contos sol e lua

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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Succubus Blues.


Livro 1 –
Quando se trata de trabalhos no inferno, ser uma Succubus parece bastante glamoroso.
Uma garota pode ser qualquer coisa que quiser. O Wardrobe é assassino, e os homens mortais farão qualquer coisa apenas por um toque.
Mas a vida da Succubus Georgina Kincaid de Seattle é muito menos exótica. O seu patrão é um demónio de média-gerência com uma “coisa” pelos filmes de John Cusack. Seus melhores amigos não pararam de arreliá-la sobre o tempo quando mudou de forma para a Deusa Demónio completa com o chicote e as asas.
E não pode ter um encontro decente sem sugar a alma da vida dos rapazes. Pelo menos o seu trabalho do dia é numa livraria-livre, com todo o café com chocolate branco que pode beber e fácil acesso ao bestselling, escritor sexy, Seth Mortensen, também chamado por “Aquele que dariam qualquer coisa para tocar mas não podem”.
Mas sonhar sobre Seth terá que esperar. Algo está mau no trabalho no submundo dos demónios de Seattle.
E por uma vez, todos os seus encantos quentes não a vão ajudar porque Georgina está prestes a descobrir que há algumas criaturas lá fora que tanto o céu como o inferno querem negar…

Livro 2 – Succubus on Top (Succubus Nights in UK).
O amor dói, e ninguém sabe disso melhor do que Georgina Kincaid. Se ela beijar seu novo namorado, ela drenará a sua força de vida. Georgina é uma súcubo – um demônio que retira seu poder do prazer de outros homens. Confessadamente, os bônus de transformação e imortalidade são ótimos, e sim, Georgina escolheu mesmo se juntar aos soldados do inferno há séculos. Mas parece completamente injusto que uma demônia cujo propósito é a sedução não pode ir até o fim com o único mortal que a conhece e a aceita como ela é.
Não é só sua vida pessoal que está um caos. Doug, o colega de trabalho de Georgina na livraria local, está exibindo um comportamento bizarro, e Georgina suspeita que algo bem mais demoníaco que expressos duplos está agindo. Ela podia ter uma ajudinha para descobrir, mas Bastien, o incubus irresistivelmente charmoso e seu melhor amigo imortal, está ocupado nos subúrbios corrompendo uma estrela de entrevistas de rádio ultra-conservadora – e dando a Georgina umas vibrações sedutoras altamente distraidoras. Georgina vai ter que agir só nessa – e rápido, porque logo a vida de Doug não será a única em perigo…

Livro 3 – Succubus Dreams.
“Alguns dias, uma garota apenas não consegue um descanso… especialmente quando a garota em questão é Georgina Kincaid, uma súcubos metamorfa que pega sua energia seduzindo homens. Primeiro há seu relacionamento com o deslumbrante escritor de bestsellers Seth Mortensen, que é insatisfatório em vários níveis. Isso não é só porque eles não podem fazer sexo no caso de Georgina inadvertidamente matar ele (geralmente é só um apagão para a maioria dos caras). Ultimamente, até mesmo passar um tempo juntos é um desafio. Seth está obcecado em terminar seu último romance, e Georgina está sob ordens de demônios para instruir a nova (e surpreendemente absurda) súcubos nas dificuldades. Então há os sonhos. Alguém, ou alguma coisa, está perturbando Georgina à noite, drenando sua energia, e plantando misteriosas visões do seu futuro. Georgina procura respostas de Dante, um intérprete de sonhos com ligações no submundo, mas seu charmoso flerte apenas a deixa mais confusa – especialmente quando a situação com Seth atinge o ponto de crise. Agora, Georgina encara um duplo desafio – as rédeas da sua vida amorosa estão fora de controle, e ela vai ficar cara a cara com um inimigo capaz de provocar sérias destruições entre a raça humana. Caso contrário, Georgina, e todo o mundo mortal, talvez nunca durmam tranqüilos de novo…”

Livro 4 – Succubus Heat.
“Georgina Kincaid tem sido uma súcubos muito, muito má…

… O que deveria ser uma coisa boa. Mas ultimamente, graças a seu péssimo humor por ter terminado seu namoro com o escritor de Best-Sellers, Seth Mortensen, ela tem sido tão inconveniente que o arquidemônio de Seattle, Jerome, decidiu “terceirizar” Georgina para um rival – e pede para que ela o espione durante o processo.

Ser exilada no Norte congelante – tá certo, Vancouver – e deixar Seth confortavelmente nos braços de sua nova namorada já era desagradável o suficiente. Então Jerome é raptado, e todos os imortais sob seu comando misteriosamente perdem seus poderes. Digno de nota: sem sua habilidade de sugar vidas, não há nada que impeça Georgina de deitar e rolar com Seth – nada, a não ser sua namorada. Agora, com a população sobrenatural tendo que se virar por conta própria, a recém-mortal Georgina deve resgatar seu chefe e descobrir quem os está enganando – ou o Inferno se desintegrará.Livro 1 – Succubus Blues
Quando se trata de trabalhos no inferno, ser uma Succubus parece bastante glamoroso.
Uma garota pode ser qualquer coisa que quiser. O Wardrobe é assassino, e os homens mortais farão qualquer coisa apenas por um toque.
Mas a vida da Succubus Georgina Kincaid de Seattle é muito menos exótica. O seu patrão é um demónio de média-gerência com uma “coisa” pelos filmes de John Cusack. Seus melhores amigos não pararam de arreliá-la sobre o tempo quando mudou de forma para a Deusa Demónio completa com o chicote e as asas.
E não pode ter um encontro decente sem sugar a alma da vida dos rapazes. Pelo menos o seu trabalho do dia é numa livraria-livre, com todo o café com chocolate branco que pode beber e fácil acesso ao bestselling, escritor sexy, Seth Mortensen, também chamado por “Aquele que dariam qualquer coisa para tocar mas não podem”.
Mas sonhar sobre Seth terá que esperar. Algo está mau no trabalho no submundo dos demónios de Seattle.
E por uma vez, todos os seus encantos quentes não a vão ajudar porque Georgina está prestes a descobrir que há algumas criaturas lá fora que tanto o céu como o inferno querem negar…

Livro 2 – Succubus on Top (Succubus Nights in UK)
O amor dói, e ninguém sabe disso melhor do que Georgina Kincaid. Se ela beijar seu novo namorado, ela drenará a sua força de vida. Georgina é uma súcubo – um demônio que retira seu poder do prazer de outros homens. Confessadamente, os bônus de transformação e imortalidade são ótimos, e sim, Georgina escolheu mesmo se juntar aos soldados do inferno há séculos. Mas parece completamente injusto que uma demônia cujo propósito é a sedução não pode ir até o fim com o único mortal que a conhece e a aceita como ela é.
Não é só sua vida pessoal que está um caos. Doug, o colega de trabalho de Georgina na livraria local, está exibindo um comportamento bizarro, e Georgina suspeita que algo bem mais demoníaco que expressos duplos está agindo. Ela podia ter uma ajudinha para descobrir, mas Bastien, o incubus irresistivelmente charmoso e seu melhor amigo imortal, está ocupado nos subúrbios corrompendo uma estrela de entrevistas de rádio ultra-conservadora – e dando a Georgina umas vibrações sedutoras altamente distraidoras. Georgina vai ter que agir só nessa – e rápido, porque logo a vida de Doug não será a única em perigo…

Livro 3 – Succubus Dreams
“Alguns dias, uma garota apenas não consegue um descanso… especialmente quando a garota em questão é Georgina Kincaid, uma súcubos metamorfa que pega sua energia seduzindo homens. Primeiro há seu relacionamento com o deslumbrante escritor de bestsellers Seth Mortensen, que é insatisfatório em vários níveis. Isso não é só porque eles não podem fazer sexo no caso de Georgina inadvertidamente matar ele (geralmente é só um apagão para a maioria dos caras). Ultimamente, até mesmo passar um tempo juntos é um desafio. Seth está obcecado em terminar seu último romance, e Georgina está sob ordens de demônios para instruir a nova (e surpreendemente absurda) súcubos nas dificuldades. Então há os sonhos. Alguém, ou alguma coisa, está perturbando Georgina à noite, drenando sua energia, e plantando misteriosas visões do seu futuro. Georgina procura respostas de Dante, um intérprete de sonhos com ligações no submundo, mas seu charmoso flerte apenas a deixa mais confusa – especialmente quando a situação com Seth atinge o ponto de crise. Agora, Georgina encara um duplo desafio – as rédeas da sua vida amorosa estão fora de controle, e ela vai ficar cara a cara com um inimigo capaz de provocar sérias destruições entre a raça humana. Caso contrário, Georgina, e todo o mundo mortal, talvez nunca durmam tranqüilos de novo…”

Livro 4 – Succubus Heat
“Georgina Kincaid tem sido uma súcubos muito, muito má…

… O que deveria ser uma coisa boa. Mas ultimamente, graças a seu péssimo humor por ter terminado seu namoro com o escritor de Best-Sellers, Seth Mortensen, ela tem sido tão inconveniente que o arquidemônio de Seattle, Jerome, decidiu “terceirizar” Georgina para um rival – e pede para que ela o espione durante o processo.

Ser exilada no Norte congelante – tá certo, Vancouver – e deixar Seth confortavelmente nos braços de sua nova namorada já era desagradável o suficiente. Então Jerome é raptado, e todos os imortais sob seu comando misteriosamente perdem seus poderes. Digno de nota: sem sua habilidade de sugar vidas, não há nada que impeça Georgina de deitar e rolar com Seth – nada, a não ser sua namorada. Agora, com a população sobrenatural tendo que se virar por conta própria, a recém-mortal Georgina deve resgatar seu chefe e descobrir quem os está enganando – ou o Inferno se desintegrará.Richelle Mead.

DEUSAS CELTAS.


Abnoba: Deusa da Floresta negra (Forêt-Noire, Schwarzwald).

Aine: Aine é uma deusa primária da Irlanda, soberana da terra e do sol, associada ao Sostício de Verão, que sobreviveu na forma de uma Fada Rainha. Seu nome significa: prazer, alegria, esplendor. Ela é irmã gêmea de Grian, a Rainha dos Elfos e era também considerada um dos aspectos da Deusa Mãe dos celtas Ana, Anu, Danu ou Don. Juntas Grian e Aine, alternavam-se como Deusas do Sol Crescente e Minguante da Roda do Ano, trocando de lugar a cada solstício.

Os pagãos acreditam que na entrada do Solstício de Verão, todos os Povos pequenos vêm a Terra em grande quantidade, pois é um período de equilíbrio entre Luz e Trevas. Se estiver em paz com eles, acredita-se que, ao ficar de pé no centro de um anel-das-fadas é possível vê-los. É um período excelente para fazer amizade com as fadas e outros seres do gênero.

Rainha dos reinos encantados e mulher do Lado, ela é a Deusa do amor, da fertilidade e do desejo. É filha de Dannann, e esposa e algumas vezes filha de Manannan Mac Liir, e mãe de Earl Gerald. Como feiticeira poderosa, seus símbolos mágicos são "A égua vermelha", plantações férteis, o gado e o ganso selvagem.

Existem duas colinas, perto de Lough Gur, consagradas à Deusa, onde ainda hoje ocorrem ritos em honra a fada Aine. Uma, a três milhas a sudoeste, é chamada Knockaine, em homenagem a esta deusa. Nessa colina possui uma pedra que dá inspiração poética a seus devotos meritórios e a loucura à aqueles que são por Ela rejeitados.

Esta é uma Deusa-Fada que segundo a tradição celta ajudava os viajantes perdidos nos bosques irlandeses. Diziam que para chamá-la bastava bater três vezes no tronco de uma árvore com flores brancas. Sempre que se sentir "perdido", faça o mesmo, chame por Aine batendo três vezes no tronco de uma árvore de flores brancas. Ela não vai tardar em ajudar.

Andrasta: Deusa guerreira. Aparece com a rainha Budica. Tinha um esposo de que foi identificado com Marte (deus da guerra) romano.

Arduina: Deusa de Ardennes. Foi identificada pelos romanos como Diana, a Ártemis grega.

Arianrhod: Ela é a guardiã da "roda de prata" que circunda as estrelas, considerada símbolo do tempo e do carma. É igualmente deusa da reencarnação, da Lua Cheia dos namorados e a Grande mãe Frutuosa.

Arianrhod aparece no Mabinogion, uma coleção de relatos escritos entre o século XI e XIII d.C., como filha do deus Don e mãe dos gêmeos Lleu Llow Gyffes e Dylan.

Esta deusa é a figura primal de poder e autoridade feminina, considerada a Deusa dos Ancestrais Celtas. Vive em um reino estelar, Caer Arianrhod, na constelação Corona Borealis, com suas sacerdotisas e de lá decide o destino dos mortos, carregando-os para a Lua ou para a sua constelação.

É também uma deusa da fertilidade e de tudo que é eterno. O espírito de Arianrhod é símbolo de profecia e sonhos. Ela controla a dimensão do tempo. O viajante que a seguir deve estar com o coração e a mente aberta para seus ensinamentos. Convide-a para ajudar-lhe com dificuldades passadas e para contatar o povo das estrelas.

Na Tradição Avalônica ela corresponde ao elemento Fogo e seu chakra correspondente é o cardíaco. Já na tradição celta esta deusa apresenta três aspectos: donzela, mãe e crone, representando os três estágios da vida de uma mulher.

A Arianrhod é atribuído os poderes da coruja, que através de seus olhos vê o subconsciente da alma humana. A coruja é um pássaro nocturno que simboliza a morte, renovação, sabedoria, a magia da lua e as iniciações.

Armid:Airmid é a Deusa da Cura dos celtas. É filha de Daincecht, avô de Lugh, e possuía quatro irmãos: Miach, Cian, Cethe e Cu.

Lugh foi o guerreiro que tinha uma lança mágica que disparava fogo e rugia e libertou o rei Nuada e os Tuatha Dé Danann das mãos dos Formori, os demônios da noite que tinham um só olho. Nuada perdeu sua mão direita durante um combate e, para que pudesse continuar a ser rei, ele precisava estar inteiro, então, o médico Dianchecht construiu uma maravilhosa prótese de prata, o que rendeu a Nuada o apelido de "Mão de Prata".

A estória da Deusa Airmid inicia-se quando faz uma visita ao castelo do rei Nuada.

Conta-se que os portões do castelo do rei Nuada era guardado por um homem que não tinha um dos olhos e trazia escondido em sua capa um gato. Quando Airmid e seu irmão Miach, em visita ao castelo, apresentaram-se como curandeiros, o tal homem pediu-lhes para reconstituir o olho perdido. Os deusemédicos concordaram e transplantaram o olho do gato para o espaço do olho vazio do porteiro. Entretanto, não tinham como mudar as características do olho do animal. Sendo assim, a noite ele ficava aberto em busca de caça e durante o dia fechava-se exausto. Mas o porteiro ficou muito feliz por ter novamente os dois olhos.


Banba, Eriu e Fodla:Trio de deusas filhas de Fiachna que personificam o Espírito da Irlanda.

Blodeuwedd: Seu nome foi traduzido como "flor branca", sendo representada, muitas vezes, com um lírio branco nas cerimônias de iniciação celtas de Gales. Criada por Math e Gwydion, o Druida, para ser esposa de Lleu, foi transformada em coruja por causa do seu adultério e da conspiração para a morte do marido. Aspecto virginal da Deusa Tríplice dos galeses, Blodeuwed tinha por símbolo uma coruja. Seu domínio é o das flores, sabedoria, mistérios lunares e iniciações.

Boann:Deusa da água e da fertilidade, seu animal sagrado é a vaca branca.

Branwen: Irmã de Bran e esposa do rei irlandês Matholwch. Vênus dos Mares do Norte, filha de Llyr, uma das três matriarcas da Grã-Bretanha. Branwen é chamada Dama do Lago, sendo a deusa do amor e da beleza no panteão galês.

Brigit: Irmã do deus Oengus, o Cupido irlandês, divindade do amor. Brigit é uma deusa tríplice, a menos que haja três irmãs com o mesmo nome. É venerada pelos poetas, ferreiros e pelos médicos. Enquanto deusa das estações do ano, seu culto se celebrava no
primeiro dia de fevereiro, dia do Imbolc, a grande festa de purificação.

Cerridwen / Ceridwen / Caridwen: Deusa da Lua do panteão galês, sendo chamada de Grande Mãe e A Senhora. Deusa da natureza, Cerridwen era esposa do gigante Tegid e mãe de uma linda donzela, Creirwy, e de um feio rapaz, Avagdu. Os bardos galeses chamavam a si mesmos de Cerddorion, filhos de Cerridwen. Há uma lenda que diz que o grande bardo Taliesin, druida da corte do rei Arthur, nascera de Cerridwen e se tornara grande mago após tomar algumas gotas de uma poderosa poção de inspiração que Cerridwen preparava no seu caldeirão. Cerridwen é ainda a deusa da Morte, da fertilidade, da regeneração, da inspiração, magia, astrologia, ervas, poesia, encantamentos e conhecimento.

Cliodna: Deusa da beleza e do Outro mundo, mais tarde se tornou uma Rainha-fada.

Cuchulainn: As aventuras de Cuchulainn (diz-se Cu-hu-lim) constituem a epopéia principal do ciclo heróico de Ulster. Ao nascer, chamava-se Setanta; era filho de Dechtiré, irmã do rei Conchobar, casada com Sualtan, o profeta. Seu pais verdadeiro, porém, era o deus Lug, mito solar dos Tuatha Dê Danann. Foi criado entre os demais filhos dos vassalos e guerreiros do rei. Com sete anos matou o terrível cão de guarda de Culann, chefe dos ferreiros de Ulster; vem daí o nome Cuchulainn, "Cão de Culann". O menino possuia uma força incrível e, quando dominado pela ira, lançava calor intenso e suas feições transformavam-se, pavorosamente. Algum tempo depois de matar o cão, massacrou três guerreiros mágicos gigantes, que tinham desafiado os nobres do Ramo Vermelho (uma milícia ou ordem primitiva de cavaleria de Usler, provavelmente). Depois, mandam-no para Scâthach, a Rainha das Trevas, epônima da ilha Skye, onde conclui sua educação. A feiticeira ensina a ele a arte da magia. Antes de voltar para casa, decide matar uma inimiga de sua professora, a amazona Aiffé, uma mortal. Não só a derrota mas deixa-a grávida. Volta, assim, para Ulster, munido de armas prodigiosas. Pouco tempo passado, se apaixona por Emer (diz-se Avair), filha de Forgall Manach, mágico poderoso. Este não permite o relacionamento; Cuchulainn, então, rapta-a, depois de ter matado toda a guarnição e o pai da moça. Neste período é que as grandes batalhas e aventuras tomam lugar.

Dama Branca:Conhecida em todos os países celtas, era identificada como Macha, Rainha dos Mortos, a forma idosa da Deusa. Simbolizava a morte e a destruição. Algumas lendas chamam-na de Banshee, aquela que traz a morte.

Dana: Segundo uma lenda, Dana nasceu em uma Clã de Dançarinos que viviam ao longo do rio Alu. Seu nome foi escolhido por sua avó, Kaila, Sacerdotisa do Clã. Foi ela que sonhou com uma barca carregando seu povo por mares e rios até chegarem em uma ilha, onde deveria construir um Templo, para que a paz e a abundância fossem asseguradas. Ao despertar, Danu relatou seu sonho ao conselho e a grande viagem começou então a ser planejada.

Também conhecida como Danu, é a maior Deusa Mãe da mitologia celta. Seu nome "Dan", significa conhecimento, tendo sido preservada na mitologia galesa como a deusa Don, enquanto que outras fontes equipararam-na à deusa Anu. Na Ibéria, a divindade suprema do panteão celta é considerada a senhora da luz e do fogo. Era ela que garantia a segurança maetrial, a proteção e a justiça. Dana ou Danu também é conhecida por outros nomes: Almha, Becuma, Birog, ou Buan-ann, de acordo com o lugar de seu culto.

O "Anuário da Grande Mãe" de Mirella Faur, nos apresenta o dia 31 de março como o dia de celebrar esta deusa da prosperidade e abundância. Conta ainda, que os celtas neste dia, acreditavam que dava muito azar emprestar ou pegar dinheiro emprestado, por prejudicar os influxos da prosperidade. Uma antiga, mas eficaz simpatia, mandava congelar uma moeda, fazendo um encantamento para proteger os ganhos e evitar os gastos.

Os descendentes da Dana e seu consorte Bilé (Beli) eram conhecidos como os "Tuatha Dé Dannan" (povo da Deusa Dana), uma variação nórdica de Diana, que era adorada em bosques de carvalhos sagrados.O nome "Dana"é derivado da Palavra Céltica Dannuia ou Dannia. É significativo que o rio Danúbio leve seu nome, pois foi no Vale do Danúbio, que a civilização Celta se desenvolveu. A ligação Celta com o vale do rio Danúbio também é expressa em seu nome original. "Os filhos de Danu", ou "Os filhos de Don".

Dana é irmã de Math e seu filho é Gwydion. Sua filha é Arianrhod, que tem dois filhos, Dylan e Llew. Os dois outros filhos de Dana são Gobannon e Nudd.

É certo que Dana deveria ser considerada a Mãe dos Deuses, depois de ter lhes dado seu nome. Há várias interpretações do seu nome, sendo que uma delas é "Terra Molhada" e o mais poética, "Água do Céu".

Danu é uma das Dea Matronae da Irlanda e a Deusa da fertilidade. Seu símbolo mágico é um bastão.

Seu personagem foi cristianizado na figura de Santa Ana, mãe da Virgem Maria, pois sua existência é proveniente de uma antiga divindade indo-européia. Também é conhecida na Índia, como o nome de "Ana Purna" e em Roma toma o nome de "Anna Perenna".

Druantia: Na mitologia britânica, Druantia era a deusa druida do nascimento, sabedoria, morte e metempsicose. É a mãe do alfabeto das árvores irlandês.

Épona: "A Cavaleira" ou "A Amazona". É representada sempre a cavalo, sentada de lado, como as amazonas do século passado; na cabeça tras um diadema; ao seu lado vê-se uma jumenta ou um poldro, que, às vezes, é alimetado pela deusa. Seus atributos eram a cornucópia, uma pátera e frutos. Presidia, também, à fecundidade do solo, fertilizado pelas águas.

Elaine: Na mitologia celta, Elaine (Lily-Maid) era a deusa virgem da beleza e da lua.

Eriu / Erin: Filha do Dagda, Erin era uma das três rainhas dos Tuatha de Dannan da Irlanda.

Flidais: Deusa da floresta, dos bosques e criaturas selvagens do povo irlandês. Viajava numa carruagem puxada por veados e tinha a capacidade de mudar de forma.

Mm: Na mitologia celta, Mm era a deusa do pensamento dos povos independentes do Norte.

Morgana: Morgana representa na lenda arturiana, a figura de uma Deusa Tríplice da morte, da ressureição e do nascimento, incorporando uma jovem e bela donzela, uma vigorosa mãe criadora ou uma bruxa portadora da morte. Sua comunidade consta de um total de nove sacerdotisas (Gliten, Tyrone, Mazoe, Glitonea, Cliten, Thitis, Thetis, Moronoe e Morgana) que, nos tempos romanos, habitavam uma ilha diante das costas da Bretanha. Falam também das nove donzelas que, no submundo galês, vigiam o caldeirão que Artur procura, como pressagiando a procura do Santo Graal. Morgana faz seu debut literário no poema de Godofredo de Monntouth intitulado "Vita Merlini", como feiticeira benigna. Mas sob a pressão religiosa, os autores a convertem em uma irmã bastarda do rei, ambígua, freqüentemente maliciosa, tutelada por Merlim, perturbadora e fonte de problemas.

Nenhum personagem feminino foi tão confusamente descrito e distorcido como Morgana ou Morgan Le Fay. A tradição cristã a apresenta como uma bruxa perversa que seduz seu irmão mais novo, Artur, e dele concebe o filho. Entretanto, nesta época, em outras tribos celtas, como em muitas outras culturas, o sangue real não se misturava e era muito comum casarem irmãos, sem que isso acarretasse o estigma do incesto.

Morgana e Artur tiveram um filho fruto de um Matrimônio Sagrado entre a Deusa (Morgana encarna como Sacerdotisa) e o futuro rei.

O "Matrimônio Sagrado" era um ritual, no qual a vida sexual da mulher era dedicada à própria Deusa através de um ato de prostituição executado no templo. Essas práticas parecem, sob o ponto de vista da nossa experiência puritana, meramente licenciosas. Mas não podemos ignorar que elas faziam parte de uma religião, ou seja, eram um meio de adaptação ao reino interior ou espiritual. Práticas religiosas são baseadas em uma necessidade psicológica. A necessidade interior ou espiritual era aqui projectada no mundo concreto e encontrada através de um ato simbólico Se os rituais de prostituição sagrada fossem examinados sob essa luz, torna-se evidente que todas as mulheres devessem, uma vez na vida, dar-se não a um homem em particular, mas à Deusa, a seu próprio instinto, ao princípio Eros que nela existia. Para a mulher, o significado da experiência devia residir na sua submissão ao instinto, não importando que forma a experiência lhe acontecesse.

Morrigan: Morrigan era a deusa celta da guerra e da morte.

Rhiannon: Grande rainha dos galeses, Rhiannon era a protectora dos cavalos e das aves. Rege os encantamentos, a fertilidade e o submundo. Aparece sempre montando um veloz cavalo branco.

Rosmerta: Na mitologia celta gaulesa, deusa do fogo, calor, prosperidade e abundância.

Scathach / Scota / Scatha / Scath: Seu nome traduzia-se como A Sombra, Aquela que combate o medo. Deusa do submundo, Scath era a deusa da escuridão, aspecto destruidor da Senhora. Mulher guerreira e profetisa que viveu em Albion, na Escócia, e que ensinava artes marciais para os guerreiros que tinham coragem suficiente para treinar com ela, pois era tida como dura e impiedosa. Não foi à toa que o adestramento do herói Cu Chulainn foi levado a cabo por ela mesma, considerada a maior guerreira de toda a Irlanda. Scath era ainda a patrona dos ferreiros, das curas, magia, profecia e artes marciais.

Sulis: Na mitologia celta, deusa de profecia, inspiração, sabedoria e morte.

domingo, 26 de dezembro de 2010

A Senhora da Magia.Brumas de Avalon.


O romance não se detém meramente em narrar os fatos políticos e religiosos que se confrontam na Bretanha. Mais que isso, Marion - famosa por suas histórias que descobrem o véu do universo feminino - mostra toda a força e complexidade dos atos e escolhas das mulheres (ignoradas na História das Civilizações)- abre portas na lenda da Excalibur em que se encontram o misticismo da origem da espada, ritos pagãos que foram sufocados pela cristianização, a importância das uniões políticas entre os povos e o resultado da submissão ou não das mulheres frente aos homens.

A primeira metade do volume é centrada basicamente na vida cotidiana da jovem pagã Igraine, casada contra a vontade com o Duque Gorlois da Cornualha e passando por uma série de conflitos e alguns poucos momentos felizes ao lado dele e de sua filha Morgana, ao mesmo tempo em que é pressionada por Avalon a se casar com Uther Pendragon e, com ele, gerar o filho que salvará a Bretanha: o futuro Rei Arthur. E embora seja tomada por um amor incontrolável por Uther e cumpra o que lhe era cobrado, Igraine corta relações com Avalon, passando a se comportar como uma cristã fervorosa, embora, secretamente, continuasse adorando a Deusa de Avalon.

O restante do volume se centra na adolescência e juventude de Morgana, levada por Viviane, a Senhora do Lago e irmã mais velha de Igraine, para Avalon e treinada por anos para se tornar uma sacerdotisa da Deusa. Entretanto, enquanto Morgana cumpre um dos rituais, Viviane a faz ter relações com seu irmão Arthur, sem que ambos se reconheçam, com a intenção de fazer com que Morgana gere um filho da linhagem pura de Avalon, já que a mãe de ambos é da Família Real de Avalon. Mas quando Morgana descobre que se deitou com o irmão e agora está grávida dele, sua relação com Viviane se deteriora, fazendo-a abandonar o sacerdócio e deixar Avalon.

Neste volume temos os fatos que servirão de fundo para o romance:

* o papel da mulher, importância e conseqüência dos casamentos arranjados
* o choque de culturas e poderio dos sexos
* como eram realizadas as sucessões de trono
* o ritualismo pagão para a ascensão do novo rei
* o simbolismo por trás de entrega da sagrada espada
* a ascensão de Arthur ao trono, após a morte de Uther

* A Grande Rainha*

No segundo volume, que começa pouco depois da coroação de Arthur como Grande Rei da Bretanha, há um amadurecimento das personagens, já enfrentando as conseqüências de suas escolhas.

A personagem que recebe maior destaque nesse volume é Guinevere (Gwenhwyfar), a princesa escolhida para se casar com Arthur e se tornar a Grande Rainha da Bretanha. Ela é uma cristã fanática, com ideias extremamente patriarcais e um profundo complexo de inferioridade por ser mulher. Guinevere se apaixona por Lancelote, o principal cavaleiro de Arthur, desde que o vê pela primeira vez. E como não consegue dar um filho a Artur, entende que isso é um castigo de Deus contra seu amor adúltero. Assim, para se redimir, Guinevere cobra de Arthur que ele se torne o mais cristão dos reis e tenta impor à Corte um estilo de vida cristão cada vez mais radical. Ao mesmo tempo, ela desenvolve um ódio crescente contra Morgana, em parte por ela não aceitar se tornar cristã e viver com a liberdade de uma mulher pagã, em parte pelo ciúme que sente de Morgana com Lancelote. E Arthur, supondo que o estéril do Casal Real talvez seja ele, permite que Guinevere se torne amante de Lancelote, para dar um herdeiro ao trono.

Outros acontecimentos:

* Morgana vai para a corte de Morgause, agora já rainha em outra região por união política
* nascimento de Mordred, o filho de Morgana e Arthur
* a escolha por meio de dote da noiva do rei
* o começo da formação dos cavaleiros da Távola Redonda
* as cobranças sobre uma mulher para a existência de um herdeiro
* o isolamento de Morgana
* a morte de Igraine, sem saber que Morgana e Arthur tiveram um filho juntos
* O Gamo Rei*

No penúltimo volume desta série revolucionária, alguns temas tristes e complexos serão abordados.

De modo geral, numa idade já madura nesse volume, os personagens começam a lamentar as perdas que sofreram ao longo da vida e os sonhos que não conseguiram concretizar.

Já idosa, Viviane é assassinada pelo filho de uma mulher de quem ela provocou a morte (a seu próprio pedido) para livrá-la das terríveis dores de uma doença incurável. Taliesin, o antigo Merlin da Bretanha, também morre de velhice logo depois. E Kevin, o novo Merlin, assume uma postura cada vez mais cristã, preocupando profundamente Morgana, que vê nisso a decadência dos ritos pagãos.

Com a morte inesperada de Viviane, sua sucessora Niniane assume o poder sobre Avalon, tornando-se a nova Senhora do Lago, embora seja jovem demais e ainda não esteja pronta para isso, deixando os pagãos sem uma matriarca nem um patriarca fortes como os que tinham antes para seguir.

Na Corte de Arthur, o caso de Guinevere e Lancelote logo passa a ser de conhecimento público, tornando-se piada, pouco depois, em toda a Bretanha. E Lancelote revela a Morgana que sempre lutou contra uma homossexualidade reprimida. E que, embora se sinta atraído por Guinevere, Arthur também é desejado e amado por ele (algumas passagens dão a entender que Arthur também sente algo parecido por Lancelote). E Morgana, através de uma armadilha, faz com que Lancelote seja forçado a se casar com Elaine e deixar a Corte. Com isso, ela pretendia afastar Lancelote de Guinevere e Arthur e, ao mesmo tempo, salvar o casamento de Arthur do descrédito em que vinha caindo diante do povo.

Morgana se casa com o Rei de Gales do Norte e consegue, até um certo ponto, se tornar uma matriarca pagã naquela corte, embora escondida dos cristãos.
* O Prisioneiro da Árvore*

Visto que Artur deixa de lado os costumes antigos, traindo assim a confiança do povo antigo da ilha, Morgana deseja retomar para Avalon o que havia sido oferecido mediante o juramento na Ilha do Dragão, no volume I. Para isso, encontra em Acolon, seu jovem enteado criado nos costumes antigos, um apoio para uma tentativa de retornar aos velhos preceitos.

Kevin, sucessor de Taliesin, é acusado de traição por ceder a Artur os símbolos sagrados (como o Graal) para uma nova interpretação cristã, com intuito que não fossem assim esquecidos, já que não acreditava mais na possibilidade de um retorno aos costumes antigos. A punição por sua traição vem pelas mãos de Nimue, uma filha de Lancelot que foi levada por Morgana a Avalon e se tornou sacerdotisa.

Gwenhwyfar é flagrada por cavaleiros da Távola cometendo adultério com Lancelot, e ambos fogem do reino. A sucessora de Viviane é morta acidentalmente por Mordred. Avalon fica sem uma Senhora do Lago. Mordred, agora homem feito, enfrenta o pai.

O desfecho da lenda do Rei Arthur é conhecido, mas interpretação feita por Marion Z. Bradley reserva muitas surpresas e detalhes - Como pode-se observar desde o início do livro.
Localização*

Segundo o livro, Avalon se localiza ao sul da Bretanha, atual Inglaterra, que era uma província do Império Romano. Vários autores citam a atual cidade de Glastonbury como sendo a ilha sagrada. Avalon era conhecida também como o País do Verão.

É nesse ambiente fictício que, por volta do século V, passa-se a história do lendário Rei que teria papel fundamental na Bretanha, no momento em que o paganismo estava começando a perder terreno para o cristianismo.Marion Zimmer Bradley.

A Grande Rainha.Brumas de Avalon .


A Senhora da Magia, A Grande Rainha, O Gamo-Rei e O Prisioneiro da Árvore são os quatro volumes que compõem As Brumas de Avalon – a grande obra de Marion Zimmer Bradley -, que reconta a lenda do rei Artur através da perspectiva de suas heroínas.
Guinevere se casou com Artur por determinação do pai, mas era apaixonada por Lancelote. Ela não conseguiu dar um filho e herdeiro para o marido, o que gera sérias conseqüências políticas para o reino de Camelot. Sua dedicação ao cristianismo acaba colocando Artur, e com ele toda a Bretanha, sob a influência dos padres cristãos, apesar de ser juramento de respeitar a velha religião de Avalon.
Além da mãe de Artur, Igraine e de Viviane, a Senhora do Lago que é a Grande Sacerdotisa de Avalon, uma outra mulher é fundamental na trama: Morgana, a irmã de Artur.
Ela é vibrante, ardente em seus amores e em suas fidelidades, e polariza a história com Guinevere, constituindo-se em a sua grande rival. Sendo uma sacerdotisa de Avalon, ela tem a Visão, o que a transforma em uma mulher atormentada.
Trata-se, acima de tudo, da história do conflito entre o cristianismo, representado por Guinevere, e da velha religião de Avalon, representada por Morgana.
Ao acompanhar a evolução da história de Guinevere e de Morgana, assim como dos numerosos personagens que as cercam, acompanhamos também o destino das terras que mais tarde seriam conhecidas com Grã-Bretanha.
As Brumas de Avalon evoca uma Bretanha que é ao mesmo tempo real e lendária – desde as suas desesperadas guerras pela sobrevivência contra a invasão saxônica até as tragédias que acompanham Artur até a sua morte e o fim da influência mítica por ele representada.
Igraine, Viviane, Guinevere e Morgana revelam através da história de suas vidas e sentimentos a lenda do rei Artur, como se ela fosse nova e original.

Segue Resenha…
Esse volume começa pouco depois da coroação de Arthur como Grande Rei da Bretanha. Veremos como as personagens amadureceram com o decorrer do tempo e como enfrentarão as conseqüências das suas escolhas.
Morgana está morando com sua tia Morgause, rainha de Orkney. Nesse castelo nasce Mordred, filho da união de Arthur e Morgana.
A personagem que recebe maior destaque é Guinevere, a princesa escolhida para se casar com Arthur e se tornar a Grande Rainha da Bretanha.
Uma cristã fanática, com idéias extremamente patriarcais e um profundo complexo de inferioridade por ser mulher. Guinevere se apaixona perdidamente por Lancelote, o principal cavaleiro da Távola Redonda, desde que o viu pela primeira vez.
Por não conseguir dar um filho à Arthur, entende que Deus a está castigando por ser adúltera. Assim, para se redimir, Guinevere faz com Arthur se torne o mais cristão dos reis da Bretanha e impõe à Corte um estilo de vida cristão cada vez mais radical.
Morgana se torna alvo do ódio de Guinevere, primeiro, por não aceitar se tornar uma cristã e viver livre como uma mulher pagã; Segundo, porque Guinevere sente ciúmes do relacionamento dela e Lancelote. Esse será o maior embate do livro, pois Morgana representa a mulher pagã, forte e livre; e Guinevere representa as leis cristãs e uma mulher mais frágil, porém forte em certos aspectos. Essa rivalidade promete muitas emoções.
Arthur crê que ele é o culpado por não terem um filho, portanto permite que Guinevere se deite com Lancelote, seu melhor amigo, para ter um herdeiro ao trono.
Com o tempo Morgana passa a se isolar de tudo e de todos no país das fadas , onde o tempo não é exatamente como o nosso.
Igraine, a mãe de Arthur e Morgana morre sem saber que estes tiveram um filho juntos.
Marion Zimmer Bradley.

Esperança do Amanhecer.


Filha dos sonhos vá agora,
Corra e abra a porta
Do velho carvalho sem demora.

O poente se aproxima
Então, escute seus segredos
Onde a vida começa e termina.

Dance até cair à última folha
E pegue o galho dourado,
Antes que a noite o recolha.

Corra, pois o tempo voa,
Atravesse de novo o portal
Siga até a margem daquela lagoa.

Pegue o galho prateado
E atravesse mais um portal.
A Lua ilumina o caminho sagrado.

Corra, pois a barca lhe espera.
As sementes da esperança germinam
Despertando os Deuses na primavera.

Toque o seu coração
E abrace os seus sonhos.
A tua mão alcança além da ilusão.

Traga-o de volta novamente,
Através da Arte e do amor.
A Senhora nunca mente.

Acredite na força da magia,
Que hoje aqui se fez presente.
Abençoados nesta linda sintonia!
Rowena Arnehoy Seneween.

Filhos das Estrelas.


Vindos nas asas de Erin, pelas bênçãos de Dana
Mestres da magia, ouçam o nosso chamado
Mostre-nos a Lia Fáil, a pedra do destino soberana.
Pela espada de Nuada, seja a justiça equilibrada
Em nome dos nossos Deuses antigos
Que a lança de Lugh, ilumine a nossa jornada.
Conceda-nos a vitória sobre o orgulho desmedido
E que o caldeirão da transformação do Grande Dagda,
Renove-nos todos os dias, sempre renascido.
Abençoe-nos com fartura e bem-aventurança
E pela triqueta sagrada, apresentem-se hábeis filhos,
Tuatha Dé Danann, o código de honra, a nobre aliança.
Tanto nos montes e nas florestas abaixo da terra,
Façam-se presentes em nós, através da vossa sabedoria,
Assim como, toda a terra acima dessa terra.
Possam nos levar adiante neste propósito maior,
No principio da tua mais perfeita criação,
Sempre em benefício da criatura e do criador.
A luz brilha na escuridão e o amor guia o coração,
Salve os Filhos das Estrelas Brilhantes,
Esperança do amanhecer, a eterna promessa do verão!
Rowena Arnehoy Seneween.

A Lição do Fogo.


Um membro de um determinado grupo ao qual prestava serviços regularmente, sem nenhum aviso, deixou de participar de suas atividades.
Após algumas semanas, o líder daquele grupo decidiu visitá-lo. Era uma noite muito fria. O líder encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante da lareira, onde ardia um fogo brilhante e acolhedor.
Adivinhando a razão da visita, o homem deu as boas-vindas ao líder, conduziu-o a uma grande cadeira perto da lareira e ficou quieto, esperando.
O líder acomodou-se confortavelmente no local indicado, mas não disse nada. No silêncio sério que se formara, apenas contemplava a dança das chamas em torno das achas de lenha, que ardiam.
Ao cabo de alguns minutos, o líder examinou as brasas que se formaram. Cuidadosamente selecionou uma delas, a mais incandescente de todas, empurrando-a para o lado. Voltou então a sentar-se, permanecendo silencioso e imóvel.
O anfitrião prestava atenção a tudo, fascinado e quieto. Aos poucos a chama da brasa solitária diminuía, até que houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou-se de vez. Em pouco tempo o que antes era uma festa de calor e luz, agora não passava de um negro, frio e morto pedaço de carvão recoberto de uma espessa camada de fuligem acinzentada.
Nenhuma palavra tinha sido dita desde o protocolar cumprimento inicial entre os dois amigos. O líder, antes de se preparar para sair, manipulou novamente o carvão frio e inútil, colocando-o de volta no meio do fogo. Quase que imediatamente ele tornou a incandescer, alimentado pela luz e calor dos carvões ardentes em torno dele.
Quando o líder alcançou a porta para partir, seu anfitrião disse:
Obrigado. Por sua visita e pelo belíssimo sermão. Estou voltando ao convívio do grupo. Deus te abençoe!