contos sol e lua

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sábado, 1 de agosto de 2009

CHACRA-2


CHACRA 2
Subindo verticalmente, é chamado “Chacra Sexual”. Está localizado na zona entre o Chacra Raiz e o umbigo e tem a ver com a criação em todos os níveis, incluindo a conservação da espécie humana, a continuidade da vida, a sexualidade, sensualidade e intimidade. Esta energia pulsa na cor Laranja e está associada , no corpo físico, ao funcionamento das glândulas e órgãos sexuais.

CHACRA-1


CHACRA 1
É chamado “Chacra Raiz” ou “Base” e se localiza na zona sacro, tem a ver com tudo que nos relaciona concretamente com a Terra, com este mundo em que vivemos no sentido prático e material; por isso é chamado de chacra da “Sobrevivência”. Éle nos proporciona segurança, proteção, sustentação e suporte – é nossa base. Este primeiro chakra vibra na cor Vermelha e associa-se, no plano físico, com nosso aparelho digestivo. Seu bom funcionamento é muito importante para que possamos cumprir nossas missões terrestres.

OS CHACRA E A AURA.


Chacra - palavra significa roda, na antiga língua do sânscrito. Recebe este nome porque giram como rodas, no sentido dos ponteiros do relógio. São centros de energia que conformam nossa anatomia etérea. Embora não sejam visíveis com a visão corrente do ser humano, alguns clarividentes podem percebê-los, tanto na sua forma quanto no seu movimento e no colorido.


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sexta-feira, 31 de julho de 2009

RAÇAS DE ELFOS.


Os elfos tolkienianos dividem-se em várias "raças":

Eldar: Também chamados de Calaquendi, ou Elfos-da-luz, incluem todos os elfos que partiram para Valinor.

* Vanyar: Os maiores poetas dos elfos, são louros de olhos azuis e considerados os mais belos. Seu rei é Ingwë, o Rei Supremo dos Elfos. Aprenderam muito com Manwë e Varda.
* Noldor: São os mais sábios e habilidosos, com cabelos negros e olhos cinzentos. Seu rei é Finwë, e aprenderam muito com Aulë.
* Teleri: São grandes marinheiros e cantores. São morenos ou de olhos e cabelos prateados. Demoraram-se na viagem a Valinor e formam o povo mais numeroso dos elfos. Seus reis são Olwë e Elwë, este último conhecido por Thingol, que abandonou a viagem para ficar com Melian, a Maia. Aprenderam muito com Ossë.

Moriquendi: Elfos-da-escuridão. São chamados assim os elfos que não aceitaram o convite dos Valar e ficaram na Terra-média.

* Avari: São os elfos que se recusaram a ir para Valinor.
* Úmanyar: Nome dado aos elfos que partiram para Valinor, mas não chegaram. Estão incluídos na classe dos Moriquendi, mas não incluem os Avari.
o Eglath: “O Povo Abandonado”. De origem Telerin, eles ficaram na Terra-média a procura de Elwë enquanto os outros iam a Valinor.
o Sindar: Os “Elfos-cinzentos”. São todos os elfos Telerin que os Noldor encontraram em Beleriand à exceção dos Laiquendi.
o Nandor: “Os que dão meia-volta”. Elfos de origem Telerin, que não quiseram atravessar as Montanhas Nevoentas.
+ Laiquendi: “Elfos-verdes”. Atravessaram as Montanhas Azuis e foram morar em Ossiriand.
+ Elfos Silvestres: Permaneceram no Vale do Anduin e na Grande Floresta Verde.

ELFOS NA CONCEPÇÃO DE TOLKIEN.


A concepção de elfos na obra de Tolkien baseia-se nos elfos da mitologia nórdica, mas acrescenta-lhes elementos cristãos. Por um lado, os elfos se assemelham a anjos, pois foram divididos em "bons", livres do mal e "maus" (os orcs), feios e pervertidos como os "anjos caídos", "demônios" ou "diabos" da mitologia cristã. Por outro lado, os elfos parecem também representar uma humanidade imaginária que não cometeu o pecado original e manteve-se pura e imortal como o sugere o Gênesis que a espécie humana seria se Adão e Eva houvessem resistido à tentação do fruto proibido. Talvez por isso, a elfa Arwen precisou abrir mão da imortalidade para casar-se com o humano Aragorn.

Na mitologia tolkieniana, tanto humanos como elfos são Filhos de Ilúvatar, mas os elfos são "imortais", pelo menos enquanto Arda (o Mundo), existir. Não envelhecem nem adoecem e, se forem mortalmente feridos ou sofrerem um grande desgosto, reencarnam nas Mansões de Mandos, em Valinor. Também vêem e ouvem muito melhor que os homens e apercebem-se de muitas coisas que os homens não percebem.

Os primeiros elfos (chamados quendi em sua língua original, o quenya) teriam surgido em Cuiviénen, no extremo Oeste da Terra Média, longas Eras antes da ascensão do Sol ou da Lua, no tempo em que as Duas Árvores ainda brilhavam. Foram inicialmente vistos por Oromë, mas viram primeiro as estrelas e por isso reverenciam Varda Elentári, a "Senhora das Estrelas", acima de todos os outros Valar. Convidados pelos Valar a juntarem-se-lhes no Reino Abençoado, os elfos empreenderam um longa viagem desde Cuiviénen até à costa oeste da Terra Média. Dividem-se em várias raças.

LENDA.


Uma lenda diz que se alguém espalhar folhas de escambroeiro ou espinheiro-cerval (Rhamnus cathartica, em inglês blackthorn, de frutos purgativos) em um círculo e dançar dentro dele sob a lua cheia, aparecerá um elfo. O dançarino deve ver o elfo e dizer, Halt and grant my boon! ("Pare e me dê a bênção!") antes que ele fuja. O elfo atenderá então a um desejo.
Marcha Triunfal do Rei Elfo à Noite de Richard Doyle, 1870

William Shakespeare imaginou os elfos como pequeninos e aparentemente os considerou sinônimos de fairies. Em Sonho de uma Noite de Verão, seus elfos são quase tão pequenos quanto insetos.

Embora Edmund Spenser tenha aplicado o nome de elf a seres de tamanho humano em The Faerie Queene, a influência de Shakespeare e Michael Drayton transformou em norma o uso dos termos elf e fairy para seres muito pequenos. Na literatura vitoriana, costumam aparecer em ilustrações como pessoinhas com orelhas pontudas e gorros ou capuzes. Um exemplo é o conto de fadas Princesa Ninguém, de Andrew Lang (1884), ilustrado por Richard Doyle, no qual fairies são pessoinhas com asas de borboleta e elves são pequeninos com gorros vermelhos.

ELFOS NO FOLCLORE INGLÊS.


A palavra elf do inglês moderno vem do inglês antigo ælf (pl. ælfe, com variantes como ylfe e ælfen). Originalmente, referia-se aos elfos da mitologia nórdica, mas também as ninfas dos mitos gregos e romanos foram traduzidas pelos monges anglo-saxões como ælf e suas variantes.

Elf-shot (ou elf-bolt ou elf-arrow, "flecha élfica") é uma palavra encontrada na Escócia e Norte da Inglaterra desde o século XVI, inicialmente com o sentido de "dor aguda causada por elfos", mas que depois passou a denotar pontas de flecha de pedra lascada, do neolítico, que no século XVII eram atribuídas pelos escoceses aos elfos e usadas em rituais de cura. Supostamente eram também usadas por bruxas (e, talvez, elfos) para causar mal a pessoas e gado. Tufos de cabelo embaraçado eram chamados elf-lock ("madeixa élfica") e supostamente causados por travessuras dos elfos. Paralisias repentinas eram às vezes atribuídas a golpes élficos.

A maioria dos elfos mencionados em baladas medievais inglesas são do sexo masculino e freqüentemente de caráter sinistro, inclinados ao estupro e assassinato, como o Elf-Knight ("Cavaleiro Elfo") que rapta a rainha Isabel. A única elfa mencionada com freqüência é a Rainha dos Elfos, ou da Elfland.

Já nos contos populares do início da Idade Moderna, os elfos são descritos como entidades pequenas, esquivas e travessas, que aborrecem os humanos ou interferem em seus assuntos. Às vezes, são consideradas invisíveis. Nessa tradição, os elfos se tornaram sinônimos das "fadas" originadas da antiga mitologia céltica, como os Ellyll (plural Ellyllon).