contos sol e lua

contos sol e lua

domingo, 15 de novembro de 2009

A vida Secreta de Jesus.


Quem, entre cristãos e não cristãos, já não se perguntou como foi a vida, a educação e a formação filosófica de Jesus dos 12 aos 30 anos? A Bíblia não informa nada sobre a vida dele durante esse período.
Pelas narrativas do livro sagrado dos cristãos, sabemos apenas de seu nascimento e de alguns fatos de sua infância, como a surpresa que causou aos sacerdotes do templo de Jerusalém, ao revelar grande sabedoria, aos 12 anos de idade.
jesus_aos_12-anos
Jesus, aos 12 anos, no Templo de Jerusalém
Depois desse episódio só há registros, no Novo Testamento, do que ocorreu três anos antes de ele morrer na cruz.
Essa lacuna, porém, é preenchida com documentos importantes, como os evangelhos apócrifos (ocultos, secretos), que narram histórias sobre a vida de Jesus, escritas por seus contemporâneos, a exemplo do de Tomé, e que foram desprezados ao longo dos séculos pelos líderes das religiões cristãs, que os consideravam uma heresia.
A igreja catolica só aceita como autênticos os quatro evangelhos atribuídos a Mateus, Lucas, Marcos e João. A escolha foi feita em votação acirrada no Concílio de Nicéia, no ano 325 da Era Cristã.
Os manuscritos do Mar Morto.
Outra fonte de informação importante e reveladora sobre a adolescência de Jesus são os pergaminhos gnósticos.
Esses documentos, achados no Egito, em 1945, reunem os ensinamentos que Jesus teria passado a alguns de seus seguidores, membros da seita essênica, que buscava o conhecimento completo e transcendental de tudo o que existe no nosso mundo.
Estudos na Palestina, India e Tibete
Em 1947, foram achados seis manuscritos em uma caverna perto do Mar Morto, em Qumram, na Jordânia.
Segundo cientistas que os examinaram , eles foram escritos pelos essênios, povo místico que viveu entre 2 a.C e 2 d.C, na Palestina.
Em 1950, o arqueólogo inglês Lankester Harding, diretor do Departamento Jordaniano de Antiguidades, publicou um texto sobre o teor desses manuscritos.
Segundo Harding, a revelação mais surpreendente é a da semelhança entre os preceitos dos essênios e os ensinamentos que Jesus viria difundir mais tarde.
Bem antes dessas descobertas, Harvey Spencer Lewis, líder da Antiga e Mística Ordem Rosacruz nas Américas, já afirmava a origem essênica de Jesus.
Harvey diz que Jesus foi educado em um colégio localizado no Monte Carmelo, na Palestina. Depois disso, ele começou a estudar profundamente as antigas religões e diversas seitas que influenciaram o desenvolvimento da civilização moderna.
Para isso, foi para a índia e o Tibete, onde conviveu durante alguns anos com sábios budistas.
Iniciação em pirâmide do Egito.
Ao deixar a �?ndia, Jesus teria viajado para a Pérsia (atual Irã) onde esteve em colégio de magos.
Spencer conta ainda que Jesus foi à Grécia e ao Egito, onde teria sido iniciado nos mistérios da Grande Fraternidade Branca, obtendo o título de mestre, numa cerimônia realizada nas câmaras secretas da pirâmide de Quéops.
Depois, já com 30 anos, ele voltou à Palestina, onde foi batizado por João. Foi no momento dessa cerimônia, típica da tradição essênica que, dizem, o Espírito Santo desceu sobre ele em forma de luz intensa e, em seguida, de uma luminosa pombra branca.
Foi assim então, que ele se tornou o Cristo, o Messias, o Deus entre os homens.
A vida Mística de jesus.Harvey Spencer Lewis.

The moment of Peace.Tradução.


Aaah ... ahhhh
Aaah ... ahhhhverse um: (coro)
Venha agora, venha ao nosso lado
Um lugar onde você pode se esconder
We are the sunshine
Descanse sua alma aqui e você encontrará
Estamos a energia
Nós damos ao mundo para ti
Segure o seu coração agora
Vamos aliviar a dor em sua testa
Sarah Brightman
mmmmm. mmmmm ..
Em um mundo sem perigos,
Onde a destruição está próxima
Você pode vir com a gente aqui.
Onde as pessoas são estranhas
Você vai descansar aqui comigo
Em um momento de paz. (aaah. .. ahhhh)
Em um mundo sem perigos,
Onde a destruição está próxima
Você pode vir com a gente aqui.
Onde as pessoas são estranhas
Você vai descansar aqui comigo
Em um momento de paz.
Versículo dois: (coro)
Uma luz no escuro abaixo
Veja através das estrelas
Chegar a fluir da terra
Drift na alegria dos nossos corações
Unleash the energy
Sabor do vinho
Beber como uma alma que se sabe agora
O poder divino
Sarah Brightman
mmmmm. mmmmm ..
Em um mundo sem perigos,
Onde a destruição está próxima
Você pode vir com a gente aqui.
Onde as pessoas são estranhas
Você vai descansar aqui comigo
Em um momento de paz. (aaah. .. ahhhh)
Em um mundo sem perigos,
Onde a destruição está próxima
Você pode vir com a gente aqui.
Onde as pessoas são estranhas
Você vai descansar aqui comigo
Em um momento de paz.
Mmmmm ... mmmmm
Em um momento de paz.

Gregórian.The moment of peace.


O Canto Gregoriano.

Entre os judeus a música era um elemento importante nas cerimônias religiosas. Ora, os primeiros cristãos eram judeus e abraçaram o cristianismo sem considerar tal opção um rompimento com o judaísmo,mas tão somente, a continuação da religião de Israel, após o cumprimento da promessa da vinda do Messias.
Cristo freqüentava o templo e as sinagogas, assim como os apóstolos. Nada mais natural que, no seu culto, enriquecido pela Eucaristia, os primeiros cristãos usassem os cânticos judaicos e fossem novos cânticos, dentro do mesmo estilo de melodia. Com a difusão do Cristianismo entre todos os povos conhecidos, passou a liturgia cristã a receber, também destes, a influência de sua música.
Até o século IIIº, a língua usada nas cerimônias era o grego. A partir de então, o latim tem sido a língua oficial do Rito Romano. Os mais antigos cantos cristãos são os salmos, provenientes diretamente do culto judaico, seguidos depois pela antifonia e pela hinódia. O nome Gregoriano vem do papa S. Gregório Magno, que regulamentou o canto litúrgico, dando uniformidade à sua prática em toda a Igreja. O Canto Gregoriano, escrito com notação quadrada, sem compassos nem valor de tempos definidos, carecia também de estabelecer a altura do som de cada nota, servindo apenas como processo mnemônico para a execução de cantos, previamente aprendidos por tradição.
Somente no século Xº é que o monge beneditino Guido d'Arezzo, conseguiu estabelecer uma definição clara dos intervalos entre os sons de cada nota, possibilitando, a partir de então, o grande salto que permitiu o surgimento da polifonia e da música que hoje conhecemos.
Os mais antigos cantos ressentem o influxo das antigas melodias hebráicas e greco-romanas. O Canto Gregoriano é assim chamado "Canto de Coro" (Cantus Choralis), cantus firmus, cantus planus, canto chão.
O Canto Gregoriano é o Canto Oficial da Igreja, monódico, diatônico, sem acompanhamento, composto em determinadas escalas (modos) e em ritmo livre.
A) Canto Oficial da Igreja: pela Tradição, Perfeição, Espírito Musical.
b) Monódico: a uma só voz, em uníssono.
c) Diatônico: sem alterações cromáticas; com exceção do Si Bemol, não há outros bemóis ou sustenidos.
d) Sem acompanhamento: assim ele foi composto; apenas se tolera um leve acompanhamento de órgão ou harmônico, para sustentar as vozes, impedindo desafinação.
e) Em determinadas escalas ou modos: estes são diferentes das escalas comuns da música profana.
f) Em ritmo livre: o que significa ausência de compasso fixo. Os impulsos binários e ternários misturam-se livremente, como no ritmo da oratória.
Difere pois, o Canto Gregoriano da Música Profana. Não somente pela monodia e diatonia, senão principalmente pelos modos e ritmo livre. Na música, o ritmo métrico ou medido é o mais habitual: há então repetição constante e isócrona dos impulsos e acentos como no compasso da dança, marcha, etc. L. C. Peres.

sábado, 14 de novembro de 2009

Tributo Ao Tempo.

Dizem que a vida é curta, mas não é verdade.
A vida é longa para quem consegue viver pequenas felicidades.
E essa tal felicidade anda por aí, disfarçada, como uma criança traquina brincando de esconde-esconde.
Infelizmente às vezes não percebemos isso e passamos a nossa existência colecionando nãos:
a viagem que não fizemos,
o presente que não demos,
a festa à qual não fomos,
o amor que não vivemos,
o perfume que não sentimos.
A vida é mais emocionante quando se é ator e não espectador,
quando se é piloto e não passageiro,
pássaro e não paisagem,
cavaleiro e não montaria.
E como ela, a vida, é feita de instantes, não pode nem deve ser medida em anos ou meses, mas em minutos e segundos.
Esta mensagem é um tributo ao tempo.
Tanto àquele tempo que você soube aproveitar no passado,
quanto aquele tempo que você não vai desperdiçar no futuro.
INSHA'ALLAH

Cultura Cigana.


No passado, nós, ciganos éramos conhecidos como os "senhores da estrada". Andávamos de um lugar para outro, atravessando rios e florestas.
Percorríamos a Índia inteira, chegando ao Oriente Médio, para depois retornar. Atravessávamos reinos inimigos entre si. Para se ter uma idéia, só o Rajastão era dividido em pelo menos cem pequenos reinos.
Nós dispúnhamos de um salvo-conduto especial para atravessar uma determinada região. É que todo mundo precisava do nosso trabalho.
De fato, transportávamos mercadorias, servíamos de "correio" para as longas distâncias e éramos também os banqueiros dos grandes senhores - podíamos comprar ouro e trocá-lo por bens de consumo ou dinheiro.
Muitas vezes, o ouro e os objetos preciosos não eram carregados por nós em nossas longas viagens. Preferíamos enterrar tudo em lugares secretos.
No momento certo, sabíamos qual caixa-forte abrir para fazer os nossos negócios.
Nunca fizemos guerra. Como outros clãs, durante uma guerra, podíamos ser recrutados para ajudar um determinado exército, mas nunca para o combate.

Ficávamos na retaguarda, prestando às tropas todo tipo de serviço necessário. Em caso de derrota, nada sofríamos, porque todos reconheciam o nosso valor social.
Outras atividades importantes sempre foram a música, a dança, a acrobacia e o teatro nas cortes dos reis ou para os soldados.
Hoje, vocês podem encontrar-nos aos milhões em periferias anônimas, pobres, às vezes miseráveis. Dignidade suficiente, porém, não nos falta, numa sociedade que mudou muito desde os tempos em que nós, ciganos, éramos reis das estradas. Éramos os Banjaras (ciganos músicos e dançarinos)
Mas , aproveito para lembrar de outros clãs:
Os Hakkipikki – caçadores do centro sul da Índia;
Os Gadha Lohar – que trabalham com metais;
Os Rabari – pastores de ovelhas, cabras e camelos;
Os Korwas – fabricantes de pulseiras, colares e coroas;
Os Kalibilias, os Nat e os Bopas – dançarinos, músicos, acrobatas de circo.
Estes são os verdadeiros nomes dos clãs que deram origem às pessoas que no futuro seriam chamados de ciganos.
Conforme vimos acima, “cigano” é um termo genérico surgido na Europa do Século XV.
Nós, no entanto, costumamos usar autodenominações completamente diferentes. E hoje, costumamos distinguir três grandes grupos:

os ROM, ou Roma, que falam a língua romani; são divididos em vários sub-grupos, com denominações próprias, como os Kalderash, Matchuaia, Lovara, Curara entre outros; são predominantes nos países balcânicos, mas a partir do Século XIX migraram também para outros países europeus e para as Américas;

os SINTI, que falam a língua romani-sintó são mais encontrados na Alemanha, Itália e França, onde também são chamados Manush;

os CALON ou KALÉ, que falam a língua caló, “ciganos ibéricos”, que vivem principalmente em Portugal e na Espanha, onde são mais conhecidos como gitanos, mas que no decorrer dos tempos se espalharam também por outros países da Europa e foram deportados ou migraram inclusive para o Brasil.
Estes grupos e dezenas de sub-grupos, cujos nomes muitas vezes derivam de antigas profissões (Kalderash = caldeireiros; Ursari = domadores de ursos, entre outros) ou procedência geográfica (Moldovaia, Piemontesi,entre outros.), não apenas têm denominações diferentes, mas também falam línguas ou dialetos diferentes.
Os ciganos Rom, e entre eles em especial os Lovara, Matchuaia e os Kalderash, costumam auto-classificarem-se como ciganos “autênticos”, chamando a todos os outros clãs de “falsos ciganos”.
Mas como se isto não bastasse alguns clãs ciganos ainda se discriminam mutuamente, também, por outro motivo: os ciganos sedentários muitas vezes olham com desprezo para os ciganos nômades, dizendo: eles persistem nessa vida “primitiva”, enquanto os nômades acusam os sedentários de terem abandonado as tradições, e com isto terem deixado de ser ciganos.
Ao chegarmos na Europa, no início do Século XV, nós, ciganos, podíamos ainda ser identificados através de nossa aparência física, sendo a característica mais marcante a nossa pele escura. Hoje isto já não é mais possível. Casamentos com não-ciganos sempre ocorreram, de modo que em muitos países hoje, nós fisicamente, não nos distinguimos da população gadjé (não-cigana) nacional. Ciganos “racialmente puros” hoje não existem mais em canto algum do mundo, e do ponto de vista da Antropologia, nunca existiram, porque nunca existiu uma “raça” exclusivamente classificada como cigana. Ou um país, cujo habitante fosse denominado de cigano. Impossível, portanto, identificar os ciganos através de características físicas peculiares ou estabelecer “critérios biológicos de ciganidade”.
Classificar como “verdadeiros ciganos” todos aqueles que falam um dos vários dialetos romani, também não adianta, porque muitos ciganos já não o falam mais e outros o dominam muito mal, ou até já o esqueceram por completo.
Quanto à suposta autenticidade Kalderash, Lowara e Matchuaia, afirmo como antropólogo, lingüista e cigano que é inadmissível a distinção entre “verdadeiros ciganos”, aos quais se atribuem uma origem exótica e riqueza cultural, e “os outros”. Ou seja: não existem ciganos autênticos e falsos ciganos: existem apenas Rom, Sinti e Calon, que possuem inúmeras autodenominações, que falam centenas de dialetos, que têm os mais variados costumes e valores culturais, que são diferentes uns dos outros, mas que nem por isso são superiores ou inferiores uns aos outros.
Em comum, todos, nós, ciganos, temos apenas uma coisa: uma longa História de Espiritualidade, de Arte, de perseguição, de discriminação pelos não-ciganos , em todos os países por onde passamos, desde o nosso êxodo do norte da Índia até ao aparecimento na Europa, no início do Século XV.Wiképedia.

Alma Gotica.


A noite já está a chegar
vem lua, ajuda-me!
liberta a minha alma doente
e os meus pensamentos bizarros,
liberta os meus desejos mórbidos
e aceita o meu gosto pela morte
nasci para viver na escuridão de minha mente
que ninguém consegue entender, nem eu mesma.
eu prometo que vou tentar,
mas não conseguirei livrar o que sobra da minha vida,
da minha alma gótica.
sempre viverei no meu mundo
acreditando que sou normal,
embora muitos achem o contrário,
prometo que não irei enlouquecer ninguém com as minhas idéias
por isso tranco-me dentro do meu ser.
porque tu não entenderias.
o que nem eu mesma entendo.[D.A]