contos sol e lua

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sexta-feira, 16 de abril de 2010

Os Filhos de Lir.


Em um tempo de mito e magia.
Viveu um homem de poder eterno,
Lir era seu nome.
Mas seu humor se tornou amargo.
Ele não seria o rei da terra.
Lier não pagaria nenhum tributo a ele,
E secretamente desejava que ele morresse.

Ai de mim, com o tempo a esposa de Lir morreu,
e ele estava cheio de grande tristeza,
Dearg Ouviu isso e mandou mensagem a Lir.
para se encontrar com ele em seu palacio.
Quando eles se encontraram, eles se abraçaram.
Sua amizade foi feita então.
Dearg chamou sua filha Eve (Ebhe),
E lhe disse que Lir devia ser casar de novo.

O amor de Lir por Eve foi forte como por sua primeira esposa,
Uma semente foi plantada, Fionnula e Aedh nasceram
Mas seu proximo parto levaria sua vida embora,
Fiachra e Conn, do estomago de sua mãe foram rasgados.

A tristeza de Lir não conheceu limites.
Ele chorou pela noite,
Dearg estava lá para conforta-lo.
E ajuda-lo a ver a luz.
Ele tinha quatro belas filhas.
E com o tempo, outra esposa
A irmã de Eve, Aoifa ficaraia leal ao seu lado.
Mas Aoife tinha um lado ciumento- um cancer em sua mente.
Ela ficou contra os filhos, amor por eles ela não encontrou.
Ela os levou em sua carruagem para um lago não muito longe
E os transformou em cisnes como a noite se torna dia.

300 dias em Derravaragh, assim começou o feitiço,
os filhos nadariam para a costa, sua historia a contar.
300 anos no mar de Moyle, um lugar cruel e horrivel.
Os filhos perderam ali seu pai, o sorriso em seu rosto.

No mar de Moyle as ondas quebravam,
e batiam a terra com força
A chuva caia feroz o vento soprava forte,
todos os cisnes temeram por suas vidas.
Fionnula era a mais forte e sabia de todas.
E protegeu seus irmãos do conflito.
Sob suas asas eles se esconderam da noite.
E aguardaram pela luz da manhã.

Finalmente o dia veio,
para deixar esse terrivel mar,
mais 300 anos viveram como cisnes.
Então eles enfim estariam livres.
Para Inish Gluaire os cisnes voaram,
Tão rápido quanto podiam.
Novas terras e reinos em todo lugar.
Fionnula via abaixo.

Lá eles aguardarm até que o dia se foi,
o feitiço estava terminado.
Eles se sentiram transformar.
Eles eram agora antigos,
sua juventude se fora para sempre,
E quando eles morreram.
Eles se deram as mãos e foram juntos.
Aisha Jalilah.

O menino do Pijama Listrado.


John Boyne é um escritor irlandês contemporâneo que, segundo consta no livro, escreveu esta narrativa de 186 páginas sobre um menino chamado Bruno, de nove anos de idade, em apenas dois dias e meio. Nunca havia ouvido falar nele até então, quando encontrei este volume à venda numa loja de conveniência em um posto de gasolina, durante minhas férias recentes. Um escritor de alguns livros, porém nenhum se comparando com este em questão de trama.
O enredo é simples e batido: Segunda Guerra Mundial e os nazistas. A narrativa é até mesmo similar ao pensamento de uma criança desta idade, embora seja em terceira pessoa, quando se percebe que Bruno, filho mais novo de um comandante do exército alemão, não consegue pronunciar certas palavras que lê e ouve, como quando pronuncia "Fúria" ao invés de "Führer" para se referir a Hitler (trocadilho que, em português, é curioso).
A família mora em Berlim, porém o próprio "Fúria" indica o pai de Bruno para trabalhar em um famoso campo de concentração muito longe de sua cidade. Bruno não gosta da idéia, pois sempre morou na mesma casa grande, onde gostava de brincar de explorador, descer pelo corrimão da escada, entre outras coisas que todo menino de sua idade adora fazer.
Bruno é uma criança que, para muitos leitores, pode parecer bastante mimada, e podem ter razão em pensar assim: um garoto que não tem noção de nada do que se passa ao redor, a não ser satisfazer suas necessidades imediatas de boa vida, já que nunca passou por dificuldade alguma em seus nove anos de vida. Até que vai para uma nova casa muito distante de sua terra natal, devido ao trabalho que foi incubido ao pai realizar. É então que conhece o menino de pijama listrado.
Shmuel é um garoto polonês da mesma idade de Bruno, porém com uma vivência muito diferente de seu novo amiguinho alemão. O que mostra que o amadurecimento de Shmuel é extremamente precoce em relação ao outro. É como se diz por aí: o sofrimento sempre traz experiências, nem sempre boas, entretanto. Judeu feito prisioneiro dos nazistas, é terrivelmente magro e triste, contrastando com a aparência do pequeno alemão, que não consegue entender, ou ao menos suspeitar, o porquê dele ser daquele jeito.
A família de Bruno passa mais de um ano vivendo ao lado do campo de concentração, e durante todo esse período o menino observa cenas e comportamentos incomuns das pessoas ao seu redor, com as quais nunca esteve acostumado, e parece não conseguir se dar conta do que acontece, pois não demonstra amadurecer quase nada com uma situação tão estranha como aquela, onde pessoas são encarceradas, humilhadas e torturadas diariamente. Está certo, é apenas um rapazinho de nove anos, que sempre teve o carinho e atenção de seus pais, nunca se preocupando com nada além de suas brincadeiras. Porém acho insólito, mesmo para uma criança tão pequena, viver alienada de algo tão brutal que ocorre nos fundos de sua casa (ele consegue ver o campo de concentração da janela de seu quarto). Mesmo conversando muitas vezes com Shmuel, ele não se apercebe de coisa alguma, até mesmo prefere tentar ignorar certos fatos que aparecem debaixo de seu nariz.John Boyne

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Nas Florestas Do Sul.


Nas florestas negras do Sul, sombrias,
virgem dos homens da cruz e da espada,
onde apenas, hórrida, ecoa a uivada
Dos lobos – guerreiros de pagã ideologia.

Mata de traiçoeira, agreste romaria –
Trevosa, eterna e por nós louvada,
De beleza erma, mórbida e fechada.
Apenas como a floresta negra, sombria...

De secular e obscura história,
Que em noites de plenilúnio é lembrada
Por guerreiros de equinócio e honrada
Com banquete de sangue – espólios de vitória.

Hoje entre seus ramos ecoam os sons das batalhas
Pagãs, gritos de um povo, de desespero e de dor;
Memórias que em sua história são à sangue grafadas
Tingindo seu cimo com a cor da vida, em rubro.

Pulsam lembranças, que aterrorizam.
D’um passado escuro, os guerreiros presentes,
Que a defendem com ardor em nome de antigas conquistas.
Aisha Jalilah.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

O princípio da vibração.


- Paramahansa Yogananda -
O terceiro Grande Princípio Hermético é o Princípio de Vibração. Para entender esse princípio, podemos começar a refletir na polaridade existente entre espírito e matéria.
O espírito está em um pólo de vibração e a matéria no outro pólo. Entre esses dois pólos se encontram milhões de escalas e modos de vibração. Partamos do princípio que tudo o que existe no Universo, seja no nível da matéria ou do espírito, se propaga através de vibrações.
Essas vibrações são propagadas com maior ou menor amplitude, de maior ou menor freqüência constantemente em todo Universo, que o mantém em movimento. Ou seja, tudo está em movimento e em vibração constante.
O Caibalion nos diz que o Todo vibra com tamanha intensidade, possui um grau de vibração tão infinito de e rapidez que parece estar parado.
Como já foi ensinado em outras matérias, matéria e energia se diferenciam apenas no modo de vibração. A freqüência vibratória é medida pelo número de vibrações por segundo, ou seja, a diferença entre dois tipos de matéria é apenas uma questão de tempo.
Por exemplo: a madeira tem um tipo de vibração diferente da pedra, isto se dá devido à diferença de vibração que as compõe. Se pudéssemos interferir nas freqüências vibratórias de cada coisa, poderíamos transformar uma pedra em madeira, por exemplo. Essa é a verdade fundamental do Absoluto, uma das chaves ocultas da composição da matéria.
Todas as partículas de matéria, desde os átomos até a manifestação do Universo, estão em movimento circular. Os planetas giram em torno dos sóis e em seus eixos, todo o Universo gira em círculos, até as moléculas em seus estados de constante movimento e vibração giram umas ao redor das outras.
O Campo de Energia Universal, é considerado pelos hermetistas como uma manifestação elevada de energia acima da matéria. Como já foi dito, essa substância etérea da qual é feito o Campo de Energia Universal é extremamente elástica e fluida, interpenetra tudo o que existe no Universo e funciona como um meio de transmissão e um elo de união de ondas de vibração, tais como o calor, a eletricidade, a luz, o som, o magnetismo.
O Caibalion nos ensina com um maravilhoso exemplo: observemos um objeto que gira em uma certa velocidade. Imaginemos que ele se move lentamente, e dessa forma podemos vê-lo claramente.
Quando aumentamos gradualmente a velocidade de seu movimento, podemos ouvir um som baixo, uma nota baixa. Se a velocidade é aumentada ainda mais, a nota sobe mais na escala musical e se ouve o som mais nitidamente. Dessa forma, a cada aumento de velocidade, ouve-se uma nota acima da escala musical, subindo cada vez mais conforme o movimento é aumentado.
Até que por fim a última nota que conseguimos ouvir é alcançada, soa um som agudo que vai morrendo suavemente e em seguida vem o silêncio. Nenhum som mais é ouvido de tão elevada que é a freqüência vibratória.
Nossos ouvidos humanos não consegue mais detectar o som emitido. Em seguida começamos a perceber a elevação da temperatura do objeto e percebemos a cor vermelha que vai clareando conforme o grau de vibração aumenta, em seguida vem o laranja, o amarelo, o verde, o azul, o anil e finalmente o violeta, conforme a velocidade for aumentando.
Finalmente a cor desaparece e nossa vista humana não registra mais nenhuma das cores, mas existem raios invisíveis e mais sutis que emanam do mesmo objeto.
Esses raios são os usados na fotografia, em seguida os raios X, a eletricidade, o magnetismo, até que o objeto atinge um grau de vibração tão elevada que suas moléculas se desintegram e giram por si mesmas nos átomos, que são por sua vez desintegrados e transformados nos pequenos corpúsculos que são formados. Finalmente esses corpúsculos desaparecem e chegamos a composição da substância etérica.
Os hermetistas afirmam que se continuássemos elevando continuamente a vibração do objeto sucessivamente, chegaríamos a manifestações mentais em direção ao Espírito e este reentraria finalmente no Todo, que é o Espírito Absoluto.
Assim aprendemos no Caibalion, com seus ensinamentos herméticos, que estão muito além do que a ciência tem conseguido comprovar, que toda manifestação de energia, seja esta no nível da matéria, do pensamento, emoção, vontade, desejo, amor, raiva, são construídos através de vibrações e dessa forma, podemos, volto a insistir, com um duro trabalho de autoconsciência, mudar nossa freqüência vibratória.Eunice Ferrari.

terça-feira, 13 de abril de 2010

As Leis da Reencarnação.


A Reencarnação, a vida tomando sucessivamente corpos até se elevar a uma capacidade maior e mais nobre de pensar e sentir - e a Evolução – a ascensão das formas, que se tomam de estrutura cada vez mais complexas, são como que a mão direita e a esquerda do Grande Arquiteto que modela o mundo. O enigma do universo é decifrado apenas pela metade, se nos limitamos a examiná-lo à luz de uma só destas verdades: mas, desde que a consideremos como inseparáveis e se completando, o homem estará de posse de uma concepção que se desenvolverá à proporção que as suas exigências aumentarem.
Ainda que seja habitualmente considerada como peculiar à alma humana, a Reencarnação é, na realidade, um processo que se aplica a toda vida e a todos os seus organismos. A vida da rosa que morre, volta à sua subdivisão da alma-grupo das rosáceas e depois se reencarna sob a forma de uma outra rosa; o pequeno cão que sucumbe à doença, toma à sua alma-grupo canina e mais tarde se reencarna numa outra ninhada, como um cãozinho. A única diferença, no homem, é que este não volve a uma alma-grupo, porque é uma consciência individual e separada; quando se reencarna, vem com as faculdades adquiridas em suas vidas precedentes, sem tê-las diminuído numa partilha com outros indivíduos.
O uso admitido quer, entretanto, que o termo Reencarnação seja reservado a este processo quando aplicado às almas humanas, comportando uma ou outra das seguintes significações:
1° - Que no nascimento de uma criança, Deus não cria uma alma para ela; desde muito tempo, esta alma existe como indivíduo, num certo estado espiritual. Por ocasião do nascimento, esta alma toma uma forma humana pela primeira e última vez. Esta é a doutrina da Preexistência.
2° - Que a alma humana já havia aparecido precedentemente sob formas corporais, algumas vezes sob forma humana, porém noutras vezes como animal ou planta; e que, do mesmo modo, depois da morte, esta alma poderá renascer como animal ou planta, antes de tornar a voltar uma vez mais numa forma humana. Esta idéia é mais conhecida pelo nome de Transmigração ou Metempsicose.
3° - Que a alma humana, antes de nascer como criança, já viveu na terra como homem ou mulher, mas não como animal ou planta, a não ser antes do que se chama a individualização (isto é, antes que a alma se tornasse uma entidade individual permanente e consciente de si). E semelhantemente à nascença, depois de um intervalo de vida passado numa condição espiritual, a alma volverá à terra como homem ou mulher, não renascerá mais como planta ou animal. É esta á doutrina da Reencarnação.
A Teosofia ensina que uma alma, uma vez que se individualizou e se tornou humana, não pode reencarnar-se numa forma animal ou vegetal; e os teósofos atuais limitam o emprego do termo Reencamação à terceira das acepções acima. Na literatura teosófica modema, reencarnação não significa renascimento como planta ou animal, porque se uma tal coisa fosse possível, a evolução da alma nada ganharia com tal recuo.
A alma humana é uma Consciência individual permanente, que vive numa forma ou num corpo de matéria invisível. Este corpo da alma, composto de um tipo de matéria chamada matéria mental superior, é conhecido pelo nome de Corpo causal nos estudos teosóficos modemos. Tem a forma humana, não é do sexo masculino nem do feminino, mas se parece antes com o anjo das tradições; é rodeado por um ovóide de matéria chamejante; luminosa e no entanto delicada como os matizes fugitivos de um pôr-do-sol. Esta forma chamada Augoeides e o ovóide de matéria luminosa que a envolve constituem a morada permanente da alma, o corpo causal.
Chama-se causal, por serem causados ou criados nesta residência permanente da alma os melhores impulsos para o pensamento, o sentimento e a ação, em todos os planos de operações da alma. É neste corpo causal que a alma vive, imortal e eterna. Para a alma, não há nascimento, infância, velhice nem morte; é uma alma imortal, crescendo no poder de amar, pensar e agir, à proporção que os séculos se escoam. Vive a sua vida eterna somente para tomar-se conhecedora de qualquer dependência de vida, por meio das experiências que adquire, e encontra a máxima felicidade em cooperar no Plano que seu Pai Divino traçou para a evolução.
O crescimento da alma começa primeiro pela experiência de vida, nos reinos inferiores àqueles em que se acha a sua verdadeira morada. Para isso se reencarna, isto é :
1° - Ela reúne matéria pertencente ao plano mental inferior e a modela num corpo mental por meio do qual poderá pensar, isto é, traduzir o mundo exterior dos fenômenos em termos de pensamentos e leis.
2° - Congrega matéria astral e a modela num corpo astral, pelo qual poderá sentir, isto é, traduzir o mundo fenomenal em termos de emoções e desejos pessoais.
3° - É-lhe fornecido um corpo físico apropriado, pelo qual poderá agir; usando-o, traduz o mundo em termos de propriedades físicas: pesado ou leve, quente ou frio, móvel ou imóvel e outros.
O processo de revestimento destes três corpos pela alma é que se chama Reencarnação. No decurso da vida do corpo físico, cada uma das vibrações às quais os nervos respondem ocasiona a princípio, no cérebro, uma reação sensorial; esta reação é então notada pelo corpo astral como agradável ou desagradável; o corpo mental nota em seguida a impressão do corpo astral e a traduz em pensamento; este pensamento é finalmente percebido pela alma no corpo causal. A alma envia então através do corpo mental ao corpo astral, e deste ao cérebro físico, sua resposta ao fenômeno do mundo físico. Em todo momento em que funciona a consciência, há esta intercomunicação telegráfica com o corpo causal. Depois que um grande número de idéias foi assim adquirido, a alma as analisa, coordena e, por generalizações, tira das experiências de vida ideais de pensamento e de ação. Transmuta assim o mundo fenomenal em conceitos e temos que então se tomam parte dela.
O processo inverso da Reencamação, chamado Morte, não origina nenhuma modificação no corpo causal. Em primeiro lugar, o corpo físico é posto de lado e os fenômenos físicos não dão mais ensejo a nenhuma resposta, porém a alma está ainda de posse do corpo mental e do corpo astral. O corpo astral é em seguida posto de parte, os fenômenos astrais não solicitam mais a atenção e a alma só observa o mundo, do plano mental inferior. Por último, o corpo mental é rejeitado, a alma está inteiramente no corpo causal e não possui mais veículos inferiores. Por assim dizer, retomou outra vez à sua morada, se bem que, em realidade, nunca a haja deixado totalmente ; apenas focalizou uma fração de consciência e de vontade através de veículos de matéria inferior, e a isso denominam os homens Reencarnação. Serviu-se de diversos veículos durante um certo tempo e quando não teve mais necessidade deles colocou-os novamente de lado.
O que denominamos vida e morte é para a alma apenas a emissão de algo de sua consciência para os planos inferiores, e depois a sua recondução, de novo, ao plano superior.
O método de estudar as leis da Reencamação consiste em observar como as almas nascem em corpos físicos, como neles vivem, como os deixam com a morte, corno posteriormente se libertara de seus corpos astral e mental e, finalmente, como se encontrara na plenitude de seu ser, no corpo causal. Todas as particularidades deste processo são registradas na Memória do Logos e o investigador que estiver em condições de pôr-se em contato com esta Memória pode examinar as sucessivas reencarnações de qualquer alma.
É por este método que se fizeram certas investigações e se coligiram fatos já suficientes para a dedução de leis. O fato mais importante da Reencarnação é que as suas leis diferem para os diversos tipos de almas.
As almas, numa dada época, não são todas dotadas da mesma capacidade, pois umas são mais velhas que as outras. O fim da reencarnação é permitir a uma alma tornar-se mais sábia e melhor após as experiências de cada encarnação; mas se observa que, enquanto uma alma é capaz de aprender rapidamente, de uma experiência, outra aprenderá muito lentamente e repetirá muitas e muitas vezes a mesma experiência. Tal diferença na capacidade de assimilar experiências é devida à desigualdade de idade das duas almas.
As almas mais jovens são incapazes de dominar a impetuosa e rude natureza do desejo, e desprovidas de capacidades mentais. Na época presente estas almas aparecem nas raças selvagens e semicivilizadas e também nas comunidades civilizadas, nos indivíduos atrasados e criminosos natos. Como almas um pouco mais evoluídas, e por conseguinte mais velhas, encontram-se as que ultrapassaram o período selvagem, porém são ainda pouco inteligentes, carecem de imaginação e de iniciativa. Estas duas classes compreendem mais de nove décimos da humanidade.
Vêm em seguida as almas mais avançadas e mais civilizadas de todas as raças. São aquelas cujo horizonte intelectual não é limitado pela família ou pela nação, que anelam uma perfeição ideal e se esforçam conscientemente por consegui-la. Menos numerosas ainda são as almas que descobriram que a significação da vida é o sacrifício de si mesmas e a consagração ao serviço; as almas que estão e amoldam conscientemente o seu futuro. E como flores raras de nossa árvore humana, encontramos os Adeptos, os Mestres da Sabedoria, estes poderosos Irmãos mais velhos da Humanidade que são os Reflexos de Deus na terra e permanecem guiando a evolução segundo o Plano da Divindade.
A Lei geral quer que, depois da morte do corpo físico, a alma passe por um breve período de vida no plano astral; em seguida, após ter abandonado o corpo astral, permanece vários séculos no mundo mental inferior. Este mundo mental inferior é o Céu inferior (chamado muitas vezes Devacã na literatura teosófica), e nele a alma revive as aspirações da vida terrestre, mas agora na plenitude de toda a felicidade almejada. Passam-se séculos assim, numa feliz atividade, até que as forças das aspirações espirituais se esgotam e a alma despe o seu corpo mental. Terminou então esta encarnação e está em seu corpo causal com todas as experiências transmutadas em ideais e capacidades. Mas, como tem ainda muito que fazer para atingir a perfeição, mais uma vez se reencarna, revestindo-se de três novos corpos: o mental, o astral e o físico.
A vida sem a chave da Reencarnação é, em verdade, um drama estranho e selvagem, como o pareceu uma vez a Tennison, a desperto de sua fé cristã. É um processo cruel a Evolução, solícita com a espécie e descuidosa com a vida isolada. Mas concordai que a Vida, indestrutível e imortal, evolui também, e então o futuro de cada indivíduo se mostra sob cores brilhantes.
À luz da Reencarnação, a Morte perde o aspecto doloroso e o sepulcro é a vitória; os homens caminham incessantemente para a deificação, de mãos dados com os que amam, sem temor de separação. A moralidade é apenas um papel que a alma desempenha durante certo tempo; terminado o papel, depois de vividas todas as vidas e de mortas todas as mortes, a alma começa a sua carreira como Mestre de Sabedoria, como Reflexo de Deus na Terra, como o Verbo feito come.
Tal é para nós todos, selvagens e civilizados de hoje, o futuro que nos espera, a glória que nos será revelada.Wikepédia.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Deidades Pagâs


Os nomes dos Deuses variam de panteão para panteão, de acordo com a cultura de um povoado ou nação. Para os egípcios, por exemplo, ísis seria a personificação da Grande Mãe, da Senhora, da Deusa, enquanto que, para os celtas, ela seria Cerridwen.

O mesmo acontece com os nomes dos deuses: Hermes é o deus mensageiro dos gregos, enquanto que Mercúrio responderia pela mesma "pasta" para os romanos. Ou Hélio seria o deus-sol dos gregos, enquanto que, para os celtas, esse seria chamado de Lugh.

A bruxa é muito particular na sua crença. Ela pode sentir maior afinidade pelo panteão e a tradição egípcia, por exemplo, e cultuar ísis, Bastet, Hathor, Thoth, Osíris, etc, ou se identificar mais com a história greco-romana e reverenciar os deuses deste panteão. A afinidade e atração por divindades de vários panteões é algo muito particular.

Os principais deuses e deusas, por exemplo, do panteão celta são:

Angus Mac Og - Deus da Juventude, do Amor e da Beleza na Irlanda Antiga. Um dos Tuatha de Dannan, Angus possuía uma harpa dourada que produzia música de irresistível doçura. Os seus beijos transformavam-se em pássaros que transportavam mensagens de amor.

Anu / Annan / Dana / Dannan - Deusa Mãe, da Abundância, sendo a maior de todas as deusas do panteão irlandês. Aspecto virginal da Deusa Tríplice, formada com Badb e Macha, guardiã do gado e da saúde. Deusa da Fertilidade, da Prosperidade e do Conforto.

Arawn - Regente do Inferno, Annwn, o Submundo na tradição galesa. Representa a vingança, o terror, a guerra.

Arianrhod - Seu nome significa Roda de Prata ou Grande Mãe Frutuosa. Arianrhod é a Face Mãe da Deusa Tríplice para os povo de Gales. Honrada em especial na Lua Cheia, ela é a guardiã da Roda de Prata, símbolo do tempo e do karma. Senhora da Reencarnação.

Badb - Seu nome, que se pronuncia Baid, foi traduzido como Corvo de Batalha, ou Gralha Escaldada, que representaria o caldeirão da vida, conhecido em Gales como "Cauth Bodva". Badb, deusa da Guerra, é esposa de Net, também deus da Guerra. Irmã de Macha, a Morrigu, e de Anu. Aspecto Maternal da Deusa Tríplice irlandesa. Associada ao caldeirão, aos corvos e às gralhas, Badb rege a vida, a sabedoria, a inspiração e a iluminação.

Banba - Deusa irlandesa que, juntamente com Fotia e Eriu, usava a magia para repelir os invasores.

Bel / Belenus / Belenos / Belimawr - Seu nome significa "brilhante", sendo o Deus do Sol e do Fogo dos irlandeses. Belenos dá seu nome ao festival de Beltane, ou Beltain, festa de purificação e fertilidade comemorada em 1 de maio no hemisfério norte. Belenos era ainda ligado à ciência, cura, fontes térmicas, fogo, sucesso, prosperidade, colheita e à vegetação.

Blodeuwedd - Seu nome foi traduzido como "flor branca", sendo representada, muitas vezes, com um lírio branco nas cerimônias de iniciação celtas de Gales. Criada por Math e Gwydion, o Druida, para ser esposa de Lleu, foi transformada em coruja por causa do seu adultério e da conspiração para a morte do marido. Aspecto virginal da Deusa Tríplice dos galeses, Blodeuwed tinha por símbolo uma coruja. Seu domínio é o das flores, sabedoria, mistérios lunares e iniciações.

Boann / Boannan / Boyne - Deusa do rio Boyne, na Irlanda, mãe de Angus mac Og com o Dagda.

Bran - O Abençoado. Bran era irmão do poderoso Manawydan ap Llyr e de Branwen, sendo filho de Llyr, do folclore galês. Associado aos corvos, Bran é o deus das profecias, das artes, dos chefes, da guerra, do Sol, da música e da escrita.

Branwen - Irmã de Bran e esposa do rei irlandês Matholwch. Vênus dos Mares do Norte, filha de Llyr, uma das três matriarcas da Grã-Bretanha. Branwen é chamada Dama do Lago, sendo a deusa do amor e da beleza no panteão galês.

Brigit / Brid / Brigid / Brig - Seu nome significa "flecha de poder". Brigit era filha do Dagda, sendo chamada A Poetisa. Outro aspecto de Danu, associada a Imbolc. Tinha uma ordem dedicada a ela, formada só por mulheres, em Kildare, na Irlanda, que se revezavam para manter o fogo sagrado sempre aceso. Deusa do fogo, fertilidade, lareira, todas as artes e ofícios femininos, artes marciais, curas, medicina, agricultura, inspiração, aprendizagem, poesia, adivinhação, profecia, criação de gado, amor, feitiçaria, ocultismo.

Cernunnos - Seu nome deve ser pronunciado como se tivesse um "k": kernunnos. Deus Cornudo, Consorte da Grande Mãe, deus da Natureza, Senhor do Mundo. Comumente representado por um homem sentado na posição de lótus, cabelo comprido e encaracolado, de barba, nú, usando apenas um torque (colar celta) ao pescoço, ou ainda por um homem de chifres, sendo, por isso, erroneamente comparado ao diabo dos cristãos. Os seus símbolos eram o veado, o carneiro, o touro e a serpente. Deus da virilidade, fertilidade, animais, amor físico, natureza, bosques, reencarnação, riqueza, comércio e dos guerreiros.

Cerridwen / Ceridwen / Caridwen - Deusa da Lua do panteão galês, sendo chamada de Grande Mãe e A Senhora. Deusa da natureza, Cerridwen era esposa do gigante Tegid e mãe de uma linda donzela, Creirwy, e de um feio rapaz, Avagdu. Os bardos galeses chamavam a si mesmos de Cerddorion, filhos de Cerridwen. Há uma lenda que diz que o grande bardo Taliesin, druida da corte do rei Arthur, nascera de Cerridwen e se tornara grande mago após tomar algumas gotas de uma poderosa poção de inspiração que Cerridwen preparava no seu caldeirão. Cerridwen é ainda a deusa da Morte, da fertilidade, da regeneração, da inspiração, magia, astrologia, ervas, poesia, encantamentos e conhecimento.

Dagda - No folclore irlandês, o Dagda era chamado de O Bom Deus, Grande Senhor, Pai dos deuses e dos homens, o Arquidruida, deus da magia, da terra. Rei supremo dos Tuatha de Dannan, mestre de todos os ofícios, senhor de todos os conhecimentos. Teve vários filhos, entre eles Brigit, Angus, Midir, Ogma e Bodb, o Vermelho. O Dagda tinha uma harpa de carvalho vivo que fazia com que as estações mudassem quando assim o ordenasse. Deus dos magos e sacerdotes, senhor dos artesãos, da música e das curas.

A Dama Branca - Conhecida em todos os países celtas, era identificada como Macha, Rainha dos Mortos, a forma idosa da Deusa. Simbolizava a morte e a destruição. Algumas lendas chamam-na de Banshee, aquela que traz a morte.

Danu / Dana / Dannan - Principal Deusa Mãe dos irlandeses, às vezes identificada com Anu. Mãe dos Tuatha de Dannan, Povo de Dana, o Povo Mágico, descendente dos deuses, que se escondeu com a chegada dos cristãos às terras celtas. Outro aspecto da Morrigu, Danu é a patrona dos feiticeiros, dos rios, das águas, dos poços, da prosperidade e abundância, da sabedoria e da magia.

Druantia - "Rainha dos Druidas", deusa ligada à fertilidade, às atividades sexuais, às árvores, à proteção, ao conhecimento e à criatividade.

Dylan - Filho da Onda, Dylan era o deus do mar para os antigos galeses, sendo filho de Gwydion e Arianrhod. Seu símbolo era um peixe prateado.

Elaine - Aspecto virginal da Deusa no panteão galês.

Epona - Seu nome significa "grande cavalo", sendo homenageada em Gales como deusa dos cavalos. Seus atributos incluíam ainda a fertilidade, a maternidade, a prosperidade, os animais, a cura e a colheita.

Eriu / Erin - Filha do Dagda, Erin era uma das três rainhas dos Tuatha de Dannan da Irlanda.

Flidais - Deusa da floresta, dos bosques e criaturas selvagens do povo irlandês. Viajava numa carruagem puxada por veados e tinha a capacidade de mudar de forma.

Goibniu / Gofannon / Govannon - Era o Grande Ferreiro do povo irlandês, semelhante a Vulcano. Foi ele quem forjou todas as armas dos Tuatha de Dannan. Estas armas sempre atingiam o alvo e toda ferida provocada por elas era fatal. Deus dos ferreiros, dos fabricantes de armas, da ourivesaria, fabricação da cerveja, fogo e trabalho com metais em geral.

Gwydion - O Grande Druida dos galeses. Feiticeiro e bardo do Norte de Gales, seu símbolo era um cavalo branco. Rege a ilusão, as mudanças, a magia, o céu e as curas.

Gwynn ap Nud - Rei das fadas e do submundo na tradição galesa.

Gwythyr - Oposto de Gwynn ap Nud, Gwythyr era o senhor do mundo superior, também no folclore galês.

Herne - O Caçador, era associado a Cernunnos, o Deus Cornudo, e acabou sendo, também, associado à floresta de Windsor.

O Homem Verde (Green Man) - O Homem Verde tinha os mesmos atributos de Cernunnos, sendo igualmente uma divindade cornuda que habitava as florestas. Deus dos bosques, seu nome, em galês antigo, é Arddhu (O Escuro) ou Atho.

Llyr / Lear / Lir - No folclore galo-irlandês, Llyr era o deus do mar e da água, sendo considerado, ainda, senhor do mundo subterrâneo. Llyr era pai de Manawyddan, de Bran e de Branwen.

Lugh / Luga / Lamhfada / Llew / Lug / Lug Samildanach / Llew Llaw Gyffes / Lleu / Lugos - Na Irlanda e em Gales, Lugh era chamando O Brilhante. Deus do Sol e da guerra, era associado aos corvos, tendo por símbolo, em Gales, um veado branco. Sua festividade é Lughnasadh, outra festa da colheita. Era filho de Cian e de Ethniu. Tinha uma espada e uma funda mágica. Lugh era carpinteiro, pedreiro, ferreiro, harpista, poeta, druida, médico e ourives. Seu domínio incluía a magia, o comércio, a reencarnação, o relâmpago, a água, as artes e ofícios em geral, viagens, curas e profecias.

Macha - O Corvo. Rainha da Vida e da Morte no panteão irlandês. Um dos aspectos da Morrigu, era reverenciada também em Lughnasadh. Após uma batalha, os irlandeses cortavam as cabeças dos vencidos e ofereciam a Macha, sendo este costume chamado de A Colheita de Macha. Deusa protetora da guerra, e da paz, Macha regia também a astúcia, a força física, a sexualidade, a fertilidade e o domínio sobre os machos.

Manannan mac Lir / Manawyddan ap Llyr / Manawydden - Filho do deus do mar, Llyr, era homenageado como uma das principais divindades do mar pelos irlandeses. Reverenciado ainda como protetor dos navegadores, deus das tempestades, da fertilidade, da navegação, dos mercadores e do comércio. Tinha uma armadura mágica que se dizia ser impenetrável.

Math Mathonwy - Deus da feitiçaria, da magia e do encantamento no folclore galês.

Merlin / Merddin / Myrddin - Figura já conhecida do círculo da mitologia arturiana, este era o Grande Feiticeiro, o Druida Supremo dos galeses. Dizia-se que aprendeu sua magia (que não era pouca) com a própria Deusa, sob os nomes de Morgana, Viviane, Nimue ou Rainha Mab. A tradição diz que Merlin dorme numa caverna de cristal depois de enganado por um encantamento de Nimue. Merlin era o senhor da ilusão, da profecia, da adivinhação, das previsões, dos artesãos e ferreiros. Diz-se ainda que tinha grande habilidade de mudar de forma.

Morrigu / Morrigan / Morrighan / Morgan - A Morrigu era tida como a Grande Rainha, Senhora Suprema da Guerra, Rainha dos Fantasmas e Rainha Espectro, pois possuía uma forma mutável. Reinava sobre os campos de batalha, ajudando com sua magia. Representa o aspecto idoso da Deusa Tríplice, sendo associada aos corvos e gralhas. Patrona das sacerdotisas e feiticeiras.

Nuada / Nuda / Nodons / Nodens / Lud / Llud Llaw Ereint - No folclore galo-irlandês, era reverenciado como o senhor dos deuses, como Júpiter. Possuía uma espada invencível, guardada pelos Tuatha de Dannan. Nuada era o deus da cura, da água, dos oceanos, da pesca, da navegação, dos carpinteiros, ferreiros, harpistas, poetas e narradores de histórias.

Ogma / Oghma / Ogmios / Grianainech / Cermait - Herói semelhante a Hércules, Ogma tinha uma enorme maça com a qual defendia seu povo, os Tuatha de Dannan, sendo eleito seu campeão. A tradição diz que foi ele quem inventou o alfabeto ogham, utilizado pelos antigos druidas, baseado em árvores consideradas mágicas. Ogma rege a eloquência, os poetas, escritores, a inspiração, a força física, a linguagem, a literatura, as artes, a música e a reencarnação.

Rhiannon - Grande rainha dos galeses, Rhiannon era a protetora dos cavalos e das aves. Rege os encantamentos, a fertilidade e o submundo. Aparece sempre montando um veloz cavalo branco.

Scathach / Scota / Scatha / Scath - Seu nome traduzia-se como A Sombra, Aquela que combate o medo. Deusa do submundo, Scath era a deusa da escuridão, aspecto destruidor da Senhora. Mulher guerreira e profetisa que viveu em Albion, na Escócia, e que ensinava artes marciais para os guerreiros que tinham coragem suficiente para treinar com ela, pois era tida como dura e impiedosa. Não foi à toa que o adestramento do herói Cu Chulainn foi levado a cabo por ela mesma, considerada a maior guerreira de toda a Irlanda. Scath era ainda a patrona dos ferreiros, das curas, magia, profecia e artes marciais.

Taliesin - Taliesin o Bardo, foi o druida chefe da corte de Arthur, um dos maiores reis da Inglaterra. Dominava a arte da escrita, a poesia, a sabedoria, a magia e a música. Taliesin é tido como patrono dos druidas, bardos e menestréis.Wikepédia.

a Voz de Morrigan.


No chão ele está caído,
seu sangue está se esvaindo,
a batalha foi lutada
e agora a luta parou.
Ele olha o campo,
no meio da carnificina ele vê
tantos que morreram
e tão poucos que restaram.

Os soldados de seu irmão,
que ele conheceu desde que era um garoto,
estão caídos em silêncio, não mais vivos.

Deitado debaixo de uma árvore
está um homem partido,
morto pela espada nas mãos de meu guerreiro.
Mas em seu coração
ele não odeia esse homem;
ele lutava por uma causa
que nele não conseguia entender.


Mil anos se passaram
e a humanidade continua igual,
eles lutam entre si por razões políticas.
Um estado político* - uma ferramenta do governo,
as pessoas vivem com medo sob o governo de um louco.
Cruachan.

Mais mil anos
e o mundo pode não existir,
e a razão será a ganância e um punho de ferro.
Os espíritos irão se rejubilar,
não haverá saudades da humanidade.
Está nas suas mãos.
Isso não pode acontecer!