contos sol e lua

contos sol e lua

domingo, 13 de dezembro de 2009

Seres do elemento Ar.


No ponto em que os seres do elemento ar são correlatos, também oito nomes de chefes, juntos com os sinais de seus selos, serão dados aqui. Eles são:
P arahim,
Apilki,
Erkeya,
Dalep,
Capisi,
Drisophi,
Glisi,
Cargoste.
Entretanto, eu desisto de dar qualquer informação mais próxima destas inteligências pelo simples motivo que os seres do ar são, desconsiderando que são muito tímidos, não muito à vontade com o Homem.
Leva muito esforço para faze-los descer e somente um mago genuíno irá ter sucesso em tê-los totalmente sob seu controle. As coisas que os seres do ar me ensinara seriam mais tarde também comunicadas por qualquer chefe da zona ao redor da terra. Ao leitor será dada mais informação nesta zona e seus seres no segundo capítulo da hierarquia. Cada magista é apto a encontrar a evidência destas assertivas por sua própria experiência prática.
Seres do elemento Água.
Amasol – É comissionado para cauar tempestades no mar tanto por sí própria ou por seus subordinados e acalma-las dependendo do que a Divina Providência ordenou lhe fazer. Amasol informa o mago como ter sob seu controle – do ponto de vista mágico bem como do cabalístico – o poder magnético da água. Ele coloca à disposição do magista também excelentes seres subordinados que ajudarão a realizar seus desejos com o elemento água.
Ardiphne – é um bom iniciador e ensina o mago como ele deve, pela força do elemento água, trabalhar sua influência pela magia ritual no Homem e Animal da maneira correta. Se o objeto (nt: a ser) influenciado entrar em contato de algum modo com o elemento água, por exemplo pela chuva, lavar-se, beber drinks, etc. então Ardiphne ou seus servidores irão ajuda-lo a apressar a influência e , em consequência, realizar os desejos do mago.
Isaphil – é uma governante muito bela no reino do elemento água. Descrever sua beleza daria muita dificuldade mesmo para o poeta talentoso. Isaphil tem muitas servas conhecidas como fadas do mar ou ninfas. Isaphil conhece muitos segredos mágicos em relação com operações com o elemento da água e pode dar ao mago muita informação e revelar a ele muitas práticas. Entretanto, um mago tem que ser muito cuidadoso com Isaphil, assim como ele tem que ter atenção em respeito à próxima soberana mistress (nt: mulher em posição de importância, mas também apresenta o sentido de amante) chamada Amue, para que ele não perca sua cabeça quando trabalhar com elas. Ambas são experts em amarrar (nt: bind) um homem por sua beleza e tomar possessão dele (nt:no sentido de torna-lo sua propriedade). Se o mago genuino quiser, Isaphil sentirá-se prazeirosa em colocar os seres subordinados a ela a sua disposição.
Amue –. Esta governante fêmea possui um grande número de seres aquáticos subordinados a ela. Se o mago pretente manter uma conexão com Amue ele será instruído por ela como obter peixe ou outros animais aquáticos sobre seu poder. Assim, se o mago ocupa-se , neste mundo material, com pesca ou criação de peixes ou atividades assemelhadas ele irá obter de Amue conselhos úteis e instruções as quais permitirão a ele controlar completamente tudo que nada e rasteja na água. Também Amue irá colocar à disposição do mago seres subordinados que irão contribuir para a realização de seus desejos.
Aposto –é novamente um ser macho no reino do elemento água e governa sobre todos riachos e rios, pequenos e grandes. Ele informa ao mago sobre o que está abaixo dos riachos e rios e em qual lugar sob as águas ele pode encontrar jóias e pedras semi-preciosas. Aposto é completamente conhecedor da magia do princípio da água. Se o mago pedir por subordinados, aposto terá prazer em deixar que os tenha. Tais subordinados tem frequentemente salvado pessoas , que estão nadando ou fazendo outros esportes aquáticos, de afogar-se. Além disto, o mago pode saber destes seres aonde encontrar os corpos de pessoas afogadas.
Ermot – tem quase as mesmas qualidades que Aposto. Ermot introduz o mago na magia do elemento água e mais adiante ensina-o como manufacturar deste elemento mágico volts para certos propósitos. Ermot irá alegremente colocar seus servos à disposição do mago. Suas qualidades fundamentais são fazer os seres humanos amarem se mutuamente com auxílio do elemento água. Com mulheres Ermot é , a este respeito, especialmente influente.
Osipeh – é a mais bela femea do elemento água e não somente é uma completa governante sobre este elemento, mas também da magia da água. Ela gosta muito de introduzir o mago no ritmo do elemento água pela magia dos sons. Ela é uma excelente cantora e dançarina assim como suas entidades subordinadas também são experts nestas artes, e elas executam as mais agradáveis danças e as acompanham de sons amáveis. Se o mago resistir aos tentadores convites desta fêmea governante e obte-la sob seu poder, ela irá colocar à sua disposição muitos seres subordinados à ela. Eu sei de minha própria experiência que ela gosta de servir realmente por sí mesma o mago que a governa.
Istiphul – é mencionada aqui como o último exemplo de um ser aquático. Ela, também, tem uma aparência de fêmea. A parte de ser apta a fazer o mago melhor conhecedor da magia da água, ela pode, se ele quiser, faze-lo ver retratos do passado, presente ou futuro na superfície das águas ou outros líquidos. Ela é dominadora na arte de trazer várias transformações as quais podem ser causadas pelo elemento da água. Entre outras coisas, ela ensina o mago, se ele desejar, como pode causar amor em amigos ou inimigos, tanto pela prática sozinho ou pela assistência de seus seres. Muitos magos já foram arruinados por Istiphul quando ela sucedeu em amarra-los com sua grande arte no amor erótico e por sua beleza. Por entrar em contato com Istiphul magos geralmente perdem interesse em qualquer coisa além, das mais essenciais conexões; Consequentemente cada mago deve sempre lembrar-se que ele deve governar e nunca sucumbir a qualquer ser, não interessando qualquer que seja sua posição hierárquica ou quaisquer esfera que seja originário.
Os seres descritos acima não são, claro, os únicos do elemento água, e o magista pode, se quiser, entrar em contato com outros seres de mesmo nível.

Seres do elemento Terra.


Mentifil– é um poderoso rei dos gnomos no reino sob a terra. Ele é equipado com muitos poderes e qualidades. Este governante pode informar ao magista sobre todas ervas medicinais e faze-lo ciente com a preparação e efeito de ervas e remédios contra todos tipos de doenças que homens ou animais possam sofrer. Aparte disto, Mentifil é um mestre no trabalho alquímico, e pode revelar ao mago como a matéria prima pode ser transformada na pedra filosofal, como o lapis philosophorum é ganho. Ele tem um grande número de gnomos como subordinados que auxiliam-lhe com este trabalho e suas obras no reino da terra. O mago que tem controle sobre este espírito da terra também tem um bom amigo e pode aprender muito deste governante poderoso do elemento da terra, e enriquecer seu conhecimento com muitos segredos.
Ordaphe – é também um poderoso rei dos gnomos. Ele influencia grandemente todos metais que podem ser encontrados abaixo da superfície da terra. Se o mago assim quiser, Ordaphe irá leva-lo através de seu reino e mostra-lo todos tesouros que estão sob a terra na forma ouro bruto. Ele tem, também, um grande número de gnomos subordinados a ele que fazem o trabalho designado a eles sob a superfície da terra. Alguns deles guardam os ores, outros trabalham em seu refino e manutenção. Ordaphe gosta de colocar gnomos à disposição do mago, o qual irão a qualquer hora auxilia-lo com suas operações com o elemento terra. Entretanto, o magista deve ter cuidado de não pedir nada grosseiramente materialista dele e ele nunca deve usar estes espíritos servos para propósitos avarentos. Ele estaria, neste caso, sempre em perigo de ter imensas dificuldades em sair do alcance e poder deste Rei dos Gnomos.
Orova – é o próximo poderoso governante do reino dos gnomos. Aparte da amplitude usual dos poderes pertencentes a um espírito da terra Orova tem sido especialmente ordenado para guardar todas pedras e pedras preciosas a serem encontradas na terra. Ele tem a capacidade de transformar cristal de quartzo em pedras preciosas e pode ensinar o mago como dar carga em pedras com o elemento terra ou por outros metodos para propósitos especiais. O significado oculto de todas pedras preciosas é bem conhecido por Orova, e o mago pode descobrir sobre isto especialmente para produzir talismãs, pedras da sorte, etc. Se o mago requisitar, este poderoso governante dos gnomos pode colocar a sua disposição muitos servos de seu reino. Mas o mago deve tomar o cuidado de não sucumbir à brilhante aparência de Orova. Ele não deve se importar em ser ensinado sobre certas coisas por seres como este, mas ele não deve pedir nada material deles, porque eles gostam de ver magos aceitarem presentes de modo a faze-los dependentes.
Idurah – é outro poderoso governante sobre os gnomos que está comissionado com a cristalização no princípio terreno. Seu grande alcance de poder jaz sob a terra aonde existem os derivados de cristais como sais, por exemplo. De Idurah o mago descobrirá aonde procurar cristais de sal ou outros componentes e será ensinado por este rei dos gnomos como sais em geral se desenvolvem, é informado sobre as analogias químicas e herméticas, e aprenderá, ao mesmo tempo, o uso oculto dos vários tipos de sais para propósitos mágicos através do elemento da terra. Idurah sabe muitos métodos secretos como como varios sais são derivados de plantas e minerais e está bem desejoso de informar ao mago sobre isto. Ele apresenta para ele o uso prático para propósitos médicos, alquímicos, etc. Um mago pode aprender muitas coisas de idurah, coisas que a mera leitura de livros jamais lhe daria.
Musar – é também um dos mais poderosos reis dos gnomos e um especialista na magia da terra. Ele informa ao mago sobre as correntes eletro-magnéticas dentro da terra, como controla-las praticamente e como fazer uso delas. Adiante Musar iniciará o mago na magia da natureza, a qual ele é apto a praticar pelo plus e o minus da terra, i. e. pelos fluidos eletríco e magnéticos.
Ele também aprenderá deste rei dos gnomos como estas duas radiações, as quais por desintegrações químicas influenciam a vida sobre e sob a terra, são originárias sob o ponto de vista hermético. No reino do elemento da terra Musar é um dos seres mais respeitados. Ele pode ser chamado um genuíno mago da terra.
Necas – também um dos reis dos gnomos que irá explicar ao mago o procedimento hermético da vegetação e seu significado oculto. De Necas o mago pode descobrir com árvores, vegetais e outras plantas são nutridas pelas correntes e poderes sob a terra. Ele será informado por ele como acelerar e controlar o crescimento da vegetação pela magia dos elementos.
Erami - é tido como um poderoso mago gnomo. Se pedido, ele irá ensinar ao mago que o controla tudo sobre a magia da simpatia e fazerá ele ciente com a preparação do espelho da terra e dos vários condensadores fluídicos. Além disto, ele o iniciará na aplicação prática do elemento terra. O mago irá também aprender de Erami como proteger a si mesmo dos vários perigos pelo auxílio do elemento terra. Erami pode revelar um grande número de segredos com respeito à magia do reino dos elementos, e terá prazer em deixar seus servos trabalharem para o mago.
Andimo – como Erami, tem uma afeição por seres humanos. Ele é bem informado sobre tudo que tem lugar nas cavernas, grutas, águas subterrâneas, minas de carvão, etc. Sua função especial é dar abrigo e assistência a todas pessoasque estão sob a terra e tem que trabalhar lá. Ele é um grande amigo dos mineiros. Um mago que está sob seu favor sempre será protegido por Andimo, não interessa onde sob a terra ele possa estar. Desde que ele é bem ciente da alquimia ele pode também auxiliar, teoricamente e praticamente, o mago a este respeito. Minha própria experiência faz me apontar para cada mago que Andimo pode facilmente tenta-lo a projetar fisicamente, tanto diretamente por sí próprio ou pelo auxílio de um de seus servos, uma pedra flamejante, a assim chamada "enxofre vivente". Se, em tal caso, o mago durante a projeção da pedra pega-la em sua mão, ele será queimado por ela. Andimo gosta de colocar tais pedras diante do pé do mago ou a frente do círculo mágico. Você deve deixar a pedra intocada e ordenar a Andimo a pegar de volta. Se o mago tocar o enxofre flamejante transmutado por Andimo do princípio da terra, com o assinatura do selo de Andimo, o qual ele anteriormente desenhou em um segundo pedaço couro preparado para a escrita e preparou-o magicamente com o assinatura do selo irá pegar fogo e a pedra de enxofre imediatamente irá se transformar na verdadeira projeção alquímica de uma farinha de cor vermelha, o assim chamado "leão vermelho".
Esta farinha é então bem seguro manipular e pode ser juntada com uma colher de vidro e armazenada em um vidro bem fechado. Este tipo de farinha projetada normalmente tem uma capacidade de projeção de 1 para 10.000 e é a pedra filosofal em sua forma mais pura. Entretanto, o mago pode ser tentado a usar a farinha para fazer ouro ou prolongar sua própria vida. Se o mago é desviado por tais tentações ele concluirá, por tais operações alquímicas, um pacto formal com o dito ser. O mago é consequentemente advertido adicionalmente não fazer tal precipitação e nunca praticar alquimia de tal modo. Nem no caso que ele assuma que ele é maduro e experiente suficiente em tudo que tem a ver com a ciência da Magia, pois ele pode, entretanto, ser enganado para dar um mau passo.
Quando lidando pessoalmente com Andimo eu tive a oportunidade de convencer-me destes fatos, mas eu ordenei a Andimo para levar a farinha de volta ao seu próprio reino. No momento ela desapareceu imediatamente, com um som sibilante. Os oito seres do elemento terra mencionados acima devem ser suficientes ao mago, pois ele é capaz de acumular experiência individual por seu próprio trabalho prático. Entretanto, eu devo apontar novamente para cada mago que ele não deve ser o primeiro a iniciar a conversação com um ser que está sendo evocado pela primeira vez.
Ainda, deve ser mencionado que cada ser aparece de um modo diferente. Eu desisti de descrever a cor de cada ser, o peso, forma e modo de falar, pois seria de pequeno valor ao mago. Poderia inclusive ocorrer que devido à descrição completa que no momento da evocação ele fosse enganado por seu poder de imaginação, consequentemente criando um elemental ao invés de evocar o ser real.
O mago genuinamente preparado nunca será enganado por alucinações e não irá criar fantasmas ou qualquer coisa desta espécie.
Se ele tiver feito as preparações mágicas necessárias bem, ele sempre obterá o verdadeiro ser sob seu controle e irá vê-lo, ouvi-lo e senti-lo.Wikepédia.

Medeia.Mito e Magia.


Medéia era filha do rei da Cólquida. Sua história se tornou conhecida após a chegada de Jasão e os Argonautas à sua corte. Os nautas chegaram à região após uma série de aventuras pelos mares, a fim de recuperar o Velocino de Ouro. O Velocino (ou Velo) pertencia ao carneiro que salvou os filhos de Átamas de serem sacrificados sob as ordens da madrasta. O carneiro voador com velo de ouro enviado por Zeus levou as crianças nas costas. Passando pelo canal que separa a Europa da Ásia, Hele caiu do carneiro, dando seu nome ao mar abaixo, o Helesponto; Frixo continuou o voo e desceu na Cólquida. O menino sacrificou o carneiro a Zeus e entregou o velo (a pele do carneiro) ao rei, que o consagrou ao deus Ares num bosque guardado por uma serpente.
Jasão deveria pegar o Velocino (ou Velo) para satisfazer as ordens do tio Pélias, usurpador do trono da Tessália. Quando cresceu e exigiu sua herança, Jasão recebeu a tarefa considerada impossível, só então seria rei. Organizou uma expedição em um navio chamado Argos. Entre os Argonautas havia heróis e personagens conhecidos, como Orfeu; os gêmeos Cástor e Pólux; Peleu, pai de Aquiles; e, em alguma parte da jornada, Hércules. Navegaram em direção ao Mar Negro na jornada para Cólquida.
Chegando ao destino, o rei Eetes permitiu a tomada do Velocino após a realização de algumas tarefas, logicamente consideradas impossíveis. Jasão deveria domar dois touros que ateavam fogo pelas ventas, fazê-los lavrar um terreno e semear os dentes do dragão morto por Cadmo. Deveria matar os gigantes que surgissem dos dentes e eliminar o dragão que guardava o Velocino. Jasão recebeu ajuda de Medéia. A princesa cultuava deusa Hécate, por isso desenvolveu poderes mágicos que foram muito necessários. Medéia deu a Jasão um bálsamo para tornar seu corpo invulnerável. Também o orientou a atirar pedras no meio dos gigantes, de modo que se atacassem entre si. Medéia adormeceu o dragão que guardava o tesouro e Jasão foi bem sucedido.
Eetes não gostou que o herói tivesse cumprido as tarefas impostas. Para evitar a entrega do Velocino, planejou incendiar a nau e matar a tripulação. Mais uma vez Medéia o salvou. Alertou dos planos de seu pai, depois pegaram o Velocino e fugiram. Eestes os perseguiu e mais uma vez Medéia entrou em ação: matou o irmão, cortou-o em pedaços e os jogou no mar. Eestes parou para recolher os restos mortais do filho e desistiu da perseguição.
Quando chegaram à Tessália, Pélias se recusou a entregar o trono e Medéia se encarregou da vingança, enganando as filhas do rei para que o matassem. Misturou substâncias em um caldeirão de água fervente e demonstrou seus poderes de rejuvenescimento matando um velho carneiro e cozinhando no caldeirão, fazendo surgir um jovem carneiro. Entusiasmadas, as filhas se apressaram em cortar Pélias em pedaços. Mas ele não rejuvenesceu nem ressuscitou. Jasão e Medéia fugiram para a cidade grega de Corinto e tiveram dois filhos.
A tragédia “Medéia”, escrita pelo poeta trágico grego Eurípides, começa a partir de Corinto. O rei Creonte convenceu Jasão a abandonar Medéia e casar com sua filha. Medéia lembrou a Jasão tudo o que fez por ele ao se virar contra a própria família para salvá-lo. Temendo a magia de Medéia, o rei a expulsou. Ela implorou, mas ele apenas lhe deu um dia para que se preparasse.
Egeu, rei de Atenas, aceitou recebê-la como exilada em Atenas. Antes de sair de Corinto, Medéia executou alguns planos. Desculpou-se com Jasão e enviou presentes para a filha de Creonte, mas eram vestimentas enfeitiçadas que lhe devoraram o corpo. O pai tentou ajudar a filha, mas ambos morreram. Para punir Jasão ainda mais, Medéia matou os próprios filhos, depois fugiu na carruagem flamejante do avô Hélio, o deus-Sol, levando os corpos dos filhos.
Medéia tinha consciência do seu infortúnio, mas não se conformou diante do abandono e traição e ameaçou seus inimigos. Medéia pode ser o símbolo da mulher que é capaz de qualquer coisa para restabelecer sua honra. Evidente que muitas mulheres não chegariam ao ponto de assassinar os próprios filhos, mas o sentimento de vingança certamente passa pela cabeça da maioria delas. Muitas teses justificaram o assassinato dos filhos de Medéia menos pela vingança premeditada e mais pela paixão.
Wikepédia.

Elementos Magicos do Dragon Magic,


Assim como a magia utiliza os 4 elementos da natureza (fogo, terra, água, ar) e a energia espiritual (espírito/alma) para os seus fundamentos e os seus rituais, o "Dragon Magic" também usufrui deles em suas práticas, sobretudo, porque cada elemento representa um clã dragônico e o seu líder, como também, identifica os grupos dragônicos entre si, definindo os seus representantes e territórios. Cada dragão-líder apresenta uma peculiaridade específica (característica positiva e/ou negativa,dons mágicos, personalidade e temperamento), onde pode estar em consonância ou não com o nosso estilo de ser, caso seja compatível, cria-se um vínculo entre eles (mestres) e nós (pupilos, aprendizes), gerando uma parceria filosófica e mágica.
Cada elemento representa uma energia, seja ela masculina (considerada como positiva) ou feminina (considera como negativa), como também, cores simbólicas que podem variar de acordo com a cultura e o país. Segundo o blog "Magia e Espiritismo", sobre os 4 elementos da natureza, cogita-se o seguinte:
1. O elemento fogo (caminus): Representado pela energia masculina (+) e regido pelos dragões do sul, tendo como seu principal representante o dragão Fafnyr;
2. O elemento terra (humus): Representado pela energia feminina (-) e regido pelos dragões do norte, tendo como seu principal representante o dragão Grael;
3. O elemento água (agua): Representado pela energia feminina (-) e regido pelos dragões do oeste,tendo como principal representante o dragão Iroh;
4. O elemento ar (aura): Representado pela energia masculina (+) e regido pelos dragões do leste ou oriente (sol nascente), tendo como o seu principal representante o dragão Sairys;
Em se tratando do quinto elemento, a energia espiritual (spiritus), o referido blog não apresenta uma energia definida, mas, eu acredito que possa variar entre masculina (+) e feminina (-), por se tratar de uma dimensão abstrata e intangível, que vai além da natureza concreta, aquela que se pode ver e tocar, e propõe o uso equilibrado dos 4 outros elementos.
F.P.Wikepédia.

sábado, 12 de dezembro de 2009

O Dragão na Mitologia.

o dragão não é um conceito apenas dos chineses. Ele ocupa um lugar de destaque nas lendas e literatura da maior parte dos países da Europa. Cicero em seu” de Divinatione ” Capítulo, parágrafo 30), Euripides em seu ‘Thilostratus”(Capítulo I, parágrafo 2), e Homero em “Íliada” (Capítulo II, parágrafo 309), todos mencionam dragões. A Bíblia, tem vinte e duas referências no Velho Testamento e trinta no Novo Testamento, e se refere ao dragão tanto alegoricamente ou como um animal real; entretanto, em muitos destas passagens, especialmente no Novo Testamento, a palavra “dragão” é um conceito infeliz, pois é evidente que em muitas das citações os autores das Escrituras evidentemente tinham a concepção de um animal que muito provavelmente se tratava do jacal.
os mitos e lendas da Europa tem lugar para diversas estórias de dragão com o qual somos mais ou menos familiares. Entre outras está a lenda de Perseu, que salvou Andrômeda de um dragão e a estória de São Jorge e o Dragão; o conto de Sigfried, que matou um dragão em Worms e a estória de Beowulf, que no primórdios da História, despachou um dragão depois de matar Grendel.
o Rei Artur que foi chamado de temível Pendragon,” é descrito por Tennyson, em seu “Idills of the King”, sentado em um autêntico trono de dragão o qual rivalizaria em esplender àqueles do imperadores Manchu. A imaginação vívida do poeta nos deu essa descrição:
"A coroa real o dragão dourado sustentava
E embaixo no seu manto o dragão contorciam-se em ouro
E do entalhe atrás do trono surgem
Dois dragões ornados, deslizando para fazer
Braços para seu trono, enquanto o resto deles
Através de laços e fitas e dobraduras inumeráveis
Passando sobre os entalhes até se encontrarem
A nova forma na qual eles se perdiam.”
Muitas cidades costeiras e localizadas perto de rios na Inglaterra, França, Itália, Egito ainda recontam orgulhosamente suas lendas locais de dragões crués que foram mortos, após batalhas amgníficas, perto de bancos de rios ou do mar. Nós podemos ler sobre o Dragão Verde de Mordiford, o Dragão de Norwich, o Grande Dragão de Pittempton, o Dragão de Naples, o Dragão de Aries, o Dragão de Lyons, o Dragão de Marselha, Sebec, o Dragão do Nilo e muito mais. Estas estórias são orgulhosamente guardadas como tradições sagradas de suas cidades e países.
A concepção chinesa dos dragões apresenta uma criatura muito diferente destas nações na fronteira do Mediterrâneo e Atlântico. É verdade que há alguns pontos de semelhança, mas vamos chamar a atenção de apenas um, aquele à respeito sua visão aguçada. Ambos os tipos são dotados com uma ótima visão. O dragão chinês é surdo e isso explica, porque seus olhos, através de uma compensação natural, tenham alcançado um poder extraordinário. Sua visão é tão boa que ele pode facilmente distinguir um pedaço de grama milhas adiante. Em adição a isso é interessante lembrar que a palavra “dragão” em inglês é derivado do grego “drakon”, que significa “encarar” ou “ver”, e os clássicos mais que uma vez se referem ao animal como “dotado de aguda visão”. Nós não sabemos quem primeiro ligou o nome inglês “dragon” à concepção chinesa de dragão, lung, mas é dificilmente aceitável ao mestre Oriental dos mares ser identificado com o estigma que acompanha o seu companheiro inglês. Desde a recente revolução, muitos religiosos tem sido ouvidos para expressar sua grande satisfação em ver que a bandeira do dragão desapareceu para sempre.
O erro do uso da palavra dragão fez com que as pessoas confundisse o monstro maligno mencionado no livro das Revelações com o animal tão reverenciado pelos chineses. O dragão chinês da idéia ocidental generalizada em três pontos principais: na aparência, na personalidade e em consideração ao que se acredita. Na aparência, a concepção européia varia muito pouco da criatura da qual é o seu provável protótipo, salvo pela adição de um par de asas. As espécies chinesas estão em um patamar mais alto. O último tem uma cabeça maciça de onde emergem dois chifres galhados. Estas espécies, com a exceção de Chib Lung, ou Li Lung, não tem asas mas viagem de lugar em lugar pelas nuvens. Ainda, umas das grandes diferenças entre as duas variedades está na personalidade. O europeu é geralmente retratado com um monstro cruel, a personificação de tudo que é mal e inimigo do homem. A arte cristã o representa como o oposto da lei, harmonia e progresso e símbolo do pecado e paganismo. Nesse sentido alegórico, ele é retratado lutando contra São Jorge, São Miguel e São Silvestre, o qual personificavam a cristandade e a iluminação. Santos e mártires são retratados no ato de esmagar dragões sob seus pés. Ao passo que os dragões chineses, são sua antítese. É uma criatura benéfica, um amigo do homem. Ela traz a chuva que produz as colheitas e que por sua vez, traz comida. O terceiro ponto de distinção entre os dois dragões reside na consideração dispensada a eles. As espécies ocidentais eram criaturas horríveis, abjetas, evitadas e temidas pelos mortais, enquanto que os dragões asiáticos são objetos de reverência e mesmo culto pelos chineses. Esta criatura é de fato tão reverenciada que um dos mais sagrados títulos concedidos aos imperados era “O Dragão Verdadeiro”.Wikepedia.

MAGIA DRACONIANA. DRAGON MAGICK


Dragon Magick, a magia com a elaboração dos dragões, é um ramo de magia não ligado à Wicca que, como o próprio nome diz, lança mão do contato e da energia mágica dos dragões. Os praticantes da Dragon Magick usam a magia de modo totalmente diferente de nós dos wiccanos.
Antes de mais nada, é preciso sublinhar que existem pouquíssimas fontes disponíveis sobre o tema e, até o momento, nenhuma em português.
Dragões são seres que habitam um dos muitos planos astrais com os quais temos contato e que tocam nosso mundo de alguma maneira. Se os dragões alguma vez tiveram existência física neste plano é algo que não se pode afirmar, mas a universidade das lendas e mitos sobre esses seres nos leva a deduzir que eles fazem visitas freqüentes ao nosso plano desde a aurora da humanidade.
Existe uma lenda segundo qual, quando os dragões encontraram o ser humano pela primeira vez, ainda nos primórdios da espécie humana, em sua sabedoria, eles decidiram cuidar da criança que nascia, essa nova espécie, a fim de ajudá-la a se desenvolver. Mas os seres humanos se mostraram tão cruéis uns com os outros que os dragões começaram a achar que não valia a pena cuidar da humanidade e por isso foram se retirando mais e mais para seu próprio plano, até não serem mais avistados neste mundo.
No entanto, a mudança de comportamento de alguns humanos, que possibilitaram a volta da Deusa e o fortalecimentos dos movimentos ecológicos, fez com que alguns dragões se disputassem a se aproximar da humanidade novamente, desde que a iniciativa partisse de nós.
Como habitam um plano que consideramos astral, os dragões podem assumir qualquer forma e tamanho que desejam, mas costumam assumir a forma humana para se comunicar melhor com o homem.
Desde a aurora dos tempos, os dragões são atraídos pela magia, pois é por meio dela que essas criaturas criam vida nesta dimensão. É por isso que os praticantes de Magia podem entrar em contato com os dragões.
Os dragões são seres sábios e poderosos, que possuem um código de ética extremamente rígido e elevam muito a sério os compromissos que assumem ou que são assumidos com eles. Costumam reagir com extrema violência quando sentem que foram usados ou traídos de alguma maneira. A prática da Dragon Magick, portanto, exige disciplina, comportamento ético em todas as áreas da vida, respeito pelo livre-arbítrio de outros seres e respeito e reverência pela vida e pelos compromissos assumidos
Antes de qualquer outra coisa, é preciso saber por que você quer praticar esse tipo de magia. Se sua motivação básica é o respeito e o amor pelos dragões e pela magia, vá em frente. Mas, se seu objetivo é ganhar poder para impressionar os outros, desista enquanto é tempo.
Se sua motivações forem dignas e seu desejo sincero, comece a aprofundar seu conhecimento e sua conexão com os elementos. Compre estatuetas e jóias de dragões, uma vez que eles são atraídos por pessoas que gostem deles e exibem com orgulho esse amor.
O ideal é que você tenha um altar exclusivo para a prática da Dragon Magick, com instrumentos consagrados apenas para esse fim. Você vai precisar dos instrumentos básicos, athame, bastão, cálice e pentagrama, e mais: um espelho, um caldeirão e, se possível, uma espada.
O primeiro passo é estabelecer contato com os dragões. Pode-se ter sucesso na primeira vez que tentar ou pode levar vários meses. Esse primeiro contato é feito por meio de um ritual. Primeiro, faça uma meditação com Tiamat, a Grande Mãe Dragão primordial. Converse com ela, dizendo que você deseja se aproximar dos dragões e pedindo as bênçãos da Deusa. Uma vez que tenha obtido a bênção da Deusa, componha você mesmo um ritual no qual seja se aproximar e pedindo a um deles que seja seu companheiro mágico e guardião.
Ofereça incenso diariamente aos dragões, pois eles estão associados ao elemento fogo, e cante e dance com eles.
Quando um dragão se apresentar, criem um laço de amizade, amor e respeito mútuo com ele (ou ela). Passe algum tempo apenas estreitando esse laços. Convide-o a participar dos seus rituais, para que ele comece a fazer parte da sua vida mágica.
Quando sentir que sua conexão com ele está firme e plena, é hora de dar o passo seguinte. Peça a ele que o ajude a encontrar os instrumentos mágicos que você usará na prática da Dragon Magick.
Quando tiver os quatro principais, componha um ritual para sagrá-los. Trace o círculo, evoque a presença de seu Dragão Guardião e apresente-se às direções e aos dragões dos elementos, pedindo que eles o auxiliem em sua nova jornada mágica.
Consagre, então seus instrumentos dentro desse círculo.
A partir daí, comece a estreitar seu contato com os dragões associados a cada elemento. Medite com eles, dance e cante para eles. Procure acender velas em seu altar todas as noites, como uma homenagem aos dragões. Comece a evocá-los sempre que fizer magia, pedindo que eles acrescentem sua energia a seus feitiços e rituais. Você verá que eles começarão a lhe ensinar coisas , a propor trabalhos e novas idéias mágicas e a ajudá-lo a encontrar livros e outras fontes que auxiliem no seu desenvolvimento mágico. Eles estarão sempre presentes na sua vida, desde que você tenha atitudes coerentes e permaneça fiel ao seu próprio código de ética.
Os dragões são protetores fantásticos! Se você conseguir fazer amizade com um deles, terá um protetor leal para toda a vida. Mas eles também são seres dotados de pouquíssima paciência quando se trata de pessoas indisciplinadas, preguiçosas, hipócritas e falsas , e tendem a demonstrar seu desagrado de maneiras bastante evidentes.
HÁá quem acredite que a amizade com um dragão é para sempre. Não apenas para esta vida, mas para todas as futuras, por toda a eternidade e além. Por isso, pense muito bem antes de se decidir a trabalhar com eles. Os dragões já se decepcionaram uma vez com os seres humanos. Não vamos deixar que isso aconteça outra vez.Wikepédia

Dragâo.O Espirito.


Para todos os efeitos explicativos, o Dragão resume em si toda a força criadora e destrutiva do Universo. Esta força, vezes chamada de Chi, é a junção da Deusa e seu Consorte, em êxtase Divino.
Desde tempos imemoriais, o Dragão tem sido o símbolo do poder espiritual em diversas culturas. Mesopotâmia, extremo oriente, Europa.
Para os sumerianos e babilônicos, o Dragão encarnou a figura arquetípica da Deusa Criadora, e também destruidora, chamada Tiamat.
Sendo o Dragão uma força absoluta e libertária, é óbvio que atraiu inúmeros inimigos. Na cultura celta era celebrado como a força ancestral e primitiva dos Deuses, a bandeira do Dragão era a Bandeira do Rei, um sinônimo de nobreza e honradez, levando ao surgimento de várias lendas. Na Heráldica o Dragão significa defesa da própria terra, a fúria com que o portador do brasão reagiria em caso de invasão. Para os chineses, o Dragão é ainda um componente de suas crenças, quer seja representando a intervenção divina, quer seja como um arauto de conhecimentos milenares, sorte, ou brincadeiras.
Esta força chamada Dragão, que ora é representada como um réptil alado ou não, é um traço presente tanto na natureza quanto na humanidade, onde se manifesta com rara freqüência e em poucos indivíduos. Quando um raio corta os céus, quando o mar se agita, um vulcão acorda, um furacão varre a terra, etc.
Na humanidade, apresenta-se como um ímpeto avassalador que leva ao extremo da existência. É como se a vida perdesse o sentido e então tudo renascesse, mais colorido, mais vívido, mais intenso. Um humano que abriga um Dragão dentro de sua alma não passa desapercebido, pois sua presença pode incomodar, tal a violência de sua vibração, no sentido de intensidade e inconstância. É um ser de extremos, de emoções intensas, de atitudes radicais e instantâneas. Se você não agradar um Dragão à primeira vista, jamais o fará. Conviver com um humano-dragão é tão difícil quanto se expor à fúria de um vendaval. É preciso paciência e determinação se quiser extrair o que há de melhor nele.
Á primeira vista, o dragão humano pode parecer extremamente sedutor, a vivacidade que brota de suas palavras e do seu olhar encanta, fazendo qualquer um crer que ele é capaz de tudo que desejar. Ou pode mesmo parecer um ser muito tosco, insensível e desagradável. Mas se ao invés de querer agarrar esse dragão como se fosse um troféu para exibir em sua parede, tiver a gentileza de deixá-lo livre, desfrutando apenas de suas habilidades ígneas, ele será sempre uma fonte de energia vital e elemental. A força do Dragão reside na liberdade. É a liberdade que alimenta suas chamas, que endurece suas escamas, que faz suas asas alçarem vôos.
A pessoa que convive, ou que conheceu, um dragão-humano pode atestar a veracidade destas observações. Sabem que é ótimo para emprestar o entusiasmo que lhe falta para começar aquele projeto, tomar aquela atitude, fazer tal escolha. Mas que é incapaz de fazer algo em benefício próprio, a não ser que encontre alguém que saiba como acalmar a furiosa tempestade que vive em um dragão, e a transforme em chuva que rega o campo fértil sem danificá-lo. A imagem que temos dele, um animal grotesco, porém majestoso, assustador e ao mesmo tempo inebriante é uma metáfora perfeita para descrever a natureza de sua psique controversa.
O Dragão, tanto o mítico como o arquétipo psicológico, evoca força, selvageria, nobreza, magia, momentos decisivos. É importante observar que o que parece à primeira instância um rugido mal educado pode ser apenas um modo draconiano de dizer que ele se preocupa com você (coisa rara) e que está ciente de suas necessidades. Requintes intelectuais não são freqüentes em Dragões, pois seu instinto vale mais que mil conjecturas.
Passando para o plano da magia, o Dragão assume o papel de energia catalisadora e ampliadora de qualquer intenção mágica. Sendo uma fonte permanente de mana, é de muita utilidade em feitiços que necessitam de resposta rápida.
Para se conseguir a sintonia de um Dragão é preciso que se torne um deles, pelo simples motivo que os seres draconianos não se afinizam com os ideais humanos, tornando-se arredios a qualquer tentativa de serem usados como meros fazedores de milagres ou babás de caprichos humanos. Tornando-se um Dragão, o humano passa a vibrar em uma sintonia onde a futilidade e o ostracismo não são perceptíveis, envolvendo-se, quase que por uma compulsão, em tarefas que exigem muito desprendimento e espírito altaneiro.
É muito comum que bruxas e bruxos pratiquem a dragon-magick, pois ela foi desenvolvida por bruxas para bruxas. Pela afinidade espiritual e ideológica, bruxas e dragões são parceiros formidáveis em batalhas mágicas, desenvolvimento espiritual e sensorial.
Não importa se a imagem dos Dragões chega aos nossos dias carregada de equívocos, superstições, adaptações ou ignorância. O importante é que eles são reais se os compreendermos da maneira adequada, que vivem normalmente entre humanos e nuvens, e que estão longe, muito longe de serem uma lenda.Wikepédia.