contos sol e lua

contos sol e lua

sábado, 4 de setembro de 2010

O iluminado.


Significado do nome B.
Origem do Nome B.
Qual a origem do nome B: LATIM

Significado de B.

Significado e origem do nome B - Analise da Primeira Letra do Nome: B
Você sabe o que quer, e com sua determinação sempre chega lá. está sempre muito preocupado com a situação financeira, busca segurança neste setor da vida, mesmo sendo alguem que vive em busca de prazeres. Dono de uma memória perfeita e cheio de hábitos enraizados, gosta de dividir suas experiências com alguem, especialmente com quem ama. Pode demorarar a aprender as coisas, mas depois que aprende nunca mais esquece, o que torna suas lições muito profundas. Possui um lado vingativo e corre um certo risco de se tronar teimoso ou ciumente demais.

Significado do nome B. - Sua marca no mundo!
SENSIBILIDADE,SIMPATIA,COOPERAÇÃO,DIPLOMACIA,RECEPTIVIDADE.
Visto como liberal e simpático, a pessoa que tem o 2 na vibração da personalidade é prestativa e não gosta de causar transtornos em seus relacionamentos sejam pessoais ou profissionais. Evita os cargos de liderança, e não busca de ser centro das atenções. Gosta de agir sem holofotes, e nem por isso deixa de ser notado. Preocupa-se em como é visto pelos outros, fator que pode prejudicar seu rendimento. Porém persuasão é uma forte característica e tem sempre a coisa certa a dizer, sua diplomacia faz com que consiga um bom entendimento entre os diversos grupos em que se relaciona. A capacidade e vontade em cooperar sempre é apreciada pelos colegas. Discreto, prefere ambientes tranquilos para trabalhar. Sempre que coloca de lado a insegurança faz com que as pessoas confiem mais em suas habilidades. Esta mesma insegurança é o que faz com que hesite sempre que se encontra entre duas escolhas. Para usufruir dos aspectos positivos deste número deve acreditar mais em si mesmo e usar a intuição.
B. Significado - Numerologia - Expressão 7.
COMO O MUNDO TE VÊ?
O número da Expressão revela a missão que tem, o que deve fazer ou ser nesta vida, para que atinja sucesso e alcance suas metas e objetivos. Descreve como você se expressa no mundo. O seu "eu" completo - personalidade, caráter, disposição, identidade, temperamento.Sempre em busca do saber e da verdade, é alguém cujas coisas do espirito e do "eu" interior fazem muita importância na vida, por isso é estudioso, gosta de filosofia e pesquisas. Estuda para provar e obter respostas sobre o desconhecido. Por ser um tanto solitário as pessoas o consideram distante e estranho mas é difícil não notar sua presença, pois possui um refinamento inigualável. Procura viver de acordo com suas experiências e descobertas e não conforme padrões pré estabelecidos. Não se atrai por agitos e modismos, considera isso como coisas descartéveis. Prefere atividades que não envolvam esforço fisico, ou mesmo com máquinas. Tem forte tendência para ser um educador, advogado, cientista, banqueiro, corretor, contador, tecelão, relojoeiro, inventor, escritor de temas técnicos, científicos ou filosóficos, editor, autoridade em religião, naturalista, astrônomo ou metafísico. Precisa ficar atento aos aspectos negativos, como impaciência, e avareza, tedência à indiferença.
bruno Significado - Numerologia - Impressões 7.
COMO VOCÊ VÊ O MUNDO?
Mostra a pessoa como é interiormente. Revela como pensa, sente e age. Seu o desejo íntimo da alma, o seu "eu interior", suas esperanças, sonhos, ideais, motivações. As vezes é possível que percebamos essa manifestação, mas talvez não a expressamos como deveriamos ou mesmo não vivemos de acordo com ela, assim estamos reprimindo os nossos sentimentos e impulsos, o que gostariamos de ser ou fazer, estamos adormecendo nossos objetivos secretos, as ambições, os ideais mais intimos.Está sempre em busca da sabedoria, do conhecimento e da perfeição. Muito intuitivo, inspirador e retraído. Sonha em usar a mente, ser intelectual, científico, filósofo ou místico. Por não conseguir isolar-se sem sentir solidão sente-se constantemente melancólico e tem tendência a depressão. Faz sempre bom julgamento e possui um forte senso de valor. Não sente-se bem em locais agitados, nem gosta de trabalhos servis e de confusão.
B. Significado - Numerologia - Anseios da Alma 9.
ANIMA - O QUE MOVE VOCÊ? A vibração da ANIMA mostra a impressão que você transmite às pessoas e os efeitos que lhes causam. Deve ser considerado um dos número mais importantes na sua vida. Conhecendo-o poderá entender o planejamento da sua vida. Compreendendo este plano e buscando viver de acordo com seu significado trará mais sentido à sua vida, e a fará mais útil e feliz. Ter consciência dessa vibração ajuda a reconhecer o porquê de suas aversões e gostos. Não desperdiçará um dia sequer de sua vida, e jamais a sentirá inutil ou sedentária na velhice se viver de acordo com as vibrações deste número. 9 - Gosta de ajudar e servir à humanidade. Busca ser conhecido como alguém generoso, capaz de auto-sacrificio, gentil e disposto a doar e ensinar sem pagas ou retribuições. É capaz de dividir o que tem, mesmo que seja pouco, pois tem amor à universalidade. Uma grande virtude é o seu perdão e como percebe as necessidades alheias. Sua casa e seu coração estão sempre abertos para acolher qualquer um que precise desde comida à um ombro amigo.
Significado e origem do Nome B. - Arcanos do Tarot.

Arcano 2 - A Papisa.
SIMBOLOGIA Símbolo do mistério dos sonhos e ilusões. A Papisa ou a grande Sacerdotisa representa a grande divindade feminina, regente da a magia, é também a poderosa feiticeira. Personificação da boa memória, aquela que detém todo conhecimento e registros do passado. Representa os três horizontes: passado, presente e futuro. É a representação do poder feminino e não precisa lutar para afirmar-se.
ASPECTOS POSITIVOS A Papisa indica sabedoria, julgamento correto, sagacidade, bom senso, habilidade para ensinar, segurança, ausência de sentimentalismo, emoções ocultas, relacionamentos platônicos e tendência para evitar envolvimentos emocionais. Indica realização, é o brilho da verdade e do mérito, a entrega no futuro com confiança desde que com sabedoria e reserva.
ASPECTOS NEGATIVOS Ignorância, falsa puritana, domínio do supérfluo, egoísmo, presunção, preguiça, imaginação em excesso, intenções hostis, desenvolver a pacividade são aspectos negativos, dos quais pode se livrar tendo como conduta a proteção dos desejos e das fraquezas.
INTERPRETAÇÕES DO ARCANO NO SENTIDOS:
MENTAL: Grande riqueza de idéias. Responde a problemas concretos melhor do que a questões vagas.
EMOCIONAL: É amistoso, recebe bem. Mas não é afetuoso.
FÍSICO: Situação garantida, poder sobre os acontecimentos, revelação de coisas ocultas, segurança de triunfo sobre o mal. Boa saúde, mas com um ritmo físico lento.
PALAVRAS SÁBIAS Acima de tudo o arcano aponta para a Sabedoria, para a ordem divina, a lei, e o poder da reflexão. Fala também do princípio feminino, receptivo e materno. Dos mistérios e uso da intuição.
Procure compreender melhor a situação antes de tomar uma decisão. As vezes é necessário usar as nossas forças chamadas femininas. Passividade, sedução, intuição, suavidade, entendimento.
"O vento e as ondas estão sempre a favor de quem sabe navegar..."
INFLUENCIA NA SUA VIDA Esse arcano influencia positivamente 70% de sua vida.

Arcano 7 - O Carro.
SIMBOLOGIA O arcano do carro fala do domínio do homem sobre os quatro elementos vitais: terra, ar, água e fogo. O carro indica o ser humano em equilibrio e bem sucedido, que foi capaz de decidir corretamente. É a promessa de realização e sucesso em todos os sentidos. Representa a submissão dos elementos da natureza e da matéria ao talento e a inteligência do homem. Este arcano é uma mensagem indiscutível de sucesso, aponta para viagem e novos rumos.
ASPECTOS POSITIVOS É demonstração da capacidade humana de através da mente controlar o corpo (carro) num rumo certo e definido, apesar das emoções. Representa o equilíbrio, segurança, amparo material e moral, domínio, realização, sucesso, discernimento e triunfo, preocupação e interesse pelo futuro e pelos mistérios da vida.
ASPECTOS NEGATIVOS O carro mostra que é necessário tomar as rédeas e controlar as forças psíquicas para conduzir a vida ao caminho que nós escolhemos, não tomar estas rédeas nos empurra para a fraqueza, egocentrismo, descontrole, irreflexão, orgulho, brutalidade, fracasso, desengano e doenças.
INTERPRETAÇÕES DO ARCANO NOS SENTIDOS:
MENTAL: As coisas se realizam, mas falta ainda montar as peças de conjunto.
EMOCIONAL: Afeto manifestado; protetor, serviçal.
FÍSICO: Grande atividade, rapidez nas ações. Boa saúde, força, atividade intensa. Do ponto de vista do dinheiro: gastos ou ganhos, movimento de fundos.
PALAVRAS SÁBIAS POdemos interpretar este arcano como a mensagem de conciliação dos antagonismos, condução de forças divergentes. Progresso, mobilidade, e anuncio de viagens. Significa também notícia inesperada e conquista.
O tato, a educação, a diplomacia e a firmeza de propósitos são importantes ferramentas para se controlar as forças conflitantes.
"Quando a ciência entrar em teu coração e a sabedoria for doce em tua alma, pede e te será dado..."
INFLUENCIA NA SUA VIDA Esse arcano influencia positivamente 70% da sua vida.

Arcano 7 - O Carro.
SIMBOLOGIA O arcano do carro fala do domínio do homem sobre os quatro elementos vitais: terra, ar, água e fogo. O carro indica o ser humano em equilibrio e bem sucedido, que foi capaz de decidir corretamente. É a promessa de realização e sucesso em todos os sentidos. Representa a submissão dos elementos da natureza e da matéria ao talento e a inteligência do homem. Este arcano é uma mensagem indiscutível de sucesso, aponta para viagem e novos rumos.
ASPECTOS POSITIVOS É demonstração da capacidade humana de através da mente controlar o corpo (carro) num rumo certo e definido, apesar das emoções. Representa o equilíbrio, segurança, amparo material e moral, domínio, realização, sucesso, discernimento e triunfo, preocupação e interesse pelo futuro e pelos mistérios da vida.
ASPECTOS NEGATIVOS O carro mostra que é necessário tomar as rédeas e controlar as forças psíquicas para conduzir a vida ao caminho que nós escolhemos, não tomar estas rédeas nos empurra para a raqueza, egocentrismo, descontrole, irreflexão, orgulho, brutalidade, fracasso, desengano e doenças.
INTERPRETAÇÕES DO ARCANO NO SENTIDOS:
MENTAL: As coisas se realizam, mas falta ainda montar as peças de conjunto.
EMOCIONAL: Afeto manifestado; protetor, serviçal.
FÍSICO: Grande atividade, rapidez nas ações. Boa saúde, força, atividade intensa. Do ponto de vista do dinheiro: gastos ou ganhos, movimento de fundos.
PALAVRAS SÁBIAS POdemos interpretar esta arcano como a mensagem de conciliação dos antagonismos, condução de forças divergentes. Progresso, mobilidade, e anuncio de viagens. Significa também notícia inesperada e conquista.
O tato, a educação, a diplomacia e a firmeza de propósitos são importantes ferramentas para se controlar as forças conflitantes.
"Quando a ciência entrar em teu coração e a sabedoria for doce em tua alma, pede e te será dado..."
INFLUENCIA NA SUA VIDA Esse arcano influencia positivamente 70% da sua vida.

Arcano 9 - O Eremita.
SIMBOLOGIA O Ermitão representa o conhecimento da ciência oculta. Ele se apoia na prudência, que o acompanha em sua busca. Fala da luz da inteligência e da sabedoria, que ilumina o olhar orientando no caminho e na vida. Austero e solitário no tempo, que atingiu conhecimento à custa de trabalho ininterrupto, que apenas mentes privilegiadas podem desenvolver. É o espírito de sacrifício, prudência, discrição, recuo, vigilância.
ASPECTOS POSITIVOS Cultivando mais a prudência e a paciência atinge estado de sabedoria, manter-se informado e exercitar isso lhe proporcionam muitos momentos felizes. Espirito dedicado de muito conhecimento e conquistas nos campos da filosofia, teosofia e ciências.
ASPECTOS NEGATIVOS Sem cuidados e atenção a fim de evitar os perigos e pressentir as traições, pode recair sobre os aspectos negativos, que são tristeza, misantropia, ceticismo, esterilidade, solidão, avareza, falta de sinceridade, imaturidade, destruição e vazio.
INTERPRETAÇÕES DO ARCANO NO SENTIDOS:
Mental: Contribuição luminosa à resolução de qualquer problema. Esclarecimento que chegará de modo espontâneo.
Emocional: Alcançar as soluções. Coordenação, encontro de afinidades. Significa também prudência, não por temor, mas para melhor construir.
Físico: Segredo descoberto, luz que se fará sobre projetos até agora ocultos. Na saúde: conhecimento do estado real, consultas que podem remediar os problemas.
PALAVRAS SÁBIAS Este arcano suegre concentração, meditação fala do poder do conhecimento e alerta para que ele não nos isole do mundo (a menos que seja esta a nossa vontade).
Todo conhecimento deve ser usado para o progresso e para a evolução do ser. Conhecimento sem ação leva consequentemente a estagnação e a morte dos sonhos.
"Sobe a montanha e contempla a terra prometida, mas não digo que entrarás nela."
INFLUENCIA NA SUA VIDA Esse arcano influencia positivamente 40% da sua vida.Aisha jalilah.

O iluminado.


Seu signo é: Libra . O EU Interior.
Este signo se inicia em 23 de Setembro e termina em 23 de Outubro. É um signo positivo, cardeal, de AR, governado por Vênus. O signo de Balança ou Libra, é um signo de exteriorização, de movimento, de beleza.
Os nativos do signo de Libra apreciam a beleza, as artes, são pessoas refinadas e com forte tendência social. São inteligentes como todos os nativos dos Signos de Ar. São governados pelo planeta Vênus, mas diferentemente da Vênus-Terra do signo de Touro, são Vênus-Ar, etéreos e refinados. Dão muita importância ao casamento e à vida social. São delicados, amáveis, e tem um temperamento afetuoso. São amantes da paz, e são bons diplomatas, tentando sempre apaziguar e conciliar os opostos. Mas, com esta necessidade de fazer sempre as pazes, tendem a evitar uma boa briga (às vezes saudável), e desta maneira ficam "em cima do muro", sem tomar partido. Isto os torna indecisos, e muitas vezes fazem o papel de "Pontio Pilatus" lavando-se as mãos e fingindo-se desinteressados.
São as vezes indolentes, e podem faltar de perseverança, parecendo levianos e amantes da vida alegre e fácil. Se deixam influenciar pelos elogios, talvez no intuito de serem agradáveis. Buscam a vida toda "o outro", o amor, o casamento, e o perseguem a qualquer preço, se envolvendo freqüentemente até em triângulos amorosos. Adoram a vida social e as festas e podem ser um pouco superficiais.
De qualquer maneira o Carma do Libriano é sem dúvida o casamento, ou as associações (ou sociedades) onde deverá aprender a tomar partido, tomar decisões, bater o punho na mesa e não ficar na indecisão.
Seu ponto fraco no organismo são os Rins, símbolo do relacionamento "a dois", e filtro de nosso organismo.
Libra e o Amor:
Nas amizades ele parece sempre fazer o que os outros desejam, não demostrando grande entusiasmo mas tentando agradar a todos. E no amor? Bem, o libriano precisa do amor como do ar para viver. Ele é afetuoso, carinhoso e retribui o afeto de maneira contagiosa. Eles amam o amor pelo amor. Eles se envolvem facilmente nos relacionamentos, mas podem se frustrar com a mesma facilidade, pois tem uma idéia muito romântica do amor e do relacionamento. O libriano é ardente mas de uma forma um pouco lânguida. Para aproveitar plenamente o sexo, ele precisa de um ambiente confortável, descontraído e de todo o tempo do mundo.
Libra e a Casa:
Como é a casa de um libriano? Seguramente muito charmosa, aconchegante e de uma estrema elegância. Qualquer que seja a moda ou o estilo predominante, a sua casa primará sempre pela grande harmonia dos elementos. Com almofadas jogadas ao acaso pelo chão, que induzem a um voluntário abandono, com vasos repletos de flores naturais e quadros dentro desta mesma temática espalhados pelas paredes, este espaço emana graça e sedução sem fim. E como será o quarto de um libriano? Um charmoso convite para um descanso voluptuoso. Muitas almofadas macias, e, como são românticos por natureza, não dispensarão o uso de uma penteadeira cheia de frascos de perfumes, franceses é claro! As cores variam de acordo com as flores de sua preferência, geralmente as violetas, rosas, gardênias e glicínias. O libriano dispensa contrastes, para ele tudo deve estar em perfeito equilíbrio.
A scendente em Capricórnio
O Ascendente tem relação com sua aparência física e com o jeito que você se apresenta aos outros. Você que tem o Ascendente em Capricórnio, é uma pessoa que demonstra estabilidade e firmeza e possui um senso prático sem igual. A aparência, apesar de pouco sólida, esconde muita firmeza interior e não raramente se mostra triste e severa, pouco simpática ao primeiro olhar. O jeito capricorniano de ser, sempre laborioso e ocupado, transparece em suas ações direcionadas ao trabalho e ao sustento. A necessidade de acumular e conquistar objetivos sempre mais elevados transparece também quando Capricórnio está ascendendo, já que ele canaliza as características do signo na auto-expressão física. Raramente um Capricórnio no Ascendente não está falando de seu trabalho! Ele consegue planejar sua vida material de forma cuidadosa e prática e nunca é pego desprevenido. Se você puder utilizar válvulas de escape em atividades criativas poderá aliviar o nível de estresse a que se submete diariamente. Afinal ninguém é de ferro! Se seu lado emocional tiver dificuldade de se expressar (Câncer está na sua Casa VII) procure se manifestar em expressões artísticas, como a escultura e a arquitetura, por exemplo. Ligado às tradições, você terá dificuldade para se adaptar facilmente às novidades e às mudanças, preferindo caminhar em solo firme e seguro. Seu rosto é normalmente anguloso com testa reta e a pele tem uma tez escura e firme. Seu temperamento nervoso, próprio dos signos de Terra, o tornam tenso e estressado, e propenso às doenças da pele, dentes, ossos, joelhos, cabelos, e a todas aquelas doenças regidas por Saturno, como o reumatismo articular e as doenças do frio.
(Lembre-se que um planeta colocado em conjunção com o Ascendente e também seu Signo, irão influenciar nesta descrição, modificando suas características).
Lua em Capricórnio: As Suas relacões emocionais.
Você que possui esta Lua é uma pessoa tímida e melancólica, com uma certa dificuldade no campo sentimental e emotivo. Muito apegado a valores tradicionais, dificilmente se lança em aventuras, especialmente no campo afetivo. Se você for mulher, poderá ter dificuldades para engravidar ou terá filhos na idade madura, após conquistar uma carreira. Se você for homem, terá discrição no campo sentimental, e procurará uma esposa do tipo tradicional, reservada e ‘do lar’. Quem tem essa Lua em seu Mapa pode se sentir atraído pela política e conseguir uma boa popularidade, alcançando postos elevados na administração pública. A ambição e a grande aptidão para se dedicar ao trabalho são características desta Lua. Se ela estiver aflita, você poderá se predispor a maledicências e terá muitas instabilidades ao longo de sua carreira. Poderá ter problemas familiares, tendo que ajudar sua família mesmo financeiramente. Sua dificuldade em exprimir sentimentos e emoções pode sugerir frieza e insensibilidade.Aisha Jalilah.

O Iluminado.


LIÇÃO
DE VIDA
7:O numero de sua data de nascimento. O que viemos aprender nesta jornada, assim como dificuldades a serem superadas.
7.
Aprenda a confiar em sua intuição, encontrando o caminho através de um trabalho de autoconhecimento. Desenvolva sua capacidade para pesquisa e tudo que exija especialização, e estará na direção correta. Aproveite as oportunidades acumulando conhecimento de várias fontes, podendo ser motivo de inspiração para muitos. Evite o isolamento, e não se deixe envolver pela melancolia e mau humor.
SUA ALMA.
9:Sentimentos mais profundos, o que nos motiva, experiências e informações acumuladas para lidarmos nesta encarnação. O numero referente às vogais de seu nome.
9.
Sua ações humanitárias o tornam amado por todos, pela visão ampla da vida e por gostar de ajudar e aconselhar. É filantropo e generoso. É sensível, o que o faz ser o irmão mais velho de todos, até nos relacionamentos. Tem gosto pelas viagens e alegria na partilha de conhecimentos. Não conhece fronteiras nem preconceitos. Dá tudo a todos, nunca esperando retorno. É o curador de todos os males e é amado por todos. Cuide de sua forte energia emocional, pois pode tornar-se explosiva quando não bem canalizada. Aprenda sobre o desapego.
SUA APARÊNCIA:
1:Nosso eu exterior ou impressão que causamos aos outros. Como somos julgados à primeira vista. Ex: como estamos vestidos, nosso tipo físico, atitudes, etc. Mas só aqueles que nos conhecem na intimidade nos conhecem verdadeiramente. O numero referente às consoantes de seu nome.
1.Esse tipo aparenta independência, poder, liderança e coragem. Trata-se de uma pessoa imponente, original, detalhista, correta e criativa, tendendo ao autoritarismo e que gosta de ser notada e apreciada. Pode ganhar peso com a idade.
Dica: Usar cores claras.
O QUE VOCÊ É.
1: Todas as letras que compõem seu nome.
1.
Esse tipo nunca se importa em correr riscos; precisa ser o pioneiro; tomar decisões sozinho; ser vigoroso (com muita força interior), criativo e independente, persistente e autoconfiante, original e realizador. Nele é dominante a união entre pensamento e ação. Deve ter cuidado com o egoísmo e o autoritarismo que poderão trazer dificuldades nos relacionamentos.
Muito determinado no amor, pode chegar à insistência. Possui habilidades para vencer obstáculos.
DESEJO INSTINTIVO.
U:A primeira vogal do nome, mostra nossos impulsos emocionais e como reagimos diante de estímulos externos. Descubra como reage aquele (a) que você ama.
U:
São despreocupados, joviais e espirituosos. Bons amigos, adoram a natureza e geralmente muito populares. Falam com suavidade e sempre têm muito a dizer. Gostam de qualquer tipo de arte. Amam a paz.
Conselho: Seja esportivo e não estacione em problemas.
SEU NÚMERO DE PODER.
8:Todas as letras que compõem seu nome, mais a sua Data de Nascimento. Essa vibração ajuda no aprendizado de nossa missão ou lição de vida. Aquilo que você acertou com a Divindade antes de nascer. Funciona como um farol dirigindo nossa vida.
8.Oportunidade para a expansão, fama, poder e reconhecimento, precisa disciplinar-se porque será exigida capacidade executiva. Supervisionar e dirigir negócios pode ser a sua meta.Aisha jalilah.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Terra das Fadas.


Étain dos Cavalos, a filha de Ailill, era a esposa de Mider, o Sidhe residente em Bri Leith. Agora Mider tinha outra esposa também, chamada Fuamnach, que era cheia de cíumes contra Étain, e buscava tira-la da casa de seu marido. E Fuamnach procurou Bressal Etarlan, o Druida, e pediu seu auxilio; e pelos feitiços do Druida e pela feitiçaria de Fuamnach, Étain foi transformada na forma de uma borboleta que encontra o deleite nas flores. E enquanto Étain estava nessa forma, ela foi levada por um forte vento que fora erguido pelos feitiços de Fuamnach; e ela foi levada da casa de seu marido por aquele vento até que ela chegou ao palacio de Angus O'c que era o filho do Dagda, o deus chefe dos homens da antiga Erin. Mac O'c havia sido adotado por Mider, mas ele tinha inimizada para com seu pai adotivo, e ele reconheceu Étain mesmo em sua forma transformada, quando ela fora levada em sua direção pela força do vento. E ele fez uma tigela para Étain com claras janela pelas quais ela poderia passar, e um véu de purpura foi colocado sobre ela e essa tigela era carregada por Mac O'c para onde quer que ele fosse. E todas as noites ele dormia ao seu lado, e pelo jeito que ele a tratara, então assim ela se tornou bem nutrida e bela de forma; pois aquela tigela era cheia com maravilhosos arbustos de doce cheiro, e com isso ela vicejou, sobre os odores e flores das melhores ervas preciosas.
Agora, para Fuamnach chegaram noticias do amor e veneração que Étain tinha de Mac O'c e ela foi até Mider, e “Que teu filho adotivo,” disse ela, “seja chamado para visistar-te, para que possa fazer a paz entre vocês dois e então peça por novidades de Étain.” E o mensageiro de Mider foi a Mac O'c e Mac O'c foi a Mider para sauda-lo; mas Fuamnach por um longo tempo vagou de terra em terra até que ela estava no mesmo palacete onde Étain estava; e então ela soprou sobre ela a mesma rajada de antes, então essa rajada a carregou de sua tigela, e ela foi soprada dela, como ela havia sido antes, por sete anos através de toda a terra de Erin, e ela foi levada por esse vento à fraqueza e à dor.. Eo vento a levou ao telhado de uma casa onde os homens de Ulster estava com sua cerveja, então assim ela caiu através do teto em uma taça de ouro que estava próxima à esposa de Etar, o Guerreiro, cuja morada era próxima da Baía de Cichmany na provincia que era comandada por Conor. E a mulher engoliu Étain junto com o leite que estava na taça, e ela a descobriu em seu ventre, até a hora em que ela nasceu novamente como uma barulhenta donzela, e o nome de Étain, a filha de Etar, foi dado à ela. E foram mil e vinte anos após o primeiro nascimento de Étain por Ailill que ela nasceu a segunda vez como a filha de Etar.
Agora Étain era alimentada em Inver Cichmany na casa de Etar, com cinquenta donzelas com ela, das filhas dos chefes da terra; E isso era porque o próprio Etar ainda as alimentava e as vestia, para que elas pudessem ser companheiras para sua filha Étain. E um certo dia, quando todas essas donzelas estavam na boca do rio para se banhar, elas viram um cavaleiro na planicie que vinha para a agua na direção delas. Um cavalo ele cavalagava que ra marrom, curvilineo e cabriolês, com uma ampla testa e uma crina e cauda cacheadas. Verde, longa e ondulante era a capa que ele tinha sobre si, sua camisa era decorada com bordados de ouro vermelho e um grande broche de ouro em sua capa alcançava cada lado de seus ombros. Sobre as costas desse homem estava um escudo de prata com uma borda de ouro; e a presilha para o escudo era prata, e uma grande troa havia no meio do escudo; e ele tinha em sua mão uma lança de cinco pontas com anéis de ouro na haste para a ponta. O cabelo que havia em sua testa era louro e claro; e sobre sua testa havia uma tiara de ouro, que prendia o cabelo para que não caisse sobre o rosto. Ele esperou por um tempo sobre a praia da baía; e ele fitou as donzelas, que ficaram todas cheias de amor por ele, e então ele cantou essa canção:
A Oeste de Alba, próximo à montanha
Onde brincam as mulheres de cabelos claros,
Está no meio das meninas encontradas,
Étain que mora na Baía de Cichmany.

Ela curou o olhar de um monarca
Pelo poço de Loch-da-lee;
Sim, e a esposa de Etar, quando bebeu,
A engoliu: chope pesado ela foi !

Perseguida pelo rei, pelo bem de Étain
Passaros voam pelas fornteiras de Teffa.
Isso porque seu lago Da-Arbre
Afoga os difamadores do Rei.

Echaid, que em Meath reinará
Muitos uma guerra por ti farão
Ele trará a perdição dos Sidhe
Milhares despertarão para a furia de batalha.

Étain aqui para o mal foi trazida
A forma de Étain é uma prova de beleza
O rei de Étain em amor ela procura
Étain com seu povo deve descansar !

E depois que ele disse isso, o jovem guerreiro foi embora do lugar onde estavam as donzelas, e elas não souberam de onde ele viera, nem para onde ele partira depois.
Além disso é dito de Mac Ó'c, que após o desaparecimento de Étain, ele foi ao encontro apontado entre ele e Mider; e quando ele chegou, Fuamnach havia partido. “Isso é uma fraude,” disse Mider, “que essa mulher praticou conosco; e se Étain for encontrada por ela na Irlanda, ela vai fazer o mal contra Étain.” “E certamente,” disse Mac O'c, “me parece que a tua suposição é correta. Pois Étain esteve muito tempo em minha casa no palacio em que moro. Além disso, ela agora está no forma em que essa mulher a transformou; e é mais que provavel que tenha sido atrás dela que Fuamnach correu.” Então Mac O'c correu para seu palacio, e encontrou a tigela de vidro vazia, pois Étain não estava lá. E Mac O'c se virou e seguiu a trilha de Fuamnach, e ele a alcançou em Oenach Bodbgnai, na casa de Bressal Etarlan, o Druida. E Mac O'c a atacou, e ele cortou sua cabeça e a carregou consigo até chegar à suas próprias fronteiras.
Ainda, uma historia diferente é contada sobre o fim de Fuamnach, pois é dito que por auxilio de Manannán, tanto Fuamnach e Mider foram mortos em Bri Leith, e dessa matança é o que os homens dizem:

Pense em Sigmal, e Bri com sua floresta;
Pequena astucia futil Fuamnach aprendeu;
A esposa de Mider encontrou sua necessidade na dor
Quando Bri Leith por Manannán foi queimada.
Corte à Étain.
Eochaid Airemm tomou a soberania sobre Erin, e as cinco provincias da Irlanda eram obedientes a ele, pois o rei de cada provincia era seu vassalo. Agora, eram esses os reis das provincias naquela época, Conor filho de Ness, e Messgegra, e Tigernach Tethannach, e Curoi, e Ailill filho de Mata de Muresc. E as fortalezas reais que pertenciam a Eochaid eram a Fortaleza de Frémain em Meath, e a Fortaleza de Frémain em Tethba; além disso, a Fortaleza de Frémain em Tethba era mais agradavel a ele do que qualquer outra das fortalezas de Erin.
Agora, um ano após Eochaid ter obtido a soberania, ele mandou seus comandados aos homens da Irlanda para que eles viessem a Tara para seu banquete, de forma que eles ajustassem as taxas e impostos que seriam postos sobre eles, e eles seriam ajustados por um periodo de cinco anos. E a resposta que os homens da Irlanda deram aa Eochaid foi que eles não iriam pelo rei ao Festival de Tara até que ele encontrasse para si uma rainha, pois ali não havia uma rainha para estar ao lado do rei quando Eochaid assumiu o reinado.
Então Eochaid mandou mensageiros para cada uma das cinco provincias, para atravessar a terra da Irlanda em busca da mulher ou garota que seria a mais bela a ser encontrada em Erin; e ele os ordenou a notarem que nenhuma mulher serviria como esposa para ele, a menos que ela nunca antes tivesse sido esposa para algum homem na terra. E na Baía de Cichmany, uma esposa foi encontrada para ele, e seu nome era Étain, a filha de Etar; e Eochaid a trouxe então para seu palacio, pois ela seria a esposa encontrada para ele, por sua forma e sua beleza e sua descendencia e seu brilhantismo e sua juventude e seu renome.
Agora, Funn, o filho de Findloga teve três filhos, todos filhos de uma rainha. Eochaid Fedlech, e Eochaid Airemm, e Ailill Anguba. E Ailill Anguba foi pego por uma amor por Étain no Festival de Taram após ela ter se casado com Eochaid; uma vez que Ailill ficou por muito tempo a fitando, e uma vez que esse olhar era um sinal de amor, Ailill sentiu muita vergonha de si pelo que fazia, ainda que isso não ajudasse. Pois seu desejo era muito forte para sua resistencia, e por isso ele caiu doente; e para que não houvesse mancha sobre sua honra, sua doença foi escondida de todos, nem falou dela para a própria dama. Então Fachtna, o curandeiro-chefe de Eochaid foi trazido para ver Ailill, e logo viu que a morte poderia estar próxima, e assim o médico disse a ele : “Um dos dois sentimentos que matam um homem, e que não podem ser curados por um curandeiro, está sobre ele; seja esse o sentimento da Inveja ou o sentimento do Amor.” E Ailill se recusou a confessar a causa de seu mal ao curandeiro, pois estava tomado pela vergonha e ele foi levado para a Fortaleza de Frémain em Tethba para morrer; e Eochaid foi para sua viagem real através de toda Erin, e ele deixou Étain com Ailill, com ordens para que os ritos finais de Ailill fosse feitos por ela; assim ela veria onde sua sepultura seria cavada, e se o entusiasmo seria grande por ele, e se seu gado seria morto para ele na sua morte. E para a casa onde Ailill padecia em sua doença foi Étain, todos os dias, para conversar com ele, e sua doença foi amenizada pela sua presença; e quanto mais Étai ficava naquele lugar, mas ele se acostumava a olhar para ela.
Agora Étain via tudo isso, e voltou sua mente para descobrir o motivo, e um dia, enquanto eles estavam na casa juntos, Étain perguntou a Ailill qual era o motivo de sua doença. “Minha doença,” disse Ailill, “veio de meu amor por ti.” “É uma pena,” disse ela, “ que tenhas ficado tanto tempo em silencio, pois tu poderia ser curado muito antes caso soubessemos disso.” “E mesmo agora eu posso ser curado,” disse Ailill, “pois eu encontro boas graças em tua visão.” “Tu terás essa graça,” ela disse. Cada dia após eles terem dito isso, ela veio para acariciar sua cabeça, e para lhe dar a porção de comida que ele pedia, para lavar suas mãos, e três semanas depois, Ailill estava saudavel. Então ele disse a Étain, “Ainda a conclusão de minha cura em tuas mãos me falta; quando a terei ?” “Amanhã,” ela respondeu; “mas não deve ser na casa do leal monarca da terra em que esse crime será feito. Tu irás,” ela disse, “ ao amanhecer até a proxima colina que se levanta além da fortaleza; lá terás o que deseja.”
Agora Ailill ficou acordado por toda a naoite, e caiu em um sono na hora em que ele iria para seu encontro, e ele não acordou de seu sono antes da terceira hora do dia. E Étain foi a seu encontro, e ela viu um homem na sua frente; como era semelhante sua forma à forma de Ailill, ele lamentava a fraqueza que sua doença havia causado, e ele deu a ela as repostas apropriadas, semelhantes às que Ailill deveria dar. Mas na terceira hora do dia, Ailill acordou e eleficou por um longo tempo se remoendo em tristeza, quando Étain foi para a casa onde ele estava; e ela se aproximou dele e perguntou, “O que te faz tão triste ?”. “É porque tu foi se encontrar comigo,” disse Ailill, “e eu não fui à tua presença, e um sono caiu sobre mim, e dele eu não acordei; e certamente minha chance de ser curado agora se afastou de mim.” “Não tanto, de fato,” disse Étain, “pois há um amanhecer para seguir o hoje.” E naquela, ele tomou vigilia, com um grande fogo perante si, e com agua a jogar sobre os olhos.
Na hora em que estava marcado o encontro, Étain foi para se encontrar com Ailill; e ela viu o mesmo homem, que era como Ailill, que ela havia visto antes; e Étain foi para a casa, e viu Ailill ainda se lamentando. E Étain foi três vezes, e ainda Ailill não foi a seu encontro, e ela encontrou aquele mesmo homem em cada vez. “Não é por ti,” disse Étain, “que eu venho a esse lugar; porque vem se encontrar comigo ? É com outro que venho me encontrar, e não é por pecado ou desejo maligno que eu venho, mas porque é apropriado à esposa do Rei da Irlanda salvar um homem da doença sob a qual ele tem estado por tanto tempo oprimido.” “É mais apropriado a ti se encontrar comigo,” disse o homem, “pois quando tu foste Étain dos Cavalos, a filha de Ailill, fui eu quem fora teu marido. E quando tu se tornou minha esposam tu deixaste um grande preço por trás de ti; um dote das planicies e nascentes da Irlanda, e tanto ouro e prata que se equiparam a ti em valor.” “Por que ?”, disse Étain, “qual é teu nome ?” “É fácil dizer,” ele respondeu, “Mider de Bri Leith é meu nome.” “Realmente,” disse ela, “e qual foi o motivo de nossa separação ?” “Também é fácil,” ele disse, “foi pela bruxaria de Fuamnach, e os feitiços de Bressal Etarlam.” E então Mider disse a Étain :
Virás tu para minha morada, donzela de claros cabelos ?
Morar na maravilhosa terra dos feitiços musicais.
Onde as coroas de todas as cabeças, quando primorosas, reluzem,
E da cabeça ao calcanhar, todos os homens são da cor da neve.

Nessa terra, nem “meu” nem “teu” é falado,
Mas dentes perolados e sombrancelhas escuras todos tem;
Em todos os olhos brilham as nossas hostes, quando se aglomeram
E cada bochecha com o rosado da maçã é aquecida.

Com as ricas tintas das urzes cada pescoço corado brilha
Em nossos olhos, todas são as formas que o ovo do passaro negro mostra.
E as planicies de tua Erin, embora agradaveis de ver
Quando é vista a Grande Planicie, quão desertas elas são.

Embora penses que cerveja é forte nessa Ilha do Destino
Nós bebemos uma ainda mais forte na Terra dos Grandiosos;
De um país com maravilhas abundantes, eu falo,
Onde nenhum jovem impetuoso força os olhos.

Há riachos leves e atraentes que fluem através dessa terra,
E a bebida e o vinho são melhores em cada mão;
E crime não há nenhum dentro do país
Há homens sem vergonhas e amor sem pecado.

Através do mundo dos homens, vendo a todos, podemos flutuar
E ainda que ninguém, embora nós os vejamos, possa nos notar;
Pois o pecado do seu senhor é uma bruma sobre eles lançada
Ninguém pode conter nossa hoste que de Adão foi a fonte.

Dama, venha para esse povo; esse meu forte povo
E com ouro em tua cabeça, as claras tranças vão reluzir;
A carne é a mais delicada que comerás
E para beber, será tua a escolha entre leite fresco ou hidromel.
“Eu não irei contigo,” respondeu Étain; “eu não trocarei o rei da Irlanda por ti, um homem do qual não se conhece nem o clã nem a familia.” “Certamente fui eu,” disse Mider, “que muito tempo atrás, pôs sob a mente de Ailill o amor que ele sente por ti, então seu sangue cessou de correr e a carne caiu de seus ossos; também fui eu quem levou o desejo embora, para que não houvesse mancha em tua honra. Mas tu virás para minha terra,” disse ele, “se Eochaid o pedir de ti ?” “Eu iria, nesse caso,” disse Étain.
Depois disso, Étain voltou para casa. “Foi certamente bom, esse nosso encontro,” disse Ailill, “pois estou curado de minha doença; mais ainda, de forma que tua honra permanecesse intacta.” “É glorioso que tenha ocorrido assim,” respondeu Étain. E depois Eochaid voltou de sua viagem real, e ele estava grato pela vida de seu irmão ter sido preservada, ele deu todos os agradecimentos a Étain pelo grande feito que ela fizera enquanto ele estava fora de seu palacio.
Agora, em outro tempo, ocorreu que Eochaid Airemm, o rei de Tara, se levantou um belo certo dia, nos tempos do verão, e ele subiu à alta terra de Tara para ver a planicie de Breg; bela era a cor daquela planicie, e havia sobre ela escelentes flores, brilhando com todas as cores conhecidas. E quando Eochaid olhou ao redor, ele viu um jovem e estranho guerreiro subindo a colina ao seu lado. A tunica que o guerreiro usava era de um purpura em cor, seu cabelo era dourado e de um comprimento que alcançava seus ombros. Os olhos do jovem guerreiro eram brilhantes e cinzentos; em uma mão ele tinha uma lança de cinco pontas, e na outra, um escudo com uma parte central branca, e com gemas de ouro sobre ele. E Eochaid manteve sua paz, pois ele não sabia de alguém que estivesse em Tara na noite anterior, e o portão que levava a Liss não havia sido aberto naquela hora.
O guerreiro veio, e se colocou sob a proteção de Eochaid; e “Boas vindas eu dou”, disse Eochaid, “ao guerreiro que ainda nos é desconhecido.”
“Tua recepção é semelhante à que esperava quando vim”, disse o guerreiro.
“Nós não te conhecemos,” respondeu Eochaid.
“Ainda que a ti, em verdade, eu conheça bem !” ele replicou.
“Qual é o nome pela qual és chamado ?” disse Eochaid.
“Meu nome não conhecido por renome,” disse o guerreiro, “Eu sou Mider de Bri Leith.”
“E com que proposito vieste ?” disse Eochaid.
“Eu venho para jogar um jogo de Fidschel contigo,” respondeu Mider.
“Realmente,” disse Eochaid, “eu sou habilidoso no jogo do Fidschel.”
“Vamos testar essa habilidade !” disse Mider.
“Não,” disse Eochaid, “a rainha ainda está em seu sono, e lá é o lugar onde guardo o meu tabuleiro.”
“Eu tenho aqui comigo,” disse Mider, “ um tabuleiro que não é inferior ao teu.” Isso foi o que ele disse, pois aquele tabuleiro era de prata, e as peças eram de ouro; e sobre o tabuleiro haviam pedras preciosas, exibindo suas cores por todos os lados e nas bordas haviam correntes de latão bordado.
Mider então montou o tabuleiro e chamou Eochaid para jogar. “Eu não irei jogar,” disse Eochaid, “a menos que joguemos por uma aposta.”
“Qual aposta faremos pelo jogo então ?” peguntou Mider.
“Isso é indiferente para mim,” disse Eochaid.
“Então,” disse Mider, “se tu obtiver o direito de minha aposta, eu irei lhe dar cinquenta corceis de cinza escuro, suas cabeças de uma cor vermelho sangue, mas garbosa; suas orelhas pontiagudas e seu peito largo; suas narinas abertas e seus cascos delgados; grande é sua força, e eles são acirrados como uma lamina afiada; ávidos eles são, altivos e espirituosos, ainda que facilmente seguros em seu caminho.”
Muitos jogos foram jogados por Eochaid e Mider; e uma vez que Mider não pôs toda a sua habilidade, a vitória em todas as ocasiões ficava com Eochaid. Mas ao invés das dádivas que Mider havia oferecido, Eochaid pedia que Mider e seu povo fizessem serviços que seriam benéficos ao seu reino; que ele devia retirar as rochas e pedras das planicies de Meath, remover os juncos que tornavam árida a terra ao redor de sua fortaleza favorita em Tethba, cortar as florestas de Breg, e finalmente, construir uma estrada através da charneca de Lamrach que os homens poderiam usar livremente. Todas essas coisas Mider concordou em fazer, e Eochaid mandou seu emissario para ver como esse trabalho estava sendo feito. E quando chegou a hora após o por do Sol, o emissario olhou e viu que Mider e sua hoste feérica, junto com o gado feérico estavam trabalhando na estrada sobre o pantano; e então, muito de terra e cascalho e pedras foram colocados nela. Agora, havia antes daquela época um costume entre os homens da Irlanda de colocar arreiros em seu gado com a correia sobre suas testas, para que a pressão pudesse estar contra as testas do gado; e esse costume terminou naquela noite, quando foi visto que o povo das fadas colocava os arreios sobre os ombros do gado, para que o peso pudesse estar neles; foram neles que os arreior foram postos daquele dia em diante por Eochaid, e dái veio o nome pelo qual ele é conhecido, Eochaid Airemm, ou Eochaid “o Arador”; ele foi o primeiro de todos os homens da Irlanda a por os arreios no pescoço do gado, e isso se tornou um costume por toda a terra da Irlanda. E essa era a canção cantada pelas hostes das fadas, enquanto trabalhavam na estrada:

Empurrar com as mãos! Forçar com as mãos!
Nobres essa noite, como um rebanho de gado trabalhando:
Dura é essa tarefa que nos é exigida, e que
Da estrada de Lamrach devemos ganhar ou perder ?

Nem em todo o mundo poderia ser encontrada uma estrada que fosse melhor que a estrada que eles fizeram, que o povo feérico fez enquanto era observado, mas por isso, uma brecha foi feita nessa estrada. E o emissario de Eochaid foi a ele; e ele descreveu o grande grupo trabalhador perante seus olhos, e disse que não havia na vida um poder que pudesse resistir a eles. E enquanto eles conversavam, eles viram Mider de pé, perante eles, grande era o seu cansaço, e terrivel era a face que ele mostrava, e Eochaid levantou-se, e lhe deu as boas vindas. “Tuas boas vindas são como eu esperava quando vim,” disse Mider, “cruel e insensivel tem sido teu tratamento para comigo, muitas são as privações e sifrimentos que tu dá a mim. Todas as coisas que pareceram boas em tua visão eu fiz por ti, mas agora, raiva para ti enche minha mente!” “Eu não retorno raiva por raiva,” respondeu Eochaid, “o que deseja que seja feito ?” “Que seja como desejas,” disse Mider, “vamos jogar uma partida de fidschell.” “Qual aposta devemos colocar sobre o jogo ?” perguntou Eochaid. “Qualquer coisa que o vencedor pedir,” disse Mider. E dessa vez, Eochaid foi derrotado, e honraria sua aposta.
“Minha aposta foi ganha por ti,” disse Eochaid.
“O que desejo, eu perdi a muito tempo,” disse Mider.
“O que é que desejas que eu conceda ?” perguntou Eochaid.
“Que eu tenha Étain em meus braços, e obtenha um beijo dela!” respondeu Mider.
Eochaid ficou silencioso por um tempo, e então ele disse: “Um mês a partir de hoje tu deves voltar, e então terá o que pediste.” Agora, um ano antes de Mider ir jogar pela primeira vez, havia sido feita a corte à Étain, e ele não a obteve, e o nome que ele deu a ètain foi Béfind, ou Mulher de Cabelos Claros, então foi o que ele disse :
Virás tu para minha morada, donzela de claros cabelos ?
Como foi recitado antes. E isso foi o que Étain disse daquela vez, “se tu me obtiver daquele que é o mestre de minha casa, eu irei; mas se tu não puder me obter dele, eu não irei.” E então Mider foi a Eochaid, e permitiuque ele vencesse primeiro, de forma que Eochaid deveria cobrar seu débito; e então foram pagas as grandes apostas que ele concordara; e depois ele pediu foi que eles jogassem outro jogo, na ignorancia do que seria apostado. E quando Mider e seu povo estavam pagando as apostas, elas eram pagas durante a noite: a construção da estrada, a retirada das pedras de Meath, os juncos ao redor de Tethba, e a floresta sobre Breg, e isso foi o que ele dizia, como está no Livro de Drom Snechta:
Pilares no solo, peso no solo;
Vermelho é o gado que ao redor trabalha;
Pesadas as tropas que minhas palavras obedecem,
Pesados eles parecem, e outrora homens eles foram
Fortes, como pilares, são os troncos colocados
Vermelhos são os galhos que são amarrados.
Cansadas as suas mãos, e seus olhares baixos,
Uma mulher, terminado o trabalho, será entregue!

Gado vós sois, mas vingados serão;
Homens alvos seus servos serão;
Juncos de Teffa serão levados embora;
Dor é o preço que o homem pagará;
Pedras do rispido chão de Meath foram tiradas;
Qual será o ganho ou dor encontrada ?

Agora Mider se aprontou no dia ao fim de um mês, quando ele deveria se encontrar com Eochaid, e Eochaid comvocou os exercitos dos herois da Irlanda, então eles foram a Tara; e todos os melhores dos campeões da Irlanda, anel por anel, estavam em Tara, e estavam no centro da própria Tara, aguardando, tanto fora quanto dentro; e o rei e a rainha estavam no meio do palacio, e a corte externa estava fechada e trancada, pois eles conheciam o grande poder dos homens que viriam sobre eles. E na noite apontada, Étain estava preparando o banquete para os reis, pois era seu dever servir o vinho, quando, no meio da conversa, eles viram Mider de pé perante eles, no centro do palacio. Ele estava, como sempre, belo, ainda mais belo do que ele parecia antes daquela noite. E ele veio para impressionar todas as hostes às quais ele fitava, e todos ficaram em silencio, e o rei deu as boas vindas a ele.
“Tua recepção é como a esperava quando vim,” disse Mider; “que agora eu tenha o que me foi prometido. Esse é um débito que é devido a uma aposta, e de minha parte receberei de ti o que me foi dito.”
“Eu ainda não considerei o assunto,” disse Eochaid.
“Tu me prometeste Étain,” disse Mider,” por isso vim.” Étain se ruborizou de vergonha quando ouviu isso.
“Não se envergonhe,” disse Mider a Étain, “pois não é sábio ter desgraçada a tua festa de casamento. Eu tenho estado procurando por ti por um ano, com as mais belas jóias e tesouros que podem ser encontradis na Irlanda, e eu não te tomaria até o momento que Eochaid o permitisse. Não foi através de de tua vontade que eu a ganhei.” “Eu mesma disse,” falou Étain, “ que até qye Eochaid me entregasse a ti, eu não te daria nada; leva-me, então, de minha parte, se Eochaid de boa vontade me entrega a ti.”
“Mas eu não entregarei !” disse Eochaid; “nunca ele te terá em seus braços sobre o chão dessa casa em que estamos.”
“Será feito !” disse Mider.
Ele tomou sua espada em sua mão direita e a mulher sob seu ombro esquerdo, e a levou embora através do ósculo da casa. E as hostes se ergueram ao redor do rei, pois elas se sentiram desgraçadas, e eles viram dois cisnes circulando ao redor de Tara, e o caminho que eles tomaram levava ao monte elfico de Femin. E eochaid, com o exercito dos homens da Irlanda, foi para o monte elfico de Femun, o qual os homens chama de Monte das Mulher de Cabelos Claros. E ele, seguido pelo conselho dos homens da Irlanda, cavou cada um dos montes elficos até que ele encontrasse sua esposa. E Mider e sua hoste se opuseram a eles, e a guerra entre eles foi longa; de novo e de novo, as trincheiras feitas; por nove anos, como alguns dizem, durou o conflito para os homens da Irlanda entrarem no palacio feérico. E quando os exercitos de Eochaid, no fim, foram para escavar as bordas da morada feérica, Mider mandou para o lado do palaciio sessenta mulheres, todas com a forma de Étain, e ninguém poderia dizer qual delas era a rainha. E o próprio Eochaid foi enganado, e ele escolheu, ao invés de Étain, sua filha Mesbuachalla (ou alguns dizem, Esa). Mas quando ele percebeu que havia sido ludibriado, ele voltou para saquear Bri Leith, e dessa vez Étain se fez conhecer por Eochaid, por provas que ele não poderia se enganar, e ele a levou em triunfo a Tara, e lá ela ficou junto ao rei.F.P.Wiki.Google Tradutor.

Shaiya:A História do Jogo.

Antes mesmo de o tempo existir, quando tudo o que havia era a escuridão, Etain, a Deusa, veio ao universo com o coração cheio de desejo.Tudo o que ela queria era ordem e harmonia. Imergindo em um vasto oceano de sua própria criação, ela formou os continentes do Teos Epeiros com sua própria carne. As montanhas foram feitas e rios profundos corriam por toda a terra com a semelhança das veias que corria dentro de seu corpo. Ela criou o verde das florestas e planícies que tomaram conta das terras como espelho de sua juventude. O céu e as estrelas herdaram o requinte e a beleza de seus olhos. E este mundo, vasto e rico, moldado através de sua força, vontade e desejo de perfeição, foi nomeado Shaiya.
Todas as vidas começaram pelas mãos da Deusa Etain. Primeiro, ela criou os Deuses dragões Thelaiosis, que poderiam ajudá-la a governar o reino de Teos Epeiros. Threemans, o líder entre os Dragões, propôs que as raças mais jovens ajudassem no crescimento desse novo mundo. Foi com sua ajuda que os Nordein surgiram.
Tragicamente, Etain considerou que os seus primeiros filhos nasceram com imperfeições. Embora fossem fortes de corpo e de mente, os Nordein possuiam formas brutais, agressivas e foram lançados de volta ao solo para serem esquecidos. Determinada a fazer as suas criações novamente, com uma visão mais clara, a Deusa esculpiu os Dumianas com sua própria semelhança e tornando-os completos com as virtudes do Thelaiosis. Por fim, Teos foi finalizado com a vida e todos prosperaram em harmonia, adorando a Deusa.
Mas o mundo começou a ter problemas que a Deusa jamais havia esperado. Ela tinha dado aos Dumianas o dom da inteligência e conhecimento, não sabendo que tais bênçãos acabariam por favorecer as ambições, dúvidas e crescente desrespeito e negação de sua autoridade. Os Dumianas se rebelaram e começaram uma guerra entre si, que se prolongou por inúmeros anos. À medida que a luta aumentava, a Deusa Etain tornou-se deprimida com a sua criação que falhou e muito enfraquecida por causa de sua ligação com o mundo ensanguentado. Sua beleza desvaneceu, juntamente com o seu poder.
Em um ato de arrogância e blasfêmia, os Dumianas acabaram com a vida da Deusa, que já estava frágil com um só golpe de espada. Após sua morte, sua alma atormentada foi rasgada pela metade. A terra tremeu, os céus escureceram e todos os seres vivos de todo o mundo de Shaiya foram devorados pelo solo, para esconder os pecados cometidos. Quase todos os habitantes Teos Epeiros foram destruídos. O destino permitiu que somente dois Dumianas sobrevivessem, e eles eram Proton e Eustatin. Desejando manter sua linha viva, Eustatin aproximou-se de Proton enquanto ele dormia. Mas ao acordar Proton rejeitou Eustatin, e a baniu, enviando-a ao sul de Teos.
Completamente sozinha, Eustatin deu à luz a seu filho e o criou na escuridão total. Alimentando-o com a raiva que ela sentia por Proton. Uma mulher jovem andou adiante de suas cinzas durante a cremação para compartilhar uma vida com seu filho, agora adulto. Eles se tornaram os ancestrais da raça Vail. Já a vida de Proton se tornou algo aterrorizante, por causa do comportamento dos Dumianas. Na sua solidão, ele criou uma estátua à imagem dela em uma árvore. Um dia, a escultura de madeira se transformou em uma mulher através do sangue da terra, e juntamente com Proton fundou a raça dos Elfos. As duas raças, os Vail e os Elfos viveram separadamente por centenas de anos, mas como seus reinos expandiram e, mais uma vez, o ódio e o ressentimento se encontraram, o passado veio à tona. As duas raças invadiram uma a terra da outra em uma luta constante com incontáveis vidas perdidas em ambos os lados, mas acabaram num impasse.
Quanto à Deusa Etain, seu corpo desapareceu com sua morte, e seu espírito permaneceu dividido e dormente. Mas os anos se passaram e novas energias preencheram os restos de sua alma que estava dividida. Em uma noite marcada por um eclipse, sua alma se tornou uma só novamente. O chão estremeceu e tempestades monstruosas rasgaram os céus. Os Vail e os Elfos deram uma trégua às guerras, pois temeram demasiadamente o surgimento dessas duas Deusas. Uma era a Deusa da luz e a outra das Trevas.F.P Wiki.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Coletânea de contos celtas de várias épocas.


Diferentemente da mitologia grega, a mitologia celta, apesar de sua forte influência nas lendas arturianas e da recente expansão da Wicca, que se apropria dela, é pouco conhecida. Este livro busca resgatar alguns dos mitos celtas e trazê-los ao leitor de hoje.
Existem duas razões principais para este desconhecimento:
Os celtas, apesar de terem uma escrita, faziam pouco uso dela, pois consideravam que a palavra tinha poderes mágicos e reservavam a escrita para casos especiais.
Foram derrotados pelos romanos que destruíram monumentos, documentos e mataram detentores de conhecimentos, eliminando boa parte dos parcos registros da história do povo celta.
O livro é composto por 16 histórias, seguidas por um posfácio em que o autor explica suas escolhas e analisa um pouco do material disponibilizado ao leitor. É inteligente colocar este tipo de informação no final do livro, pois evita spoilers e uma leitura contaminada pela posição do ensaísta.
Os contos devem ser lidos pelo que são: uma narrativa construída para, principalmente, entreter.
Muito mais que os gregos, os celtas deixam os deuses próximos dos homens, a ponto de só os percebermos por seus feitos extraordinários. Deusas sofrem as dores do parto e deuses envelhecem ou são mortos por flechas, enquanto homens podem se transformar em animais.
A primeira história, "O Erro do Rei Nuada", conta a saga das tribos de Dana e seu rei em confronto com os filborg, com a ajuda dos fomores. Os filborg e os fomores representam as forças primitivas e destrutivas, enquanto a tribo de Dana e seu rei são as forças da ordem. Mas a ordem em si mesma não é um bem puro, pois pode se transformar em tirania, como ocorre quando Bres assume o trono.
A saga do rei Nuada segue em "A Segunda Batalha de Mag Tuareg", onde os antes aliados fomores agora são o inimigo. Neste conto tomamos consciência de quem são os filhos de Dana.
O terceiro conto, "A Busca dos Filhos de Tuireann", nos mostra um dos valores caros aos celtas: o heróismo, considerado desta forma como a capacidade de realizar feitos maravilhosos (vencer monstros invencíveis, subir a mais alta montanha, descer ao mais profundo dos mares, etc.).
O heroísmo pode mesmo trazer redenção ao mais cruel assassino, mesmo ante aos familiares das vítimas, e uma morte com honra seria um dos mais admiráveis feitos, como nos é mostrado nesta história.
A quarta e a quinta histórias (“O Príncipe do Abismo” e “A Cavaleira de Aberth”) são sobre Pwyll, conhecido por ser Príncipe do Abismo. O “abismo”, o que seria? Como em muitas culturas, é o reino subterrâneo dos mortos. Pwyll, após ter cometido uma descortesia com um estranho numa caçada, se oferece para reparar o erro. O estranho, porém, não é ninguém menos que Arawn, príncipe do abismo. Na nossa cultura seria o mesmo que encontrar-se com Satã, porém, para os Celtas não existe tanta polarização entre o senhor dos mortos e os homens ou deuses. Tanto que é possível um acordo entre eles, sem que haja um comprometimento maior a não ser cada um cumprir sua parte, e tanto um como outro honram o combinado.
O conto 6, "A Montanha Sobre o Mar", conta a origem de Londres e por que ela venceu tantos ataques até os dias de hoje.
O sétimo, "A Mulher Mais Bonita do Mundo", é sobre a relutância de Arianrod, uma poderosa maga, em aceitar seu filho e os estratagemas do pai adotivo da criança, Gwydion, para conseguir as bençãos da mãe para o menino. Nesta mesma história, há a criação de uma mulher artificial (feita por magia), por quem todos se apaixonam, até quem deve destruí-la.
O conto 8 fala de "A Fraqueza dos Ulates" (irlandeses). Uma deusa, Macha, vive oculta entre os homens, casada com um um deles, de quem fica grávida. Essa deusa, por falta da compaixão dos irlandeses em relação a seu estado, os amaldiçoa a sentir as dores do parto uma vez por ano, durante 15 dias.
O nono conto fala de um jovem Cuchulainn, que ousa reivindicar para si “O pedaço do herói”, a primeira porção do primeiro porco a ser servido num banquete. Aqui a questão da honra e da bravura ganham novamente relevância, mostrando quão caro eram esses valores para os celtas. No conto, os dois pretendentes ao pedaço do herói brigam o dia inteiro para provar quem é digno de tal iguaria, mesmo que ao cair da noite a carne esteja pra lá de fria.
O décimo conto, "O Touro Castanho de Culnge", tem como tema a inutilidade da guerra movida por simples ambição, em que os dois lados saem perdedores. Apesar dos celtas serem um povo guerreiro e conquistador, tinham uma ética bem delineada em relação aos conflitos, como está retratado nesse conto.
O 11o conto, "Um Voo dos Cisnes", é uma bela história de amor com um final surpreendente, cuja mensagem é o verdadeiro amor transcende a aparência física, um conceito que só volta a aparecer nos contos de fada após a Bela e a Fera e mais recentemente em Shrek.
Os contos 12, 13 e 14 ("O Rei sem Reino", "O Casamento de Fionn" e "O Ciúme de Fionn") são sobre o Fionn, rei dos fiana, com destaque para "O Ciúme de Fionn". O amor proibído, mas realizado sob duras penas, de Diarmaid e Graine é o tema desta grande história, que pode ser considerada ancestral de "Tristão e Isolda" do ciclo arturiano e de todas as histórias de amor, de Romeu e Julieta à novela das sete.
O conto 15, “A ilha das mulheres”, conta uma história com contornos fantásticos, em que aparecem seres belíssimos e tentadores que afastam os homens de seus propósitos e distorções de tempo, que lembram histórias fantásticas e até de ficção científica mais contemporâneas.
O último conto, "O Príncipe dos Bardos", conta a história de Tailesin, o maior de todos os bardos. A sua origem foi recontada inúmeras vezes em várias lendas orais e escritas. Tailesin faz parte do ciclo arturiano. Uma parte importantante é o duelo com Keridwen, em que Gwyon e a maga duelam entre si cada um assumindo a forma de um animal (como aparece no duelo entre o mago Merlin e a Madame Min no desenho A Espada era a Lei, dos estúdios Disney).
O último conto encerra muito bem o livro, pois os celtas colocavam o homem dentro de um universo em que conviviam com os deuses lado a lado e poderiam não só interagir diretamente como lutar e até vencê-los e, como acreditavam no poder da palavra, o simples fato de fabular e contar histórias dava um poder extraordinário a quem tinha capacidade de imaginação. Tal qual Tailesin, os criadores de fábulas atuais – escritores, poetas, roteiristas, diretores de cinema e teatro – tem um poder incomensurável, sendo capazes de criar mitos e lendas que ultrapassam a época em que foram escritos. Contos e Lendas da Mitologia Celta
Álvaro A. L. Domingues

O lago Emprestado.


Um jovem chefe cortejava a filha de outro chefe, cujo forte se achava situado no limite de Loch Ennel em Westmeath.
A dama era bastante altaneira e melindrosa, e lhe disse claramente que não aceitaria assumir a condição de dona de casa se não pudesse ver da sua janela um lago tão belo como o que se divisava frente à casa de seu pai.
Este era um assunto delicado, o vale era adequado, mas as ladeiras das colinas estavam cobertas de casinhas e o riacho que serpenteava lá no fundo demoraria muitíssimos anos para encher o vale, e uma vez terminada a represa, cuja construção necessitaria de uma dúzia de anos, o galã seria já velho.
Sua mãe adotiva, uma feiticeira (isto ocorria nos tempos dos Danaans), ao vê-lo arrancar os cabelos em um par de ocasiões, induziu-o a refazer-se e lhe ordenou que respeitasse até o dia seguinte seus soltos cachos.
Logo, a feiticeira dirigiu-se com o meio corrente de transporte das feiticeiras, à cabana de uma irmã Firbolg na arte da magia, situada sobre a margem ocidental do Shannon.
Esta cabana estava comodamente localizada sobre o corte de uma colina, dando sobre um agradável lago, e a mulher Danaan foi hospitaleiramente agasalhada pela mulher Firbolg.
Depois de seu singelo refrigério, a visitante revelou o motivo de sua viagem e suplicou a sua sabia amiga que lhe emprestasse seu lago até o dia da lua seguinte, acrescentando num resmungo enganoso
-"depois da semana da eternidade".
Um lago era algo difícil de conseguir, mas finalmente obteve-o e o levou triunfalmente debaixo da capa ao vale de Leinster.
As pessoas que viviam nas ladeiras das colinas despertaram naquela noite de seus sonhos ouvindo um estrondo, digamos assim como o de dez mil cascatas.
Todos fugiram até as terras altas e foram hospitaleiramente resguardados pelos edifícios do forte, e ao alvorecer da manhã seguinte, milhares de assombrados olhos contemplaram o plácido lençol de água que cobria suas moradas do dia anterior.
Assim foi conquistada a altaneira noiva.
A desgarrada mulher de Connacht esperou até o dia da segunda lua, irritadíssima ante o lamacento leito que exibia o fundo de seu lago debaixo da influência de um sol ardente e sem aparentes perspectivas de que lhe devolveriam com gratidão as águas.
Até uma mulher sábia pode perder a paciência.
Esta voou à casa de sua enganadora colega em bruxarias, cavalgando sobre sua vassoura e foi recebida com fingida alegria.
-Não há tempo para cumprimentos, comadre - lhe disse
-Chegou o dia da lua seguinte e até o da lua subseqüente, e em vez do meu agradável lago, só vejo rochas, barro e peixe podre. Devolva-me meu lago, te digo.
- Ah, querida irmã! A ira te tirou a memória. Prometi-te devolver-te teu formoso pedaço de água no dia da lua seguinte à semana da eternidade, não antes; reclama-o quando vencer o prazo.
A ira da bruxa traída não teve limites, mas não tinha argumento algum, devido à traiçoeira reserva da astuta Danaan.
O resultado foi trágico para a maior parte dos interessados; mas a incorporação de Loch Owel às agradáveis planícies de Meath é tudo o que nos interessa por agora.F.P.Wikepédia