contos sol e lua

contos sol e lua

terça-feira, 28 de julho de 2009

YING-YANG.


Segundo a filosofia chinesa o yin yang é a representação do positivo e do negativo, sendo o princípio da dualidade, onde o positivo não vive sem o negativo e vice e versa. O criador desse conceito foi I Ching, ele descobriu que as formas de energias existentes possuem dois pólos e identificou-o como Yin e Yang. O Yin representa a escuridão, o princípio passivo, feminino, frio e noturno. Já o Yang representa a luz, o princípio ativo, masculino, quente e claro. Além disso, também são indicados como o Tigre e o Dragão, representando lados opostos. Quanto mais Yin você possuir, menos Yang terá e, quanto mais Yang possuir menos Yin você terá. Essa filosofia diz que para termos corpo e mente saudável é preciso estar em equilíbrio entre o Yin e o Yang. Há sete leis e doze teoremas da combinação das energias Yin e Yang:

As leis são;

1. Todo o universo é constituído de diferentes manifestações da unidade infinita;
2. Tudo se encontra em constantes transformações;
3. Todas as contrariedades são complementares;
4. Não há duas coisas absolutamente iguais;
5. Tudo possui frente e verso;
6. A frente e o verso são proporcionalmente do mesmo tamanho;
7. Tudo tem um começo e um fim.

Os teoremas são;

1. Yin e Yang são duas extremidades de pura expansão infinita: ambas se apresentam no momento em que a expansão atinge o ponto geométrico da separação, ou seja, quando a energia se divide em dois;
2. Yin e Yang originam-se continuamente da pura expansão infinita;
3. Yang tende a se afastar do centro; Yin tende a ir para o centro; E ambos produzem energia;
4. Yin atrai Yang e Yang atrai Yin; Yin repele Yin e Yang repele Yang;
5. Quando potencializados, Yin gera o Yang e Yang gera o Yin;
6. A força de repulsão e atração de todas as coisas é proporcional à diferença entre os seus componentes Yin e Yang;
7. Todos os fenômenos têm por origem a combinação entre Yin e Yang em várias proporções;
8. Os fenômenos são passageiros por causa das constantes oscilações das agregações dos componentes Yin e Yang;
9. Tudo tem polaridade;
10. Não há nada neutro;
11. Grande Yin atrai pequeno Yin; o grande Yang atrai o pequeno Yang;
12. Todas as solidificações físicas são Yin no centro e Yang na periferia.

OS OLHOS DE HORUS,


Os Olhos de Horus

Semelhante aos olhos de um falção, este símbolo é chamado de olho de horus, ou olho de Rá. Udjat (ou Utchat) o olho direito de Horus o deus egipcio falção, representa o sol e é associado a figura do deus solar Rá.

A imagem rebatida, Wedjat, ou o olho esquerdo, representa a lua, e o deus Tehuti (Thoth). Um conceito muito similar do Sol e da Lua como os olhos, aparece em muitas tradições religiosas.

De acordo com a lenda, o olho esquerdo de Horus foi rasgado por Seth e depois restaurado por Thoth, deus da magia. O povo egipcio acreditava que o olho esquerdo de Horus era a lua, e está história faz alusão as fases, em que o olho é rasgado e restaurado a cada mês.

Juntos os olhos de Horus (Udjat/Wedjat) representam todo o universo, um conceito muito similar ao símbolo Yin-Yang.

O olho direito reflete a energia solar, masculina vinculada a razão e a matemática.

O olho esquerdo reflete o liquido, a energia feminina, lunar que governa a intuição e a magia.

Juntos representam o poder combinado e trascendente de Horus.

O Olho de Horus foi e ainda é utilizado como amuleto de cura e proteção (pela fantástica história da sua restauração). Também era usado como medida médica, usando as proporcões matemáticas do olho para determinar as proporções dos ingredientes na preparação de medicamentos.

Também é utilizado na masonaria como o "olho que tudo vê", o olho símbolo da providência encontrado no dinheiro americano e também o nosso símbolo farmaceutico moderno Rx são descendentes do Olho de Horus.

ALGUNS SIMBOLOS GÓTICOS.O ALFABETO GÓTICO.

SIMBOLOS GÓTICOS.


De certo modo, os talismãs e símbolos utilizados pelos góticos surgiram de religiões e filosofias antigas, muitas consideradas obscuras. Provavelmente, pelo facto da cultura gótica não pertencer a nenhuma religião e admirar essas filosofias. Entretanto, é bom lembrar que isso não é uma regra. Acima do significado religioso há o valor simbólico que esses objectos carregam.

O pentagrama, por exemplo, é muito usado pelos góticos e wiccas. No começo, o seu significado era associado à verdade implícita do misticismo religioso e do trabalho do Criador. Porém, ervas e drogas trazidas do leste durante as Cruzadas passaram a fazer parte do acervo farmacêutico de sábios e bruxas. Com isso, passou-se a usar o símbolo entrelaçado e invertido no trono do mestre dessas lojas. Em decorrência disso, o pentagrama foi levado ao conceito de bem e do mal, levando a Igreja Cristã a adoptá-lo como sendo uma representação simbólica do satanismo. Suas cinco pontas representam o ar, a água, a terra, o fogo e o espírito.

Já o Ank, com seu formato cruciforme, tem origem egípcia. Muitos vêem-no como uma representação do útero, com seu topo arredondado, símbolo da fertilidade. Outros o ligam ao conceito de vida eterna. Era usado por Ísis, viúva e irmã de Osíris, guardiã e deusa da mágica e da morte que, também, possuía o poder de ressurreição.

Também chamado de Chave do Nilo, o Ank tinha uma importância mítica muito interessante, onde representava as cheias periódicas do rio Nilo, fundamentais na sobrevivência dos povos egípcios.

Por fim, a maioria dos símbolos e talismãs usados pelos góticos tiveram sua origem no Oriente, e todos com significados filosóficos, míticos e espirituais.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

CARACTERES DAS RUNAS DE ODIN


Não se pode viajar extensamente pela Dinamarca, Suécia ou Noruega sem encontrar grandes pedras de formato diferente, que têm gravadas os caracteres rúnicos, diferente de todos os outros conhecidos. As letras consistem de "varinhas", que eram usadas, nos tempos primitivos, pelos povos nórdicos para prever os acontecimentos futuros. Os caracteres rúnicos são de vários tipos e têm uso, principalmente, com finalidades mágicas. Os malignos eram empregados para causar aos inimigos várias espécies de mal, e os benignos, para evitar o infortúnio. Alguns tinham finalidades medicinais, outros eram empregados para conquistar um amor. A língua é um dialeto de godo chamado norreno, ainda usado na Islândia. As inscrições podem, portanto, ser lidas, mas até agora, foram encontradas muitas poucas capazes de trazer qualquer esclarecimento sobre fatos históricos. Em sua maior parte são epitáfios gravados em números.

FREYA-A BELA DEUSA NÓRDICA DA DINASTIA DOS VANIR,

Da Antiga Mitologia Nórdica, Mãe dos Vanir, a Deusa Freya era considerada a mais popular e a mais Bela das Deusas de seu Povo. A ela eram-lhe atribuídos inúmeros Dons e Poderes tais como: as Regências do Amor e Fertilidade, Supremacia na Magia, Invencibilidade nas Guerras, Poderes sobre a Morte, Dons de Profecias e Práticas Xamânicas.

A " Senhora " ou Freya, por vezes é confundida com outra não menos Bela Deusa Nórdica de nome Frigga, esposa do Poderoso Deus Odin.

Freya era filha do Deus do Mar, "Njord" e da Deusa Terra, "Nerthus". Seu irmão chamava-se Frey ou o " Senhor ". Ambos eram invocados para atrair, boas Colheitas, Fertilidade e Prosperidade.

Famosa por seus Poderes Extraordinários e rara Beleza, Freya possuía exuberantes e sedutoras formas, sempre adornada de belíssimas e Mágicas Jóias. Uma destas, talvez a mais Poderosa que Freya possuía, era um magnífico colar de nome " Brissinganamen " confecccionado por Gnomos ferreiros em troca de favores Amorosos. Obviamente, tão Mágico Colar despertou a cobiça do Poderoso e Ciumento Deus Odin.

E para obtê-lo, Odin enviou o Deus Loki para roubá-lo da Bela Freya.
Astuto Loki, transformou-se em uma pulga, picou o pescoço da Deusa, que por fim soltou o colar ao coçar-se.

Para reaver seu Amado e Poderoso Tesouro, Freya necessitou fazer um pacto com Odin: deveria ela ajudá-lo a vencer arrebatadoramente diversas Batalhas.

Diziam as Lendas, que vitoriosa seria uma Batalha, se Freya sobrevoasse o Campo Inimigo em forma de Falcão, ou na forma Humana usando um manto feito de penas do referido pássaro, liderando suas 9 Deidades, consideradas também Servas de Odin, as Valquírias, Guerreiras Condutoras e Protetora das Almas em Combate.

Cumprida a promessa com o auxílio de suas fiéis Valquírias, Freya então recuperou seu precioso Colar e o respeito do Poderoso Odin, honraria rara que o Voluntarioso Deus concedia a poucas Divindades de seu Tempo.

Ainda nos dias atuais, descendentes dos Antigos Povos Nórdicos, mostram com orgulho suas raízes Mágicas com as Divindades de outrora. Um evidência diretamente relacionada a Deusa Freya,( além das inúmeras Estatuetas dedicadas à ela encontradas por Arqueólogos ), está no dia da semana Inglês Sexta Feira ou " Friday ", que signigica " O Dia de Freya ". Esta e outras evidências explicariam para alguns Historiadores, o porquê de muitos descendentes das Dinastias Nórdicas dos Vanir e Aesir, terem-se estabelecido nas Ilhas Britânicas entre os Séculos IX e X.

DEUSES NÓRDICOS.

Tor, o senhor dos trovões, filho mais velho de Odin, era o mais forte dos deuses e homens, possuía algo muito precioso, que era seu martelo. Do nome Tor deriva Thursday, o quinto dia da semana.

Frey, era um dos deuses mais celebrados, responsável pela chuva, pelo brilho do sol e por todos os frutos da terra. A deusa Freyja era sua irmã, a mais propícia das deusas, amava a música, a primavera, as flores, os elfos. Apreciava muito as canções amorosas e todos os amantes poderiam invocá-la com proveito. Era a deusa da fertilidade.

Bragi era o deus da poesia, e seus cantos recordavam os feitos dos guerreiros. Sua esposa, Iduna, guardava a caixa de maçãs que os deuses, quando sentiam aproximar-se a velhice, provavam, para recuperar imediatamente a mocidade.

Heindall era o vigia dos deuses e, portanto, ficava na fronteira do céu para impedir que os gigantes passassem pela ponte Bifrost (o arco-íris). Heindall dormia menos que um pássaro e enxergava, tanto de dia quanto de noite, num raio de 100 milhas (cerca de 160 km). Tinha tão bons ouvidos que podia ouvir o ruído da relva crescendo nos campos e da lã crescendo em um carneiro.