contos sol e lua

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quarta-feira, 2 de março de 2011

FRAGMENTOS MÍSTICOS DO PENSAMENTO MÍSTICO DE MAX HEINDEL


Um Místico (ou um ser evoluído) não cometerá o erro, tão freqüente em muitas pessoas, de menosprezar o corpo denso ao saber que existem corpos superiores, dele falando como de coisa "grosseira" e 'vil" e dirigindo os olhos ao céu ansioso por abandonar logo este amálgama de barro terreno para voar nos seus "veículos superiores". O homem sábio é grato pelo seu Corpo Denso e dele cuida da melhor maneira possível, porque sabe que é presentemente o mais valioso dos seus instrumentos.



Todos os bois pastam erva e todos os leões comem carne, mas aquilo que é alimento para um homem pode ser veneno para outro.

As lições de discernimento entre o bem e o mal não podem ser aprendidas sem o exercício da livre escolha do próprio caminho, e sem que se aprenda a rejeitar o erro como uma verdadeira "matriz de dor". Se o homem agisse com retidão apenas por não ter outra alternativa nem oportunidade de agir diferentemente, ele seria um autômato e não um Deus em evolução.


Evolução.
O Reino Mineral não está representado porque,
segundo Heindel, não possui Corpo Vital
individual e, portanto, não pode ser veículo
de correntes que pertençam
aos Reinos Superiores.



O mais fugaz sentimento, o mais fugaz pensamento ou a mais fugaz emoção são transmitidos aos pulmões, de onde são injetados no sangue. O sangue é um dos produtos mais elevados do corpo vital, tanto por ser o condutor de alimento para todas as partes do corpo, quanto por ser o veículo direto do Ego. As imagens nele contidas imprimem-se nos átomos negativos do corpo vital para servirem como árbitros do destino do homem no estado post-mortem.

Quanto mais dispostos estivermos a aprender a reconhecr a Memória Supra-Consciente e a seguir sua orientação, tanto mais freqüentemente ela falará, para nosso permanente benefício. (Grifo meu). [Esta é a Voz Insonora do Coração a que tenho feito referência em outros textos e que Helena Petrovna Blavatsky denominou de Voz do Silêncio. Portanto, há uma superlativa e, de certa forma, inconciliável diferença entre coração e Coração, ainda que no ventrículo esquerdo, como ensina Heindel, esteja localizado o Átomo-Semente.].

A atividade do espírito no corpo denso, manifestada como reta ação, promove o crescimento da Alma Consciente.

A Alma Emocional é o extrato do Corpo de Desejos. Ela aumenta a eficiência do Espírito Humano, que é a contraparte espiritual do Corpo de Desejos.

A Alma Intelectual amplia o poder do Espírito de Vida porque a Alma Intelectual é extraída do Corpo Vital, que é a contraparte material do Espírito de Vida.

A Alma Consciente aumenta a consciência do Espírito Divino, pois (a Alma Consciente) é o extrato do Corpo Denso, que, por sua vez, é a contraparte do Espírito Divino.


No Átomo-Semente ficam impressas as experiências vividas no corpo denso durante a existência, que, durante a vida, localiza-se no ventrículo esquerdo do coração, próximo do ápice. Esse Átomo é libertado após a morte, e despertará somente na aurora de uma outra vida física para servir novamente como núcleo de mais um Corpo Denso, a ser usado pelo mesmo Ego. Ao ocorrer a morte, sobe ao cérebro pelo nervo pneumogástrico, abandonando o Corpo Denso juntamente com os veículos superiores por entre as comissuras dos ossos parietal e occipital. É a ruptura do Átomo-Semente que produz a paralisação do coração.

A cremação restitui os elementos à sua condição primordial sem que o cadáver alcance os desagradáveis aspectos inerentes ao processo da decomposição lenta. Mas, deve-se ter muito cuidado em não cremar ou embalsamar o corpo antes de decorridos no mínimo três dias e meio após a morte, porque enquanto o Corpo Vital e os corpos superiores permanecerem unidos ao corpo por meio do Cordão Prateado, o homem, em certa medida, sentirá qualquer exame post-mortem ou ferimento no Corpo Denso. A cremação deveria ser evitada nos três primeiros dias e meio depois da morte porque tende a desintegrar o Corpo Vital, que deve permanecer intacto até que se tenha impresso no Corpo de Desejos o panorama da vida que passou. A partir do momento em que o Cordão Prateado se rompe o Corpo Denso fica completamente morto. [Morte, então é o rompimento do Cordão de Prata.].

Em princípios de 1906, o Dr. McDougall fez uma série de experiências no Hospital Geral de Massachusetts a fim de verificar se algo invisível abandonava o corpo por ocasião da morte. Com esse propósito, construiu uma balança capaz de registrar qualquer variação de massa até um décimo de onça. Uma pessoa agonizante foi colocada com seu leito em um dos estrados [pratos] desta balança, e no outro puseram pesos até que se estabelecesse o pleno equilíbrio. Notou-se que no momento preciso em que a pessoa agonizante exalava o último suspiro, o estrado contendo os pesos descia subitamente, elevando-se o estrado que continha o leito e o corpo da pessoa que acabara de falecer. Demonstrou-se, pois, que alguma coisa invisível, mas ponderável, tinha abandonado o corpo. Isto aconteceu em todos os casos em que a experiência foi realizada. As experiências do Dr. McDougall demonstraram conclusivamente que alguma coisa, invisível à visão comum, abandonava o corpo na ocasião da morte, como os clarividentes treinados têm visto e já havia sido revelado em conferências e livros muitos anos antes da descoberta do Dr. McDougall. Enfim, essa "alguma coisa invisível" não é a alma. O que os cientistas pesaram foi o Corpo Vital, que é formado por quatro éteres que pertencem ao Mundo Físico. E todos os animais também perdem peso quando morrem. Um gatinho usado em uma experiência semelhante perdeu 100 miligramas ao agonizar, e quando exalou seu último alento perdeu mais 60 miligramas. A seguir, foi perdendo peso lentamente, devido à evaporação.

A passagem para o além não é tortura. Mas arrastar a alma de volta ao corpo para que continue sofrendo, isto sim é tortura. Há casos de mortos que contaram aos investigadores o quanto sofreram agonizando durante horas por tal motivo, rogando às famílias que cessassem seu mal-entendido carinho e os deixassem morrer. [Quando meu pai faleceu, no exato momento em que deu seu último suspiro, a enfermeira que estava ao seu lado pulou em cima dele para fazer uma massagem cardíaca para tentar reanimá-lo. Eu imediata e decididamente a retirei de lá e disse exatamente estas palavras que nunca esqueci: — Deixe meu pai morrer com dignidade. E assim sucedeu. Seu crânio havia sido trepanado e parte do seu cérebro havia sido sugado devido à existência de um tumor cerebral maligno. Não havia a menor possibilidade de ele recobrar a consciência.].

Para um suicida, depois de praticado o suicídio, há um horrível sentimento de "vazio", que permanece até o tempo em que deveria ocorrer a morte natural.

Tal como sucede com muitos de nossos desejos na vida terrestre, depois da morte ou transição, no Mundo do Desejo todos os desejos morrem por falta de oportunidade para satisfazê-los. Tudo se passa semelhantemente a um homem em um barco no meio do oceano: água, água por toda parte, porém nem sequer uma única gota para beber.

Não há nenhuma deidade vingativa ou punitiva que tenha criado o purgatório ou o inferno para nós; mas, sim, somos nós próprios que os criamos com os nossos maus atos e os nossos maus hábitos. Portanto, a infalível Lei dá a cada um aquilo de que necessita para se purificar de seus maus desejos e maus hábitos. O que o homem semear, isto também colherá [educativamente].

Fazer o bem aos demais esperando que eles nô-lo retribuam é essencialmente egoísta [Imperativo Hipotético]. No devido tempo aprenderemos a fazer o bem sem considerar como estamos sendo tratados [ou reconhecidos] pelos outros. [Imperativo Categórico].

O auto-julgamento diário, preferentemente antes de nos recolhermos à noite, gera aspirações para o bem, que, no devido tempo, frutificar-se-ão seguramente em ações retas.

Quando compreendemos o erro de certos hábitos ou de certos atos em nossa vida passada e nos determinamos a eliminá-los ou a desfazer o mal praticado, expurgamos suas imagens da memória subconsciente, de modo que depois da morte já não estarão ali para julgar-nos. Ainda que não possamos dar compensação por um erro cometido, a sinceridade de nosso arrependimento bastará. A Natureza não visa desforra nem busca vingança.

FRAGMENTOS MÍSTICOS DO PENSAMENTO MÍSTICO DE MAX HEINDEL


É nosso dever empregar o conhecimento que tenhamos dos Mundos Superiores para aprender o melhor possível as lições que este mundo material tem para nos ensinar. [E depois de ter aprendido essas lições, é também um dever compartilhá-las em tudo o que puder ser compartilhado.].

Todo acontecimento deixa depois de si sua imagem indelével no Éter Refletor. Os pensamentos e atos de todos os homens são gravados indelevelmente pela Natureza neste Éter Refletor, onde o vidente treinado pode ler a história de cada um com uma exatidão proporcional à sua habilidade.

As forças do Mundo do Desejo, trabalhando no Corpo Denso despertado, impelem-No a mover-se em tal ou qual direção.

As formas só evoluem para estágios superiores em razão das sucessivas exigências do crescimento espiritual.

Embora seja certo que a matéria do Mundo do Desejo é um grau menos densa do que a matéria do Mundo Físico, não devemos absolutamente imaginar que tal matéria seja matéria física sutilizada.

IMPORTANTÍSSIMO: Nossa linguagem, feita para descrever as coisas materiais, é completamente inadequada para descrever as condições dos reinos suprafísicos. Conseqüentemente, tudo o que se diz sobre esses reinos deve ser tomado mais como semelhança do que como descrição exata.

Nada é vandálico em a Natureza. Tudo que assim parece trabalha apenas para o bem. As formas que se encontram no Mundo do Desejo são criações demoníacas construídas pelas paixões e pelos desejos mais brutais dos animais e do homem.

Quando uma forma criada por um desejo brutal é atraída para outra da mesma natureza, cada uma exerce sobre a semelhante um efeito desintegrante, produto da desarmonia existente nas respectivas vibrações. Assim, em vez de fundir-se mal com mal, mutuamente eles se destroem, e, deste modo, o mal no mundo conserva-se dentro de limites razoáveis. Quando compreendemos o efeito destas duas forças gêmeas em ação, podemos também entender a máxima ocultista que diz: Uma mentira no Mundo do Desejo é, ao mesmo tempo, assassina e suicida.


Tudo quanto sucede no Mundo Físico é refletido em todos os outros reinos da Natureza.

Se buscarmos o bem no mal, com o tempo o mal acabará se transformando em bem. Se a forma que se constrói para diminuir o mal é fraca, não terá efeito algum [ou terá pouco efeito] e será destruída pela forma maligna; mas se é forte e freqüentemente repetida, sua ação desintegrará o mal e substituí-lo-á pelo bem.

A luta travada entre as forças gêmeas de Atração e de Repulsão produz todas as dores e sofrimentos resultantes das ações errôneas e dos esforços mal orientados, sejam ou não intencionais.

Se amamos o bem, resguardaremos e alimentaremos tudo o que é bom em volta de nós... Se fizermos o contrário, povoaremos nosso caminho de demônios, todos criados por nós mesmos.

O poder anímico pode ser empregado durante algum tempo com propósitos maléficos, assim como pode ser empregado para o bem. Mas, finalmente, a Força de Repulsão destrói o vício, e sobre as desoladas ruínas a Força de Atração edifica a virtude. Todas as coisas, em última análise, trabalham em conjunto para o BEM.

Toda vida é una.

Do mesmo modo que para se ir da América à África é necessário se ter um barco e poder dirigi-lo, assim também se requer um veículo apropriado para penetrar ao Mundo do Espírito de Vida, sob controle consciente, para se poder viajar de um a outro planeta. De maneira semelhante àquela pela qual o Mundo do Espírito de Vida nos põe em relação com os outros planetas do nosso sistema solar, o Mundo do Espírito Divino nos correlaciona com os outros Sistemas Solares. Para se poder viajar de um sistema solar a outro é necessária a capacidade de se atuar conscientemente no mais elevado dos veículos do homem — o Espírito Divino.

Durante toda a vida o Corpo Vital é o construtor e o restaurador da forma densa. Se não fosse pelo Coração Etérico, o coração denso romper-se-ia rapidamente em conseqüência da tensão que lhe impomos continuamente. Todos os abusos praticados com e pelo Corpo Denso são neutralizados pelo Corpo Vital, tanto quanto é possível, o qual trava uma luta constante contra a morte do Corpo Denso. O Corpo Vital do homem é feminino ou negativo, enquanto o da mulher é masculino ou positivo.

O cientista ocultista sabe que não há ato algum, grande ou pequeno, que não seja sentido através do Universo.

A Terra é um corpo vivo e sensível.

À medida em que o homem progride na escola da vida, suas experiências ensinam-no, e seus desejos se tornam melhores, mais puros. Desta forma, gradativamente, a matéria do Corpo de Desejos passa por uma correspondente modificação. A matéria mais pura e brilhante das regiões superiores do Mundo do Desejo substitui as cores sombrias da parte inferior. O Corpo de Desejos aumenta de tamanho, de modo que o de um santo torna-se verdadeiramente algo glorioso a ser observado – de transparência luminosa – e de uma pureza de cores incomparável e impossível de descrever.

Ninguém é tão mau que não tenha algo de bom. [E ninguém é tão bom ou perfeito que não tenha algo que precise ser aprimorado ou corrigido.]. E assim, e por isso, escreveu Heindel: Por outro lado, são muito poucos os que são tão bons que não empreguem alguma matéria das regiões inferiores.

No clarividente involuntário, desenvolvido no sentido negativo e impróprio, os vórtices do Corpo de Desejos giram da direita para a esquerda ou seja, na direção oposta à dos ponteiros de um relógio. No Corpo de Desejos do clarividente voluntário, devidamente desenvolvido, giram na mesma direção dos ponteiros de um relógio, fulguram esplendorosamente e ultrapassam muito a brilhante luminosidade do Corpo de Desejos comum. Essa é uma das diferenças fundamentais entre um médium e um clarividente desenvolvido de modo apropriado.

Nenhum clarividente genuinamente desenvolvido utiliza-se de sua faculdade de clarividência por dinheiro ou por qualquer coisa equivalente, nem tampouco para satisfazer curiosidades, mas só e unicamente para ajudar a Humanidade.

Um homem de forte moralidade pode despertar uma tendência parecida em outro de natureza mais débil, da mesma forma que este [mais débil] pode ser dominado pela influência negativa de caracteres malignos.

Tudo quanto fazemos, dizemos ou somos, reflete-se em torno de nós.

O homem é um indivíduo. Os animais, os vegetais e os minerais dividem-se em espécies. Não estão individualizados no mesmo sentido em que se encontra o homem. Nos seres humanos há tantas espécies quantos são os indivíduos. Cada pessoa é uma lei em si mesma, inteiramente separada e distinta de qualquer outra. [Ainda que tudo e todos sejam um, isto é, formem uma unidade cósmica.]. Continua Heindel: Isto resulta de existir em cada homem um espírito individual, interno, que dita os pensamentos e as ações de cada ser humano individual, enquanto existe apenas um "Espírito-Grupo", comum a todos os diferentes animais ou plantas da mesma espécie. O "Espírito-Grupo" atua sobre todos eles agindo de fora. Um tigre que perambule nas florestas da Índia tanto quanto um tigre que esteja encerrado em uma jaula de um parque zoológico são ambos expressões do mesmo "Espírito-Grupo". Por isso, explica Heidel: se um animal é ferido, este sofre, mas não tanto quanto o "Espírito-Grupo".

FRAGMENTOS MÍSTICOS DO PENSAMENTO MÍSTICO DE MAX HEINDEL


O Espírito Universal veio à todas as igrejas, não a uma somente.

Só uma coisa importa ser ouvida: que o amor fraternal seja em todos os corações.

Há um e somente um Caminho: este Caminho é o da Compaixão e do Amor.

É importante para qualquer místico manter sua mente no estado fluídico de adaptabilidade. Só a mente aberta descobre o vínculo da concordância.

A única opinião digna de ser levada em conta precisa basear-se no conhecimento.


Buda, grande e sublime, pode ser a Luz da Ásia; mas Cristo ainda haverá de ser reconhecido como a Luz do Mundo.

Atualmente o coração se encontra sujeito ao cérebro dominador. Mas, algum dia, o coração adquirirá a força necessária para despedaçar os grilhões e se converter em um poder maior do que a mente, pois não pode haver contradição em a natureza, e assim, coração e mente devem ser capazes de se unir.

Para te tornares sábio deves desejar a sabedoria com a mesma intensidade com que desejas o ar. Deves lutar por ela e excluir de tua vida qualquer outro objetivo. Essa e só essa deve ser, dia e noite, tua única aspiração. Se buscares a sabedoria com esse fervor, certamente tornar-te-ás sábio. Mas o motivo supremo para a busca desse conhecimento oculto deve ser um desejo ardente de beneficiar a Humanidade, esquecendo-te inteiramente de ti mesmo, a fim de trabalhares para os outros. A não ser por essa motivação, o estudo do ocultismo é perigoso.

A Verdade não é encontrada de uma vez e para sempre. A Verdade é eterna, e eterna deve ser a Sua busca. O ocultismo desconhece qualquer crença transmitida de uma vez e para sempre, pois não há meio possível de se chegar a última Verdade.

Para se compreender o Mundo Físico – que é o Mundo dos efeitos – é necessário se compreender o Mundo Suprafísico – que é o Mundo das causas. Os Mundos Superiores são, portanto, os Mundos das causas – das forças – de forma que não poderemos compreender bem este Mundo Inferior sem conhecer os outros e sem compreender as forças e as causas das quais todas as coisas materiais são meros efeitos.

SOMOS ETERNOS .


Numa nuvem tormentosa sibilando; na asa de Zéfiro,

O coro do espírito canta os hinos sacros do mundo, alegremente

Escuta! Ouve suas vozes: "Pelas portas da morte nós passamos,

a Morte não existe; alegrai-vos a vida continua eternamente".

Somos, sempre fomos e sempre o seremos

Somos uma parte da Eternidade,

Mais velha que a Criação, a parte de Um Grande Todo,

Cada Alma é Individual, na sua imortalidade.

No tear farfalhante do Tempo, nossa roupagem formamos,

A rede do Pensamento urdidos eternamente;

O que é modelada na Terra, é no céu que planejamos

E ao nascer, nossa raça e nossa pátria, já as trazemos na mente.

Brilhamos em uma jóia e sobre a onda dançamos

Cintilamos em pleno fogo, a tumba desafiamos

através de formas várias em tamanho, gênero e nome

A essência individual é a mesma, é a que sempre carregamos.

E quando alcançarmos o mais elevado grau,

A gradação do crescer com nossas mentes relembraremos

Para que, elo por elo, possamos juntá-los todos

E passo a passo tragar o caminho que percorremos.

Com o tempo saberemos, o que realmente foi feito

O que eleva e enobrece, o certo e a verdade

Sem malicia com ninguém, sempre agindo com bondade,

Em e através de nós, a Deus será feita a Vontade.

Numa nuvem tormentosa sibilando; na asa de Zéfiro,

O coro do espírito canta os hinos sacros do mundo, alegremente

Escuta! Ouve suas vozes: "Pelas portas da morte nós passamos,

a Morte não existe; alegrai-vos a vida continua eternamente".

Somos, sempre fomos e sempre o seremos

Somos uma parte da Eternidade,

Mais velha que a Criação, a parte de Um Grande Todo,

Cada Alma é Individual, na sua imortalidade.

No tear farfalhante do Tempo, nossa roupagem formamos,

A rede do Pensamento urdidos eternamente;

O que é modelada na Terra, é no céu que planejamos

E ao nascer, nossa raça e nossa pátria, já as trazemos na mente.

Brilhamos em uma jóia e sobre a onda dançamos

Cintilamos em pleno fogo, a tumba desafiamos

através de formas várias em tamanho, gênero e nome

A essência individual é a mesma, é a que sempre carregamos.

E quando alcançarmos o mais elevado grau,

A gradação do crescer com nossas mentes relembraremos

Para que, elo por elo, possamos juntá-los todos

E passo a passo tragar o caminho que percorremos.

Com o tempo saberemos, o que realmente foi feito

O que eleva e enobrece, o certo e a verdade

Sem malicia com ninguém, sempre agindo com bondade,

Em e através de nós, a Deus será feita a Vontade.
Max Heindel.

terça-feira, 1 de março de 2011

The Tragedy of Julius Caesar .


Marcus Brutus é amigo íntimo de César e de um pretor romano. Brutus se permite ser seduzido para se juntar a um grupo de senadores conspiração por causa de uma crescente suspeita-implantado por Caio Cassius César, que pretende transformar Roma republicana em uma monarquia sob a sua própria regra.

Leituras tradicionais do jogo afirmam que Cássio e os outros conspiradores são motivados em grande parte pela inveja e ambição, enquanto Brutus é motivada pela exigência de honra e de patriotismo. Um dos pontos centrais do jogo é que resiste a categorização de seus personagens como heróis, quer simples ou vilões. As primeiras cenas principalmente com argumentos Brutus com Cassius e sua luta com sua própria consciência. A crescente onda de apoio público logo se transforma Brutus contra César (este apoio do público foi realmente falsificada; Cassius escreveu cartas para Brutus em caligrafias diferentes durante o mês a fim de Brutus participar da conspiração). Um vidente adverte César: "cuidado com os idos de março", que ele ignora, culminando em seu assassinato no Capitólio pelos conspiradores naquele dia.

Assassinato de César é uma das cenas mais famosas do jogo, que ocorre na Lei 3 (o outro é o discurso de Marco António "Amigos, romanos, patrícios".) Depois de ignorar o adivinho, assim como premonições a própria esposa, César chega ao Senado . Os conspiradores criaram um motivo para o assassinato superficial por meio de petição interposto por Metelo Cimber, pleiteando em nome de seu irmão banido. Como César, previsivelmente, rejeita a petição, Casca César escoriações nas costas de seu pescoço, e os outros seguem em esfaqueá-lo; Brutus é passado. Neste ponto, César profere a famosa frase "Até tu, Brutus?" ("E tu, Brutus?", Ou seja, "Tu também, Brutus?"). Shakespeare e acrescenta: "Então,a queda, César," sugerindo que César não quer sobreviver em tal traição. Os conspiradores deixa claro que eles cometeram esse ato em Roma, não para seus próprios fins e não tentar fugir do local. Após a morte de César, Brutus oferece um discurso defendendo suas ações, e para o momento, a torcida está do seu lado. No entanto, Marco Antônio, com um discurso sutil e eloqüente sobre César cadáver, começando com o muito citado "Amigos, romanos, patrícios, me empreste seus ouvidos" , habilmente transforma a opinião pública contra os assassinos, manipulando as emoções das pessoas comuns, em contraste com o tom do discurso racional de Brutus. Antony desperta a máfia para conduzir os conspiradores de Roma. Em meio à violência, o poeta inocente, Cinna, é confundido com o conspirador Lúcio Cinna e é assassinado pela máfia.

O início do quarto ato é marcado pela cena de briga, onde Brutus ataca Cassius para sujar o ato nobre de regicídio por aceitar subornos ("Não foi grande Julius sangrar por causa da justiça? / O vilão seu corpo, que fez facada ?, / E não para a justiça Os dois se reconciliam, se preparam para a guerra com Marco Antônio e filho adotivo de César, Otaviano (grafia de Shakespeare: Octavius) Naquela noite, o fantasma de César aparece para Brutus com um aviso da derrota (. "tu me ver em Filipos" ). Na batalha, Cassius e Brutus sabendo que provavelmente ambos morrem, o sorriso da sua última dão para as mãos uns dos outros, sem soltar. Durante a batalha, Cassius comete suicídio depois de ouvir a captura de seu melhor amigo, Titinius. Titinius. Depois, que não foi realmente capturado, vê o cadáver de Cassius, ele comete suicídio. Entretanto, Brutus vence a batalha. Brutus, com o coração pesado, as batalhas novamente no dia seguinte. Ele perde e comete suicídio. Termina com uma homenagem ao Brutus por Antony, que proclama que Brutus se manteve "o mais nobre romano de todos eles" porque ele era o único conspirador que agiu para o bem de Roma. Existe então uma pequena dica no atrito entre Marco Antônio e Otávio que vai caracterizar uma outra de Roman peças de Shakespeare, Marco Antônio e Cleópatra.

Júlio César foi publicado originalmente no First Folio de 1623, mas o desempenho foi mencionado por Thomas Platter, o filho, em seu diário em setembro de 1599. O jogo não é mencionado na lista das peças de Shakespeare publicadas por Francis Meres em 1598. Com base nesses dois pontos, assim como uma série de alusões contemporâneas, e a crença de que o jogo é semelhante ao de Hamlet no vocabulário, e Henrique V e As You Like It, em metros , os estudiosos têm sugerido 1599 como uma provável data.

O texto de Júlio César no First Folio é o único texto autorizado para o jogo. O texto Folio é notável pela sua qualidade e consistência;. Estudiosos julgam ter sido definida no tipo de um teatro prompt-book . A fonte usada por Shakespeare em tradução de Sir Thomas North da Vida de Plutarco de Brutus e Vida de César.

O jogo contém muitos elementos anacrônicos do período elizabetano. Os personagens mencionam objetos como chapéus e parelhas (grandes, casacos pesados) - nenhum dos quais existiam na Roma antiga. César é mencionado estar vestindo um gibão elisabetano, em vez de uma toga romana. Em um ponto um relógio é ouvido à greve e Brutus notas com "Contar o relógio".

* Shakespeare faz o triunfo de César ter lugar no dia da Lupercalia (15 de fevereiro) em vez dos seis meses anteriores.
* Para maior efeito dramático que ele fez no Capitólio o local da morte de César, ao invés do Pompeium Theatrum (Teatro de Pompeu).
* O assassinato de César, o funeral, discurso de Marco António, a leitura do testamento e chegada Octavius "todos têm lugar no mesmo dia no jogo. No entanto, historicamente, o assassinato ocorreu em 15 de março (Os Idos de Março), o que foi publicado em 18 de março, o enterro foi em 20 de março e Otávio chegou apenas em maio.
* Shakespeare faz os triúnviros se reunir em Roma, em vez de perto de Bolonia, de modo a evitar uma localidade de terceiros.
* Ele combinou as duas batalhas de Filipos embora tenha havido um intervalo de 20 dias entre elas.
* Shakespeare dá as últimas palavras de César como "Até tu, Brutus? Queda seguida,de César!" ("E tu, Brutus? Então cai, César."). Plutarco diz que ele não disse nada, puxa a toga sobre a sua cabeça quando viu Brutus entre os conspiradores. No entanto, Suetônio relata suas últimas palavras, que falou em grego, como "καί σύ τέκνον" ("Kai su, teknon?", "Mesmo que você também, filho?"), Dirigido a Brutus . As palavras latinas Até tu, Brutus?, Entretanto, não foram criados por Shakespeare para este jogo, uma vez que são attibuidas a César em obras anteriores elisabetano e tornou-se convencional, 1599.

Shakespeare desviou esses fatos históricos, a fim de reduzir o tempo e comprimir os fatos para que o jogo poder ser encenado com mais facilidade. A força trágica é condensada em algumas cenas para o efeito aumentado.

Críticos da peça de Shakespeare Júlio César diferem muito em seus pontos de vista de César e Brutus. Muitos têm debatido se César ou Brutus é o protagonista do jogo, por causa da morte do personagem-título em . Mas César compara-se com a Estrela do Norte, e, talvez, seria tolo não considerá-lo como o caráter axial do jogo, em torno do qual gira toda a história. Entrelaçados neste debate é um punhado de ideologias filosóficas e psicológicas sobre o republicanismo e monarquia. Um autor, Robert C. Reynolds, dedica atenção para os nomes ou apelidos dado a ambos Brutus e César, em seu ensaio "Ironic epíteto em Júlio César". Este autor salienta que Casca elogia Brutus pelo valor da face, mas, inadvertidamente, o compara a uma piada infame de um homem chamando-o de um alquimista, "Oh, ele sente-se elevado em todas as pessoas de coração, / E o que parece delito / Seu semblante, como o mais rico alquimista, / irá mudar para a virtude e dignidade ". Reynolds também fala sobre César e seu "Colossus", epíteto que ele aponta tem a sua conotação óbvia de poder e virilidade, mas também menos conhecidas conotações de uma frente de ida glorioso e para dentro do caos . Nesse ensaio, a conclusão sobre quem é o herói ou protagonista é ambíguo por causa da qualidade como conceito-poética dos epítetos de César e Brutus.

Myron Taylor, em seu ensaio "Julius Caesar de Shakespeare e A ironia da história", compara a lógica e a filosofia de César e Brutus. César é considerado um filósofo intuitivo que está sempre certo quando ele vai com seu intestino, por exemplo, quando ele diz que teme Cassius como uma ameaça para ele antes que seja morto, sua intuição está correta. Brutus é retratado como um homem semelhante a César, mas cuja paixão o levou para o raciocínio errado, que ele percebe que no final, quando ele diz , "César, agora será ainda: / com meia tão boa vontade ". Esta interpretação é errada pelo fato de que se baseia numa leitura muito estranho de "boa vontade" para significar "julgamentos incorretos" ao invés do mais intuitivo "boas intenções".

Joseph W. Houppert reconhece que alguns críticos tentaram lançar César como o protagonista, mas que em última análise, Brutus é a força motriz no jogo e por isso é o herói trágico. Brutus tenta colocar a república sobre o seu relacionamento pessoal com César e mata. Brutus faz com que os erros políticos que derruba a república que os seus antepassados criaram. Ele atua sobre suas paixões, não reuni provas suficientes para tomar decisões razoáveis e é manipulado por Cassius e os outros conspiradores.

A peça foi provavelmente um dos primeiros de Shakespeare, a ser realizado no Globe Theatre. Thomas Platter, o Jovem, um viajante suíço, viu uma tragédia sobre Júlio César em bnkside teatro em 21 de setembro de 1599 e esta foi provavelmente a peça de Shakespeare , como não há nenhum candidato alternativa óbvia. (Enquanto a história de Júlio César foi dramatizada repetidamente no período elizabetano Jacobean /, nenhuma das outras peças mais conhecidas[ são tão boas combinar um com a descrição Platter como peça de Shakespeare.)

Após os teatros reaberto no início da época da Restauração, o jogo foi retomado pela Companhia Thomas Killigrew do Rei em 1672. Charles Hart inicialmente jogando Brutus, como fez Thomas Betterton em produções posteriores. Júlio César foi uma das peças de Shakespeare poucos que não foi adaptado durante o período da Restauração ou do século XVIII.
John Wilkes Booth (direito), Edwin Booth e Junius Brutus Booth, Jr. em Júlio César de Shakespeare, em 1864.

* 1864: Junius, Jr., Edwin e John Wilkes Booth (assassino depois do presidente dos EUA Abraham Lincoln) fez sua única aparição no palco juntos em uma apresentação beneficente de Júlio César em 25 de novembro de 1864, no Winter Garden Theatre, em Nova York City. Junius, Jr. jogou Cassius, Edwin jogou Brutus e John Wilkes joga Marc Antony. Esta produção marco levantaram fundos para erigir uma estátua de Shakespeare no Central Park, que permanece até hoje.
* [De Maio de 1916] A performance de uma noite na bacia natural de Beachwood Canyon, Hollywood teve um público de 40.000 e estrelou Tyrone Power, Sr. e Douglas Fairbanks, Sr. Os corpos do estudante de Hollywood e Fairfax High Schools jogando exércitos adversários , e as cenas de batalha elaborados foram realizados em um palco enorme, bem como as encostas circundantes. A peça comemora o tricentenário da morte de Shakespeare e ainda falou sobre [carece de fontes?] Hoje. Uma fotografia de palco elaborado está vendo se pode ser visto no site da Biblioteca do Congresso.
* 1926: Outra atuação de elaborar a peça foi encenada como um benefício para o Actors 'Fund of America no Hollywood Bowl. César chegou para o Lupercal em uma carruagem puxada por quatro cavalos brancos. O palco era do tamanho de um quarteirão e dominada por uma torre central oitenta pés de altura. O evento teve como objetivo principal a criação de trabalho para atores desempregados. Três centenas de gladiadores apareceu em uma cena de arena não aparecem na peça de Shakespeare, um número similar de meninas dançaram como prisioneiros de César, um total de três mil soldados participaram nas seqüências de batalha.
* 1937: a produção famoso de Orson Welles no Teatro Mercury chamou ferveu comentários com o diretor vestidos em uniformes de seus protagonistas lembram aquelas comuns na época em Itália fascista ea Alemanha nazista, bem como traçar uma analogia específicas entre César e Benito Mussolini. As opiniões variam sobre o valor artístico da produção resultante: alguns vêem impiedosamente pared Welles-script para baixo (o tempo de execução foi de cerca de 100 minutos sem intervalo, vários personagens foram eliminados, o diálogo foi movido em volta e emprestados de outros jogos, e a final dois atos foram reduzidos a uma única cena) como uma forma radical e inovadora de cortar afastando elementos periféricos do conto de Shakespeare;. outros acharam a versão de Welles era uma versão mutilada e lobotomizado da tragédia de Shakespeare que não tinham a profundidade psicológica do original . No entanto, a revista Time dá a produção de uma revisão rave, e as inovações de Welles foram ecoados em muitas produções posteriores moderna, que viram um paralelo entre a queda de César, e as quedas de vários governos no século XX. A produção foi mais conhecido por seu retrato do abate de Cinna (Norman Lloyd). É a produção mais longa da Broadway, este jogo em 157 apresentações. Júlio César Welles estreou no teatro de comédia, no outono de 1937, e depois foi transferido para o Teatro Nacional, na West 41 Street, mais tarde rebatizado de Teatro Nederlander. Esta produção famosa também percorreu o país em 1938.
* 1950: John Gielgud jogando Cassius no Memorial Theatre de Shakespeare, sob a direção de Michael Langham e Anthony Quayle. A produção foi considerada um dos destaques de uma época marcante Stratford, e levou a Gielgud (que havia feito um trabalho pequeno filme para e o tempo), jogando em Cassius Joseph L. Mankiewicz 's 1953 versão para o cinema.
* 1977: John Gielgud fez sua última aparição em um papel de Shakespeare no palco como Júlio César na produção de John Schlesinger, no Royal National Theatre. O elenco também incluiu Ian Charleson como Octavius.
* 1994: Arvind Gaur dirigiu o jogo na Índia, com Jaimini como Brutus e Kumar Deepak Ochani como César (24 shows), mais tarde, ele reviveu com Manu Rishi como César e Prasad Vishnu como Brutus para o drama de Shakespeare Festival, Assam, em 1998. Arvind Kumar traduzidos Julius Caesar em hindi. Esta produção foi realizada também no festival de teatro Prithvi internacional, no Brasil Habitat Centre, Nova Déli.
* 2005: Denzel Washington Brutus jogou na primeira produção da Broadway da peça em mais de cinqüenta anos. A produção recebeu críticas universalmente terríveis, mas era um sell-out por causa da popularidade de Washington na bilheteria .

O duo canadense comédia Wayne e Shuster parodiado Júlio César em seu esboço 1958 Lavar o sangue da minha Toga. Flavius Maximus, Private Eye romana, é contratado por Brutus para investigar a morte de César. A polícia processual combina Shakespeare, Dragnet e piadas vaudeville e foi transmitido pela primeira vez no The Ed Sullivan Show

Em 1973, a BBC fez um jogo de televisão Heil César, escrito por John Griffith Bowen. Esta foi uma adaptação da peça colocada em um ambiente moderno, em um país sem nome, com referências a acontecimentos recentes em alguns países. Foi concebido como uma introdução à peça de Shakespeare para crianças, mas provou ser boa o suficiente para ser mostrado na televisão para adultos, e uma versão teatral foi produzido mais tarde.
Em 1984, o Riverside Shakespeare Company de Nova York produziu um vestido moderno conjunto Júlio César, em Washington contemporâneo, chamado simplesmente de César!, Estrelado por Harold Scott como Brutus, Herman Petras como César, Marya Lowry como Portia, Robert Walsh como Antony, e Michael Cook como Cassius, dirigido por Stuart W. McDowell no Centro de Shakespeare .

Em 2006, Chris Taylor da equipe de comédia australiano The Chaser escreveu uma comédia musical chamada Dead César, que foi mostrado no Sydney Theatre Company, em Sydney.


A linha de "The Evil That Men Do", do discurso feito por Marco Antônio, após a morte de César ("O mal que os homens fazem vive depois deles. O bom é muitas vezes enterrado com seus ossos") teve muitas referências na comunicação social, incluindo os títulos de ...

o Um Iron Maiden
o Um filme politicamente orientado, dirigido por J. Lee Thompson, em 1984
o Um Buffy the Vampire Slayer romance.

A edição de 2009 do filme Me and Orson Welles, baseado no livro de mesmo nome de Robert Kaplow, é uma história ficcional centrada em torno da produção de Orson Welles 1937 famoso de Júlio César na Mercury Theatre. O ator britânico Christian McKay é escalado como Welles, e coadjuvantes com Zac Efron e Claire Danes.

No livro de Ray Bradbury Fahrenheit 451, alguns dos personagem últimas palavras Beatty são "Não há terror, Cássio, em suas ameaças, porque eu estou armado tão forte na honestidade que eles passam por mim como um vento ocioso, que eu não respeito! " Quase que imediatamente depois desta, o protagonista, Guy Montag mata Beatty, com um lança-chamas. Estes estão entre as últimas palavras de Brutus no jogo antes de ele ser morto. William Shakespeare.Tradução.Via ferramentas de tradução.

TITUS ANDRONICUS.


Na frente do Capitólio em Roma, encarando uma multidão de Tribunas e Senadores, Saturninus, primeiro - o filho nascido do Imperador romano falecido, pleiteia o seu direito para ser o sucessor do pai dele. O Bassianus o irmão dele também lança a sua reivindicação.
Neste momento chega Marcus Andronicus e segura a coroa disputada. Ele vem pleitear a causa, mas do irmão dele... Titus Andronicus que mostrou grande fidelidade e habilidades como um general contra os góticos.
Em ouvir esta apelação, Bassianus e Saturninus concordam cumprir decisão dos opinadores.
Um caixão é trazido ao capitol; Lucius e Quintius, filhos de Titus Anronicus que fazem isto. Muitos prisioneiros godos estão nesta procissão. Como o caixão está sendo colocado na tumba, Lucius pergunta ao pai dele se ele ?o prisioneiro mais orgulhoso dos góticos? pode matar fizeram com o seu próprio irmão.
Titus lhe dá Alarbus, o filho primogênito de Tamora, Rainha dos góticos. Ele é morto imediatamente, e o irmão dele Marcus também vem e lamenta em cima do corpo, e o irmão Marcus também vem pedir para se tornar um candidato ao trono; como também faz os filhos dele.
Ele recusa a honra. As pessoas então pedido Titus para escolher, e Saturnicus é eleito.
O recentemente eleito - designado Imperador, pergunta pela mão de Lavinian a filha de Titus.
Ao que Bassianaus assume Lavinia, como a noiva dele. O pai dela sendo prevenido de ser seguido por Mutius, faz o filho dele fugir, para não ter de se declarar um trailor. Saturnicus recusa casar com Lavinia agora, e ao contrário, escolhe Tamora, rainha dos góticos, casado a coloca na sua fortaleza. Como também faz com Lavinia e Bassianus. Agora o filhos Demetrius de Tamora e Chiron ambos, que desejavam casar Lavinia com Aron, aos gritos, com Tamora, sugerem que eles devem prender a Bassianaus.
Tamora incentiva a fúria dos filhos dela. Demetrius apunhala Bassianus e foge.
Tamore persuade Saturninus de que Martius e Quintius têm que assassinar Bassia. Eles são condenados para ser executados e Lucius será banido.
Lavina é devolvida pelo tio dela, Marcus Andronicus, que cruelmente a mutilou; a língua dela foi cortada. Ela não pode dizer quem fez isto. Lucius chama o pai dele e irmã e dá adeus, dizendo que irá para os góticos e os exercitará para guerra em Roma. Para permitir Lavina falar quem a mutilou, Marcus lhe ensina a escrever na areia com uma vara, no morro, o nome dos assaltantes dela. Ela escreve para Chirom e para Demetrius.
Os góticos marcham para Roma debaixo da liderança de Lucius Andronicus. Aaron é capturado e confessa tudo. Divulga o enredo de Tamora contra Titus. Titus se propõe a comparecer a um banquete para o imperador e imperatriz... e com paz será feito.
Titus segue os passos de Virginius e mata a filha enfurecida dele, han-ving, já estandos mortos, Chiron e Demetrius.
Ele mata então Tamora. Saturninus mata Titus, e Lucius mata o Imperador.
Lucius explica os males que foram feitos à família dele e é eleito Imperador.
Aaron é condenado para ser meio enterrado e é partido para sofrer na morte, com a fome..WILLIAM SHAKESPEARE.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

DEUSA IDUN.


Idun era uma encantadora Deusa Aesir nórdica que tinha a mesma função de Hebe para os gregos: alimentar os deuses com suas maçãs douradas. A Deusa era considerada a personificação da primavera e da juventude eterna. Alguns autores pesquisados, admitem ser Idun filha de Ivaldi, o anão da terra e sua mãe o sol. Já outros, afirmam que ela não tinha nascido e portanto, nunca morreria. Foi muito bem-vinda pelos deuses, pelo fato de ter se casado com Bragi, o deus da poesia e filho de Odin.
Em agradecimento a tão calorosa acolhida, Idun prometeu aos deuses presenteá-los diáriamente com suas maravilhosas maçãs que tinham o poder de outorgar juventude e beleza eterna a todos aqueles que a saboreassem. Graças a esta fruta mágica, os deuses que não eram imortais, evitaram o passar do tempo e enfermidades, se mantendo jovens e belos durante inumeráveis décadas. Conseqüentemente, estas maçãs despertaram muito interesse e Idun as trancava cuidadosamente em seu cofre mágico. Não importava o número que distribuísse, pois as maçãs sempre eram magicamente multiplicadas.

O RAPTO DE IDUN.
Um certo dia, Odin resolveu fazer uma viagem além da fortaleza de Asgard. Foram com ele Hoener e Loki. Muito embora Loki geralmente criasse muitos problemas, suas mágicas e jogos eram muito divertidos, especialmente quando a jornada era longa.
Após se deslocarem o dia inteiro, atravessando florestas escuras e escalando elevadas montanhas, resolveram descansar no vale dos carvalhos. Lá fizera uma fogueira e saíram a procura de caça. A sorte sorriu para eles, pois encontraram um rebanho de bois pastando. Mataram um e colocaram-no no fogo para cozinhar. Após um longo tempo assando, a carne ainda continuava crua quanto quando foi posta no fogo.
Uma enorme águia pousou na copa de uma árvore e observou o que ocorria e em seguida propôs um negócio com os deuses. Se eles deixassem que ela fosse a primeira a comer, o boi seria cozido. Os deuses concordaram, pois não havia outra alternativa. A águia então voou para baixo e arrebatou o caldeirão onde o boi estava cozinhando. Aterrizou mais adiante e passou a comer com voracidade.
Loki em fúria com o roubo da refeição, pegou uma estaca e lançou-se contra a águia. Entretanto, o pássaro não era uma simples águia, mas se tratava do gigante Thiazi, que tinha tomado tal forma. Loki não conseguiu tirar sua mão da estaca e a águia carregou-o pelos ares, arrastando-o por montanhas e penhascos, ao ponto de que Loki acreditou que iria arrancar seus braços. Quando a águia pousou, o deus implorou-lhe para que o deixasse ir, mas Thiazi só o liberaria se jurasse lhe entregar a encantadora Idun juntamente com a caixa de suas maçãs mágicas. Loki aceitou e regressou para junto de seus companheiros, que depois dos recentes acontecimentos, resolveram voltar a Asgard.
Logo ao chegar, Loki foi visitar Idun, a quem enganou assegurando-lhe que havia encontrado um bosque onde cresciam maçãs melhores que as suas e a convidou para vê-las. Idun aceitou e tomou sua caixa dourada onde guardava suas maçãs e foi com Loki ao tal bosque. Thiazi os esperava oculto entre as árvores e ao ver Idun se aremessou contra ela, disfarçado de águia, a tomou entre suas garras, levando-a até Jotunheim, a Terra dos Gigantes.
Os deuses nórdicos não eram imortais e precisavam das maçãs para sobreviverem. As divindades então, começaram imediatamente a envelhecer e enfraquecer. Reuniram-se então para discutir o problema e pediram informações sobre o paradeiro de Idun e souberam que a última vez a ser vista estava em companhia de Loki. Ao interrogá-lo descobriram o rapto da Deusa e ameaçaram Loki com tortura e morte, caso não encontrasse uma maneira de trazê-la de volta.
Loki pede a Frigga suas vestes de falcão e voa até a casa do gigante Thiazi, que retinha Idun. Encontra a Deusa só, já que o gigante havia saído para pescar. Rapidamente Loki transforma Idun em uma noz e leva-a em seu bico de volta à Asgard. Mas quando Thiazi encontra a casa vazia, toma a forma de águia e voa atrás deles. Próximo de Asgard, os deuses vêem a dramática perseguição e acendem uma enorme fogueira que queima as asas da águia. Já no solo, conseguem matar o gigante.
Este história é uma parábola, onde o Deus do Inverno (Thiazi) seqüestra a Deusa da Vegetação (Idun). Como em muitos mitos nórdico, o Deus Loki, que representa o vento quente de verão, é um o seu principal antagonista. Idun, afastada de Asgard é metáfora da morte da terra com a chegada do inverno.
Idun que retorna como uma noz ou uma andorinha, sImboliza o retorno da Primavera. Na história, está representada pela rejuvenescimento dos deuses.
O tema das maçãs douradas, como fruto da imortalidade, também aparece na mitologia grega e crescem no Jardim das Hespérides.
Associada a TERRA, Idun pode ser invocada para a saúde e renovação da vida.

DEUSA DA PRIMAVERA CAI EM NIFLHEIM.
Um segundo mito, inicia quando Idun senta-se na árvore de Yggdrasil. De repente ela desmaia e caiu em Niflheim, o mais profundo subterrâneo. Lá chegando, congelou de medo, ao contemplar as horríveis vistas do reino de Hel. Preocupados, os deuses foram em busca dela. Odin deu-lhes a pele de lobo branco para aquecê-la. Quando foi encontrada, não conseguia mais falar nem mover-se. Os deuses a cobriram com a pele do lobo e partiram. Entretanto, seu marido Bragi recusou-se a deixá-la e com sua harpa canta para ela.
Esta história é igualmente uma parábola do inverno. Idun ao cair da árvore de Yggdrasil, dá passagem para o outono. A desolação toma conta da terra e a neve (pele do lobo branco) a cobre. Seu marido, o deus da eloqüência com sua harpa, representa os pássaros que cantam com a aproximação do verão.

SIMBOLISMO DA MAÇÃ E ANTIGAS SIMPATIAS.
Árvores de maçãs e maçãs foram e ainda são parte importante do folclore do mundo. Quase universal, a maçã é símbolo de sabedoria e imortalidade.
Na história bíblica, a maçã era o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal. Quando Adão provou da fruta, perdeu sua inocência e foi expulso do paraíso.
A maçã dourada também foi um elemento positivo para garantir a união entre Hipômenes e Atalanta. O jovem jogou três frutos durante uma disputa com Atalanta; se vencesse a corrida casaria-se com ela, se perdesse, seria morto. Graças as maçãs douradas, que distraíram a atenção da moça, o jovem venceu a donzela e o casamento se realizou.
Na mitologia céltica, a maçã está ligada a um espaço específico: a ilha de Avalon, local de abundância e imortalidade. Os gregos já imaginavam essa ilha com um clima ameno e aprazível, cercada por árvores frutíferas e fontes para onde os heróis eleitos se dirigiam sem jamais morrer. Avalon, a Ilha das Maçãs, era, de acordo com as descrições da "Vita Merlini" de Geoffroy de Monmouth (século XII) uma ilha tão abundante que ao invés de grama o chão era coberto por frutos.
Para os nórdicos, destruir um pomar de maçãs era quase um sacrilégio e dizia-se que se fosse destruído, outra colheita nunca prosperaria.
Uma simpatia que era muito realizada na noite de Samhaim (31 de outubro), pelas jovens solteiras, consistia em amarrar uma maçã a uma corda e girá-la em torno da fogueira. A maçã que primeiro caísse no fogo, seria daquela que mais rápido contrairia núpcias.
Outra simpatia era a de descascar a maçã de modo a formar uma tira longa, que deveria ser lançada para trás sobre o ombro esquerdo. A forma feita pela casca, mostraria a inicial do futuro esposo.
Uma velha cura para verrugas, estabelecia que se deveria cortar uma maçã em tantas partes quantas verrugas houvessem. Depois se friccionava cada pedaço da maçã à sua verruga correspondente. Depois, deviam ser enterradas tais partes na terra.
Quando cortada transversalmente, o centro da maçã revela uma estrela de cinco pontas, o pentagrama. Provavelmente foi através da visualização desta imagem que o símbolo sagrado se originou.
A maçã aparece também na mitologia nórdica associada ao amor e a fertilidade. As mulheres de Kirghizstan esfregavam-se em árvores de maçãs para conceber.
Árvores de maçãs eram plantadas depois do nascimento de um filho homem, se ela se desenvolvesse bem, assim seria a vida do menino.
Se uma jovem tivesse muitos pretendentes e quisesse escolher um para casar, deveria remover as sementes da maçã e jogá-las ao fogo, recitando o nome de um dos rapazes para cada uma delas. Se a semente estalasse, deveria casar com esse homem.
As flores e sementes de maçã podem ser usados nos incensos para invocar e honrar as Deusas: Idun, Afrodite, Ceridwenn, Morgana, Hespérides, Flora, Godiva, Inanna, Deméter. Varas de maçã são usadas em Beltane e na mágica do amor. As flores podem ser usadas como decoração, a fruta pode se transformar em deliciosos bolos e a cidra pode ser usada para substituir o vinho nos rituais. Se você tiver árvores de maçãs realize o ritual de Yule em torno delas. Derrame cidra e deixe oferendas de bolos ao pé de suas raízes. Tal rito, substitui a antiga prática de derramar sangue nelas, que era um dos atos do ritual de fertilização.
A maçã é ainda, um símbolo importante nas iniciações, pois representam a morte e um renascimento metafórico da Deusa.
Deusa Idun chega até nossas vidas para nos dizer que é hora de alimentarmos nossa consciência com mais abundância. Não devemos passar por este mundo sem almejar a ilimitada abundância. Idun diz que a abundância é difícil de ser percebida quando a carência, a pobreza e a escassez dominam a consciência.
Abra-se para o fluxo da abundância e deixe que ela permeie sua vida. Quando você se abrir para este fluxo, tornar-se-á parte dele e o atrairá para junto de si. Conscientize a abundância em todos os aspectos de sua vida: no amor, na saúde, na beleza, no talento, no humor, etc. A partir de hoje, a palavra de ordem é não
Rosane Volpatto.