contos sol e lua

contos sol e lua

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Panteão Celta

O Único. O Único (Keter): Normalmente, todos os Sacerdotes do Panteão élfico, faérico, wiccano e celta veneram o Único, o Deus e a Deusa em maior ou menos intensidade. São os três deuses mais importantes do Panteão e, mesmo se o seu Personagem servir algum outro Deus deste Panteão, ele sempre prestará respeito aos três deuses primordiais de Arcádia. Poderes Concedidos: O Sacerdote recebe um bônus em seus Testes de Resistência contra Magia [+1 para Normal, Bom e Ótimo, +2 para Incrível e Superior e +3 para Heróico]. O Deus Chifrudo. O Deus Chifrudo (Hochma): Também conhecido como o Grande Deus da Floresta, o Deus-Pai, O Caçador, O Senhor das Florestas. Ele pode se manifestar na forma de um homem vestindo um manto e utilizando uma coroa de espinhos/galhos na forma de chifres de cervo. Poderes Concedidos: Algumas vezes por dia, de acordo com sua Graduação [1 vez para Normal, 2 vezes para Bom, 3 vezes para Ótimo, 4 vezes para Incrível e assim por diante], o Sacerdote pode invocar a força do Deus Primordial e ignorar TODO o dano causado a ele pelo próximo ataque que sofrer, seja o dano normal ou mágico. A Grande Deusa. A Grande Deusa (Binah): A Grande Mãe, A Senhora das Florestas, a Deusa Primordial. Venerada por todas as Bruxas, Druidas, Rangers, Elfos, Fadas, Sprites, seres feéricos e outras criaturas de Nova Arcádia. É uma das deusas mais importantes de Arcádia. Poderes concedidos: Círculo de proteção. Uma vez ao dia, a sarcedotisa pode traçar um círculo no chão (o tempo para traçar corretamente o círculo mágico é de uma rodada por metro de raio), formando uma barreira mágica que anula completamente rituais de Círculo igual ou menor que a Graduação [1o Círculo para Normal, 2o círculo para Bom, 3o círculo para Ótimo, 4o círculo para Incrível e assim por diante]. O Ritual dura 3d6+INT rodadas a partir do momento em que o traçado é finalizado. Dagda. Dagda (Chesed): Deus Pai, Arquidruida, Patrono de todos os trabalhadores das florestas, protetor dos Pagani (povo da floresta), Deus da Morte e do Renascimento, Rei de Tuatha de Danann. Dagda é senhor de quatro castelos, nas profundezas da Terra e nos reinos Subterrâneos. Possui muitos filhos e filhas. Poderes Concedidos: Assim como Dagda possui o Undry, o caldeirão de comida infinita, os Sacerdotes de Dagda carregam consigo um pequeno caldeirão de ferro que, em uma hora, pode preparar magicamente comida suficiente para alimentar seis Personagens. A refeição restaura PVs de acordo com a Graduação para todos os devotos de Dagda que se alimentarem [+1PV para Normal, Bom e Ótimo, +2PVs para Incrível e Superior e +3PVs para Heróico]. Lugh. Lugh (Geburah): Deus da Guerra, possui aspectos do Sol e de Justiça também. Deus Carpinteiro, Escultor e Construtor, seu símbolo é um corvo, mas seus sacerdotes também veneram o cavalo branco, que costumam usar como montaria. A arma preferida de Lugh é a lança. Poderes Concedidos: A lança sagrada de um sacerdote de Lugh pode ser energizado CAR vezes ao dia para causar dano (Luz) de +1d3 por Graduação [+1d3 para Normal, +2d3 para Bom, +3d3 para Ótimo e assim por diante] durante uma batalha. O alvo pode fazer um Teste de WILL vs. dif. 10 para reduzir o dano mágico pela metade. Bel. Bel (Tiferet): Deus-Sol, venerado por Druidas, Faunos, Ninfas e outras criaturas da floresta. Sua principal festividade é Beltane Poderes Concedidos: Seus Sacerdotes podem fazer um Teste de Música+Graduação vs. Resistência de um animal ou monstro com Inteligência [Animal] para dominá-lo. A criatura fica parada, encantada com a música, pelo tempo em que o sacerdote estiver tocando. Se a criatura for atacada neste período, ela ficará imune a este poder. Bridgit. Bridgit (Netzach): Deusa venerada apenas por mulheres, grande feiticeira, deusa da feritilidade, do amor e do sexo. Suas Sacerdotisas eram as guardiãs das chamas sagradas nos Templos. Seu festival principal é Imbolc. Poderes Concedidos: Enfeitiçar Pessoas. A Sacerdotisa de Bridgit pode usar este poder uma vez por dia por Graduação. Qualquer homem ou mulher que receba um beijo na boca de uma sacerdotisa precisa passar em um Teste de WILL vs. Dif. 8+Graduação da Sacerdotisa ou ficará sob o poder dela durante 3d6 rodadas. Além disto, Sacerdotisas de Bridgit são imunes a todo o dano causado por fogo normal. Ogma. Ogma (Hod): Deus dos Bardos, dos Poetas e dos Escribas, professor das artes mágicas, da música, dos Cantos de Inspiração, Literatura e Reincarnação. É descrito como um Druida idoso e careca carregando um arco e uma lira em suas mãos. Poderes Concedidos: O sacerdote de Ogma possui um conhecimento sobre o mundo, que recebe em sonhos. Sempre que chegar a um local novo, na primeira noite, o Personagem pode fazer um Teste deste Poder vs. Dif. 9 (usando a Graduação como bônus no Teste). Se passar, o Mestre pode contar alguma informação importante para o Personagem durante o sonho. Cerridwen. Cerridwen (Yesod): A Grande Mãe, Deusa da Lua e da Natureza. Possui um caldeirão mágico onde pode preparar qualquer tipo de poção. Uma senhora belíssima, está associada com o feminino, com a intuição, com ervas, poções e magias de conhecimento. Poderes Concedidos: Caldeirão Mágico. Usando seu caldeirão, Sacerdotes de Carridwen são capazes de criar qualquer tipo de poção como se tivesse a Perícia Herbalismo ou Alquimia com Graduação igual à do Poder Concedido [+1 para Normal, +2 para Bom, +3 para Ótimo, +4 para Incrível e assim por diante]. Cernunnos. Cernunnos (Malkuth): Uma manifestação do Grande Deus na forma do “Green Man”, que é um ser formado por folhas e galhos e que conversa com seus seguidores nas matas através das copas das árvores e das folhas espalhadas no chão. Seus poderes ilimitados regem as plantações, festividades, colheitas e tudo o que for relacionado com prosperidade. Poderes Concedidos: Pele de Carvalho. CAR vezes por dia, o sacerdote pode revestir sua pele como se fosse a casca de uma árvore e ignorar TODO o dano causado a ele pelos próximos Ataques que sofrer, seja o dano normal ou mágico. [1 ataque para Normal, 2 ataques para Bom, 3 ataques para Ótimo, 4 ataques para Incrível e assim por diante].f.p.wikepédia

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Panteão Azteca.

Itzamna. Itzamna (Keter): Deus dos Céus e das Tempestades. Criador da Humanidade. Considerado um Deus bem afastado, que não responde aos humanos. Seu símbolo é uma mão direita impressa em vermelho-sangue, que pode ser usado para curar os doentes. É representado entre um sol e uma lua. Poderes Concedidos: Nos templos de Itzamna, o sacerdote pode recrutar Guerreiros iniciante (5 pontos de criação de Personagem), de acordo com a Graduação [1 Guerreiro para Normal, 2 Guerreiros para Bom, 3 Guerreiros para Ótimo e assim por diante], para agir como guarda-costas do sacerdote em missões. O Mestre controlará estes NPCs e pode usá-los para adicionar ganchos de aventura na Campanha. Tezcatlipoca. Tezcatlipoca (Hochma): Deus dos Espelhos e da Fumaça. Seu símbolo é um jaguar. Ele é o Deus Sombrio, o aspecto noturno de Quetzacoatl. Deus dos Espelhos Negros, das adivinhações e dos guerreiros que utilizam-se de magia. É sempre descrito como um esqueleto muito alto, vestindo trapos e roupas antigas, com um chapéu pontudo e carregando um espelho. Poderes concedidos: Poderes concedidos: Oráculo - Espelho e Velas em [Normal]. A Graduação neste Poder equivale à Graduação na Habilidade. Quetzacoatl. Quetzacoatl (Chesed): A Serpente Emplumada, O Grande Deus Criador, Mestre da Vida, Deus dos Ventos. É considerado um deus bondoso, pois exige “apenas” um sacrifício humano por ano de seus grupos de seguidores. Quetzacoatl é representado por uma serpente gigantesca, com cerca de 4m de comprimento, cujas escamas apresentam diversas tonalidades nas cores do arco-íris, de acordo com seu temperamento no momento, e enormes asas multicoloridas. Poderes Concedidos: O poder de controlar fisicamente seus inimigos. O sacerdote pode se concentrar em um oponente que esteja a até 30m (20 casas) de distância. A vítima faz um Teste de FR vs 8+Graduação do Sacerdote. Se o Sacerdote vencer o Teste, as ações da vítima passam a ser controladas pelo Sacerdote (cujo corpo fica paralisado enquanto estiver mantendo a concentração). A vítima pode fazer um Teste a cada 1d6 rodadas para tentar reconquistar o controle sobre o próprio corpo. Uma vítima que consiga escapar do controle do sacerdote fica imune a este poder por uma semana. Cit Chac Choc. Cit Chac Choc (Giburah): Deus da Guerra. Seu símbolo é um jaguar pintado de vermelho com o sangue de seus inimigos. Os sacerdotes usam uma capa feita de pele de jaguar, tingida com sangue de seus oponentes. Seu Avatar é um homem-jaguar com quase 3m de altura, garras afiadas e pele avermelhada, coberta por manchas de sangue e ferimentos de batalha. Poderes Concedidos: Uma vez por semana por Graduação [1 vez para Normal, 2 vezes para Bom, 3 vezes para Ótimo, 4 vezes para Incrível e assim por diante], o Sacerdote é capaz de se transformar em um Homem-Jaguar durante uma batalha. Na forma de homem-jaguar, ele recebe os seguintes bônus: FR +1, AGI +1, PER +1, Ataque por “garras” com Graduação comprada como se fosse uma Perícia, capazes de causar 1d6+bônus de FR de dano e capacidade de saltar até 6m por rodada. Ixchel. Ixchel (Netzach): Deusa da Lua, do Arco-Íris e da Medicina. É a deusa que preside sobre os nascimentos, os filhos e as mães. É descrita como uma donzela de traços orientais. Poderes Concedidos: O cajado especial do Sacerdote de Ixchel (que também serve como símbolo religioso) pode ser energizado CAR vezes por dia para causar dano (Luz) de acordo com a Graduação [+1d3 para Normal, +2d3 para Bom, +3d3 para Ótimo, +4d3 para Incrível e assim por diante], durante uma batalha. O alvo pode fazer um Teste de WILL vs. dif. 10 para reduzir o dano de Luz pela metade. O cajado deixa um rastro de árco-íris conforme vai sendo movimentado. Bacabs. Bacabs (Hod): Deus dos Quatro Ventos. Deus patrono de todos que trabalham com mel ou com abelhas. Também é invocado pelos marinheiros para se conseguir bons ventos. Seu Avatar está sempre vestindo uma roupa cerimonial pintada nas cores representando uma abelha. Poderes Concedidos: Conjurar abelhas. Uma vez por dia, o sacerdote consegue conjurar um enxame de abelhas capaz de cobrir uma área (em casas) proporcional à Graduação [1x1 para Normal, 2x2 para Bom, 3x3 para Ótimo, 4x4 para Incrível e assim por diante]. Todos os oponentes que estiverem dentro desta área sofrerão 1d3 picadas de abelha por rodada, causando 1 ponto de dano cada. Magias e Rituais que exijam concentração não podem ser conjurados dentro desta área. O enxame permanece ativo durante 3d6 rodadas e o enxame pode se deslocar até 4,5m (3 casas) por rodada, sob comando do sacerdote. Com Graduação Heróica, o sacerdote também pode ter uma abelha gigante como montaria se desejar (ver Monstros para detalhes sobre Abelhas Gigantes) Aupuch. Aupuch (Yesod): Deus da morte, associado com sacrifícios humanos, suicídios por enforcamento e decapitações. É recomendado apenas para NPCs, pois requer sacrifícios humanos de seus seguidores pelo menos algumas vezes ao ano. Aupuch é descrito como uma figura sombria, sempre vestindo capas ritualísticas negras e carregando utensílios de tortura. Poderes Concedidos: A espada escolhida pelo sacerdote de Aupuch pode ser energizada uma vez por dia para causar dano (Trevas) de acordo com a Graduação [+1d3 para Normal, Bom, e Ótimo, +2d3 para Incrível e Superior e +3d3 para Heróico] durante uma batalha. O alvo pode fazer um Teste de WILL vs. dif. 10 para reduzir o dano de Trevas pela metade. Além disso, durante esta batalha, se o sacerdote rolar um “12” natural, ele decepará a cabeça do adversário (este poder anula o Poder Maestria com armas ou qualquer outro poder que afete a rolagem dos dados. apenas 2d6 podem ser rolados para fazer ataques enquanto este Poder está ativado, e CAr não pode ser usado para rolar novamente os ataques). Chac. Chac (Malkuth): O Deus do Nariz Longo. Deus da chuva e da vegetação, é um deus bem popular nos Impérios. Ele cavalga uma serpente e possui poderes sobre elas. Sua arma é uma tocha. Seu Avatar é um deus vestindo uma máscara com um longo nariz, vestindo roupas verdes que lembram um pouco o couro de serpente e cavalgando uma serpente gigantesca, que pode chegar a 10m de comprimento, cuja coloração varia de acordo com o temperamento do deus, mas cuja picada é fatal. Poderes Concedidos: Controle sobre serpentes. O sacerdote pode fazer um Teste usando o bônus de sua Graduação [+1 para Normal, +2 para Bom, +3 para Ótimo, +4 para Incrível e assim por diante] vs. 7+Resistência da serpente (ou criatura com traços de serpente como Nagah, Medusas, Amphisbaena, Serpentes do Mar e outras) para dominá-la. Enquanto mantiver a concentração, a criatura-serpente ficará sob o seu poder. Ek Huak. Ek Huak: Deus Negro dos Escorpiões, venerado pelo povo-escorpião de Hi-Brazil e por algumas vilas de homens-escorpiões no Egito. É um aspecto do Deus da Guerra também, venerado por sacerdotes humanos. O Avatar de Ek Huak é um homem-escorpião enorme, com roupas sacerdotais, que carrega sempre uma lança de ouro e um sabre capaz de cortar pedra como se fosse madeira. Poderes Concedidos: imunidade a venenos. Na Graduação Normal e Boa, ele não é afetado por venenos naturais e a partir de Ótimo, nem por venenos mágicos. O sacerdote consegue envenenar magicamente uma adaga de ferro cerimonial que possua, causando dano extra por Graduação [+1d3 para Normal, +2d3 para Bom, +3d3 para Ótimo e assim por diante]. A vítima pode fazer um Teste de WILL vs. dif. 10 para reduzir o dano do veneno à metade. Sacerdotes de outras raças humanóides (apenas raças com corpo “humano”, ou seja, duas pernas, dois braços e volumetria semelhante a de um ser humano recebem este poder), quando chegam a Graduação Heróica, podem, uma vez ao dia, durate uma batalha, se transformarem em um Homem-Escorpião.f.p.Wikepédia

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Paixão de Primavera : Célia Xavier de Camargo

Na Rússia dos czares, no início da primavera, um bando de cossacos, cansados de lutar, acampa numa aldeia dos Monteis Urais. Ludmila, uma linda camponesa, apaixona-se por Yuri, o líder dos guerreiros. Seduzido, ele a arrebata, contra sua vontade, e faz dela sua mulher. Dimitri, inconformado com o rapto, quer resgatar a amada, vingar-se derramando sangue. A adorada Ludmila é desejada, amada e traída. Em Moscou, no luxuoso palacete da extravagante madame Trussot, ela convive com aqueles que vendem o amor, mas só entregam o prazer. Se o conde Alexander – vítima de terrível obsessão –, é o seu tormento, Gregory, um rico comerciante, é sua maior esperança. Uma doce paixão de primavera ainda vive em seu coração, ameaçada pelo cruel e traiçoeiro inverno russo, devorador de almas e ilusões... Ludmila uma moça de quatorze anos vivia em uma pequena aldeia nos montes Urais, na Rússia, com seus pais Boris e Macha. Ludmila atraía a atenção de todos por sua beleza e graça. O mais interessado pela moça era Dimitri Alexeievitch, um jovem trabalhador, honesto e filho dedicado. A família de Ludmila fazia gosto no interesse do rapaz, e todos já imaginavam que o noivado entre ambos já era certo. Mas Ludmila não o amava, assim como não amava nenhum homem. Mas estava disposta a aceitar seu destino se assim fosse. Ludmila sentia vontade de conhecer outros lugares, novas pessoas, e não conseguia se sentir totalmente feliz. Sua vida era simples e tranquila. Um belo dia um grupo de cossacos cansados de lutar, pede para acampar na aldeia. Os aldeões ficam com medo e inseguros, mas acabam aceitando. Entre os cossacos havia Yuri, o líder dos guerreiros. A jovem Ludmila não queria admitir, porém sentia-se diferente desde o memento que o viu pela primeira vez. Ludmila não sabia, mais Yuri também só conseguia pensar nela. Os cossacos iriam levantar acampamento no outro dia, mais por obra do destino a carroça deles se quebra, e eles são impedidos de partir. Sem poder se controlar, Yuri vai ao encontro de Ludmila. "O cossaco abraçou-a com carinho, tentando transmitir-lhe seu calor. A proximidade dele produzia-lhe uma agradável sensação. De repente, ele ergueu seu rosto e beijou-a nos lábios, palpitantes de amor." Pág. 31 Alguns dias depois, a carroça está arrumada e preparada para partir. Ludmila fica agitada só pensar que nunca mais verá seu valente Yuri. Depois de uma conversa, ela diz a ele que não pode deixar seus pais, sua aldeia e amigos, para partir com ele. Yuri fica triste, mais respeita sua decisão. Quando todos os aldeões vão para praça se despedirem dos cossacos, Ludmila e sua família também estão presente. Os dois trocam olhares de dor, desespero e amor. E isso é o bastante para Yuri perceber nela um amor tão intenso, onde havia medo de partir e, ao mesmo tempo, o desejo de segui-lo. E de súbito, toma uma decisão de momento, e rapta sua amada, levando-a em seus braços. Ludmila lutava e gritava, mais Yuri Vanilevitch estava determinado. Seus pais ficam desesperados, e Dimitri inconformado parte em busca dela, acreditando que a trará sã e salva, sem saber que na verdade o destino reservava outras coisas. Ludmila passa por muitos acontecimentos, muitas lágrimas são derramadas, o percurso é longo é cheio de espinhos, mas também cheio de amor, perdão e conhecimento. Este livro é psicografado pela médium Célia Xavier de Camargo e ditado pelo espírito Leon Tolstói. Paixão de Primaveira é um livro espírita maravilhoso. Aborda assuntos como amor, perdão, conhecimento e espiritualidade entre outros. Recebi este romance da editora Petit, parceira aqui do blog. Já tive a oportunidade de ler outros livros espíritas e digo que sou fã de cada um, e afirmo que "Paixão de Primavera" se tornou meu favorito. O livro traz uma história que tira o fôlego do leitor a cada página virada. De uma linguagem simples, fluída, "Paixão de primavera" me deixou sem palavras. Não sou espírita, mas à algum tempo atrás, conheci uma amiga que é, e desde então comecei a me interessar cada vez mais. (Conhecimento nunca é demais). O livro é bem escrito, uma leitura leve. Conhecer a história de Ludmila foi maravilhoso. Um livro que te faz chorar, rir, brigar se emocionar de todas as maneiras possíveis. Uma lição de vida, é assim que resumo este livro. Ludmila passou por muito sofrimento, muitas provações... Tinha tudo para se tornar uma pessoa cheia de revoltas, mais ao contrário disso ela aceitava seu destino, aguentou tudo com coragem, superando cada obstáculo. Vencendo ou não, ela soube perdoar as pessoas e principalmente a vida. Este romance traz algumas mensagens interessantes e ótimas para reflexão. "O Altíssimo sempre nos assiste com infinito amor e nos concede aquilo que precisamos para a elevação de nosso espírito." "Quando plantamos o mal, prejudicando a outrem, colhemos dores e sofrimentos; quando fazemos o bem, sentimo-nos agraciados, pois infinitas bênçãos vertem sobre nós."

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

A Libertação Suprema.

Um degrau acima da libertação final situa-se a libertação suprema que significa o retorno até o nível Divino. Tudo quanto existe passível de ser detectado são meras criações mentais, isso é o que está explícito no Primeiro Principio Hermético. Deus existe como Consciência e se manifesta como Mente. O Mundo Imanente pode ser considerado como uma criação daquilo que usam chamar de Mente Cósmica. Nos temas precedentes tentamos mostrar como o ser pode se libertar dessa condição limitante e voltar à natureza de Ser. Se o universo é uma creação mental, então qualquer coisa, ou componentes dele, pode ser “criado” e vivenciado. Em temas anteriores usamos uma metáfora para facilitar o entendimento sobre a natureza holográfica do mundo, consistindo de uma sala de cinema. Nela aquilo que está sendo projetado não é a realidade, mas a pessoa só se dá conta disso porque registros de memória são evocados. Sem memória a pessoa não tem como saber se uma cena é uma realidade ou uma ilusão. Para afirmar ser uma ilusão é preciso que ela evoque conhecimentos, que são lembranças – memória – para poder avaliar a realidade das cenas. Sem memória a pessoa nem sequer saberia que existem ilusões, pois em tal condição tudo o que ela percebe não tem como saber se tratar de uma ilusão. Diante de uma percepção a única coisa que permite a pessoa saber se tratar de uma ilusão ou realidade é a analise mental daquilo que é observado. Sem memória não há referencial para se avaliar a natureza da realidade de algo. A pessoa que tem conhecimento das implicações do Primeiro Princípio sabe que a realidade é algo que pode ser gerado. O mundo é aquilo que se percebe e se entende, por isso mudando o foco de percepção a realidade muda também. Quando o ser entende isso ele está a um passo de poder gerar sua própria realidade, qualquer que seja ela, qualquer uma que bem desejar, bastando ter suficiente capacidade de concentração mental e especialmente de energia. Por exemplo, diante de uma situação desprazerosa ela pode simplesmente desligar aquele mundo, aquela cena, e sintonizar outra que lhe seja prazerosa. Desativar o projetor daquela cena e ativar o de outra. Para isso é bastante que ele tenha suficiente domínio da arte de concentração mental, de visualização e especialmente disponha de um elevado gradiente de energia. O “volume” de energia requerido para a efetivação de acentuada mudança de realidade é muito grande. Mudar apenas algumas características de um determinado mundo é exeqüível a muitas pessoas, mas mudar a totalidade dele é algo que requer um limiar energético inconcebivelmente elevado, e incomparavelmente maior é preciso para anular e libertar o ser da condição de imanência. Isso é a meta final e suprema de todo ser, é à volta à condição de Ser. Mesmo que ainda não seja capaz de mudar um mundo em totalidade ainda assim uma pessoa pode afastar de si tudo aquilo que por algum motivo não lhe convier. Quando esse limiar é atingido então se trata de um ser liberto, liberto porque nada mais o pode atingir, não pode mais ser vítima de qualquer ilusão ou vicissitude. A pessoa comum é atingida porque não sabe, e nem pode ainda, fugir de uma vicissitude, ele vive preso por grilhões, vezes tremendamente poderosos, mas muitas outras por elos simples, mas o prende inexoravelmente por não saber como eliminá-lo por falta de conhecimento – cientificação –, ou de energia. A possibilidade absoluta de mudar realidades só é dada ao Ser, o ser, contudo, pode fazer mudanças o suficiente para se posicionar fora de qualquer problema, ele não sofre, está liberto de reencarnações, pode vivenciar somente condições prazerosas. Na linguagem das religiões pode-se dizer que em tal nível o ser “vive no céu”, embora ainda não haja atingido a União definitiva, ou seja Vicência sua condição de Deus. Pode transformar as condições infernais em celestiais. Por isso se diz que a libertação é um estado celestial e viver no mundo imanente é um estado infernal. Pensem num ser capaz de mudar as “realidades” a seu bel-prazer. Para ele não existe impossibilidades, não existe dor, sofrimento, coisa alguma a não ser aquilo que ele queira. Nessa condição ele pode ser considerado um verdadeiro Creador, o próprio Deus. “E vós sois Deus” – disse Jesus. Não é fácil a pessoa acreditar no que afirmamos nos três derradeiros temas, mas a essa conclusão que se chega se examinando o Unismo; não tem outra forma. Se tudo é Um então o caminho é um só. No Unismo não cabe a existência de seres independentemente da do Ser único. Acima do nível dos seres libertos resta o Absoluto – Inefável – o Nada, o repouso eterno, um nível sem espaço, sem tempo, sem divisibilidade, sem movimento, sem qualquer possibilidade de percepção. É um nível em que não há dependência alguma, nem mesmo de qualquer lei, desde que as leis são criadas por ele. Trata-e da libertação suprema, daquilo que chamam de volta à unicidade. Para um Ser liberto não existe limite, qualquer limite é ditado pelo seu querer, isso acontece em decorrência dele poder mudar qualquer realidade que se lhe apresente. O ser liberto pode mudar todas as possibilidades, e se hipoteticamente ele mudar tudo quanto há então para ele não existe o mundo imanente, pois esse pode ser transformado. Ao nível da Unicidade não existe descontinuidades, tudo é homogêneo. O Poder de criar as próprias realidades depende do poder pessoal, ou seja, da energia que o ser seja capaz de mobilizar. Para se salvar das injunções ele precisa crear, mas só o faz se tiver energia, portanto temos que admitir que energia seja a única fonte de salvação, de libertação. Como no mundo imanente tudo se manifesta em polaridades, então podemos dizer que a recíproca é verdadeira, a energia também é a fonte de todo o mal.José Laércio do Egito - F.R.C.

domingo, 30 de setembro de 2012

Esta Não É Uma Canção de Amor.Bon Jovi.

Eu deveria ter notado quando as rosas morreram Deveria ter visto o fim do verão em seus olhos Eu deveria ter ouvido quando você disse "boa noite" Você quis dizer "adeus" Baby, não é engraçado como nunca se aprende a cair Você está de joelhos quando pensa que está de pé Mas somente os bobos são os sabe-tudo e eu fui esse bobo para você Eu chorei e chorei todas as noites Até que eu morri por você baby Eu tentei e tentei negar que seu amor me deixou louco baby Se o amor que eu tinha por você se foi Se o rio que eu chorei não foi suficiente Então eu errei, sim eu errei Esta não é uma canção de amor Baby, eu pensei que você e eu poderíamos Passar pelo teste do tempo Como se tivéssemos escapado com o crime perfeito Mas nós fomos apenas uma lenda em minha mente Acho que eu estava cego Lembra daquelas noites dançando no baile a fantasia Os palhaços usavam sorrisos que não iam desaparecer Você e eu eramos renegados algumas coisas nunca mudam Isso me deixou tão louco pois eu queria tanto isso para nós baby E agora isso é tão doloroso que o que quer que nós tínhamos Não vale a pena ser salvo oh oh oh Se o amor que eu tinha por você se foi Se o rio que eu chorei não foi suficiente Então eu errei, sim eu errei Esta não é uma canção de amor Se a dor que estou sentindo tão forte É a razão pela qual estou aguentando Então eu errei, sim eu errei Esta não é uma canção de amor Eu chorei e chorei todas as noites Lá eu morri por você baby Eu tentei e tentei negar que Seu amor me deixou louco, baby Se o amor que eu tinha por você se foi Se o rio que eu chorei não foi suficiente Então eu errei, sim eu errei Esta não é uma canção de amor Se a dor que estou sentindo tão forte É a razão pela qual estou aguentando Então eu errei, sim eu errei Esta não é uma canção de amor Então eu errei, sim eu errei Esta não é uma canção de amor oh oh oh no no

com essa música faço uma himenagem,a um grande amigo.Laércio Odair Garcia.

Orinal em Italiano. Amor, te ne vai, è tanto triste e tu lo sai. Che giorni inutili vivrò pensando a te, darei la vita per averti sempre qui vicino a me. Come una voce che ormai conosco già, questo Silenzio di te mi parlerà. Nulla potrebbe cambiar anche se devo aspettar. Amor, te ne vai, ma tornerai ancor. Buona notte amore, ti rivedrò nei miei sogni. Buona notte, buona notte a te che sei lontano. Come una voce che ormai conosco già, questo silenzio di te mi parlerà. Amor, te ne vai, ma tornerai ancor. Tradução. Amor, estás indo embora, é tanto triste e tu o sabes. Que dias inúteis viverei pensando em ti, daria a vida por ter-te sempre aqui perto de mim. Como uma voz que agora conheço já, este Silencio de ti me falará. Nada poderia mudar também se devo esperar. Amor, estás indo embora, mas voltarás ainda. Boa noite amor, te reverei nos meus sonhos. Boa noite, boa noite a ti que estás distante. Como uma voz que agora conheço já, este Silencio de ti me falará. Amor, estás indo embora, mas voltarás ainda. Á você Geovane B.Montagna. Mano, hoje acordei com uma imensa saudade de você... Sinto demais sua falta, pois nas horas em que mais precisei, sempre contei contigo, pois você nunca falhou, chorou e sorriu comigo. Você é a metade da minha lágrima e um pedaço do meu sorriso. Com você aprendi a dar valor as coisas mais simples da vida, aprendi também que as pessoas com quem você mais se importa são tomadas de você muito depressa e por isso devemos deixar sempre aqueles que amamos com palavras amorosas, pois pode ser a última vez que vejamos. Hoje mais do que nunca, me sinto cercada por anjos, mas você é especial... Não possui asas, mas possui alma com sentimentos... E nos momentos em que mais preciso de alguém , posso sentir através do meu coração você aqui do meu lado, segurando minha mão! Mano,obrigada pelo carinho,por tudo que fizestes por mim.Descanse em paz....

terça-feira, 25 de setembro de 2012

A Sombra do Vento.Carlos Ruiz Zafón.

A Sombra do Vento é uma narrativa de ritmo eletrizante, escrita em uma prosa ora poética, ora irônica. O enredo mistura gêneros como o romance de aventuras de Alexandre Dumas, a novela gótica de Edgar Allan Poe e os folhetins amorosos de Victor Hugo. Ambientado na Barcelona franquista da primeira metade do século XX, entre os últimos raios de luz do modernismo e as trevas do pós-guerra, o romance de Zafón é uma obra sedutora, comovente e impossível de largar. Além de ser uma grandiosa homenagem ao poder místico dos livros, é um verdadeiro triunfo da arte de contar histórias. Tudo começa em Barcelona, em 1945. Daniel Sempere está completando 11 anos. Ao ver o filho triste por não conseguir mais se lembrar do rosto da mãe já morta, seu pai lhe dá um presente inesquecível: em uma madrugada fantasmagórica, leva-o a um misterioso lugar no coração do centro histórico da cidade, o Cemitério dos Livros Esquecidos. O lugar, conhecido de poucos barceloneses, é uma biblioteca secreta e labiríntica que funciona como depósito para obras abandonadas pelo mundo, à espera de que alguém as descubra. É lá que Daniel encontra um exemplar de A Sombra do Vento, do também barcelonês Julián Carax. O livro desperta no jovem e sensível Daniel um enorme fascínio por aquele autor desconhecido e sua obra, que ele descobre ser vasta. Obcecado, Daniel começa então uma busca pelos outros livros de Carax e, para sua surpresa, descobre que alguém vem queimando sistematicamente todos os exemplares de todos os livros que o autor já escreveu. Na verdade, o exemplar que Daniel tem em mãos pode ser o último existente. E ele logo irá entender que, se não descobrir a verdade sobre Julián Carax, ele e aqueles que ama poderão ter um destino terrível. Em sua busca de início aparentemente inocente, Daniel acaba adentrando os mistérios e segredos mais obscuros de Barcelona, e conhece uma galeria de personagens que vão ajudá-lo a resolver o mistério de Carax. Dom Gustavo Barceló, célebre livreiro barcelonês, seriamente interessado em comprar o exemplar de A Sombra do Vento que Daniel lhe mostra; sua linda sobrinha cega, Clara Barceló, que revela a Daniel os primeiros elementos do mistério que cerca Carax e sua obra e por quem o menino se apaixona perdidamente; Fermín Romero de Torres, mendigo de passado glorioso e aguçado senso de humor que se tornará o maior aliado de Daniel na busca da verdade; Nuria Monfort, mulher triste que guarda em seu apartamento escuro um grande e doloroso segredo; e Javier Fumero, o cruel policial que também parece dedicar a vida a perseguir o fantasma de Julián Carax. À medida que vai descobrindo mais sobre a vida de Carax, Daniel entende que o mistério de sua obra está de alguma forma relacionado à história de amor entre dois jovens do início do século: o próprio Carax, filho de um modesto chapeleiro, e Penélope Aldaya, filha de uma família da alta sociedade de Barcelona. E enquanto a cidade e seus personagens vão aos poucos lhe revelando os segredos e as conseqüências dessa história de amor do passado, o próprio Daniel também descobre o verdadeiro amor nos braços de Bea, irmã mais velha de seu melhor amigo Tomás Aguilar. A Sombra do Vento usa o cenário grandioso de Barcelona, com suas largas avenidas, seus casarões abandonados, sua atmosfera gótica e espectral, para ambientar um romance arrebatador que é também uma reflexão sobre o poder da cultura e a tragédia do esquecimento. A busca de Daniel marca sua transformação de menino em homem, e desperta no leitor um fascínio renovado pelos livros e pelo poder que eles podem exercer. Ao ler A Sombra do Vento, o desejo que se tem é de, assim como o menino Daniel, abrir as portas do Cemitério dos Livros Esquecidos e descobrir em seus infindáveis corredores o livro que mudará nossas vidas. Carlos Ruiz Zafón nasceu em Barcelona, em 1964. Em 1993, ganhou o prêmio Ebedé de literatura com seu primeiro romance, O Príncipe da Névoa, que vendeu mais de 150.000 exemplares na Espanha e foi traduzido em vários idiomas. Desde então, publicou quatro romances e transformou-se em uma das maiores revelações literárias dos últimos tempos com A Sombra do Vento, finalista dos prêmios literários espanhóis Fernando Lara 2001 e Llibreter 2002. O autor vive há sete anos em Los Angeles, onde escreve roteiros para o cinema e trabalha em um novo romance. Zafón colabora também nos jornais espanhóis La Vanguardia e El País. Desde muito jovem, Zafón já tinha o dom de inventar histórias e era conhecido por assustar os colegas de colégio com seus relatos tenebrosos. "Sempre fui fascinado pelo mundo dos robôs, das aparições, dos fantasmas, dos palacetes modernistas, dos túneis. Na minha literatura, gosto de explicar histórias a partir de imagens, e misturo relato de intrigas, relato de aventuras, romance gótico e romance histórico não-realista. Acho tedioso dizer: ‘Fulano está triste.’ O que quero é fazer o leitor sentir a tristeza. Tecnicamente é mais complicado, mas dramaticamente tem mais força e é um desafio", diz o autor. Ao mudar-se para os Estados Unidos, Zafón ficou chocado com "os enormes hangares cheios de livros antigos, verdadeiros tesouros, que estão virando supermercados e McDonald’s". "Noto uma destruição da memória e toda uma indústria da falsificação da história para justificar o presente", afirma ele. Essa preocupação do autor permeia a narrativa de A Sombra do Vento, ambientado em uma Barcelona ainda não atingida pela sociedade de consumo. Zafón justifica a ambientação de seu romance em meados do século "por se tratar de um momento histórico fascinante onde a cultura da banalidade ainda não estava tão desenvolvida, e onde os ideais ainda eram importantes".