contos sol e lua

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sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Causas de Algumas Doenças.

A histeria, a epilepsia, a tuberculose e o cancro são o resultado das tendências para uma vida desordenada em vidas pretéritas. Ao investigarmos as vidas passadas de alguns destes doentes verificámos que eles foram, na sua maioria, grandemente sensuais. Satisfizeram intensamente a sua lascívia de modo quase compulsivo – ainda que fossem, ao mesmo tempo, de natureza altamente devota e até religiosa. Identificaram-se distúrbios mentais em pessoas que tinham o corpo físico aparentemente saudável. Noutros casos, em que a natureza passional andava claramente associada a um carácter vil e a uma cruel falta de respeito pelos outros desenvolveu-se a epilepsia, o raquitismo, o histerismo ou mal-conformação do corpo. Em muitos deles verificou-se o aparecimento de cancros, especialmente no fígado e no tórax. O leitor deverá evitar quaisquer conclusões apressadas considerando esta relação como regra invariável. É certo que fizemos inúmeras investigações, penosas para um único observador. Não podem, todavia, servir para uma conclusão definitiva sobre um assunto que se relaciona com milhões de seres humanos. Não obstante, estão de acordo com os ensinamentos do Conceito Rosacruz do Cosmo dado pelos Irmãos Maiores acerca dos efeitos do materialismo sobre os tecidos moles, que endurecem, como no caso da tuberculose, e nos tecidos duros, que se tornam frágeis, como no raquitismo. Vejamos o caso das doenças cancerosas. Se considerarmos que a Lua, o planeta da geração, é o regente do Caranguejo (Cancer), e que a esfera lunar é regida por Javé, o deus da geração, cujos anjos anunciam e presidem ao nascimento – como vemos nos casos de Isaque, Samuel, João Baptista e Jesus – não será difícil compreender a relação entre o abuso da função sexual, o cancro e as variadas formas conhecidas das doenças mentais”1. “Aquele que tem uma vida sã, que se esforça por se amoldar e obedecer às divinas leis da harmonia, cria à sua volta urna barreira defensiva formada de pensamentos elevados. Tem, ao mesmo tempo, clara influência no ambiente que o rodeia. A sua mente e desenvolver-se-á com harmonia. E quando chegar a altura de preparar o novo corpo físico para a futura vida terrena, no Segundo Céu, estará, fácil e intuitivamente em perfeita sintonia com as forças do equilíbrio e da rectidão. O hábito anteriormente adquirido há-de permiti-lo facilmente. Tal harmonia, assim impregnada no corpo, terá idêntico reflexo nos outros veículos. A saúde será, por conseguinte, o merecido prémio. O Segundo Céu é um estado de consciência espiritual por que todos havemos de passar entre renascimentos. Mas o certo é que ainda hoje o número de pessoas dispostas a viver inteiramente em harmonia com a verdade que já conhece, e a defendê-la publicamente pelo exemplo é muito pequeno. Compreende-se que assim seja. E era ainda mais reduzido noutros tempos, antes de Cristo haver estimulado o sentimento de altruísmo. As normas da moral também eram incipientes. O amor à verdade quase ignorado. A indiferença pelos interesses alheios praticamente total. Cada um lutava por si e para si. Apenas se procura a fortuna, o poder ou o prestígio pessoal. Tudo isto deu origem a arquétipos repletos de desarmonia. Desta desarmonia resultaram corpos físicos com enfermidades evidentes, em particular no Ocidente. Esta característica deve-se ao facto de, neste lado do mundo, os corpos densos serem cada vez mais sensíveis ao desenvolvimento da consciência do espírito”. Compreende-se que a modificação de certos hábitos e modos de ver, aperfeiçoando sempre a nossa conduta, é condição essencial para uma vida longa e saudável. Max Heindel1 1 In Princípios Ocultos de Saúde e Cura, Cap. V; e Cap. IV; Oceanside, 1984.

A Provação do Peregrino.

Todos vivemos várias provações ao longo da nossa existência terrena, períodos mais ou menos longos, em que somos assolados por diversas experiências bastante dolorosas; podemos citar a título de exemplo a perda de um ente querido, a falência de uma empresa, uma separação conjugal, algo intenso que provoca no indivíduo tristeza, instabilidade, insegurança, incerteza, lançando o ser numa crise profunda que atinge todas as áreas do seu ser, incluindo o seu lado espiritual. Os estudantes das várias correntes espirituais sabem que nada funciona por acaso e que tudo o que nos é dado viver tem um sentido oculto. Vários são os caminhos tomados face a estes períodos. Surge na maioria uma desorientação que, progressivamente, origina uma desconexão com o seu lado espiritual, até se perderem no nevoeiro e tempestades da vida. Podem deambular durante uma vida, desperdiçando oportunidades evolutivas, desmotivados, descrentes, longe do Sentido que inicialmente buscavam. Alguns costumam ficar obcecados com o passado longínquo e detêm-se em procurar ligações cármicas, buscando o fio antigo de sentidos; normalmente, tal é a obstinação por este trilho que rapidamente se perdem em mistificações ou deambulam em teias de fértil imaginação; outros refugiam-se numa atitude triste e submissa, aceitando o pesado destino com resignação. Entre o nevoeiro e a luz outros há que, após fases sucessivas de quedas e de recomeços, vão perdendo e reencontrando o caminho que procuravam, num balanço entre o afastamento e o retorno. Poucos são os que nunca perdem de vista o farol interior que os ilumina, ainda que se percam nos caminhos e atalhos da vida. Para todos a provação pode ser vista sob várias faces ou todas numa só: — funciona como uma prova às capacidades do peregrino, no fundo, um teste a aprendizagens anteriores; — necessidade de mudar de rumo, fazer novas escolhas difíceis, porém adequadas ao novo momento evolutivo; — necessidade de redefinir os sonhos, os objectivos de vida; novas aprendizagens estão na forja. Todos sentem que nesses momentos há determinadas aprendizagens – vontade, discernimento, pensamento positivo – que se afinam ou comportamentos que se adoptam, a disciplina, por exemplo; sentem também que há capacidades novas que emergem. Todas estas capacidades e atitudes podem tornar-se as nossas âncoras, mas só uma se afigura na provação como o nosso refúgio e salvação: a oração, esse fio de luz que nos liga à nossa Casa, nos devolve aos braços do Criador num breve alento para novas batalhas. Qualquer situação, por mais distorcida que se afigure, não tem mais força do que o poder de uma oração sincera e a nossa persistência nesse acto ajudará a ultrapassar qualquer provação, visível ou invisível, a seu tempo. Maria Coriel.

O Corpo de Pecado – A Autopossessão.

Há uma região (a inferior do Mundo do Desejo) que é o ambiente em que se movem os espíritos errantes. Neste plano eles estabelecem uma íntima ligação com as pessoas "vivas" que sejam mais facilmente influenciáveis. Geralmente, permanecem nestas condições durante cinquenta, sessenta ou setenta e cinco anos. Já observámos casos em que tais infelizes permaneceram séculos no ambiente físico. Tanto quanto foi possível investigar, parece não haver limite para o que possam fazer. Nem se pode prever, com segurança, quando possam deixar de actuar, por obsessão ou sugestão. Deste comportamento resulta uma tremenda responsabilidade da qual não poderão fugir, uma vez que o corpo vital reflecte e grava profundamente, no corpo de desejos, o registo de todas as acções. Quando, finalmente, abandonarem a vida errante, é que iniciam a existência purgatorial. E aí encontrarão o merecido castigo. O sofrimento destas pessoas é, naturalmente, proporcional ao tempo em que estiveram nestas condições, depois da morte do corpo físico. O corpo-de-pecado é o veículo formado pelos corpos vital e desejos amalgamados. Não se desintegra tão facilmente como os outros, quando é abandonado pelo espírito. Quando este espírito renasce, atrai naturalmente o seu corpo-de-pecado. Vive com ele, geralmente, durante toda a vida, como um demónio. As investigações efectuadas revelam que este tipo de criaturas sem alma, eram abundantes nos tempos bíblicos. O Salvador referia-se-lhes chamando-lhes "demónios". São a causa de diversas obsessões e doenças físicas (erradamente atribuídas por vezes a outros espíritos). Ainda hoje, uma boa parte do Sul da Europa e Oriente é prejudicada pela sua influência. Em África, há tribos inteiras que, por causa das suas práticas de magia negra, arrastam consigo estes tenebrosos espectros. O mesmo se pode dizer dos indígenas da América do Sul. No entanto, o mal não é um exclusivo dos povos menos desenvolvidos. Encontramos esses demónios mesmo entre os habitantes dos países ditos civilizados, no Norte da Europa e na América tanto do Norte como do Sul. A sua forma é, porém, menos repugnante do que nos casos atrás citados, frequentemente associados a práticas abomináveis. A possibilidade de a guerra contribuir para que os corpos vital e de desejos se pudessem unir fortemente entre si preocupou-nos imenso tempos atrás. Poderia originar o nascimento de legiões de monstros que afligissem as gerações futuras. Concluímos, todavia, com satisfação, que esse receio era infundado. A cristalização do corpo vital e a sua forte ligação ao corpo de desejos só acontece como resultado da perversidade, da vingança premeditada e quando se alimentam estes sentimentos por muito tempo. Os arquivos da Grande Guerra informam-nos até que, em alguns casos, os combatentes de ambos os lados, uma vez cessadas as hostilidades ou impedidos de permanecer em combate, se relacionavam normalmente sempre que para tal havia oportunidade. Por isso, ainda que a guerra seja causadora de enorme mortalidade, mesmo infantil, não pode ser acusada, no entanto, das penosas consequências da obsessão nem dos crimes induzidos por esses tenebrosos corpos-de-pecado. Os corpos-de-pecado abandonados permanecem normal e preferencialmente nas regiões etéreas inferiores. A sua densidade coloca-os no limiar da visão física. Algumas vezes materializam-se, atraindo alguns constituintes do ar, até se tornarem perfeitamente visíveis às suas vítimas. Max Heindel in O Véu do Destino

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Ave Fênix – Ave do Fogo.

A lenda da Fênix relata a história de uma ave capaz de renascer das próprias cinzas. É um símbolo universal da morte e ressurreição, da imortalidade, do Sol e da nossa Chispa Divina.O mito da Ave Fênix é retomado por místicos e literatos de todos os tempos, entre eles Dante Aliguieri e Quevedo. Como se trata de uma história amplamente difundida no tempo e no espaço, aparece com diferentes versões. Na China, a ave sagrada toma o nome de Feng e representa a Grande Imperatriz (nossa Mãe Divina, ou seja, Deus Mãe dentro de todos nós); e pintada junto a um Dragão, simboliza a confraternidade inseparável. No livro do grande místico sufi Farid Ud-Din Attar, A Linguagem dos Pássaros, inúmeras aves se reúnem para realizar uma peregrinação a um lugar sagrado para receberem a sabedoria e a iluminação do “pássaro dos pássaros”, o Simorg, que tem as mesmas características sagradas e eternas da Fênix. Tave-fenix-gnosisonlineambém na Índia, aparece uma versão local do mito da Fênix: trata-se de uma ave que, ao atingir a idade de 500 anos, realiza uma autoimolação às vésperas da Primavera em um altar (feito de galhos e resinas de olíbano, mirra e outras plantas sagradas) que foi especialmente preparado para esse fim por um sacerdote. Porém, é a própria ave que acende o fogo. No dia seguinte, dentre as cinzas, surge uma larva que logo se transforma em um pequeno filhote de uma ave. Em seguida, quando ela cresce, todos reconhecem nela a forma, o brilho e a beleza característicos da eterna Fênix. Porém, vê-se algo distinto em seus olhos e no brilho de suas penas: a Fênix ressuscitou mais bela, mais poderosa e mais grandiosa… Na mitologia egípcia, tomada dos atlantes (pois o mito da Fênix é de origem atlante), essa ave toma o nome de Benú. Do Egito para os árabes, e destes para os alquimistas e místicos medievais da Europa, a Fênix é muito utilizada dentro dos simbolismos da Alquimia, pois representa a criação da Pedra Filosofal através de um Fogo muito especial, saído do bafo da Fênix. Efetivamente, a ave mitológica, na lenda medieval, vive em algum lugar misterioso da Arábia Feliz, porém voa para o Egito, a pátria da Alquimia, a fim de ela exercer o sacerdócio do “fogo sacrificial”. Nesta versião dos alquimistas medievais, trata-se de uma ave púrpura, ou vemelha, que ao envelhecer constrói uma pira de madeira resinosa e especiarias para jogar-se no meio desse ninho fatal. Os raios do sol acendem o fogo e o místico pássaro aviva a chama, utilizando suas asas, batendo-as incessantemente até que o fogo a consuma totalmente. Logo, uma nova Fênix renasce das cinzas sobrantes do fogo. Já na mitologia greco-romana, Hesíodo afirma que a Fênix vivia nove vezes mais do que um corvo. E o poeta Ovídio a resgatará em sua obra Metamorfoses. Muitos sábios gregos associavam tanto essa ave sagrada quanto a coruja com a deusa da Sabedoria Minerva. No México antigo, a Fênix está sempre en companhia do grande avatar Quetzalcóatl, e para os primeiros cristãos simbolizava o próprio Cristo, que morreu e ressuscitou gloriosamente. E até mesmo Plínio a incluirá em sua História Natural, descrevendo-a como uma grande águia que possui um colar dourado ao redor de seu colo, com corpo de cor púrpura e cauda azul com algumas plumas rosadas, a que ninguém jamais a viu alimentar-se. Plínio estimou sua longevidade em cerca de 500 anos. Por sua parte, Isidoro de Sevilha descreverá a ave como muito longeva, com séculos de duração, e que quando se passam 500 anos ela constrói uma pira perfumada para imolar-se no fogo e logo renascer de suas cinzas. Simbologia Gnóstica da Ave Fênix É o símbolo da Resurreição na Eternidade, na qual a noite segue ao dia e o dia à noite. É também uma alusão aos ciclos periódicos de resurreição cósmica e reencarnação humana. Para os gnósticos gregos, a Fênix vive mil anos, e ao término dos quais, acendendo um fogo chamejante ela consome a si mesma. Renascida logo de suas cinzas, vive mais mil anos, e assim até sete vezes sete. Essas “sete vezes sete”, ou 49 vezes, são uma transparente alegoria e uma alusão aos 49 Manus, às 7 Rondas, aos 49 níveis profundos da mente humana,e aos 49 ciclos humanos na Ronda verificada em cada Sistema de Globos. Na Alquimia Gnóstica, é o símbolo da Regeneração da Vida Universal. Pode, também, na sua simbologia invertida, representar o Eu Psicológico, que pode renascer em nossa mente. A Ave Fênix (Um conto infantil de Hans Christian Andersen) No jardim do Paraíso, sob a Árvore da Sabedoria, crescia uma roseira. Em sua primeira rosa nasceu um pássaro. Seu voo era como um raio de luz, magníficas as suas cores, seu canto causava arroubo. Porém, quando Eva colheu o fruto da ciência do bem e do mal, e quando ela e Adão foram expulsos do Paraíso, da flamígera espada do anjo caiu uma chispa no ninho do pássaro e lhe ateou fogo. O animalzinho morreu abrasado, porém do avermelhado ovo saiu voando outra ave, única e sempre a mesma: a Ave Fênix. Conta a lenda que faz seu ninho na Arábia, que a cada cem anos se dá morte abrasando-se em seu próprio ninho; e que do vermelho ovo sai uma nova Ave Fênix, a única no mundo. O pássaro voa à nossa volta, brilhante como a luz, esplêndida de cores, magnífica em seu canto. Quando uma madre está sentada junto ao berço de seu filho, a Ave se acerca de seu travesseiro e, abrindo suas asas, traça uma auréola ao redor da cabeça da criança. Voa pelo sóbrio e humilde aposento e há resplendor de sol no quarto, e sobre o humilde cômodo exala um perfume de violetas. Porém, a Ave Fênix não só a Ave da Arábia; irradia também os resplendores da Aurora Boreal sobre as geladas plansob as rochas cupríferas de Falun, nas minas de carvão da Inglaterra, voa como a mariposa sobre o devocionário nas mãos do piedoso trabalhador. Na folha do lótus desliza pelas águas sagradas do Ganges, e os olhos da donzela hindu se iluminam ao vê-la. Ave Fênix! Não a conheces? A Ave do Paraíso, o cisne santo da canção? Ia no carro de Thespis na forma do corvo tagarela, agitando as asas pintadas de negro; a harpa do cantor da Islândia era pulsada pelo bico vermelho do cisne; pousada sobre o ombro de Shakespeare, adotaba a figura do corvo de Odin e lhe sussurrava ao ouvido: “Imortalidade!” Na festa dos cantores, revoava na sala de concursos de Wartburg. Ave Fênix! Não a conheces? Te cantou a Marselhesa, e tu beijaste a pluma que se desprendeu de sua asa; veio em todo o esplendor paradisíaco e tu talvez deste as costas para contemplar o pardal que tinha enfeites dourados nas asas. A Ave do Paraíso! Rejuvenescida a cada século, nascida dentre as chamas, entre as chamas mortas; tua imagem, marcada em ouro, posta-se nas salas dos ricos; tu mesma voas com frequência rumo à ventura, solitária, feita só de lenda: a Ave Fênix da Arábia. No jardim do Paraíso, quando nasceste no seio da primeira rosa sob a Árvore da Sabedoria, Deus te beijou e te deu teu nome verdadeiro: Poesia! A Ave de Minerva, por Samael Aun Weor Agora já não podemos negar à humanidade a Chave dos poderes que divinizam. Com prazer vamos entregar a nossos discípulos a Chave milagrosa. Pois bem, durante o transe de Magia Sexual vocalize-se este mantra: JAO RI Prolonga-se o som de cada vocal. E ordena-se à Ave Maravilhosa do Fogo que abra, que desenvolva o chacra do qual se necessite começar o desenvolvimento relacionado à faculdade que mais se esteja precisando. Estejam seguros de que a Ave de Minerva trabalhará sobre o chacra, disco ou roda magnética sobre a qual receba ordens supremas. É evidente e positivo que essas faculdades não se desenvolvem instantaneamente. Mas, a Ave de Minerva despertará! E se se continuar com a prática, diariamente, essa Ave, essa sagrada Quetzal, desenvolverá a faculdade ordenada e ambicionada de forma absoluta. O importante é perseverar, não se cansar, praticar diariamente com intensidade fervorosa. A ave milagrosa do Fogo proporciona a Chave para projetar o Fogo da Kundalini à distância e ajudar, assim, aos doentes, ou a projetar a qualquer chacra do corpo astral do estudante esotérico. Alguns estudantes projetarão seu Fogo ao chacra prostático com o fim de adquirir poderes de sair conscientemente em Corpo Astral. Outros o farão para o chacra frontal para despertar a clarividência. Outros o farão para o chacra da laringe que lhes conferirá o poder de ouvir o Ultra. Este chacra facilita ao iogue conservar seu corpo físico vivo e perfeitamente são ainda nas Noites Cósmicas. Outros projetarão a Ave Minerva ao plexo solar, o qual capacita a permanecer horas inteiras no fogo sem sequeimar. Alguns estudantes enviarão a Ave Maravilhosa ao chacra do coração que conferirá poder sobre o furacão, os ventos, etc. Também se pode remeter a Ave Minerva ao chacra das mil pétalas situados na parte superior do crânio. Tal chacra proporciona a intuição, a polividência, a visão intuitiva e o poder de sair do corpo físico conscientemente no Espírito, no Íntimo, sem veículos de nenhuma espécie. Também se pode lançar a Ave Minerva sobre os átomos do corpo físico e lhe ordenar a preparação de tal corpo para os estados de “Jinas”. Todos temos de aprender a projetar o Fogo a qualquer rincão do Universo e a qualquer chacra do organismo! Assim, todos despertarão seus poderes internos… Não basta acender o Fogo: terá que se aprender a dirigi-lo inteligentemente para trabalhar na Grande Obra. Samael Aun Weor, Logos, Mantra e Teurgia
Sou como a mitológica Ave Fênix. Pois tenho um grande fogo que arde dentro de meu coração, cheio de paixão, desejo, amor e esperança. Com milhares de ideias e perseverança para que elas se realizem. Sou como a ave mitológica, pois quando pareço não ter mais forças, renasço das cinzas e incendeio a tudo e a todos com força e esperança. Esta força que nasce de dentro e se espalha, mostrando como não devemos desistir de nossos amores, ideais e lutas. Posso cair mil vezes, mas mil vezes irei levantar, e das cinzas ressurgirei cada vez mais forte, cada vez mais dono de mim, e com certeza que estarei a cada passo mais perto da felicidade. Posso até errar, mas poderei me levantar e mudar tudo para melhor, porque sou único neste mundo, e tenho a obrigação de ajudar a fazer a vida ser algo melhor, não só para mim, mas para todos que me rodeiam. Autor: Odair S. Rodrigues

sábado, 13 de janeiro de 2018

CAMINHO PARA A ROSA.

O caminho para a Rosa Começa na sombra que oprime. Mas há luz mais adiante E a alma se redime. O caminho para a Rosa Nasce da dor do peregrino Que morre e volta a nascer Pra que o amor possa vencer. E há a solidão Deserto essencial Onde se prova o caminhante. do livro: CAMINHO PARA A ROSA, Eduardo Aroso.

O Corpo Vital e a Saúde.

O corpo vital tende a construir o corpo físico, ao passo que os nossos desejos e emoções o destroem. Esta luta entre o corpo vital e o corpo de desejos é que produz a consciência no mundo físico e que solidifica os tecidos de maneira que o tenro corpo da criança vai-se endurecendo gradualmente e enrugando na velhice, à qual se seguirá a morte. A moralidade ou imoralidade dos nossos desejos e emoções atua de maneira similar no corpo vital. Quando a devoção a ideais elevados foi a mola propulsora para a ação e a natureza devocional teve plena liberdade de se exprimir durante anos e anos, especialmente quando tudo isso se realizou mediante a prática dos exercícios científicos deRetrospecção e de Concentração, os éteres químico e devida vão diminuindo gradualmente à medida em que se desvanecem os apetites animais e a quantidade dos éteres de luz e refletor aumenta, ocupando o lugar daqueles. Como resultado disso a saúde física dessas pessoas não é tão robusta como a das demais que vivem uma vida indulgente à natureza inferior. Estas, ao contrário, atraem os éteres químico e de vida em proporção à extensão dos seus vícios, com a exclusão parcial ou total dos dois éteres superiores. Deste fato derivam algumas conseqüências sumamente importantes relativamente à morte. Como o éter químico é o que cimenta as moléculas do corpo em seus respectivos lugares e as mantém ali durante a vida, quando só existe um mínimo desse material, a desintegração do corpo físico depois da morte deve ser muito rápida. Foi nos impossível comprovar isso pessoalmente, devido à dificuldade de encontrar pessoas de alta espiritualidade que tenham morrido recentemente, mas parece que deve ser assim pelo que se diz na Bíblia que o corpo de Jesus não foi achado no túmulo quando vieram buscá-lo. Cristo espiritualizou o corpo de Jesus tão intensamente, tornando-o tão vibrante, que era quase impossível manter as diferentes partículas em seus lugares durante Seu ministério. Como já dissemos, uma vida mundana aumenta a proporção dos éteres inferiores no corpo vital com prejuízo dos superiores. Se além de levar uma vida materialmente "pura", se evitam todos os excessos, a saúde durante a vida física será mais robusta do que a do aspirante à vida superior, porque a atitude deste último com respeito à vida, forma um corpo vital composto principalmente dos éteres superiores. Ele ama o "pão da vida" mais do que o sustento físico e, por conseguinte, seu corpo físico vai-se sensibilizando intensamente, chegando a um estado tal que favorece grandemente seus objetivos espirituais, mas que é difícil de suportar sob o ponto de vista material. Na maioria da humanidade existe tal preponderância de egoísmo e um desejo tão veemente de tirar o maior partido possível da vida física, que os seres humanos se encontram sempre ocupados, seja em manter o "lobo fora da porta", seja acumulando posses e cuidando delas. Dai que tenham pouco tempo ou inclinação para se ocuparem com a cultura da alma, tão necessária para o verdadeiro êxito da vida. Portanto, é tão pouco o que persiste em cada vida na maioria dos seres humanos e a evolução é tão terrivelmente lenta, que a alguém que seja capaz de contemplar a morte, das mais superiores regiões do Mundo Mental Concreto, olhando, por assim dizer, para baixo, pareceria que na realidade quase nada se salva desse corpo vital. Este corpo parece que volta inteiramente ao corpo físico para flutuar sobre o túmulo, desintegrando-se simultaneamente com ele. Na realidade, porém, uma parte sempre crescente adere aos veículos superiores e com eles vai ao Mundo do Desejo, para ali servir de base à consciência, subsistindo, geralmente, durante a vida no Purgatório e no Primeiro Céu, durando até que o homem penetre no Segundo Céu e aí se una com as forças da natureza em seus esforços para criar um novo ambiente. Nessa ocasião já quase foi absorvida pelo espírito e o que poderia ficar, de natureza material, logo se dissolve e desaparece. Há algumas pessoas de natureza tão maligna que desfrutam uma vida gasta em vícios e práticas degeneradas e que são tão brutais, que até se deleitam em fazer os outros sofrer. Algumas vezes cultivam as artes ocultas com propósitos malévolos, para terem maior domínio sobre suas vítimas. Suas práticas imorais e ferozes, endurecem terrivelmente seu corpo vital. Nos casos extremos em que a natureza animal predominou absolutamente, em que não existiu manifestação da alma na vida terrena precedente, não se pode produzir a divisão de que estamos falando, ao morrer, porque não existe linha divisória. Nesses casos, se o corpo vital gravitasse de volta ao corpo denso para desintegrar-se gradualmente, o efeito de uma vida tão maligna não seria tão duradouro. Infelizmente, nesses casos se produz uma união tão forte entre os corpos vital e de desejos que impede a separação. Publicado no ECOS da Fraternidade Rosacruz - Sede Central do Brasil em Março de 1997.Max heidel.