contos sol e lua

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domingo, 7 de março de 2010

The Mystic Prophecy Of The Demonknight (tradução).


Dentro da escuridão eles cruzaram o pântano.
E adentraram a gélida caverna.
Uma passagem secreta estava talhada na rocha.
Um labirinto, um tortuoso labirinto.
Uma desconhecida neblina nebulosa.
Abra o seu coração.
Depois os olhos da sua mente.

Os olhos de Khaas focaram na rocha cinzenta.
Ele a viu de uma forma diferente.
O enigma em breve seria resolvido.
Uma ilusão estava cravada na pedra.
As setas apontavam aonde ir.
Confiem em si mesmo.
A verdade os espera lá.

Rastejando sobre as mãos e joelhos.
Escura é a jornada sem fim deles.
Tão profunda a caverna de morcegos.
Mas eles continuarão sem parar.

Eles são a última esperança.
Para homens, dragões e anões.
Espíritos da floresta.
Tímidos elfos e trolls.
Cinco partem de Elgard.
Para dentro da escuridão deixando a luz.
Para encontrar as escuras.
Rimas imortais da ordem negra.

Para encontrar as palavras escritas.
Pelo profano filho do deus do inferno.
Impedindo-o de retornar.
E salvar o mundo inteiro.
Através do vale do pecado.
Guiados pelos sussuros do vento sagrado.
Para dentro de Dar-Kunor uma nova saga começa.

O poço de almas mortas apareceu.
Um rio vermelho está jorrando dentro.
Não há caminho para cruzar.
Não há caminho para escalar.
Ah se eles fossem pássaros e pudessem voar.
Voar para o outro lado.


Eles descobriram uma maçiça pedra negra.
Sobre ela um enigma escrito:
"andem no abismo sangrento.
Vigiado pela vontade negra de nekron.
Encontrem a coragem no nome dele"
Busque sua consciência.
Leia entre aquelas palavras.

Sim, e agora eu sei.
O nome de nekron é tudo que.
Necessitamos para resolver este mistério.
Iras pronunciou aquelas palavras sagradas.


(Iras algor):
"e então este novo enigma finalmente revelou-se para mim.
A solução jaz no nome de Nekron. No alfabeto Nekrano.
Certos números correspondentes às letras do seu nome.
Alinhavam-se em concordância com geometria negra.
Permitindo-nos caminhar sobre passos invisíveis através do abismo silencioso.
Alcançando o outro lado da caverna.
Horrores desconhecidos esperavam-nos atrás daqueles dois portões escuros"

(Tarish): "por todos os deuses das minhas terras nórdicas.
Nós estamos nos portões da morte!"
(Khaas): "eles foram construídos com os membros partidos de humanos e elfos"
(Dargor): "sob as ordens do meu pai, vankar."
(Lothen): "eu posso sentir sofrimento em cada rocha."
(Iras): "ouçam o silêncio.!"
(Tarish): "aquele deve ser o grande salão."
(Dargor): "o lugar profano onde a ordem negra foi criada."

Há 5.000 anos.
Era das guerras primordiais.
Os homens do mundo conhecido.
Leram os manuscritos de Nekron.

Poder, sangue e luxúria.
Atraíram alguns deles.
Que negaram o dom da luz.
Selando sua fé sangrenta ao.

Inferno, kron e seu filho.
Ele revelou para eles a chave para.
Ressuscitar a sua alma.
Ele seria o vingador da sua morte.
Nekron uma vez morto.
Sobreviveria na fé deles.

Aqui eles vieram.
Para orar para ele.
Uma nova ordem negra.
Dar-Kunor era.
Uma reunião de tolos.
Semente malévola para.
Novas guerras trágicas.

Sacrifícios de inocentes.
As orações mais escuras com carne humana.
Isto estava escrito nos livros.
Sete como os pecados dos homens.

Mas horror preenche aquele que guarda.
A mais terrível profecia.
Com ele Nekron deu a chave.
Para acordá-lo do sono.

Triste, escura, profecia.
Nossos heróis têm que encontrá-lo.
Ou o mundo sofrerá.
O último livro contém outra chave.
Todos os feiticeiros sabem que.
O sétimo livro é a última esperança.

Deve haver uma chave.
No sétimo livro.
Uma mensagem para a ordem malígna.
Como esconder?
As rimas dos anjos.
Então elas nunca serão vistas outra vez.

(Khaas): "grandes senhores do trovão.!
O sétimo livro perdido, lá sobre o altar.?"
(Dargor): "sim. aquele é o livro. eu estou certo disso!
Eu ouvi o meu pai descrevê-lo diversas vezes."
(Tarish): "vamos pegá-lo e deixar esse lugar miserável.!"
(Iras): "o lendário livro profano está agora em nossas mãos."
(Dargor): "apressemo-nos. isto foi muito fácil"

(Khaas): "o que são esses barulhos?"
(Tarish): "o que está acontecendo?"
(Iras): "removê-lo acordou algum horror inominável."
(Khaas): "vamos partir agora"
(Tarish): "olhem.. lá!
Mãos estão vindo do chão!"
(Todos): "vamos.
Saiam daqui.
Movam-se!"

Cenas de vida.
Memória heróica.
Em direção à luz.
Da esperança.
No cego oblívio.
Da fuga deles.
No cinzento limbo.
Entre vida e morte.

"fugindo através dos labirintos.
Com as hordas dos mortos vivos velozes sobre eles.
Mais uma vez eles encontraram-se presos em fronte do abismo.
Mas sem tempo para pensar em geometria negra.
Eles saltaram dentro do rio vermelho.
Pois qualquer morte teria sido melhor do que aquela esperando por eles.
Criada pelas famintas criaturas da escuridão"
Ossos e lama.
Mas o respiro existe.

Cobertos por crânios e ossos.
No pântano de Hargor eles encontraram uma forma.
De esconder-se das criaturas da escuridão.
Que traíram a luz dos anjos.

Eles são a última esperança.
Para homens, dragões e anões.
Espíritos da floresta.
Tímidos elfos e trolls.
Cinco partiram de Elgard.
Para dentro da escuridão deixando a luz.
Para encontrar as escuras.
Rimas imortais da ordem negra.

Para encontrar as palavras escritas.
Pelo profano filho do deus do inferno.
Impedindo-o de retornar.
E salvar o mundo inteiro.
Finalmente fora da escuridão.
Eles vêem a luz da lua.
Eles roubaram de Dar-Kunor.
O sétimo livro negro.
Luca Turili E Alex Staropolli.

Asas do Destino.


O dia se foi, mas eu continuo aqui com você.
Minha doce rosa, minhas colinas verdes.
Amado mar, lagos e céu.
Amada mãe terra.

Terra silenciosa, apague meus pensamentos.
Eu quero me perder em você, totalmente em você.
Acaricie a mim e a minha alma.
Enquanto em fecho meus olhos.

Nas asas do destino.
Através dos céus virgens.
Para os horizontes distantes.
Eu voarei.

Querida terra pacífica, querida mãe terra.
Acaricie minha alma enquanto fecho meus olhos.
Aisha Jalilah.

Wisdom Of The Kings(tradução).


Removi as pedras que escondem a caverna.
Cego e escuro ao longo do meu caminho.
Eu devo continuar sábio e bravo diante de uma última nevasca.
No fim do andar, escadas de pedras antigas.
Me guiam para uma visão, um salão irreal.

E eles aparecem na minha frente.
Iluminados por uma chama mística.
Uma nova dimensão eu tenho que encarar além dos portões.
Oh eu não posso acreditar no que eu acabo de ver.
Quando os dois demônios despertam do sono.

Dragões sagrados, guardiões do tempo.
Dominem bravos os céus azuis e encantem os meus olhos.
Voem além destas colinas, passeiem no vento.
Na sabedoria dos reis.

Perdido num sonho eu estou sob o feitiço.
Desta terra mágica e ensolarada.
Mas Aresius disse: Tomem cuidado! Tudo pode esconder o inferno...
Agora é hora de ir em direção à espada poderosa.
Está na hora de seguir o chamado sagrado dos reis.

Dragões sagrados, guardiões do tempo.
Dominem bravos os céus azuis e encantem os meus olhos.
Voem além destas colinas, passeiem no vento.
Na sabedoria dos reis.

Dragões sagrados, guardiões do tempo.
Dominem bravos os céus azuis e encantem os meus olhos.
Voem além destas colinas, passeiem no vento.
Na sabedoria dos reis.Luca Turilli.

Uma nova saga começa.


Na escuridão cruzaram o pântano.
E entraram na caverna gelada.
Um trajeto secreto foi cortado na rocha.
Um labirinto, um labirinto distorcido.
Um embaçamento enevoado desconhecido.

Os olhos de Khaas focalizaram na rocha cinzenta.
Viu-a em uma maneira diferente.
O crivo seria resolvido logo.
Uma ilusão foi cinzelada na pedra.
As setas mostram aonde ir.

São a última esperança.
Para homens, dragões e anões.
Espírito da floresta.
Duendes e pescas à corrica tímidos.
Cinco vão de Elgard.
Na escuridão que sae da luz.
Para encontrar a ordem preta.
Rimas escuras imortais.
Para encontrar as palavras escritas.
Pelo filho ímpio de Hellgod.
Impedir que retorne.
E excepto o mundo inteiro.
Através do vale do pecado.
Conduzido pelos sussurros do vento santamente.
Em Dar-Kunor uma saga nova começa.

Bem de almas inoperantes aparece.
Um rio vermelho que flui para dentro.
Não há nenhuma maneira de cruzar-se.
Não há nenhuma maneira de escalar.
Desejam que eram pássaros e podiam voar.
Mosca ao outro lado.

São a última esperança.
Para homens, dragões e anões.
Espírito da floresta.
Duendes e pescas à corrica tímidos.
Cinco vão de Elgard.
Na escuridão que sae da luz.
Para encontrar a ordem preta.
Rimas escuras imortais.
Para encontrar as palavras escritas.
Pelo filho ímpio de Hellgod.
Impedir que retorne.
E excepto o mundo inteiro.
Através do vale do pecado.
Conduzido pelos sussurros do vento santamente.
Em Dar-Kunor uma saga nova começa.
Rhapsody.

sábado, 6 de março de 2010

Carpe Diem.Letra da música.Tradução.


Eu não sei por que eu vou envelhecer
se é bem assim que eu quero morrer
dormindo, não vou me desfalecer
pois quando eu for velho eu não vou mais ter
razão pra viver, um amor pra sofrer
pernas pra correr uma missão pra ter
e não dá...

E não dá pra imaginar como eu vou viver
no mesmo lugar, num asilo sem ter amigos pra contar
das coisas que eu fiz e não vou mais fazer
eu envelheci
e devia morrer, mas eu me esqueci de avisar a Deus...

E agora eu sei que eu devo viver
intensamente, viver pra um dia eu não
me arrepender das coisas que eu fiz
e nunca mais vou fazer
daí eu já posso morrer.
Fresno.

Carpe Diem.


Carpe Diem é uma frase em latim de um poema de Horácio, e é popularmente traduzida para colha o dia ou aproveite o momento. É também utilizado como uma expressão para solicitar que se evite gastar o tempo com coisas inúteis ou como uma justificativa para o prazer imediato, sem medo do futuro
Origem.
Esta expressão pode ser encontrada em "Odes" (I,, 11.8) do poeta romano Horácio (65 - 8 AC), onde se lê:
Tu ne quaesieris, scire nefas, quem mihi, quem tibi
finem di dederint, Leuconoe, nec Babylonios
temptaris numeros. ut melius, quidquid erit, pati.
seu pluris hiemes seu tribuit Iuppiter ultimam,
quae nunc oppositis debilitat pumicibus mare
Tyrrhenum: sapias, vina liques et spatio brevi
spem longam reseces. dum loquimur, fugerit invida
aetas: carpe diem quam minimum credula postero.
Tu não procures - não é lícito saber - qual sorte a mim qual a ti
os deuses tenham dado, Leuconoe, e as cabalas babiloneses
não investigues. Quão melhor é viver aquilo que será,
sejam muitos os invernos que Júpiter te atribuiu,
ou seja o último este, que contra a rocha extenua
o Tirreno: sê sábia, filtra o vinho e encurta a esperança,
pois a vida é breve. Enquanto falamos, terá fugido
ávido o tempo: Colhe o instante, sem confiar no amanhã.
Interpretações.
Os defensores do Carpe Diem defendem que o "espírito" da frase pode ser entendido como aproveitar as oportunidades que a vida lhe oferece no momento em que elas se apresentam ou ainda "aproveitar a vida e não ficar apenas pensando no futuro".
Outros, dizem que viver o hoje e não se preocupar com o amanhã é um estilo de vida largamente difundido pela mídia e atrelado aos valores do consumismo e materialismo como meios de obtenção do prazer. Jovens são facilmente seduzidos pela ideologia por serem mais apegados à imagem. O dilema que se apresenta a todo indivíduo "viver o hoje ou se preparar para o futuro?" é bipolar e sempre muito controverso principalmente se aplicado aos dias atuais onde a incerteza de estabilidade e segurança é uma constante na vida das pessoas.
Aos experientes a interpretação varia de acordo com a percepção da vida. Um defensor pode argumentar que "passei tantos anos da minha vida poupando e pensando no futuro pra chegar até aqui e descobrir que não vivi nada" e os críticos "se tivesse me poupado mais, economizado mais, me precavido mais, não teria chegado a essa situação de miséria que me encontro".
Na literatura.
Esta idéia foi popular na poesia inglesa nos séculos XVI e XVII, por exemplo, no livro de Robert Herrick, "To the Virgins", na poesia "to Make Much of Time" (para aproveitar o tempo ao máximo), que lê:
"Gather ye rosebuds while ye may
Colha seus botões de rosa enquanto podes".
Também interessantes são os versos atribuídos a um poeta chinês, da dinastia Tang, conhecedor de provérbios bastante parecidos com o que escreveu Herrick:

花開堪折直須折,莫待無花空折枝。
colha a flor quando florescer; não espere até não haver mais flores, só galhos a serem quebrados.
O Carpe Diem também está fortemente presente como característica marcante da escola árcade. A retomada à cultura greco-romana implica na presença desse lema árcade. A certeza da fugacidade do tempo e o apelo à fruição imediata dos prazeres, " Colha o dia". Colha o dia como se fosse um fruto maduro que amanhã estará podre. A vida não pode ser economizada para amanhã. Percebemos a presença desse lema em um trecho das Liras de Marília de Dirceu de Tomás Antônio Gonzaga:
Que havemos de esperar, Marília bela?
que vão passando os florescentes dias?
As glórias que vêm tarde já vêm frias,
e pode, enfim, mudar-se a nossa estrela.
Ah! não, minha Marília,
aprovei-te o tempo, antes que faça
o estrago de roubar ao corpo as forças,
e ao semblante a graça!
Curta o presente e não pare para pensar no amanhã .tambem pode ser dito como leandro o impredor brasileiro . No cinema
No filme "A Sociedade dos Poetas Mortos", O personagem de Robin Williams, Professor Keating, utiliza-a assim:
"Mas se você escutar bem de perto, você pode ouvi-los sussurar o seu legado. Vá em frente, abaixe-se. Escute, está ouvindo? - Carpe - ouve? - Carpe, carpe diem, colham o dia garotos, tornem extraordinárias as suas vidas."
Nesta cena do filme o Prof. Keating está em frente a uma galeria de fotos de ex-alunos que formaram na tradicional escola Welton, ele pede para que os alunos se aproximem da galeria para ouvirem o espirito de seus predecessores a dizer: "carpe diem". Na Musica.
* A banda Metallica, no seu lançamento de 1997, "Reload", apresentou uma música "Carpe Diem Baby", que encoraja o ouvinte a "espremer e chupar o dia" (come squeeze and suck the day / Come Carpe Diem Baby).
* A banda Dream Theater, em seu EP A Change of Seasons, presta uma homenagem à filosofia do Carpe Diem com sua música-título do disco, de 23:06 minutos, incluindo na letra trechos de falas do filme Sociedade dos Poetas Mortos.
* A banda japonesa Yellow Generation possui um CD chamado Carpe Diem,onde a música chamada "Carpe Diem/Ima,kono Shuukan wo ikiru" (Carpe Diem/Agora,vamos viver este momento). No começo do refrão, a frase usada é To the Virgins, to Make Much of Time 命短し恋せよ乙女 (To the Virgins, to Make much of time, Inochi mijikashi, koiseyo otome) (Para as virgens, para aproveitarem o tempo, a vida é curta, portanto, se apaixonem, garotas)
* A banda francesa de rock progressivo Carpe Diem
* A banda brasileira Fresno também possui uma música intitulada Carpe Diem
* A banda brasileira Catedral possui uma música com o título Carpe Diem.
* A banda brasileira Cueio Limão também possui uma música intitulada Carpe Diem
* O músico português Rodrigo Leão compôs uma melodia de nome Carpe Diem.
Wikepédia.

Corações da escuridão.

Com um amigo para compartilhar.
Sua vida raivosa.
Secretos mortais para resolver sua disputa.
A morte permanecendo.
Em cada pensamento seu.
Ódio negro em legados renovados.

Amor e morte.
Isca e presa.
Pensamento por pensamento.
De seu ódio.

Assassinato retratado em um lugar de paz.
Esconda a verdade de alguém que morreu.
Você acreditou tão pouco em sua vida.
Para matar um amigo.
Para satisfazer sua condição.

Em meu crime.
Eu estou vivendo.
Eu posso morrer.
Sem perdão.

Perdido em julgamentos.
Sem arrependimento.
Preso no tempo.
Mostre minha sentença.

Sem remorso.
Jovem se torna velho.
Vida desperdiçada.
Sangue correndo frio.

Aponte o dedo para a única coisa.
Em que você realmente amou.
Em seu caminho para o fim da vida.
Esta noite.

Demorou muito.
Até o fim.
Em negação.
Iludiu seu amigo.

Vejo a mim mesmo.
Através de seus olhos.
Você é tudo.
Que eu desprezo.
Me coloca agora.
Em meu túmulo.
Aisha Jalilah.