas e maçãs devem fazer parte da ceia dos apaixonados, pois estes frutos representam a união e o amor; e deve comer-se doze passas, uma por cada badalada, ao mesmo tempo que se vão pedindo desejos, embora só se realizem se cada passa acompanhar cada badalada.
O dinheiro é, sem dúvida, um dos desejos mais requisitados por muitas pessoas, e há mesmo quem afirme que para atrair dinheiro durante o ano todo deve chupar sete sementes de romã na noite de passagem de ano, embrulhá-las num guardanapo e guardá-las na carteira, ou então colocar uma folha de louro na carteira e deixá-la lá o ano inteiro. Uma das tradições mais conhecidas de todos é aquela em que a pessoa dá três pulos com uma taça de champanhe na mão, sem derramar uma gota, e depois joga para trás todo o champanhe. Assim, tudo o que é ruim fará parte apenas do passado, e se alguém se molhar com a bebida o mais que certo que essa pessoa venha a ter sorte.
Mais algumas crenças para a passagem de ano que você pode facilmente fazer: subir com o pé direito num banco, degrau ou cadeira, pois é um impulso para subir na vida; pular só com o pé direito à meia-noite atrai coisas boas; para ter sorte no amor, à meia-noite, cumprimente, em primeiro lugar, uma pessoa do sexo oposto; não passe a passagem do ano com os bolsos vazios, porque assim eles vão continuar vazios o resto do ano; no último dia do ano faça uma limpeza na casa, mas deve varrê-la de trás para frente; o lixo deve ser colocado para fora, assim como todo e qualquer objeto partido, assim como as lâmpadas queimadas devem ser trocadas.
Para afastar mau agouro, lave as maçanetas das portas com sal grosso e água, borrifando em seguida com água benta. Use lençóis limpos na primeira noite do ano, para assim deixar os possíveis problemas do ano na máquina de lavar. Ah! Muito importante: jamais passe a noite de Ano Novo dormindo.

Tradições de Ano Novo no mundo.


A passagem do ano no Brasil tem características de todos os povos que colonizaram o país

No Brasil, a passagem do ano tem nome francês,
comida italiana e festa no melhor estilo brasileiro,
com muitos fogos de artifício,
confraternização entre os familiares e amigos
e oferendas às entidades do candomblé,
da umbanda e para os anjos da guarda.

Mas como será que essa data é comemorada nos outros países?

No Japão, a data é mais festejada do que o Natal, mas na China e em Israel é apenas um dia normal, já que esses dois países não seguem o calendário gregoriano.

Na China, a passagem é comemorada em setembro,
e em Israel, no começo de outubro, mas as datas variam de ano para ano.

Na Índia, a data é muito comemorada com festas nos hotéis e queima de fogos nas ruas.

Na Grécia, também há queima de fogos e peru assado, mas há dois pratos diferentes que são preparados especialmente para essa data.
Um é o melomakarona, um doce parecido com a nossa rosquinha feito com semolina, farinha, mel e canela.
O outro é feito com os mesmos ingredientes do panetone só que é em formato de bolo e contém também uma moeda de ouro.
Na passagem do ano, o bolo é cortado entre todos os participantes da festa e quem ganhar a moeda terá muita sorte durante todo o ano.
E é da Grécia que vem a tradição de comer romãs. Lá, eles a jogam no chão para quebrá-la e dividir entre todos.

Já a nossa tradição de comer lentilhas vem da Itália.
Assim como os bailes e comemorar dançando a noite inteira nas discos.

Mas no Oriente, mais especificamente no Japão, tudo é bem diferente.
Como não são católicos, comemoram muito mais a passagem do ano do que o Natal.
No dia 31 de dezembro as famílias vão aos templos de sua religião, xintoístas ou budistas, por isso as ruas ficam lotadas e há também queima de fogos.
Antes de irem aos templos, as famílias jantam macarrão.
Para eles, esse alimento trará fortuna para toda a família.
No dia seguinte, é costume no Japão saborear algum tipo de cozido bem saboroso feito especialmente para a data, geralmente à base de pargo (um tipo de peixe), ovas de peixe, camarão ou um tipo de feijão.
Antigamente, a festa durava três dias e o comércio não abria, mas hoje a tradição já está mudando.

Hogmanay, apesar de ser localizada na mesma ilha que a Inglaterra,
na Escócia a história é bem outra, com muitas festas e animação.
As atividades para comemorar o Hogmanay, o Réveillon escocês, começam às 8 horas do dia 31 de dezembro e só terminam às 6 horas do primeiro dia do ano-novo.
É uma data muito mais comemorada do que o Natal.
Na capital, Edinburgo, há desfiles de gaiteiros com suas saias típicas e acompanhados por dançarinos típicos na rua principal, a Princes Street.
À meia-noite, os canhões do Castelo de Edinburgo são disparados, há uma grande queima de fogos e um gaiteiro, especialmente iluminado e microfonado, começa a solar lá de cima do castelo.
A festa é regada a muito uísque e pratos à base de intestinos e testículos de carneiro, e o grande desfile acaba em festas espalhadas por todos os pubs da cidade.

Espanhóis comemoram dez dias.
O peru também é o prato principal servido na Espanha.
Além dele, também é feito um delicioso prato com bezugo (um tipo de peixe) assado com batatas.
São feitos também doces de marzipan com formas de figuras, pães doces amanteigados e torrões à base de amêndoa e mel.
Mas como o povo espanhol é muito festeiro, as comemorações já começam no dia 28 de dezembro, dia dos Santos Inocentes, que equivale ano nosso dia da mentira, e vai até o dia 5 de janeiro, quando eles comemoram a chegada dos reis Magos, que é até mais celebrado que o Natal.
Nesse dia fazem as cavalgadas de reis nas cidades e é preparada a rosca de reis. Dentro dessa rosca colocam várias figuras e brinquedinhos para as crianças.
E a passagem do ano em Madri é uma superfesta.
Lá, todos vão a Puerta del Sol, onde há um relógio, e cada um leva seu próprio pacote com 12 uvas.
A cada badalada do sino do relógio, comem uma uva e fazem um pedido. Quem não vai até lá, acompanha a transmissão da televisão.
Depois há uma grande confraternização e as pessoas brindam com cava, a champanhe espanhola, e bebem muito vinho e anis, sem gelo.

Nem mesmo o frio impede que os ingleses saiam de casa para comemorar a passagem do ano.
Em Londres, os jovens vão até a Trafalgar Square aguardar o Big Ben dar a última badalada do ano e festejar vendo os fogos de artifícios e tomando cervejas quentes.
E as famílias fazem verdadeiros piqueniques no Speaker's Corner do Hyde Park, um parque muito bonito perto do Palácio de Buckingham. Apesar de pertencer também ao Reino Unido, a Irlanda tem uma festa mais comportada, comemorada dentro dos pubs.

E no País de Gales, por causa do frio intenso, só os mais jovens costumam celebrar a data fazendo festa na praça central, tomando muito bayle, um cremoso licor irlandês e muita cerveja quente.

Charme ,é na França, que deu o nome Réveillon para a data, a passagem do ano é uma grande festa entre amigos, na qual se saboreia bons pratos, mas sem um menu fixo.
Alguns aproveitam para comer o tradicional fígado de pato e ostras cruas.
Mas o ápice da festa, sem dúvida, é a meia-noite, quando todos se beijam e tomam muita champanhe.
Na França, em alguns lugares, fala-se Réveillon e, em outros, dia de São Silvestre Em busca de poder, amor, sorte, dinheiro, felicidade, surgiram outras formas especiais de celebração do ano-novo.

Na Índia, são atirados na fogueira objetos que representam impurezas e doenças.

Na China, usa-se a cor preta para dar sorte.

No Japão, é comum fazer uma cerimônia de limpeza na casa e pendurar uma corda de arroz na entrada, para afastar os maus espíritos.