contos sol e lua

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domingo, 16 de janeiro de 2011

Seres sobrenaturais.


Há três "clãs" de divindades: os Æsir, os Vanir e os Iotnar (referenciados como os gigantes neste artigo). A distinção entre o Æsir e o Vanir é relativa, pois na mitologia os dois finalmente fizeram a paz após uma guerra prolongada, ganha pelos Æsir. Entre os embates houve diversas trocas de reféns, casamentos entre os clãs e períodos onde os dois clãs reinavam conjuntamente. Alguns deuses pertencem à ambos os clãs. Alguns estudiosos especulam que esta divisão simboliza a maneira como os deuses das tribos invasoras indo-européias suplantaram as divindades naturais antigas dos povos aborígenes, embora seja importante notar que esta afirmação é apenas uma conjectura. Outras autoridades (compare Mircea Eliade e J.P. Mallory) consideram a divisão entre Æsir/Vanir simplesmente a expressão dos nórdicos acerca da divisão comum Indo-Européia acerca das divindades, paralela aos deuses Olímpicos e os Titãs da mitologia grega, e algumas partes do Mahabharata.
O Æsir e o Vanir são geralmente inimigos dos Iotnar (Iotunn ou Jotuns no singular; Eotenas ou Entas, em inglês arcaico). São comparáveis ao Titãs e aos Gigantes da mitologia grega e traduzidos geralmente como "gigantes", embora trolls e demônios sejam sugeridos como alternativas apropriadas. Entretanto, os Æsir são descendentes dos Iotnar e tanto os Æsir como os Vanir realizaram diversos casamentos entre eles. Alguns dos gigantes são mencionados pelo nome no Eddas, e parecem ser representações de forças naturais. Há dois tipos gerais de gigante: gigantes da neve e gigantes do fogo. Havia também elfos e anões e, apesar de seu papel na mitologia ser bastante obscuro, normalmente são apresentados tomando o partido dos deuses.
Além destes, há muitos outros seres supernaturais: Fenris (ou Fenrir) o lobo gigantesco, e Jormungard, a serpente do mar que circula o mundo inteiro. Estes dois monstros são descritos como primogênitos de Loki, o deus da mentira, e de um gigante. Hugin e Munin (pensamento e memória), são criaturas mais benevolentes, representadas por dois corvos que mantêm Odin, o deus principal, informado do que está acontecendo na terra; Ratatosk, o esquilo que atua como mensageiro entre os deuses e Yggdrasil, a árvore da vida, figura central na concepção deste mundo.
Assim como muitas outras religiões politeístas, esta mitologia não apresenta o característico dualismo entre o bem e o mal da tradição do oriente médio. Assim, Loki não é primeiramente um adversário dos deuses, embora se comporte frequentemente nas histórias como o adversário primoroso contra o protagonista Thor, e os gigantes não são fundamentavelmente malignos, apesar de normalmente rudes e incivilizados. O dualismo que existe não é o mal contra o bem, mas a ordem contra o caos. Os deuses representam a ordem e a estrutura visto que os gigantes e os monstros representam o caos e a desordem.
Völuspá: a origem e o final do mundo.
A origem e o final eventual do mundo são descritas em Völuspá ("A profecia dos Völva" ou "A profecia de Sybil"), um dos poemas mais impressionantes no Edda poético. Estes versos assombrados contêm uma das mais vívidas criações em toda a história religiosa e representa a destruição do mundo, cuja originalidade está na sua atenção aos detalhes.
No Völuspá, Odin, deus principal do panteão dos nórdicos, conjura do espírito de um Völva morto (Shaman ou Sybil) e requer que este espírito revele o passado e o futuro. O espírito se mostra relutante: "O que você pede de mim? Porque você me tenta?"; mas como ela se encontra morta, não mostra nenhum medo de Odin, e continuamente o pergunta, de forma grosseira: "Bem, você quer saber mais?" Mas Odin insiste: se deve cumprir sua função como o rei dos deuses, deve possuir todo o conhecimento. Uma vez que o sybil revela os segredos de passado e de futuro, cai para trás em forma de limbo: "Eu dissiparei agora".
O passado.
No início havia somente o mundo das névoas, Niflheim e o mundo de fogo, Musphelhein, e entre eles havia o Ginungagap, "um grande vazio" no qual nada vivia. Em Ginungagap, o fogo e a névoa se encontraram formando um enorme bloco de gelo. Como o fogo de Musphelhein era muito forte e eterno, o gelo foi derretendo até surgir a forma de um gigante primordial, Ymir, que dormiu durante muitas eras. O seu suor deu origem aos primeiros gigantes. E do gelo também surgiu uma vaca gigante, Audumbla, cujo leite jorrava de suas tetas primordiais em forma de 4 grandes rios que alimentavam Ymir. A vaca lambeu o gelo e libertou o primeiro deus, Buro, que foi pai de Borr, que por sua vez foi pai do primeiro Æsir, Odin, e seus irmãos, Vili e Ve. Então, os filhos de Borr, Odin, Vili e Ve, destroçaram o corpo de Ymir e, a partir deste, criaram o mundo. De seus ossos e dentes surgiram as rochas e as montanhas e de seu cérebro surgiram as nuvens.
Os deuses regularam a passagem dos dias e noites, assim como das estações. Os primeiros seres humanos eram Ask (carvalho) e Embla (olmo), que foram esculpidos em madeira e trazidos à vida pelos deuses Odin, Honir/Vili e Lodur/Ve. Sol era a deusa do sol, filha de Mundilfari e esposa de Glen. Todo dia, ela montava através do céu em sua carruagem puxada por dois cavalos nomeados Alsvid e Arvak. Esta passagem é conhecida como Alfrodul, que significa "glória dos elfos", que se tornou um kenning comum para o sol. Sol era perseguida durante o dia por Skoll, um lobo que queria devorá-la. Os eclipses solares significavam que Skoll quase a capturava. Na mitologia, era fato que Skoll eventualmente conseguia capturar Sol e a devorava; entretanto, a mesma era substituída por sua filha. O irmão de Sol, a lua, Mani, era perseguido por Hati, um outro lobo. Na mitologia nórdica, a terra era protegida do calor do sol por Svalin, que permanecia entre a terra e a estrela. Nas crenças nórdicas, o sol não fornecia luz, que emanava da juba de Alsvid e Arvak.
A Sybil descreve a enorme árvore que sustenta os nove mundos, Yggdrasil e as três Nornas (símbolos femininos da fé inexorável, conhecidas como Urðr (Urdar), Verðandi (Verdante) e Skuld, que indicam o passado, a atualidade e futuro), as quais tecem as linhas do destino. Descreve também a guerra inicial entre o Æsir e o Vanir e o assassinato de Balder. Então, o espírito gira sua atenção ao futuro.
O futuro.
A visão antiga dos nórdicos sobre o futuro é notavelmente sombria e pálida. No final, as forças do caos serão superiores em número e força aos guardiões divinos e humanos da ordem. Loki e suas crianças monstruosas explodirão suas uniões; os mortos deixarão Niflheim para atacar a vida. Heimdall, guardião das divindades, convocará os deuses com o soar de sua trombeta de chifre. Se seguirá uma batalha final entre ordem e caos(Ragnarök), que os deuses perderão, como é seu destino. Os deuses, cientes de sua sina, recolherão os guerreiros mais finos, o Einherjar, para lutar em seu lado quando este dia vier. No entanto, no final, seus poderes serão pequenos para impedir que o mundo caia no caos onde ele se emergiu, e os deuses e seu mundo serão destruídos. Odin será engolido por Fenrir, o lobo. Mesmo assim, ainda haverá alguns sobreviventes, humanos e divinos, que povoarão um mundo novo, para começar um novo ciclo. Ou assim Sybil nos diz; os estudiosos ainda se dividem na interpretação das últimas estrofes e deixam em dúvida se esta não foi uma adição atrasada ao mito por causa da influência cristã. Se a referência for anterior a cristianização, o mito do final dos tempos do Völuspá pode refletir uma tradição indo-européia que se deriva dos mitos do zoroastrismo persa. O zoroastrismo inspirou também os mitos de final de mundo do judaísmo e do cristianismo.F.P.Wikepédia.

LENDA DA LUA.


Não nasci aqui no céu
também não nasci no mar
venho de longe, da terra
onde eu aprendi a amar.

Alguns dos meus professores
foram pássaros que eu vi
cuidando dos seus amores
corruíras, bem-te-vis.

Que saíam bem cedinho
até bem antes da aurora
procurar os alimentos
e trazer pra sua prole.

Hoje não vejo mais isso
não se consegue ter tudo
aqui nem há passarinhos
e o amor aqui é mudo.

A menos que a gente chegue
bem perto do mar, nas ondas
então ouve as serenatas
do mar com suas delongas.

Mas é uma linguagem dura
de senhor, amo e patrão
não tem jogo de cintura
do mar, seu frio coração.

Eu o amo mesmo assim
porque sei o quanto sofre
amo-lhe os dons e os defeitos
é passional, meu direito.

Mas como eu ia dizendo
bem longe daqui eu nasci
e hoje ouvindo lamentos
(que por Deus, não posso ouvir!)

Meu destino foi traçado
por um anjo desavisado
que se esqueceu do principal
de dar voz ao meu sinal.

Por isso agora, o que eu posso
é ser nova, ser crescente
encher-me amor um dia
para minguar lentamente.

E pendurada no céu
fico ouvindo me chamarem
sem poder nem responder
e nem é por não saber.

Fiz com meu anjo um trato
para o caso remediar
só posso descer à terra
se um amor encontrar.

Mas já não tenho esperanças
pois nunca hei de saber
quem me chama, quem me quer
se sou lua, ele, quem é?

Se for alguém corajoso
que não tema, não vacile
pode até ser que me entenda
e me venha procurar.

Então neste céu imenso
orquestrado por estrelas
cairei entre seus braços,
para felizes bailar.

Mas minh'alma se entristece
pensando:... quando será??
TERÊ PENHABE.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

ASPECTOS ESOTÉRICOS DA VIDA DE JESUS.


LEWIS, H. Spencer. A vida mística de Jesus/The mystical life of Jesus. 7ª ed. Traduzido, composto, revisado e impresso na Ordem Rosacruz, AMORC. Curitiba – Paraná: AMORC, 1997, pp. 191-2.
Muito se tem dito, muito se tem escrito e muito se tem especulado sobre a vida e a missão Daquele que foi o Logos Encarnado da Era de Peixes. Este texto não pretende acrescentar nenhum fato novo que não seja, pelo menos, do conhecimento dos ocultistas e dos iniciados. Sendo assim, as revisitações a seguir apresentadas, ainda que pouco conhecidas, tão-somente reviverão passagens e fatos relativos à vida de um dos mais veneráveis Mestres da Grande Loja Branca. Peço antecipadamente desculpas àqueles que porventura se magoarem com o que se seguirá. Entretanto, se alguns equívocos foram cometidos ao longo desta incompletíssima explanação, o intuito não foi o de iludir ou de provocar uma cizânia mental. Antes, pretendeu-se informar e abrir certas portas que, para muitos, ainda permanecem lacradas. Não se discutirá nenhum aspecto doutrinário ou teológico, nem se espera ou deseja o imprimatur da Igreja de Roma ou de qualquer outra. Muito menos se tomará partido desta ou daquela religião, nem das múltiplas controvérsias que perduram sobre a existência de Jesus — induvidosamente o mais iluminado personagem do signo zodiacal anterior, e que foi concluído em 5 de Fevereiro de 1962. Àqueles que entrarem em sintonia com as informações coligidas por este neófito, lembra-se: bate, e a porta será aberta. A ninguém é negada a luz do Conhecimento. Todos, entretanto, deveriam, como advertiu Shakespeare, ser amáveis no ouvir e bondosos no julgar, e ter como norma de vida a antiga exortação: em tudo que buscardes, buscai a compreensão.
O NASCIMENTO.
Sob o signo de Libra o Sol nasceu, e Ana, esposa de Joaquim, o Sacerdote Supremo do Templo Essênio de Hélios, deu à luz à uma menina: Maria. MaRiHâ. Aos treze anos foi Maria consagrada columba do Grande Templo, e, como determinava a tradição, foi colocada sob a tutela de um viúvo da comunidade essênia. A José coube o encargo de cuidar da jovem até que se cumprisse a Profecia dos Magos. Maria espera. Anunciação. Gabriel. Ramo de açucenas. Geração. No dia 4 de Outubro (calendário gregoriano) do ano 4 a.C., em uma gruta-hospital essênia na Cidade de Belém, Maria concebeu o VERBO, que não deve ser confundido com o Absoluto de Hegel (Ser e Não-Ser), com o Parabrahaman dos vedantinos ou com SAT – a Realidade Una. Esta data, segundo o Dr. Harvey Spencer Lewis (Frater Profundis XIII), está definida pela intercessão das linhas do piso da Câmara da Rainha com a linha do piso da Passagem Ascendente da Grande Pirâmide de Gizé, no Egito..
E assim a Profecia foi cumprida. E assim o Lótus germinou, frutificando segundo Sua espécie, cuja semente está Nele mesmo. E assim, também, cumpriu-se o Gênese I, 11. E por isso, e também por inspiração no antigo culto das Deusas Lunares, foi dado início à Mariolatria.
A DIVINA CONCEPÇÃO.
As fraternidades iniciáticas e os místicos desenvolvidos sabem que a imaculada conceição é uma necessidade cósmica insubstituível inerente à futura existência física dos avatares. Na vida de todo Grande Mestre isto é um acontecimento natural, pois é cosmicamente impossível que um homem humanamente concebido e nascido, possa tornar-se o Cristo de seu tempo. Esse mecanismo – essa Lei – todavia, permanece oculto e inviolado fora das altas esferas iniciáticas, sendo entendido profanamente como um acontecimento miraculoso e desprovido de um sentido (no mínimo) racional, quer no que concerne ao próprio processo místico em si, quer no que tange às Leis Cósmicas envolvidas. O outro lado deste entendimento é pura e simplesmente negar este desdobramento místico. Crassamente, ambas as convicções laboram em erro. Mas, não erramos todos nós?
Entretanto, ainda que nem todos aqueles que foram virginalmente concebidos tenham sido instrutores de ciclo, há uma linha predominante de coincidências, que não pode ser desprezada. Como Jesus, todos foram milagrosamente concebidos, nasceram de uma virgem e manifestações espetaculares da Natureza ocorreram por ocasião de seus falecimentos. Como Jesus, muitos foram supliciados. Alguns desses enviados foram: Hórus e Ra (Egito), Krishna e Buddha (Índia), Tammuz (Síria), Indra (Tibete), Quetzlcoatl (México), Lao-Tsé (China), Zoroastro e Ciro (Pérsia) e Pitágoras e Platão (Grécia). A própria Virgem Maria foi imaculadamente concebida por sua mãe, Ana, palavra cujo sentido esotérico – Umâ-Kanyâ – significa Virgem de Luz.
A Humanidade jamais esteve desamparada e deixada sem guias. Assim, todos os Avatares acrescentaram Leis e Princípios ao conhecimento já existente, para que o ser paulatinamente realize a comunhão com a Divindade, sendo Esta um fogo misterioso vivo (ou movente), e as eternas testemunhas desta Presença invisível são a Luz, o Calor e a Umidade. Todos os fenômenos universais têm sua causa nesta tríade. No Livro de Dzyan está escrito: A Luz é a Chama Fria e a Chama é o Fogo. O Fogo produz o Calor, que dá a Água – a Água da Vida na Grande Mãe.
Nesse sentido, as revelações dos Homens-Deuses têm por finalidade o progresso ascensional e a reintegração dos homens, e sua conseqüente preparação para o ciclo que se seguirá. A VERDADE e a LUZ, contudo, são perpetuamente unas.
Finalmente, há um ponto que não pode ser omitido quanto às imaculadas concepções. Os místicos e iniciados de todos os tempos sabem que o poder mental é capaz de levar a matéria sem vida à consciência. O poder da PALAVRA enviada ao espaço manifestou (e manifesta) vida onde não existia (ou existe) vida consciente. O poder do VERBUM DIMISSUM pode, então, perfeitamente, impregnar de vida o que ainda não está fecundado. Não há, assim, necessidade de intermediação humana nas Concepções Cósmicas. E Aquele que se torna Filho de sua Mãe, antes foi seu Esposo e Irmão. E a Lei do Triângulo não é violada, ou seja, soada a hora, o Logos (aspecto masculino da Anima Mundi) diferencia-se, e os Três – Pai, Mãe e Filho – passam a ser Quatro. Pai, Mãe e Filho como Unidade e o Quaternário como manifestação viva, como ensinam os ocultistas e os conhecedores da Doutrina Secreta. Enfim, a tríade converte-se na TETRACTYS pitagórica.
TETRACTYS.
SANTA TETRACTYS = 1 + 2 + 3 + 4 = 10 = 1 TUDO É UM.

Talvez uma última explicação seja conveniente: a Asseidade – ou Vida por si mesma – carece de sexo como Divindade Abstrata, e como tal não pode (pôde ou poderá) ter pai – ou Pai. E, ao nascer da Eva terrestre, o Filho da Virgem Celeste Imaculada, torna-se a Humanidade como um todo. Em cima o Filho é todo o Cosmos; embaixo, a Humanidade. No Egito antigo, Amon, dentre seus diversos títulos, possuía o de marido de sua mãe (Mut), e esta era festejada como Nossa Senhora, a Rainha dos Céus e da Terra. Outras deusas-mães também eram honradas com esse título, como por exemplo, Ísis e Hathor.

113 x 5 = 565 —› 56,5 x 10.

(HE) (VAV) (HE) —› YOD = NUN-I (NI)


JESUS, O CRISTO.
O AMeN DA ERA DE PEIXES.

Harvey Spencer Lewis (Primeiro Imperator para este 2º Ciclo Iniciático da AMORC), no livro A Vida Mística de Jesus, escreveu que, ao obter o grau de Mestre da Grande Fraternidade Branca, José (nome original de Jesus antes de receber a Suprema Iniciação que o qualificou como a Palavra Vivente) colocou-se entre os mais sábios e sumos sacerdotes, o segundo em importância após o Hierofante da Organização. Este fato simbolizou a humildade que todo iniciado obrigatoriamente deve possuir, e, particularmente, no caso de Jesus, Ele próprio se ofereceu voluntariamente para o ato final que o investiria de toda força espiritual e de todo poder necessários para realizar a missão para Ele e com Ele cosmicamente planejada. Em nenhum momento de Sua vida, houve qualquer dúvida quanto ao seu Estado Crístico. Mas a Iniciação Final pela qual Jesus passou na Câmara do Rei da Grande Pirâmide de Queóps (Sanctum Sanctorum), consagrou-O simbólica, mística e efetivamente como o mais elevado entre todos e como o VERBO ENCARNADO E O AMeN DA ERA PISCIANA. IEHOUA.
Câmara do Rei da Grande Pirâmide de Queóps (Sanctum Sanctorum)

Câmara do Rei da Grande Pirâmide de Queóps
Sanctum Sanctorum.
Rapidamente, é interessante refletir sobre a palavra AMeN. Cabalisticamente equivale a 91 (1 + 40 + 50), e é igual à soma de YHVH e ADoNaY, que equivalem, respectivamente, a 26 (10 + 5 + 6 + 5) e 65 (1 + 4 + 50 + 10). YHVH e ADoNaY implicam esotericamente na existência assexual do Senhor no interior de cada indivíduo. É importante ressaltar que o original de AMeN é AUM. Oh! Meu Deus que estás em mim! AUM MANI ... PADME HUM! (91 —› 9 + 1 —› 10 —› UM). Eu e o Pai (Mãe) somos Um.
Oh! Meu Deus que estás em mim! AUM MANI ... PADME HUM!
Enfim, a revelação parcial e autorizada da Sublime Iniciação que José passou, está assim relatada no livro já referido de Harvey Spencer Lewis:
José foi levado ao pátio externo da Esfinge e O vestiram de púrpura para a cerimônia preliminar realizada à meia-noite. Terminada esta cerimônia, Ele foi escoltado pelas passagens subterrâneas secretas até a sala de recepção sob a Pirâmide. Após a realização de outra cerimônia nesse local, começou a Sublime Cerimônia de Sua elevação ao mais alto pináculo da Iniciação. Isto foi feito levando-se José a caminhar por várias rampas aos diferentes níveis no interior da Pirâmide, havendo uma câmara em cada um. Quando os participantes chegaram à mais elevada dessas câmaras, praticamente no centro da estrutura, foi celebrada a cerimônia final. No decorrer da mesma, o diadema real foi colocado na cabeça de José, para indicar que Ele não mais era um Neófito, nem mesmo um igual entre os Mestres da Fraternidade, mas o maior dentre eles. Por mais de uma hora decorreu a cerimônia, culminando em um período de silêncio e meditação, com José ajoelhado diante do altar. Então uma Grande Luz se fez na câmara, que até então só estava iluminada por velas e três tochas. Uma pomba branca desceu na luz e pousou na cabeça de José; o Hierofante se pôs de pé e várias sinetas começaram a soar nas câmaras inferiores, anunciando ao mundo o grande acontecimento. Uma figura etérea que apareceu atrás do Hierofante como um ser angélico ordenou a José que se levantasse e proclamou: ‘Este é ?JHESU?, o Cristo; levanta-te!” E todos os que se achavam na câmara responderam em uníssono: ‘AMeN’.
OS MILAGRES.
As leis naturais são inalteráveis e não podem ser violadas. Na perpétua ordem cósmica, tanto visível como invisível, também nada se perde. Como refletiu Saint-Yves d’Alveydre, a matéria-prima de um astro qualquer guarda em sua luz secreta a imagem de um pensamento, o movimento de uma vontade e, inclusive, a realização de uma paixão. A aparente transgressão de uma lei universal constituiu-se, apenas, para o observador distraído e mal informado, em incapacidade para compreender o que aconteceu ou está acontecendo. A levitação, a invisibilidade, a transmutação e a projeção psíquica, por exemplo, seguem Leis Cósmicas perenes, que eram, entre outras Leis, ensinadas vagarosamente nos centros iniciáticos da Antigüidade. Jesus aprendeu todos esses ensinamentos, que ainda hoje são ministrados nos graus superiores de determinados segmentos autênticos da Grande Fraternidade Branca. Mas, imaginar que a meta do espiritualismo autêntico e tradicional – vale dizer iniciático – seja o poder pelo poder, é o equívoco que não pode ser admitido. Poder sem elevação de consciência é nada. O verdadeiro poder que o postulante alcança na vereda iniciática, é a compreensão do porquê da vida (e da Vida) e sua relação com o Universo criado. E assim, acaba por se saber uno com a criação, irmão do outro, no outro e com o outro. E a Lei Universal suprema é o serviço. Servir para reintegrar-se; reintegrar-se para servir.
E, desta forma, a terceira etapa da vida pública de Jesus, do Rio Jordão até o Golgotha, foi uma repetição exotérica (exterior) das múltiplas iniciações pelas quais passou, subjetiva e secretamente, nos diversos monastérios da Fraternidade. Quatro estágios – delineados séculos antes por Pitágoras – marcaram seu ministério público:
O primeiro grau de preparação, culminando no Sermão da Montanha; o segundo grau de purificação, representado pelas . demonstrações da terapêutica mística; o terceiro grau de iluminação, manifestado pela volta de Lázaro dentre os 'mortos'; e o quarto grau de visão espiritual, manifestado pela transfiguração.
Examinando mais detidamente a questão dos (chamados) 'milagres', Jesus quando operava os prodígios que Lhe são atribuídos (repercutentes segundo as mesmas Leis por Ele operadas), sempre e inalteravelmente, cuidava de embutir subjacentemente uma Lei Cabalística específica. Nada, absolutamente nada, na vida do Humilde Peixe aconteceu por acaso, assim como tudo e todos os seus atos estavam alicerçados em Princípios Esotéricos, que aprendeu ao longo de seu noviciado, adeptado e mestrado preparatórios para a realização de sua missão na Terra. Um exemplo disto foi a pesca miraculosa de 153 (cento e cinqüenta e três) peixes citada em João XXI, 11. O número 153 é o Valor Secreto de 17, sendo, este último, um número importantíssimo no Esoterismo Crístico e no Alto Simbolismo.[5] Observe-se que a adição teosófica de 17 é igual a 8 (1 + 7); e a adição teosófica de 153 é igual a 9 (1 + 5 + 3). Para ascender ao 9 é preciso ultrapassar a barreira do 8. Já o Valor Secreto de 8 é 36 (trinta e seis), que, por sua vez, possui como Valor Secreto 666 (seiscentos e sessenta e seis). Operações numérico-cabalísticas estão associadas à vários outros números, como, por exemplo, 10, 11, 13, 15, 21, 28, 32, 34, 37, 40, 42, 48, 58, 65, 72, 78, 96, 108, 111, 144, 175, 216, 222, 231, 260, 343, 369, 432, 777, 820, 888, 999, 1000, 1260, 1495, 5040 e 12000, todavia, fora do escopo deste trabalho. Apenas mais um exemplo pode ser lembrado: é o que se refere aos dois peixes (representativos do signo zodiacal de Peixes) e às doze cestas (simbólicas do próprio Zodíaco) citado em Mateus, XIV, 17 e 20. E, em aditamento, deve-se ter na devida conta, que os cinco pães estão associados ao número cinco, ou seja, à estrela de cinco pontas e à hipotenusa do Triângulo Retângulo do Teorema de Pitágoras (3, 4, 5). Já os cinco mil homens nada mais são do que o mesmo número cinco em outra dimensão. Como disse Pitágoras: Os números governam o mundo. São a chave da Cosmogonia, e o todo criado está em conformidade com número, peso e medida. BRAShITh BRA ALHIM.
Antes de se concluir este item, deve-se rapidamente aludir, que todos os prodígios realizados por Jesus (e que todo Iniciado ou místico desenvolvido também pode realizar) tiveram por base o excepcional conhecimento e o particular domínio de Ichchhâshakti e de Kriyâshakti, respectivamente, o poder da vontade e o poder do pensamento. Como é do conhecimento dos teósofos (e de todos os Iniciados), a manifestação mais comum do poder da vontade é a transmutação (elevação) de determinadas freqüências vibratórias, que passam a fluir através das correntes nervosas, para que possam ser executadas as determinações da Vontade. Por outro lado, sustentavam os antigos e sabem os contemporâneos que, uma idéia qualquer se manifestará exteriormente, se a atenção for nela concentrada intensamente. Assim, o poder mental dirigido permite produzir resultados fenomenais perceptíveis, decorrentes da canalização adequada da energia que lhe é inerente. Ainda deve ser aditado que o conhecimento pleno e perfeito da força ou poder das letras (vogais), das palavras e da música fizeram parte do aprendizado iniciático de Jesus. E, o coroamento de todo o seu esforço, de toda a sua dedicação e de todo o seu mérito como aprendiz e adepto, aconteceu por ocasião de seu mestrado, ao merecer se tornar conhecedor do NOME INEFÁVEL.o mais humilde noviço ao mais venerável hierofante, este é o Caminho.
Por último, deseja-se fazer referência à organização do trabalho místico programado por Jesus, que se baseou em três círculos concêntricos: 12 Apóstolos, 72 Adeptos e 360 (72 x 5) Postulantes, correspondentes às doze constelações, aos setenta e dois semidecanos do Zodíaco e aos trezentos e sessenta graus do círculo eclíptico. O primeiro, todavia, a ter acesso à sabedoria arcana, foi São João. Os 360 Postulantes, contudo, conheceram-na somente na quarta fase da vida do Mestre, ou seja, depois da crucificação. Esses três números admitem outras correlações, como, por exemplo, o alfabeto hebraico (doze letras simples), a sagrada palavra YHVH (IEVE ou IHOH) [10 + 15 + 21 + 26] e o Grande Ciclo de Precessão Equinocial (18 x 60 x 24 = 25920 anos).
A CRUCIFIXÃO.
A crucifixão é um processo místico-alquímico. Judas não foi, infantil e simplesmente, um traidor. A verdadeira história da traição ainda será exposta publicamente para exame de todas as consciências. Pilatus, apenas, fútil e inocentemente, não lavou as mãos. E Jesus não reclamou de seu Pai, pois, certamente, não era nem um nefelibata, nem um covarde. Na realidade, foi o grande herói da Era de Peixes. A Bíblia (particularmente o Gênese o Evangelho de S. João e o Apocalipse) está apoiada em leis cabalístico-alquímicas, e os fatos históricos não correspondem exata e integralmente às Leis e aos Princípios esotéricos tradicionalmente conhecidos e aceitos. Há um véu que perenemente protege a Tradição. Por outro lado, muitos fatos bíblicos foram deliberadamente adulterados e apocopados, como alguns livros foram injustificadamente suprimidos... O Livro de Jasher é apenas um exemplo. Os Evangelhos ditos apócrifos representam mais de trezentos exemplos!
A crucificação de um avatar geralmente simbolizava o fim de sua vida pública e início de suas atividades privadas. Expansão – Contração. Expiração – Inspiração. Mânvântâra – Prâlâya. Tudo em realidade se passa semelhantemente à Essência Divina: na expiração, o mundo é produzido; na inspiração, tudo desaparece e se desfaz gradualmente. Entretanto, o martírio de Jesus, sabido e por Ele esperado, foi, politicamente, uma punição romana e não judia. Se tivesse que ser sacrificado pelos judeus, Jesus seria apedrejado (pena de lapidação) e não crucificado. Todavia, dois foram os motivos (históricos) básicos que O levaram ao suplício iniciático: o socialismo santo que preconizava e a proclamação de Rei dos Judeus, que seguidores entusiásticos Lhe conferiram. O poder tirânico de Roma não poderia tolerar essa situação, e, a 5 de Abril do ano 30 de nossa Era, data assinalada na mesma Pirâmide que previu seu nascimento (hipotenusa do triângulo formado pelo piso da Câmara da Rainha, piso da passagem Ascendente e piso inclinado desta mesma Passagem), Jesus foi crucificado. Deve-se acrescentar, ainda, que o maior conspirador e inimigo de Jesus não foi Judas, mas Caifás, que solitariamente a serviço de Roma, oferecia informações e fazia relatórios secretos quanto às atividades do Mestre. Na realidade, pouquíssimos judeus estavam interessados em castigar Jesus. Ao que se sabe, Caifás agiu praticamente sozinho, e o Sinédrio não teve participação relevante no processo que se estabeleceu contra Jesus. Roma, inclusive, perdeu o interesse em supliciar Jesus, mas a ordem chegou tardiamente, e isto já é outra história. Tardiamente?
Muito se tem comentado sobre a famosa frase pronunciada por Jesus, quando já estava pregado na cruz. Em Mateus XXVII, 46, lê-se: Eli, Eli, lamma sabacthani? Em Marcos XV, 34, está escrito: Eloi, Eloi, lamma sabacthani? Estas duas frases de sentido idêntico têm sido traduzidas por Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste? Todavia, ou esta frase tem um sentido oculto, ou as palavras foram mal interpretadas, ou as duas coisas. A transliteração hebraica dos dois Evangelhos e os manuscritos gregos estão corretos, e não existe margem para dúvida ou discussão. Mas o sentido – o verdadeiro sentido – é outro, e diametralmente oposto do que foi admitido, ou seja: DEUS MEU, DEUS MEU, COMO ME GLORIFICASTE! Já no versículo primeiro do Salmo XXI está registrado ALI, ALI, LMH HhZBTh-NI?, que significa: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Mas Jesus também poderia ter bradado: Heloi, Heloi, LMH ShBHhTh-NI!
Fica a pergunta: Por que a falsidade consentida de tradução? Simplesmente porque a frase ALI, ALI, LMH ShBHhTh-NI! era a fórmula final esotérica e sacramental dos Ritos Iniciáticos do Antigo Egito, e era pronunciada após terríveis provas de iniciação nos Mistérios (ditos pagãos). Aceitar e traduzir a frase corretamente, equivaleria a admitir que Jesus havia sido um Iniciado. IESCHOUAH. A frase DEUS MEU, SOL MEU, ESPARZISTE SOBRE MIM OS TEUS FULGORES! era a exclamação derradeira proferida pelo Iniciado, quando, então, era já considerado como FILHO E GLORIOSO ELEITO DO SOL. Enfim, como os teólogos poderiam justificar a tradução correta perante a Cúria e ante a própria incipiente confraria católica? Admitir a frase iniciática implicaria em, obrigatoriamente, reformular os descaminhos que o movimento religioso que encontrou amparo nas doutrinas do Crucificado, estava então palmilhando, principalmente após o Segundo Concílio de Constantinopla, em 553 d. C., no qual, entre outras apócopes e distorções, foram suprimidas, por bula papal, a preexistência da personalidade-alma e a Lei da Necessidade (Reencarnação). E nunca mais se comentou ou estudou o pensamento de Orígenes – o Papa Iniciado. O que, por outro lado, deve ficar registrado, é que, independentemente de todas as distorções, adulterações, supressões e equívocos, há uma perene Igreja Eterna (oculta e iniciática), que guarda zelosamente o Conhecimento Primordial, e vive na sua integralidade as Doutrinas Secretas de Jesus. De passagem – e a bem da verdade – a supressão autoritária da Lei na Necessidade interessou superlativamente a Teodora, esposa de Justiniano, que ao ceder aos apelos da antiga cortesã, cometeu, em associação com alguns membros da Cúria despótica daqueles tempos (bispos ortodoxos do Oriente), um dos maiores absurdos contra o Esoterismo Tradicional. Pergunta: seria possível, hoje, serem suprimidas, por qualquer decreto, as leis da gravitação, do eletromagnetismo e da radiatividade? De qualquer forma, no Evangelho (apócrifo) de Felipe, versículo 72, a frase iniciática ALI, ALI, LMH ShBHhTh-NI está assim escrita: Deus meu! Deus meu! Por que Senhor, tanto me glorificas?
De qualquer forma, é ingênuo imaginar que Jesus, por maiores que tenham sido seu sofrimento e flagelação naquela nona hora de desespero e dor, tenha, por um único instante, desacreditado da ubiqüidade da Consciência Cósmica, de seus Irmãos do Templo de Hélios e da própria Grande Loja Branca, da qual era parte integrante, e da qual, naquele tempo, era seu supremo representante na Terra. Ele glorificou seu Pai pelo integral cumprimento de sua sagrada missão, ainda que a unificação das religiões e a reunião de todas as ciências não se pudessem ter verificado. Estava em curso, então, a Era de Peixes, regida pelo elemento água. A Humanidade permanecia imersa no líquido amniótico, incapacitada para aprender, opinar e decidir. O homem pisciano pouco raciocinava, e seu pensamento acompanhava, geralmente, padrões, teorias e dogmas preestabelecidos. E o que foi considerado sem valor, distorcido, ou suprimido, continua original e sacrossantamente resguardado dos profanos, e ensinado nas autênticas fraternidades iniciáticas. É o tesouro que a Humanidade deve procurar, para dar o primeiro passo em direção à sua libertação e emancipação. 8 —› 9. Há ainda a considerar a inscrição INRI geralmente interpretada como Iesus Nazarenus Rex Iudæorum (Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus). Voltando à Grande Pirâmide de Queóps, sabe-se que este monumento, entre outras finalidades, objetivou gravar as medidas dos céus e da Terra, ou seja, Iam (Água), Nour (Fogo), Ruach (Ar) e Iabeshah (Terra), cujas iniciais formam a sigla INRI, com aplicações cabalísticas que extrapolam o escopo deste ensaio. Não se pode, entretanto, deixar de avisar, que os elementos anteriormente referidos, só podem ser entendidos como entidades homogêneas do plano numenal. Pode-se também considerar, que os quatro elementos (alquímicos) são variedades alotrópicas universais de um elemento primordial. Há, por outro lado, quem traduza a inscrição da seguinte forma: Venho da Judéia, passei por Nazaré, conduzido por Rafael e sou da tribo de Judá. Todavia, em vattan deve ser lida I-NRI, cujo significado é: Ele, a Humanidade. Em veda, sua leitura é I-NaRa, significando Ele, a Alma do Universo. E, em sânscrito, deve-se ler I-Na-Ra-Ya, ou seja, Ele, Nara-Dêva – o Homem-Deus. Contudo, há um simbolismo alquímico, que é: IGNE NATURA RENOVATUR INTEGRA (É pelo Fogo que a Natureza é renovada). Por último, esta inscrição, se corretamente (esotericamente) escrita seria YNRI, cujas letras admitem, resumidamente, os seguintes significados:
Y: corresponde ao YOD – décima letra do alfabeto hebreu – simbolizando a manifestação do princípio criador ativo;

N: passividade. Se Y e N estivessem juntas (YN) já teria ocorrido a fusão de todas as seitas e religiões. (Na verdade, a letra N tem um sentido arqueométrico-esotérico-iniciático muito mais profundo).

R: União dos dois princípios universais e transformação perpétua da criação; e

I: Significa aquilo que emanou do sacrossanto. Associada à letra anterior (RI), representa a reunião (fusão) de todos os ramos da ciência.
Assim, quando YNRI realizar-se – Era de Aquarius – será YN-RI. Há, ainda, a aditar que há uma correlação entre as letras da sagrada palavra YNRI com os Arcanos I, XIV, XX e X do Tarô. Por outro lado, o traço-de-união que liga YN-RI não significa separação. Na verdade, tudo é UM no seio do ABSOLUTO (PRIMEIRO UM). E, progressivamente, o ser irá avançar, assumindo conscientemente conhecimentos numenais, e descartando aquelas impressões fenomenais grosseiras, que o têm agrilhoado à matéria bruta, aos sentidos físicos e à inconsciência placentária da qual ainda é prisioneiro.
RESSURREIÇÃO E ASCENSÃO.
Após glorificar seu Pai (ALI, ALI, LMH ShBHhTh-NI!), Jesus entregou o espírito. Está consumado. A missão externa (pública) havia sido completada. O poder e a autoridade que Jesus recebeu na Câmara do Rei da Grande Pirâmide retornaram à origem – à Consciência Cósmica. Harvey Spencer Lewis sustenta que a reversão do processo que ocorreu no Golgotha, retirou de Jesus tão-só a condição crística, que O acompanhou em sua missão pública. A partir de então, Ele tornou-se Mestre Humano, todavia, sem retroceder um infinitésimo em sua posição espiritual e hierárquica no âmbito da GRANDE FRATERNIDADE BRANCA.
Após o crucificamento, foi Jesus levado inconsciente para um jazigo de propriedade de José de Arimatéia, e os terapeutas da Fraternidade Essênia prestaram toda assistência no tratamento de suas feridas. O próprio Avatar utilizou todos os conhecimentos e poderes que possuía para restaurar a consciência em todas as partes de Seu Ser. Dali foi Jesus conduzido à casa de um dos membros da Fraternidade, na Galiléia. Depois de se recuperar, descansar algum tempo, e passar pelo místico fenômeno cósmico de Ascensão, sua vida fechou-se para a Humanidade, e passou a orientar de seu sanctum privado, no Mosteiro do Monte Carmelo, os trabalhos da GRANDE FRATERNIDADE BRANCA.
Logo, pode-se depreender que Jesus não morreu na cruz (fisicamente), como quiseram fazer crer alguns historiadores do passado. A Ressurreição não tem, assim, o significado teológico que lhe é geralmente atribuído. Quem não morreu (física ou iniciaticamente) não poderá ressurgir. Por outro lado, o vocábulo ressurreição era entendido de forma diferente do que compreenderam os exegetas. E o próprio processo místico da Ascensão não resultou no desaparecimento de Jesus do plano físico. Depois da Ascensão, Jesus trabalhou muitos anos com seus Apóstolos, Adeptos e Postulantes até sua transição, que transcorreu pacificamente, no Mosteiro do Carmelo, na presença dos irmãos da Fraternidade. Hoje, já é do conhecimento público que o corpo físico de Jesus permaneceu em um ataúde no Monte Carmelo por muitos séculos; finalmente, foi removido para um sepulcro secreto guardado e protegido por Seus Irmãos.
Compreendendo-se que a morte de Jesus, realmente, jamais aconteceu, se alguém tiver a ventura de encontrá-Lo, poderá, eventualmente, presenciar as seguintes situações: a primeira vez, possivelmente, seja em uma praia deserta. Lá, poderá encontrar o Mestre saudando o Sol nascente, de pé com os braços abertos em sinal de plena vida, e ensinando: Cada corpo sideral é um Templo, e todos são irmãos uterinos oriundos de uma mesma fonte nebular comum. Cego é o olho que vê no Sol apenas uma estrela que produz luz e calor. Bem-aventurado aquele que o reconheceu como Dispensador Universal de Vida, e que conseguiu decifrar seu número. E este número é cento e onze. Na segunda vez, porventura, O encontrará solicitando a um policial, que não prenda um homossexual barulhento. Em outra oportunidade, talvez, O verá serrando uma árvore que não dê mais frutos. Poderá, também, surpreender-se ao vê-Lo tomar um trago de cachaça com um reconhecido traficante de drogas. Na quinta vez, poderá estar promovendo um tumulto na entrada de uma igreja qualquer, na qual estejam sendo vendidos objetos de adoração. Na penúltima, talvez, presencie a cura alquímica de uma prostituta que esteja condenada pela Síndrome da Imunodeficiência Adquirida. E, na sétima, poderá estar a conclamar um grupo de homens e mulheres, para que busquem a sabedoria no Silêncio de seus Corações. A verdade está dentro – dirá o Mestre – fora só há ilusão. Aquele que quiser alcançar o Reino dos Céus deverá trilhar a SENDA CARDÍACA. Nesta vereda, acabará por compreender e realizar que o ser é o Templo da Consciência Cósmica, e que o espírito de seu Pai habita em seu próprio interior.LEWIS, H. Spencer.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Carta Escrita no Ano 2070.


Ano 2070 acabo de completar os 50, mas a minha aparência é de alguém de 85.
Tenho sérios problemas renais porque bebo muito pouca água.
Creio que me resta pouco tempo.
Hoje sou uma das pessoas mais idosas nesta sociedade.

Recordo quando tinha 5 anos.Tudo era muito diferente.
Havia muitas árvores nos parques, as casas tinham bonitos jardins E eu podia desfrutar de um banho de chuveiro com cerca de uma hora.
Agora usamos toalhas em azeite mineral para limpar a pele.

Antes todas as mulheres mostravam as suas formosas cabeleiras.
Agora devemos rapar a cabeça para a manter limpa sem água.

Antes o meu pai lavava o carro com a água que saía de uma mangueira.
Hoje os meninos não acreditam que a água se utilizava dessa forma.

Recordo que havia muitos anúncios que diziam CUIDA DA ÁGUA,só que ninguém lhes ligava; pensávamos que a água jamais se podia terminar.
Agora, todos os rios, barragens, lagoas e mantos aquíferos estão irreversivelmente contaminados ou esgotados.

Antes a quantidade de água indicada como ideal para beber era oito copos
por dia por pessoa adulta. Hoje só posso beber meio copo.

A roupa é descartável, o que aumenta grandemente a quantidade de lixo;
tivemos que voltar a usar os poços sépticos (fossas) como no século Passado porque as redes de esgotos não se usam por falta de água.

A aparência da população é horrorosa; corpos desfalecidos, enrugados pela
desidratação, cheios de chagas na pele pelos raios ultravioletas que já não
tem a capa de ozônio que os filtrava na atmosfera, imensos desertos
constituem a paisagem que nos rodeia por todos os lados.

As infecções gastrintestinais, enfermidades da pele e das vias urinárias são as principais causas de morte.

A indústria está paralisada e o desemprego é dramático.
As fábricas dessalinizadoras são a principal fonte de emprego e pagam-te com água potável em vez de salário.

Os assaltos por um bidão de água são comuns nas ruas desertas.
A comida é 80% sintética.
Pela ressequidade da pele uma jovem de 20 anos está como se tivesse 40.

Os científicos investigam, mas não há solução possível.
Não se pode fabricar água, o oxigênio também está degradado por falta
de árvores o que diminuiu o coeficiente intelectual das novas gerações.

Alterou-se a morfologia dos espermatozóides de muitos indivíduos,como consequência há muitos meninos com insuficiências, mutações e deformações.

O governo até nos cobra pelo ar que respiramos. 137 m3 por dia por habitante e adulto.
A gente que não pode pagar é retirada das "zonas ventiladas", que estão
dotadas de gigantescos pulmões mecânicos que funcionam com energia solar,
não são de boa qualidade mas pode-se respirar, a idade média é de 35 anos.

Em alguns países ficam manchas de vegetação com o seu respectivo rio que é
fortemente vigiado pelo exército, a água voltou a ser um tesouro muito
cobiçado mais do que o ouro ou os diamantes.
Aqui em troca, não há arvores porque quase nunca chove,e quando chega registrar-se uma precipitação, é de chuva ácida;as estações do ano têm sido severamente transformadas pelas provas atômicas e da indústria contaminante do século XX.

Advertiam-se que havia que cuidar o meio ambiente e ninguém fez caso.

Quando a minha filha me pede que lhe fale de quando era jovem descrevo o bonito
que eram os bosques, lhe falo da chuva, das flores, do agradável que era tomar
banho e poder pescar nos rios e barragens, beber toda a água que quisesse,
o saudável que era a gente. Ela pergunta-me:
Papá! Porque se acabou a água?

Então, sinto um nó na garganta; não posso deixar de sentir-me culpado,
porque pertenço à geração que terminou destruindo o meio ambiente ou
simplesmente não tomamos em conta tantos avisos. Agora os nossos filhos
pagam um preço alto e sinceramente creio que a vida na terra já não será
possível dentro de muito pouco porque a destruição do meio ambiente chegou
a um ponto irreversível.

Como gostaria de voltar atrás e fazer com que toda a humanidade compreendesse
isto quando ainda podíamos fazer algo para salvar ao nosso planeta terra!

(Documento extraído da revista biográfica "Crônicas de los Tiempos" de Abril de 2002.)


Água Podre na Nossa Torneira.

Incrível, quase todos os noticiários de radio, tv e jornais estão anunciando
o que os moradores de São Paulo já haviam percebido há muito tempo.
Segundo reportagens, finalmente a SABESP (Diário de SP 15.04.04)
admitiu que o cheiro e o gosto da água recebida por cerca de 2,7 milhões de moradores da zona leste de SP, Suzano, Itaquaquecetuba, Poá, Ferraz de Vasconcelos,
Aruja e parte de Guarulhos realmente estão insuportável.
Segundo o presidente da SABESP tudo esta sob controle e PASMEM a culpa foi da chuva que veio em excesso, levou para as represas os fertilizantes usados na produção agrícola que proliferaram a algas, que ocasionaram o mau cheiro e péssimo gosto da água...pode???
Mais afinal de contas, Quem recebe nosso suado dinheiro todos os meses para tratar a água que chega na nossa torneira? Não e a SABESP... Então eles que se virem, ou será que em função dos problemas ocorridos eles vão cancelar as nossas contas esse mês e só vão nos cobrar quando a qualidade da água for restabelecida?
Preocupado com a situação decidi, VOU COMPRAR AGUA "MINERAL"
Tal não foi minha decepção, quando descobri que alem do desconforto de ir buscar,
carregar, subir escadas e ficar trocando aqueles trambolhos à data dos alvarás,
que deveriam assegurar a validade e qualidade da água em quase todos os galões
que comprei eram de 1996 e 1997. Lógico, quase não tem fiscalização e os poucos
fiscais que existem, são facilmente subornados.

ESTOU INDIGNADO E PERGUNTO:
Ate quando, pessoas vão morrer nos hospitais com infecções ocasionadas por micróbios e bactérias encontradas na água que somos obrigados a consumir?
Retransmitam esse desabafo a sua lista de amigos, pois muitos não sabem o risco que correm ao consumir essa água podre que estão nos fornecendo a preço de ouro.
Assinado: Um dos milhões dos INDIGNADOS


Uma Oração para Água

Água nossa que banha a Terra,
Santificada seja a vodds pureza,
Vem a nós em forma de chuva,
Seja feita em estado líquido, sólido ou gasoso,
Assim na Terra como nas nuvens.

Deusa divina, doce e salgada
Não nos falte hoje,
Perdoa nossa poluição
Assim como não entenderíamos a tua falta,
E não nos deixe cair na ignorância
De achar que nunca faltarás
Porque tu é a Fonte... e a Vida
O poder de toda glória,
Para todo o sempre
Amém!!!

Marlene - naturezaninja.


Estudo afirma que planeta pode sofrer um colapso ambiental o atual modelo produtivista, baseado na lógica do lucro e do curto prazo,está esgotando o capital natural do planeta, adverte estudo encomendado pela Organização das Nações Unidas (ONU), que envolveu 1.360 cientistas de 95 países.
Segundo eles, a ameaça de colapso ambiental pode se concretizar ainda neste século.

Marco Aurélio Weissheimer.

Vampire Academy (O Beijo das Sombras)


Academia de vampiros O Beijo das Sombras volume 1
Lissa Dragomir é uma adolescente especial, por várias razões: ela é a princesa de uma família real muito importante na sociedade de vampiros conhecidos como Moroi. Por causa desse status, Lissa atrai a amizade dos alunos Moroi mais populares na escola em que estuda, a São Vladimir. Sua melhor amiga, no entanto, não carrega consigo o mesmo prestígio: meio vampira, meio humana, Rose Hathaway é uma Dampira cuja missão é se tornar uma guardiã e proteger Lissa dos Strigoi – os poderosos vampiros que se corromperam e precisam do sangue Moroi para manter sua imortalidade.
Pressentindo que algo muito ruim vai acontecer com Lissa se continuarem na São Vladimir, Rose decide que elas devem fugir dali e viver escondidas entre os humanos. O risco de um ataque dos Strigoi é maior, mas elas passam dois anos assim, aparentemente a salvo, até finalmente serem capturadas e trazidas de volta pelos guardiões da escola.
Mas isso é só o começo. Em O beijo das sombras, Lissa e Rose retomam não apenas a rotina de estudos na São Vladimir como também o convívio com a fútil hierarquia estudantil, dividida entre aqueles que pertencem e os que não pertencem às famílias reais de vampiros. São obrigadas a relembrar as causas de sua fuga e a enfrentar suas temíveis consequências. E, quem sabe, poderão encontrar um par romântico aqui e outro ali. Mais importante, Rose descobre por que Lissa é assim tão especial: que poderes se escondem por trás de seu doce e inocente olhar?
Richelle Mead dá uma nova face à literatura vampiresca com este romance: mais ácida, apimentada e inteligente do que nunca, a saga dos Moroi e seus guardiões surpreende pelas reviravoltas e pela ousadia desses cativantes personagens.
Mostra a mitologia romena o mundo dos Moroi,Dhampirs e Strigoi.
O Livro conta a história de Lissa Dragomir(Moroi da família real) e Rose Hathaway(uma dhampir quase guardiã de Lissa). As duas são melhores amigas e a Rose tem o poder de “sentir” a Lissa que foi por isso que ela levou Lissa para fora da academia na primeira vez que elas fugiram. Mas uns anos se passaram e elas foram encontradas por Dimitri Belikov um guardião dhampir da academia designado para encontrar e trazer Lissa para a academia.
Lissa e Rose de volta para a academia, elas tem que superar certas coisas e tentar descobrir outras coisas de Lissa e seu Passado.Richelle Mead.

HALFWAY TO THE GRAVE .


Livro UM,[A Meio Caminho da Tumba]:
Flertando com a tumba…
A meio-vampira Catherine Crawfield está indo atrás dos mortos-vivos com uma vingança, esperando que um desses mortos-vivos seja seu pai – o responsável por arruinar a vida de sua mãe. Então ela é capturada por Bones, um vampiro caçador de recompensas, e é forçada a uma parceiragem desagradável.
Em troca da ajuda para encontrar seu pai, Cat concorda em treinar com o sensual caçador noturno até que os reflexos de batalha dela estejam tão afiados quanto as presas dele. Ela está impressionada por não terminar como o jantar dele – existem mesmo vampiros bons? Em breve Bones a convencerá que ser um morto-vivo não significa ser totalmente ruim. Mas antes que ela possa aproveitar seu status de poderosa caçadora de demônios, Cat e Bones são perseguidos por um grupo de assassinos. Agora Cat terá que escolher um lado… e Bones estã se mostranto tão tentador quanto qualquer homem com batimentos cardíacos.
“Brincando com fogo, Gatinha?”
A boca dele roçou minha bochecha. Seus lábios estavam frios contra a minha pele. Minha cabeça girou, meus sentidos titubearam, e minha língua rastejou para fora e lambeu seu pescoço.
O arrepio o percorreu completamente. Bones me apertou tanto que sou corpo virou a base para o meu, inclinando minha cabeça para trás através de um punhado de cabelos grossos, até que nossos olhos se travaram. O que tinha começado como um jogo agora era um desafio em aberto, tanto quanto uma ameaça direta.
Tudo isso deveria ter me assustado, mas era como se minha mente fosse incapaz de pensamentos racionais. Ele era um vampiro, um assasino, e quase tinha me matado… e nada importava mais do que sentí-lo.
Eu lambi os meus lábios e não me afastei.
Esse foi todo o convite que ele precisou.
Livro DOIS, ONE FOOT IN THE GRAVE [Com Um Pé Na Tumba]
Você pode correr da tumba, mas você não pode se esconder…
A meio vampira Cat Crawfield agora é a Agente Especial Cat Crawfield, trabalhando para o governo para livrar o mundo dos desonestos mortos vivos. Ela ainda está usando duto que Bones, seu sexy e perigoso ex, a ensinou, mas quando Cat é marcada para ser assassinada, o único homem que pode ajudá-la é o vampiro que ela deixou para trás.
Estar perto de Bones desperta todas as emoções dela, da descarga de adrenalina de exterminar vampiros lado a lado com a paixão irresponsável que os consumiu. Mas um preço em sua cabeça – Procurada: viva ou meio-viva – significa que sua sobrevivência depende de se aliar a Bones. E não importa o quanto Cat tente manter as coisas profissionais entre eles, ela descubrirá que o desejo dura para sempre… e Bones não a deixará partir novamente.
“Você é tão arrogante.”
Bones chegou mais perto. “Eu sou muito poderoso. Essa é a verdade, não é arrogância. Todos os membros da sua equipe juntos não poderiam te proteger tão bem quanto eu posso, e você sabe disso. Você queira minha ajuda ou não, é ela que você está tendo.”
"Não se procupe comigo, eu posso cuidar de mim mesma.”
Eu de repente estava presa nos braços de Bones. Talvez fosse minha própria culpa e não pela velocidade dele. Eu estava tão ocupada mantendo meus escudos emocionais, que me esqueci dos físicos. E verdade seja dita, eu nunca esperei que ele me mordesse.
Sim, eu deixaria minhas proteções de vampira caírem, para Bones.
As presas dele se enterraram profundamente no meu pescoço. O tipo mais estranho de calor me inundou completamente. Bones apertou os seus braços ao meu redor, inclinando-me para trás, e lambeu meu pescoço antes de enterrar seus dentes nele novamente.
Meus punhos golpearam suas costas. Foi tudo o que eu pude fazer para dizê-lo para parar, uma vez que minha boca parecia estar fazendo apenas barulhinhos estáticos
Eu me descobri pensando que, se eu iria morrer, ao menos eu morreria feliz.
Livro TRÊS, AT GRAVE’S END [No Fim Da Tumba]
Algumas coisas não permanecerão enterradas… no fim da tumba
Deveria ser a melhor época da vida da meio-vampira Cat Crawfield. Com seu amante morto-vivo Bones ao seu lado, ela têm tido sucesso em proteger os mortais dos desonestos mortos-vivos. Mas apesar de que os disfarces de Cat para proteger sua verdadeira identidade dos descarados sugadores de sangue, sua máscara finalmente caiu, a colocando em terrível perigo.
Como se não fosse o suficiente, uma mulher do passado de Bones está determinada a enterrá-lo de uma vez por todas. Pega a mira de uma vampira vingativa, mas ainda eassim determinada a ajudar Bones a impedir uma magia letal de ser libertada, Cat está preses a descobrir o verdadeiro significado de sangue ruim. E os truques que ela aprendeu como uma agente especial não irão ajudá-la. Ela precisará abraçar plenamente seus instintos vampiros para salvar a si mesma – e a Bones – de um destino pior do que a tumba.
Assim que saí do carro, congelei. O choque percorreu minha espinha, e não tinha nada a ver com a percepção de que eu não havia estado aqui desde que Bones voltou para a minha vida, meses atrás.
Da energia que vazava da casa, minha mãe não estava sozinha lá dentro, mas quem quer que estivesse com ela não tinha um batimento cardíaco. Eu comecei a deslizar minha mão para a minha bolsa, aonde eu sempre tinha algumas facas de prata escondidas, quando uma risada gélida me fez parar.
"Eu não faria isso se fosse você, garotinha,” uma voz que eu odiei saiu de trás de mim.
A porta da frente da casa de minha mãe se abriu. Ela estava no batente, com um vampiro de cabelos escuros que parecia vagamente familiar segurando os seu pescoço de forma quase amorosa em suas mãos.
E eu não precisei me virar para saber que o vampiro às minhas costas era o meu pai.
Livro QUATRO, DESTINED TO AN EARLY GRAVE [Destinada A Ir Cedo Para A Tumba]
Os sonhos dela a deixaram em um grave perigo…
Desde que a meio vampira Cat Crawfield e seu namorado morto-vivo Bones se conheceram seis anos atrás, eles lutaram contra os desonestos mortos vivos, batalharam com um vingativo Mestre vampiro, e prometeram devoção através de um laço de sangue. Agora é a hora de umas férias. Mas suas esperanças para um tempo perfeito em Paris são destruídos quando Cat acora em terror uma noite. Ela está tendo visões de um vampiro chamado Gregor, que é muito mais poderoso do que Bones e é ligado ao seu passado, mas nem a própria Cat sabe disso.
Gregor acredita que Cat é dele e ele não vai parar até que a tenha. Enquanto a batalha começa entre o vampiro que assombra seus pesadelos e aquele que tem o seu coração, apenas Cat pode quebrar o controle de Gregor sobre ela. Ela precisará de todo o poder que conseguir reunir para derrubar o pior sugador de sangue que ela já encarou… mesmo que conseguir esse poder resulte em ir cedo para a tumba.
Bones tinha um braço em torno de minha cintura, me prendendo perto dele. contorcimento só levou mais ainda o meu vestido enquanto suas mãos o pusavam para cima. Então a súbita perfuração das presas dele em meu pescoço me fez congelar. Um ronco grave de prazer veio dele.
"Ah, gatinha, você ama isso quase tanto quanto eu. Afunde-se em mim, amor, enquanto eu faço o mesmo.”
O sangue me deixando e espirrando para ele parecia ser substituído por fogo doce. Bones estava certo: eu amava quando ele me mordia. Minha pele ficava quente, meus batimentos cardíacos ficavam mais rápidos – e então eu estava me agarrando a ele e gemendo com a expectativa de ele abrindo suas calças.
"Bones,” eu disse. “Sim–”
O edifício me acertou no rosto com tanta força que eu senti minha maçã do rosto se fraturando. Deve ter sido forte o suficiente para me deixar inconsciente, também. Só por um segundo. E então o som de tiros foi registrado.
Veio em explosões em staccato de cima de nós, de todos os lados… de todo lugar, menos do edifício contra o qual eu estava esmagada. Bones tinha me pressionado contra os tijolos. Seu corpo cobriu o meu e ele estava derrubado em cima de mim, estremecendo enquanto ele socava a parede na minha frente, tentando fazer uma porta aonde não havia uma.
Foi então que percebi porque ele estava se sacudindo. Bones estava sendo alvejado com dezenas de balas.Jeaniene Frost.

sábado, 1 de janeiro de 2011

DIA MUNDIAL DA PAZ.PRIMEIRO DE JANEIRO.


Toda nova era suscita nos homens expectativas e temores, mas sobretudo esperanças de virem a experimentar relações mais justas e fraternas. Ou seja, baseadas na partilha, na comunhão e em um espírito mais cooperativo.
Confraternização, aliás, é bem isso: é equilíbrio. É paz. As duas juntas - paz e confraternização - seguem paralelas e de mãos dadas com o amor universal.
Obviamente que guerras e disputas existiram, existem e certamente vão continuar existindo no mundo. Não é fácil a aceitação das diferenças, principalmente quando vêm acompanhadas de antigos e arraigados ódios.
Muitas nações ainda lutam entre si. Às vezes, que ironia, em nome de Deus, deuses ou deusas. Aquilo que deveria unir, um sentimento de obediência e respeito ao Criador e, portanto, às coisas criadas, acaba sendo motivo de desunião, de desamor, de não confraternização.
Importante, portanto, que no Dia Mundial da Confraternização Universal e da Paz a humanidade como um todo se veja, se enxergue como um único e absoluto caminho para a paz e cada homem, cada mulher, cada criança se esforce para assumir um compromisso com esse caminho.

É HORA DE PAZ.[A.D]

E fez-se então, a hora da paz.
Os povos calaram-se.
simultaneamente.
E ouviram a voz das águas.
Das montanhas, da natureza.
Dos animais, e nada mais.
O ar soprou forte.
Fazendo folhas rodopiarem.
Ninguém agiu nem falou.
Ninguém se moveu.
E então,
A humanidade entrou.
Na imensidão do silêncio.
E vivenciou.
A mais perfeita paz
Naquela hora.
Nenhuma arma foi acionada.
Nenhuma máquina foi ligada.
Nenhuma agressão foi cometida.
Nenhuma sirene soou.
Nenhum alarme disparou.
Apenas funcionava.
O que da vida cuidava.
E, pela primeira vez.
A humanidade conheceu a paz.
Minutos antes de terminar.
Todos estavam armados.
Com uma pequena semente.
Que ao soar o sinal programado.
Foram lançadas à terra.
Em todo o mundo.
A paz foi semeada.
Na Terra.
E no coração.
De cada um.
O sábio que profetizou
A hora da paz
Proclamou à humanidade:
E uma nova linguagem há de vir.
Há de vir para ficar.
Que traduz união.
Justiça, igualdade.
É a linguagem da paz.
Somos todos irmãos.
Somos todos iguais.
Somos filhos da Terra.
do Sol, da Água, do Ar.
Somos todos peregrinos.
Por esta Terra a viajar.
Entrando para o novo milênio.
Com a mais intensa missão.
A missão de promover a paz.
Uma nova linguagem.
Há de vir.
Há de vir para pacificar.
Que traduz a Fé.
A esperança, o amor.
É a linguagem da paz.
Que será falada, sentida, cantada.
De norte a sul, de leste a oeste.
Em todo planeta terrestre.
Ecoará pelos confins da alma.
E se expandirá pelo imenso universo.
É a linguagem da paz.
Que todos conhecerão.
Que virá de dentro de cada ser.
Para promover a união.
Até que um só povo.
Um povo multicor.
De mãos dadas dançará.
Entoando a mais bela canção.
Todos a uma só voz.
Unidos.
Em nome da PAZ!