contos sol e lua

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quarta-feira, 15 de setembro de 2010

As Preparações.


Toda intenção que não se manifesta por atos é uma intenção vã, e a palavra que a exprime é uma palavra ociosa. É a ação que prova a vida, e é também a ação que prova e demonstra a vontade. Por isso, está escrito nos livros simbólicos e sagrados, que os homens serão julgados, não conforme seus pensamentos e suas idéias, mas segundo suas obras. Para ser é preciso fazer.
Temos, pois, de tratar agora da grande e terrível questão das obras mágicas. Não se trata mais, aqui, de teorias e abstrações; chegamos às realidades, e vamos pôr entre as mãos do adepto a baqueta dos milagres, dizendo - lhe: Não confies somente nas nossas palavras; age tu mesmo.
Trata - se aqui das obras de uma onipotência relativa e do meio de apoderar- se dos maiores segredos da natureza e fazê- los servir a uma vontade esclarecida e inflexível.
A maioria dos rituais mágicos conhecidos são mistificações ou enigmas, e vamos rasgar, pela primeira vez, depois de tantos séculos, o véu do santuário oculto. Revelar a santidade dos mistérios é remediar a sua profanação. Tal é o pensamento que sustenta a nossa coragem e nos faz afrontar todos os perigos desta obra, a mais ousada talvez que tenha sido dado ao espírito humano conceber e realizar.
As operações mágicas são o exercício de um poder natural, mas superior às forças ordinárias da natureza. São o resultado de uma ciência e de um hábito, que exaltam a vontade humana acima dos seus limites habituais.
O sobrenatural é simplesmente o natural extraordinário ou natural exaltado: um milagre é um fenômeno que impressiona a multidão, porque é inesperado; o maravilhoso e o que admira são efeitos que surpreendem os que ignoram suas causas ou lhes atribuem causas não proporcionais a semelhantes resultados. Só há milagres para os ignorantes; mas como não existe ciência absoluta entre os homens, o milagre ainda pode existir, e existe para todos.
Comecemos por dizer que cremos em todos os milagres, porque estamos convencidos e certos, até pela nossa própria experiência, da sua inteira probabilidade.
Existem os que não explicamos, mas que nem por isso deixamos de considerar como explicáveis. De o mais ao menos e do menos ao mais, as conseqüências são identicamente as mesmas e as proporções progressivamente rigorosas.
Mas, para fazer milagres, é preciso estar fora das condições comuns da humanidade; é preciso estar ou abstraído pela sabedoria, ou exaltou pela loucura, acima de todas as paixões, ou fora das paixões, pelo êxtase ou frenesi. Tal é a primeira e mais indispensável das preparações do operador.
Assim, por uma lei providencial ou fatal, o mago só pode exercer a onipotência na razão inversa do seu interesse material; o alquimista faz tanto mais ouro, quanto mais se resigna às privações e estima a pobreza, protetora dos segredos da grande obra.
Só o adepto de coração sem paixão disporá do amor ou ódio daqueles que quiser fazer de instrumentos da sua ciência: o mito do Gênese é eternamente verdadeiro, e Deus só permite que se aproximem da árvore da ciência os homens tão abstinentes e tão fortes para não cobiçar os frutos.
Vós, pois, que procurais na magia o meio de satisfazer vossas paixões, parai nesse caminho funesto; só achareis nele a loucura ou a morte. É o que exprimiam outrora por esta tradição vulgar: que o diabo acabava, mais cedo ou mais tarde, por torcer o pescoço dos feiticeiros.
O magista deve, pois, ser impassível, sóbrio e casto, desinteressado, impenetrável e inacessível a toda espécie de preconceitos ou terror. Deve ser sem defeitos corporais e estar à prova de todas as contradições e de todos os sofrimentos. A primeira e mais importante das obras mágicas é chegar a esta rara superioridade.
Dissemos que o êxtase apaixonado pode produzir os mesmos resultados que a superioridade absoluta, e isto é verdade no que diz respeito ao sucesso, mas não no que se refere ao governo das operações mágicas.
A paixão projeta com força a luz vital e imprime movimentos imprevistos no agente universal: mas não pode reter tão facilmente como lançou, e o seu destino é, então, semelhante ao de Hipólito arrastado pelos seus próprios cavalos, ou ao de Phalaris experimentando o próprio instrumento de suplícios que inventara para outros.
A vontade humana realizada pela ação é semelhante à bala de canhão que nunca recua diante do obstáculo. Ela o atravessa, ou entra e perde- se nele, quando é lançada com violência; mas, se caminhar com paciência e perseverança, nunca se perde, e é como a onda que sempre volta e acaba por corroer o ferro.
O homem pode ser modificado pelo hábito, que, conforme o provérbio, nele se torna uma segunda natureza. Por meio uma ginástica perseverante e graduada, as forças e a agilidade do corpo se desenvolvem ou se criam numa proporção que admira. O mesmo se dá com as forças da alma. Quereis vós reinar sobre vós mesmos e os outros? Aprendei a querer.
Como se pode aprender a querer? Aqui está o primeiro arcano da iniciação mágica, e é para fazer compreender a própria essência deste arcano que os antigos, depositários da arte sacerdotal rodeavam os acessos do santuário de tantos terrores e prestígios. Só davam crédito a uma vontade, quando tinha dado suas provas, e tinham razão. A força só pode afirmar- se por vitórias.
A preguiça e o esquecimento são os inimigos da vontade, e é por isso que todas as religiões multiplicaram as práticas e tornaram minucioso e difícil o seu culto. Quanto mais a pessoa se preocupa por uma idéia, tanto mais adquire força no sentido dessa idéia.
As mães mão preferem os filhos que lhes causaram mais dores e lhes custaram mais cuidados? Por isso, a força das religiões está inteiramente na inflexível vontade dos que a praticam. Enquanto houver um fiel crente do santo sacrifício da missa, haverá um padre para dizê- la, e enquanto houver um padre que reze todos os dias o seu breviário, haverá um papa no mundo.
As práticas mais insignificantes em aparência e mais estranhas em si mesmas, ao fim que nos propomos, levam, não obstante, a esse fim pela educação e o exercício da vontade. Um camponês que se levantasse todas as manhãs, às duas ou três horas, e que fosse bem longe colher, todos os dias, um ramo da mesma erva, antes do levantar do sol, poderia, levando consigo a erva, operar um grande número de prodígios. Esta erva seria o sinal da sua vontade e tornar - se- ia, para esta própria vontade, tudo o que ele quisesse que se tornasse no interesse dos seus desejos.
Para poder é preciso crer que se pode, e esta fé deve traduzir- se imediatamente em atos. Quando uma criança diz: “Não posso ”, sua mãe lhe responde: “experimenta ”. A fé nem mesmo experimenta; ela começa com a certeza de acabar, e trabalha com calma, como tendo a onipotência às suas ordens e a eternidade diante de si.
Vós, pois, que vos apresentais diante da ciência dos magos, que lhes pedis? Ousai formular vosso desejo, seja qual for, depois ponde-vos imediatamente à obra, e não cesseis mais de agir no mesmo sentido e para o mesmo fim; o que quereis será feito, e já está começado para vós e por vós.
Sixto V, apascentando suas ovelhas, tinha dito: “Quero ser papa ”.
Sois pedinte e quereis fazer ouro: ponde-vos à obra e não cesseis mais. Eu vos prometo, em nome da ciência, todos os tesouros de Flamel e Raimundo Lullo.
Que é preciso fazer primeiramente? – É preciso crer que podeis, e, depois, agir. – Agir como? – Levantar-vos todos os dias à mesma hora e cedo; lavar-vos, em qualquer estação, antes do dia, numa fonte; nunca trazer roupas sujas, e, para isso, lavá - las vós mesmos, se for preciso; exercer-vos às privações voluntárias, para melhor suportar as involuntárias; depois impor silêncio a todo desejo que não seja o da realização da grande obra. – Como? Lavando -me todos os dias, numa fonte, farei ouro? – Trabalhareis para fazê- lo. – É uma zombaria! – Não, é um arcano. – Como posso servir-me de um arcano que não sei compreender? – Crede e fazei; compreendereis depois.
Uma pessoa me disse um dia: - Queria ser um fervoroso católico, mas sou um volteriano . Quanto não daria para ter a fé! – Pois bem, lhe respondi, não digais mais: Queria; dizei: Quero, e fazeis as obras da fé; eu vos asseguro que acreditareis. Vós sois voltaireano , dizeis, e entre os diferentes modos de entender a fé, o dos jesuítas vos é o mais antipático, e vos parece, entretanto, o mais desejável e forte... Fazei, e recomeçai, sem vos desanimar, os exercícios de Santo Inácio, e ficareis crentes como um jesuíta. O resultado é infalível, e, se então tiverdes a ingenuidade de crer que é um milagre, vós já vos enganais, crendo -vos voltaireano .
Um preguiçoso nunca será mago. A magia é um exercício de todas as horas e de todos os instantes. É preciso que o operador das grandes obras seja senhor absoluto de si mesmo; que saiba vencer as atrações do prazer, o apetite e o sono; que seja insensível ao sucesso como à afronta. A sua vida deve ser uma vontade dirigida por um pensamento e servida pela natureza inteira, que terá subordinada ao espírito nos seus próprios órgãos e por simpatia em todas as forças universais que lhe são correspondentes.
Todas as faculdades e todos os sentidos devem tomar parte na obra, e nada no sacerdote de Hermes tem direito de estar ocioso; é preciso formular a inteligência por signos e resumi - la por caracteres ou pantáculos; é preciso determinar a vontade por palavras e realizar as palavras por atos; é preciso traduzir a idéia mágica em luz para os olhos, em harmonia para os ouvidos, em perfumes para o olfato, em sabores para a boca, e em formas para o tato; é preciso, numa palavra, que o operador realize na sua vida inteira o que quer realizar fora de si no mundo; é preciso que se torne um imã para atrair a coisa desejada; e, quando estiver suficientemente imantado, saiba que a coisa virá sem que ele pense por si mesma.
É importante que o mago saiba os segredos da ciência; mas pode conhecê - los por intuição e sem os ter aprendido. Os solitários que vivem na contemplação habitual da natureza, adivinham, muitas vezes, as suas harmonias e são mais instruídos, no seu simples bom senso, do que os doutores, cujo sentido natural é falseado pelo sofismas das escolas. Os verdadeiros magos práticos se acham quase sempre no sertão e são, muitas vezes, pessoas sem instrução ou simples pastores.
Existem também certas organizações físicas mais dispostas do que outras às revelações do mundo oculto; existem naturezas sensitivas e simpáticas às quais a intuição na luz astral é, por assim dizer, inata; certos desgostos e doenças podem modificar o sistema nervoso, e fazer dele, sem o concurso da vontade, um aparelho de adivinhação mais ou menos perfeito; mas estes fenômenos são excepcionais, e geralmente o poder mágico deve e pode ser adquirido pela perseverança e o trabalho.
Existem também substâncias que produzem êxtase e dispõem ao sono magnético; existem as que põem ao serviço da imaginação todos os reflexos mais vivos e coloridos da luz elementar; mas o uso dessas substâncias é perigoso, porque, em geral, produzem a estupefação e a embriaguez. Todavia, empregamo - las, mas em proporções rigorosamente calculadas e em circunstâncias excepcionais.
Aquele que quer entregar- se seriamente às obras mágicas, depois de ter firmado o seu espírito contra qualquer perigo de alucinação e temor, deve purificar- se, exterior e interiormente, durante quarenta dias. O número quarenta é sagrado, e até a sua figura é mágica. Em algarismos árabes, compõem - se do círculo, imagem do infinito, e do 4, que resume o ternário pela unidade. Em algarismos romanos, dispostos do modo seguinte, representa o signo do dogma fundamental de Hermes e o caráter do selo de Salomão:
A purificação do mago deve consistir na abstinência das voluptuosidades brutais, num regime vegetariano e brando, na supressão dos licores fortes e na regularidade das horas de sono. Esta preparação foi indicada e representada, em todos os cultos, por um tempo de penitência e privações que precede as festas simbólicas da renovação da vida.
É preciso, como já dissemos, observar, para o exterior, a limpeza mais escrupulosa: o mais pobre pode achar água nas fontes. É preciso também lavar ou mandar lavar com cuidado as roupas, os móveis e os vasos que se usam. Toda sujidade atesta uma negligência, e, em magia, a negligência é mortal.
É preciso purificar o ar, ao levantar- se e deitar- se, com um perfume composto de seiva de louro, sal, cânfora, resina branca e enxofre, e recitar, ao mesmo tempo, as quatro palavras sagradas, voltando - se para as quatro partes do mundo.
Não devemos falar a ninguém das obras que realizamos; e, como dissemos bastante no Dogma , o mistério é a condição rigorosa e indispensável de todas as operações da ciência. É preciso desviar os curiosos, alegando outras ocupações e investigações, como experiências químicas para resultados industriais, prescrições higiênicas, a investigação de alguns segredos naturais, etc.; mas a palavra proibida de magia nunca deve ser pronunciada.
O mago deve isolar- se, no começo, e mostrar- se muito difícil em relações, para concentrar em si a sua força e escolher os pontos de contato; mas quanto mais for selvagem e inacessível nos primeiros tempos, tanto mais vê- lo - ão, mais tarde, rodeado e popular, quando tiver imantado a sua cadeia e escolhido o seu lugar numa corrente de idéias de luz.
Uma vida trabalhosa e pobre é de tal modo favorável à iniciação pela prática, que os maiores mestres a procuraram, até quando podiam dispor das riquezas do mundo. É então que Satã, isto é, o espírito de ignorância, que ri, duvida e odeia a ciência, porque a teme, vem tentar o futuro senhor do mundo, dizendo - lhe: “Se és o filho de Deus, faz com que estas pedras se tornem pães ”. As pessoas de dinheiro procuram, então, humilhar o príncipe da ciência, obstando, desapreciando ou explorando miseravelmente o seu trabalho; partem em dez pedaços, para que estenda a mão dez vezes, o pedaço de pão de que parece ter necessidade. O mago nem mesmo se digna sorrir desta inépcia, e prossegue na sua obra com acalma.
É preciso evitar, tanto quanto possível, a vista das coisas horrendas e das pessoas feias; não comer em casa de pessoas que não se estimam, evitar todos os excessos e viver do mudo mais uniforme e organizado.
Ter o maior respeito por si mesmo e considerar- se como um soberano desconhecido que assim faz para reconquistar a sua coroa. Ser dócil e digno com todos; mas, nas relações sociais, nunca deixar- se absorver e retirar- se dos círculos em que não haja nenhuma iniciativa.
Podemos, enfim, e mesmo devemos fazer as obrigações e praticar os ritos do culto a que pertencemos. Ora, de todos os cultos, o mais mágico é aquele que realiza mais milagres, que apóia, nas mais sábias razões, os mais inconcebíveis mistérios, que tem luzes iguais às suas sombras, que populariza os milagres e encarna Deus nos homens pela fé. Esta religião sempre existiu, e sempre houve no mundo, sob diversos: é a religião única e dominante. Agora, ela tem, entre os povos da terra, três formas em aparência hostis umas às outras, que se reunirão logo numa única para constituir uma Igreja universal. Quero falar da ortodoxia russa, do catolicismo romano e de uma última transfiguração da religião de Buda.
Cremos ter feito compreender bem, pelo que precede, que a nossa magia é oposta à dos goécios e necromantes. A nossa magia é, ao mesmo tempo, uma ciência e uma religião absoluta, que deve não destruir e absorver todas as opiniões e todos os cultos, mas regenerá - los e dirigi - los, reconstituindo o círculo dos iniciados, e dando, assim, às massas cegas, condutores sábios e clarividentes.
Vivemos num século em que não há nada para destruir; mas tudo está para refazer, porque tudo está destruído. – Refazer o quê? O passado? – Não se refaz o passado. – Reconstruir o quê? Um templo e um trono? - Para que, se os antigos caíram? – É como se dissésseis: A minha casa acaba de cair de velhice; para que serve construir uma outra? – Mas a casa que ides construir será semelhante à que caiu? – Não; aquela que caiu era velha, e esta será nova. – Mas, enfim, será sempre uma casa? – Que queríeis, pois, que fosse? Eliphas Levi - Dogma e Ritual da Alta Magia.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Parallel Hearts.Letra original.


Bokura wa
Mirai wo kaeru chikara wo
Yume ni miteta

Noizu no naka kikoetekita kimi no nakigoe
Waratteita boku no yowasa wo abaita

Kimi no yukumichi wa kimi ni shika wakaranai
Chigau sora oikakete

Bokura wa mirai he mukau yuuki wo
Hoshigatte kako ni mayou
Kimi ga warau hontou no
Ima he kaeritsuku made

Kimi no koto wo shiritai to omotte hajimete
Yorisoenai kokoro no kyori ni obieta

Wakariaenai to wakatta sore dake de
Futari ga hajimatteyuku

Namida mo itami mo subete dakishimete agetai kedo
Hashireba hashiru hodo tookunaru ki ga shite fuan ni naru
Dokomade yukeba ii no... ...

Noizu no naka kikoetekuru kimi no utagoe
Nakushiteita boku no sugata ga ima mieru yo

Hitori de yuku hazu datta mirai wo
Kaeru chikara wo kudasai
Kimi ga warau sore dake de
Takaku toberu

Bokura wa kokoro wo tsunagu yuuki wo
Hoshigatte ai ni mayou
Kimi to warau hontou no
Boku ni kaeritsuku made.

Corações Paralelos.Tradução.


Nós vimos
O poder de mudar o futuro
em nossos sonhos.

Em meio ao barulho, eu ouvi seu choro.
Isso expôs a minha fraqueza enquanto eu estava rindo.

Apenas você pode saber para onde eu estava indo
enquanto eu perseguia céus diferentes.

Desejamos pela coragem para encarar o futuro e,
assim ficamos perdidos no passado.
Até que eu retorne pra o
verdadeiro presente onde você ri.

E pensar que eu quero aprender sobre você pela primeira vez.
Eu estava assustada pela distância entre nossos corações que não conseguem ficar juntos.

Entendemos que não conseguiriamos entender um ao outro, então é assim
que estamos começando.

Eu quero abraçar suas lágrimas e tudo mais,
mas sinto que por mais que eu corra, mais me distancio de você e fico preocupada.
Onde devo ir agora?

Em meio ao barulho, eu ouço seu canto.
Agora consigo ver a minha forma que havia perdido.

Por favor, me dê o poder de mudar
o futuro que eu teria que enfrentar sozinha.
Você ri e é com isso
que consigo voar alto

Desejamos a coragem para conectar corações e,
assim, nos perdemos em amor
Até que eu retorne ao meu verdadeiro eu
Que ri com você.

Parallel Hearts.Tema de abertura.


Pandora Hearts.


Pandora Hearts é um mangá de Jun Mochizuki. Foi originalmente serializado na revista Shonen Manga GFantasy e publicado pela Square Enix em junho de 2006. Há nove volumes lançados no Japão no momento. O mangá foi licenciado para uma versão em Inglês pela Broccoli Books, mas foi descartado; ele foi licenciado por Yen Press desde então. Também foi feita uma versão em anime, produzida pela XEBEC.
Índice.
História.
Oz Bezarius, herdeiro de uma das 4 casas nobres, acaba de completar quinze anos. Sua vida é rica e despreocupada, escurecida apenas pela ausência constante de seu pai. Na cerimônia de maioridade (15 anos), porém, tudo muda. Por alguma razão, é lançado na prisão conhecida como "Abismo", mas é salvo por uma "corrente", conhecida como Alice, o "Blood Stained Rabbit" (Coelho negro manchado de sangue) ou B-Rabbit. Porém, quando volta para o mundo real, Oz descobre que se passaram 10 anos desde a cerimônia. A história segue então com Oz tentando desvendar os mistérios por trás de Alice, o Abismo e a estranha organização conhecida como Pandora, além do motivo de ter sido jogado no Abismo. A série traz fortes referências às aventuras de Lewis Carroll, Alice no País das Maravilhas e Through the Looking Glass.
Info Aviso: Este artigo ou seção contém revelações sobre o enredo (spoilers). Terminologia.

Chains (em japonês: Chein?)
Ou Correntes, são seres do Abismo, e têm uma semelhança horrenda com brinquedos (outra forte referência à obra de Carrol). Eles devem assinar um contrato com um humano a fim de deixar o Abismo. A corrente está ligada dentro do contratante e pode ser chamada para fora quando o contratante a invocar. Membros integrantes da Pandora, que criam contratos "legais", não envelhecem exatamente por causa das Correntes. Nos contratos "ilegais", um selo em forma de relógio aparece no peito do contratante, sobre o seu coração. Conforme o tempo passa, o selo se move, como um relógio. Uma vez que o ponteiro faz uma rotação completa, o contratante e o corrente são arrastados para o nível mais profundo do Abismo.
Contratante (em japonês: Keiyakusha?)
Um ser humano que faz um contrato com um corrente. Existem certos procedimentos para fazer um contrato, mas os contratos de improviso também pode ser feitos, apesar de serem ilegais.
Abismo (em japonês: Avisu?)
O mundo de onde as Correntes vêm. Ele existe em uma dimensão diferente, como o mundo e, assim, o tempo não existe verdadeiramente no Abismo. Uma pessoa pode encontrar-se em qualquer período de tempo aleatório ao sair do abismo. Segundo Break, o Abismo pode aparecer como uma prisão ou uma caixa de brinquedos quebrados, dependendo da pessoa.
Vontade do Abismo (em japonês: Avisu no Ishi?)
A existência que governa o Abismo. Normalmente aparece na forma um coelho de pelúcia branco e azul com olhos grandes e redondos. A forma real da Vontade do Abismo é uma jovem de longos cabelos brancos. Aparentemente, a Vontade do Abismo quer Oz e Alice de volta ao Abismo. De algum modo, a Vontade do Abismo e Alice estão conectadas. A Vontade do Abismo odeia Alice e quer destruí-la. Mais para frente, no mangá, é revelado que o seu verdadeiro nome é Alyss.
Quatro Grandes Casas de Duques (em japonês: Yondai Koushaku Ke?)
Atualmente elas são as casas Bezarius, Rainsworth, Nightray e Barma. Estas quatro casas existem mesmo antes da tragédia de Sablier. Eles fundaram a Pandora e detém as portas para o Abismo. Destas quatro casas, a Bezarius e a casa dos Nightray são vistos como opostos exatos, como luz e escuridão: a casa Bezarius faz obras públicas, enquanto a casa Nightray faz o trabalho sujo. Antes da tragédia de Sablier ocorrer, a família Bezarius foi apenas uma terceira classe de família nobre, e, portanto, não fazia parte das quatro casas de duques. Em vez disso, a quarta casa foi a casa de Baskerville - com Glen como chefe. Quando Jack matou Glen no início da tragédia de Sablier, a família Bezarius foi vista como heroina. E assim, os Bezarius substituiram os Baskervilles, como a quarta Grande Casa de Duques. Portanto, o Baskerville detém a quinta porta para o Abismo.
Pandora (em japonês: Pandora?)
Uma organização fundada pelas Quatro Grandes Casas de Duques. É especializada em pesquisas sobre o Abismo.
Tragédia de Sablier (em japonês: Saburie no Higeki?)
A cidade de Sablier era a capital do mundo. No entanto, há 100 anos, por razões desconhecidas, um ritual misterioso enviou toda a cidade, com os seus cidadãos, para o Abismo.
Portas (em japonês: Portas?)
São portas para o abismo que ficam sob o controle das Quatro Casas de Duques. Cada casa tem controle sobre uma, com Baskerville guardando a última quinta porta. É revelado no capítulo 41, que durante todo o tempo, a porta dos Baskerville estava escondida em Sablier, que está sob o controle de Pandora.
Personagens.
Família Bezarius.
Oz Bezarius (em japonês: Ozu Bezariusu?)
O personagem principal da história. É um garoto com 15 anos de idade, de cabelos loiros e olhos verdes, membro da prestigiada família Bezarius. Sua mãe foi morta pela família Nightray e seu pai é ausente, mas, apesar disso, ele mantém uma personalidade brilhante, otimista e energética. A história de Pandora Hearts começa quando Oz completa quinze anos. Durante a cerimônia para comemorar a chegada da idade adulta, ele é arrastado para o Abismo declarado que seu pecado era a sua "existência". Lá ele encontra uma corrente chamada Alice e faz um contrato com ela. Ao retornar ao mundo real, ele descobre que 10 anos já se passaram. A fim de descobrir o que significava o seu pecado, ele começou a trabalhar como parte de Pandora. É monstrado que, quando era jovem, trabalhou duro para ganhar elogios e reconhecimento de seu pai. No entanto, seu pai o odiava a ponto de não querer tocá-lo. Após esta experiência, Oz começou a pensar que não há nenhuma coisa garantida no mundo. Ele pensou em si como fraco e, a fim de proteger as pessoas. Depois de entrar dimensão de Cheshire, Oz encontra Jack Bezarius e por sua vez, torna-se seu 'medium'. Jack finalmente fala, na sede da Pandora, e o público vê Oz como um 'herói'. Oz acha que ele e Jack podem trocar as consciências pois, às vezes, ele pode até mesmo ver trechos das memórias de Jack. Oz é muito hábil com a espada, especialmente em auto-defesa. No entanto, ele não tem experiência real em combate. Oz gosta de garotas bonitas e mais jovens, e flerta com elas com freqüência. Ele queria casar com Sharon quando se conheceram. No capítulo 20, Oz chamada Alice de "minha mais preciosa Alice", mas não se sabe se estes sentimentos são sinceramente seus ou de Jack uma vez que ele reside em seu corpo. Oz pensa em Alice como uma grande amiga, e acredita que é por causa dela que ainda consegue sorrir. Jack diz a Oz que tem o "direito" ou "gratificação" sobre o poder de Alice e que o selo de Gilbert não vai limitar os poderes de Alice por mais tempo, dando a Oz a capacidade de poder usar B-Rabbit, mesmo sem a permissão de Alice ou a ajuda de Gil. Oz prova que ele é capaz de parar o poder de B-Rabbit temporariamente por conta própria. Recentemente, ele foi capaz de convocar a foice de B-Rabbit para combater os agressores dentro da ilusão de Sablier, apesar de ele nunca ter usado uma foice antes. Mais tarde, Oz se reúne com Gilbert e imediatamente reúne-se com a pessoa por trás da natureza suicida de Oz: Zai Bezarius, seu pai. Segundo Lotti, Oz é o recipiente da existência de Jack Bezarius e se o recipiente fosse quebrado, a existência de Jack será levada à luz e corromperá ainda mais a Vontade do Abismo.
Seiyū: Junko Minagawa.
Jack Bezarius (em japonês: Jakku Bezariusu?)
O herói de 100 anos atrás e quem 'venceu' Glen Baskerville. É revelado que ele possui algum tipo de ligação com as memórias do passado de Alice, Gilbert e Vincent. Jack se parece com uma versão adulta do Oz, tem olhos verdes e cabelos loiros presos numa longa trança. Sua personalidade também é bastante similar, ele faz as coisas no seu próprio ritmo e é alegre e atrapalhado. Oz e Gilbert o conheceram quando foram levados para a dimensão de Cheshire. Ele está residindo atualmente no corpo de Oz e pode "possuir" Oz e falar através dele, e também tem controle total do poder de Alice. Jack foi o terceiro filho da família Vessalius, antes da tragédia de Sablier. Assim, sem expectativas de sua família, ele agiu muito livremente: sempre sorrindo, brincando e flertando com meninas. Ele também confeccionava caixas de música, e criou o misterioso relógio de bolso que Oz encontra no início da história. Glen Baskerville, seu melhor amigo da época, escreveu a melodia do relógio, intitulada "Lacie". Mais tarde, Jack matou Glen porque ele supostamente iniciou a tragédia de Sablier por não conseguir viver sem Lacie, uma mulher misteriosa que morreu por motivos ainda não revelados. Embora aclamado como um herói por este ato, Jack não queria matar seu melhor amigo. Ele também demonstra raiva quando Lotti sugere que ele matou Glen para ganhar fama e glória. Jack revela, através de seu discurso quando ele possui Oz, que Glen ainda está vivo. Apesar disso, ele diz ao Baskervilles que, se desejam repetir o passado, então ele voltará a transformar seu corpo em uma lâmina que irá destruir os Deuses da Morte.
Seiyū: Daisuke Ono.
Oscar Bezarius (em japonês: Osukā Bezariusu?)
Tio de Oz. Ele é muito carinhoso. Oscar foi quem encontrou Gilbert e trouxe-o para o lar Bezarius. Ambos Oz e Gilbert o tratam como uma figura paterna. Ele é amigo de Break, e gosta muito de beber e flertar com mulheres. Quando recebeu uma carta da Ada (na qual ela afirmou que tinha encontrado alguém que gostava), ele arrastou Oz, Alice e Gilbert para o colégio de Ada, o Gomes de Latowidge, e se esgueiraram para dentro disfarçados com uniformes da escola.
Seiyū: Hideyuki Umezu.
Ada Bezarius (em japonês: Eida Bezariusu?)
Irmãzinha de Oz e grande admiradora dele. Depois de 10 anos desde a tragédia na cerimônia de maioridade do irmão, ela freqüenta a Gomes de Latowidge, uma prestigiada escola de nobres. Ela mantém contato com Oscar por meio de cartas e provoca a turma a infiltrar-se em Latowidge ao escrever sobre seu primeiro amor. É revelado que ela deu o chapéu que Gilbert tanto estima. No início pensa-se que ela gosta de Gilbert ou talvez de Eliot, entretanto, nos capítulos recentes, ela é vista com Vincent. Ela tem um gato chamado Dinah e mais tarde dois gatos (um preto e um branco, chamado Snowdrop). Recentemente foi descoberto que ela possui uma extrema paixão por ocultismo e bruxaria.
Seiyū: Kaori Fukuhara.
Zai Bezarius (em japonês: Zai Bezariusu?)
Pai de Oz e Ada. Só apareceu em um flashback no capítulo 39. Ele é representado com uma atitude fria em relação a seu filho que ele rejeitou explicitamente. No capítulo 40 é mostrado que ele tem uma grande cicatriz em seu rosto e foi o responsável por enviar seu filho para o Abismo com a ajuda dos Baskervilles, e sabe onde a porta deles se encontra. Ele controla a corrente Griffon, um enorme grifo negro.
Seiyū: Ookawa Tooru.
Kate (em japonês: Keito?)
Governanta da casa Bezarius.
Seiyū: Aya Hisakawa..
Família Nightray.
Gilbert Nightray (em japonês: Girubāto Naitorei?)
O melhor amigo de Oz e seu fiel servo. Para ele, Oz é a sua pessoa mais preciosa, e ele está disposto a sacrificar qualquer coisa para ele. Ele foi levado para a família Bezarius após ter sido encontrado no jardim da propriedade há 15 anos. Ele foi convidado por Oz para participar da cerimônia de maioridade, como seu amigo. Durante a cerimônia, foi controlado por uma corrente na posse dos Baskerville e forçado a atacar Oz. Depois de recobrar a consciência, Gilbert tenta parar um dos Baskervilles. Ele acaba vendo seu rosto, que é revelado mais tarde ser o pai de Oz, e o protege quando Oz tenta atacá-lo. Isso faz com que Oz, em vez de acertar um dos Baskervilles, ferisse Gilbert quase mortalmente, fazendo-o desmaiar. Após isso ele passa a se chamar Raven ]Reibun?) torna-se um membro da Pandora, recuperando Oz depois que ele fugiu do Abismo. Oz mais tarde descobre a verdadeira identidade de Raven, e chama-o de Gil de novo. No entanto, todos o chamam de Raven. Ele foi adotado pela família Nightray, reencontrando seu irmão Vincent e se sente um traídor porque os Nightray eram os principais suspeitos do assassinato da mãe de Oz. Gilbert possui um selo na mão esquerda, que usa para controlar o poder de B-rabbit através de Oz. Depois de 10 anos, ele ainda odeia gatos e é um cozinheiro maravilhoso. Quando fica bêbado, ele volta ao seu "eu" Gilbert: bebê chorão e inseguro. Há 100 anos ele foi morto por Glen enquanto tentava proteger Jack, e Vincento leva para o Abismo, a fim de salvá-los. Nos capítulos seguintes ele desenvolve um medo de ser deixado para trás. Gil é um dos suspeitos pelo assassinato de Alice cem anos atrás. É revelado que Gil foi morto para ser o novo recipiente de Glen. A corrente, que seria usada no ritual, é ironicamente Raven, a corrente que ele possui atualmente. Vincent interferiu no ritual de abertura da porta do Abismo e, em troca, provocou a tragédia que tragou a cidade toda para o caos. Vincent Nightray (em japonês: Vinsento Naitorei?)
Vincent é o irmão mais novo de Gilbert, por um ano. Os dois viveram há 100 anos atrás, e foram para o Abismo durante a tragédia de Sablier. Enquanto a família Bezarius encontrou Gilbert, a família Nightray acolheu Vincent. Seu olho esquerdo é dourado como os de Gilbert, mas seu olho direito é vermelho vinho e seu cabelo é longo e loiro. Ele ama seu irmão Gilbert a ponto de ter uma ligeira obsessão. Vincent tem uma personalidade estranha e bipolar, é muitas vezes visto sorrindo e sendo gentil, porém também tem um lado escuro e instável. Ele tem o hábito de cortar até bichos de pelúcia com uma tesoura. Break entra em muitas vezes em desacordo com ele. Foi ele quem ligou Zwei fora de Echo, dizendo que ela não era mais necessária. Em um capítulo é mostrado sobre o seu tempo durante 100 anos atrás. Devido à crença de que os olhos vermelhos trariam catástrofes, Gilbert e Vincent viviam na rua onde as pessoas atacavam eles sempre que olho de Vincent era revelado. Isto continuou até que Jack Bezarius os encontrou e levou-os para sua casa. Os irmãos então se tornaram seus servos. Ele gostava de Jack, que não se preocupava com seu olho e até mesmo cortou o cabelo de Vincent, dizendo que "amava seus olhos". Vincent também o chamou de mestre como seu irmão. Foi também demonstrado que Jack tentou apresentar os dois a Alice, uma vez que tinham idades próximas a ela. Infelizmente, Alice logo fez piada com o olho vermelho de Vincent que fez com que Gilbert puxasse o cabelo dela. Este incidente alimentou o ódio de Vincent com Alice desde então começou o seu hábito de rasgar bonecos (muitas vezes coelhos) para extravasar a frustração e o ódio. Quando Vincent descobriu sobre a morte de Gil e de como ele estava próximo de se tornar o novo corpo de Glen por meio de um ritual, ele foi visitado por uma misteriosa mulher (mais tarde revelada como Miranda Barma) que lhe disse como evitar aabertura da porta do Abismo. Embora tivesse conseguido salvar Gil, Vicent causou a tragédia que engoliu a cidade toda, tornando-se a criança "da catástrofe".
Echo (em japonês: Ekõ?)
Servo pessoal de Vincent. Ela é um pouco sem emoção, como um fantoche, e trata as palavras de Vincent como lei. Oz a chama carinhosamente de "Echo-chan". Echo luta com lâminas que saem das mangas compridas de suas roupas. Pode parecer que ela é um tesouro para Vincent, mas ele na verdade não se importa muito com ela. No capítulo 23, ele a envenena para provar a eficácia do antídoto para o veneno que ele deu para Sharon. É mostrado que Echo tem sua própria mente quando ela salva o frasco de antídoto que Vincent joga da varanda. No capítulo 33, ela admite que ela acha Vincent irritante. Ela parece ter desenvolvido algum sentimento para com Oz, quando os dois vão para o festival juntos e Oz e mostra como é se divertir, e no final dá um enfeite de cabelo para Echo. Nos capítulos recentes é revelado que ela tem uma outra personalidade, chamada Noise, que na verdade é Zwei. Noise ama Vincent profundamente e, segundo ela, é a personalidade original dentro do corpo de Echo. Zwei possui uma corrente chamada Duldum que pode controlar outras pessoas ou imobilizá-las usando cordas invisíveis. Com Zwei na posse do corpo, ela se junta ao grupo dos Baskerville e vai para Sablier junto com Lotti, onde ela conhece Elliot e Reo. Ela imobiliza Reo usando Duldum, mas só é capaz de controlar o seu corpo, não sua mente. É mostrado que Break a envenenou.
Seiyū: Ryō Hirohashi.
Eliot Nightray (em japonês: Eriotto Naitorei?)
Um estudante de Latowidge que, juntamente com Leo, chama a atenção de Oz pois ambos sabem tocar "Lacie", a música do relógio de bolso que Oz encotrou e que tem uma ligação direta com Jack e Glen. Ele encontra primeiramente Oz na biblioteca de Latowidge onde eles começam a brigar por um personagem da série do romance "Holy Knight": Eliot estraga o final do personagem favorito de Oz, Edgar. Ele também não gosta de Ada e despreza a forma como os Bezarius parecem poder fazer o que bem entender só porque eles foram heróis há 100 anos. Ada, no entanto, acha que ele é uma pessoa agradável e segura de si mesma. Ele é o legítimo herdeiro da família Nightray e, conseqüentemente, o irmão de Vincent e Gilbert. Ele é hábil com a espada e possui uma lâmina com o brasão da família e um violino. Eliot tem um forte senso de certo e errado, e tende a dizer coisas sem levar em conta a situação das pessoas. É através dessa simplicidade, porém, que Oz vence as sombras de seu passado. Ele revela que a música que ele e Reo estavam tocando foi composta por ele e é chamada de "Lacie", implicando uma forte ligação entre ele e Glen. Também é mostrado que ele sofre de pesadelos, e mais tarde, no capítulo 39, é implícito que Eliot possui algumas das memórias de Glen. Eliot encontra Oz em Sablier no capítulo 34, e os leva para o orfanato Nightray em Sablier.
Seiyū: Hirofumi Nojima.
Leo (em japonês: Rĩo?)
Um menino com o cabelo desarrumado e óculos grandes e redondos. Ele é um estudante na Latowidge e servo de Eliot. Ele tem uma atitude calma e serena e praticamente não é abalado por qualquer coisa. Reo é muito atento e descobriu a identidade de Oz quando este invade a escola. Apesar de ser servo de Eliot, ele nem sempre está ao seu lado ao não concordar com tudo o que seu mestre diz. Leo carrega uma pistola e é aparentemente desastrado com espadas, de acordo com Eliot.
Seiyū: Akeno Watanabe.
Família Rainsworth
Sharon Rainsworth (em japonês: Shalon Reinzuwāsu?)
A senhorita da casa Rainsworth. Sharon é um membro de Pandora e se parece com uma menina de treze anos de idade, embora tenha tecnicamente 23 anos. Sua aparência não muda pois ela possui um contrato legal com uma Corrente, o unicórnio negro Eques. Sharon e Break têm um relacionamento muito próximo. Ela encontrou Break quando este saiu do Abismo, ferido fatalmente. Quando era jovem, ela costumava chamá-lo de Xerxes-nii, pois ele era como um irmão mais velho para ela. Ela desejava ser de utilidade para ele. Ela também parece muito com sua mãe, Shelly Rainsworth. Quando Oz, Gilbert, Alice e Break voltaram da dimensão de Cheshire, Sharon foi seqüestrada por Echo sob as ordens de Vincent Nightray, que envenenou Sharon, a fim de chantagear Break para destruir as lembranças da tragédia de Sablier que Break tinha obtido a partir do Gato de Cheshire. Apesar de Sharon ter protestando para Break para não destruir as memórias, que tinham a forma do sino que Cheshire usava em seu do pescoço, Break o fez em troca do antídoto contra o veneno, usando sua Corrente Mad Hatter. Após presenciar a morte de várias pessoas por culpa do misterioso "Headhunter" (Caçador de Cabeças), Sharon se dá conta que é muito fraca comparada aos outros, e que era muito prepotente ao achar que o poder de Eques era superior a tudo. Seiyūs: Yui Horie (Drama CD) e Hanazawa Kana (Anime).
Família Barma.
Rufus Barma (em japonês: Ruufasu Baruma?)
Oúltimo dos quatro duques. Rufus é conhecido como o duque da longa vida e é uma pessoa muito experiente. Ele contém informações sobre quase todos os assuntos e até mesmo conhece a personalidade das pessoas e, portanto, é capaz de prever suas reações. Oz abordou Rufus para buscar informações sobre a tragédia de Sablier. Rufus primeiro aparece como um homem com um bigode grande e redondo, vestindo um grande chapéu em forma de xícara. Mais tarde, após ser destruído por Break, é revelado que o Rufus verdadeiro criou essa ilusão. O Rufus real tem longos cabelos ruivos e olhos cansados. Ele revelou o passado de Break para Oz e seus amigos. Cheryl Rainsworth, a avó de Sharon, é uma amiga de infância de Rufus e este parece ter medo dela. Ele descobre o livro de Arthur Barma e pretende desvendá-lo para descobrir como Jack havia dividido seu corpo.
Miranda Barma (em japonês: Miranda Barma?)
No capítulo 39, é revelado que a mulher disfarçada que diz a Vincent como salvar Gilbert de Glen Baskerville abrindo as portas do Abismo era Miranda Barma, e também é descoberto que ela planejou a Tragédia. Arthur Barma (em japonês: Arthur Barma?)
No capítulo 41, é revelado que Arthur Barma foi a única testemunha da tragédia de Sablier. Mais tarde, ele escreveu um diário que foi descoberto por Rufus Barma. Foi revelado que ele ajudou na divisão do corpo de Jack em cinco fragmentos e na criação da maldição para evitar o despertar da consciência de Glen.
Família Baskerville.
Glen Baskerville (em japonês: Guren Basukaviru?)
Glen era o chefe da família Baskerville 100 anos atrás. Segundo Lotti, Glen deu a impressão de que ele gostava de ficar sozinho. Contrariamente à sua opinião, ele era o melhor amigo de Jack Bezarius e até disse a ele sobre uma passagem secreta para que ele pudesse entrar na a casa Baskerville. Jack e Glen fizeram um relógio de bolso musical juntos. Glen escreveu a melodia para ela enquanto Jack fez o relógio. A peça que ele escreveu é chamada de "Lacie". Um dia, de repente, ele ordenou a seus subordinados a matar todos no castelo de Sablier, o incidente mais tarde conhecido como a "Tragédia do Sablier". Ele foi morto por Jack, mas, segundo Jack, Glen ainda está vivo. Ele controlava uma Corrente chamada Jabberwock que se parece com o Jabberwocky de Through the Looking Glass e outras quatro sendo Dodo (Dodó), Owl (Coruja), Griffon (Grifo), e Raven (Corvo). Foi revelado em uma das memórias de Alice que Glen fez o relógio de bolso nas memórias de Lacie, uma pessoa preciosa para Glen e que costumava cantar a melodia do relógio. (Lacie é, possivelmente, um anagrama de "Alice", e existem teorias de que ela era mãe de Alice.) No capítulo 37 Oz finalmente teve um encontro cara a cara com Glen no mundo da memória de Sablier. Tendo perdido Lacie, Glen parece acreditar que o mundo é inútil e um grande desespero surge dentro dele. No capítulo 39 também é dito que Glen talvez nunca foi um ser humano, mas um "espírito" que é a cabeça dos Baskerville e deve continuar por toda a eternidade, assim, a necessidade de ter novos corpos através dos cinco correntes, com penas pretas. O próximo corpo de Glen era supostamente Gilbert, que iria receber a primeira corrente, Raven, como início do ritual de troca de corpos, porém isso foi impedido por Vincent ao abrir os portões para o Abismo.
Seiyū: Kishō Taniyama.
Charlotte/Lotti Baskerville (em japonês: Rottĩ?)
Uma menina de cabelo rosados que seqüestra Oz em Latowidge. Ela era uma participante na tragédia de Sablier e matou obedecendo muitas ordens. Ela serviu a casa Baskerville e tinha sentimentos por Glen 100 anos atrás. Seu nome verdadeiro é Charlotte, mas Jack deu a ela o apelido Lotti depois de se conheceram. Lotti não consegue perdoar Jack pela morte de seu melhor amigo e supostamente objeto de seu afeto e, portanto, seu alvo é Oz. Seu principal objetivo era encontrar seu mestre Glen, e descobrir o que realmente aconteceu na noite da tragédia de Sablier. Embora fosse um dos participantes, ela agiu mediante ordens, e não sabia nada dos bastidores. Daí porque se aproxima de Jack para procurar as respostas. Ela controla uma corrente chamada "Leon", um grande leão. Charlotte aparenta ser uma moça cruel e maníaca, obcecada pela sua paixão doentia por Glen. Ela usa roupas curtas e é bastante insinuante.
Seiyū: Megumi Toyoguchi.
Fang (em japonês: Fangu?)
Fang tem o cabelo espetado e uma tatuagem no lado esquerdo de seu rosto. Ele também foi um participante na tragédia de Sablier. Fang fala educadamente e é o mais racional do trio formado com Lotti e Doug. Ele empunha uma grande lâmina.
Seiyū: Takayuki Kondo.
Doug (em japonês: Dagu?)
Outro membro do trio. Não foi revelado muito sobre ele.
Lilly (em japonês: Riri?)
Ela é a mais nova Baskerville e foi liberada a partir da porta do Abismo dos próprios Baskerville. É pequena e chora muito. Outros.
Alice (em japonês: Arisu?)
A heroína da história. Alice aparece primeiro como uma corrente que convence Oz a assinar um contrato com ela no Abismo. Na verdade, ela é na verdade o famoso B-Rabbit (Bloodstained Black Rabbit), a mais forte corrente no Abismo. Seu objetivo é encontrar suas lembranças perdidas, que desempenham um papel importante na história. Em forma humana, Alice tem o cabelo castanho escuro longo com 2 tranças laterais. Ela tem um enorme apetite e gosta especialmente da carne. Ela é cabeça quente, fala alto e diz o que pensa sem levar em conta as consequências. Apesar disso, ela tem um lado mais suave, especialmente quando Oz está envolvido. Ela odeia quando Oz a deixa sozinha, mas para esconder seus sentimentos, ela costuma dizer, "Eu tenho um contrato com você. Você é meu servo, e como um servo, o que você estava pensando, me deixando para trás!?". Parece também que ela está desenvolvendo sentimentos por Oz, sendo que ela considera a saúde do jovem ao usar seus poderes. Além disso, no episódio 20, ela diz a Sharon que se sentiu excluída e ignorada quando Oz foi falar com Break sozinho e quando ele estava feliz em ver sua irmã. Foi descoberto que Alice era uma jovem humana e viveu na mesma época que Glen, Jack, Gilbert e Vincent. Era mantida em uma torre, reclusa do mundo, por Glen, mas Jack a visitava constantemente. Porém, Alice possuía um tipo de dupla personalidade, que Jack ressalta em seu diário. Uma de suas personalidades era gentil e amável, e a outra era cruel e fria. Certo dia Jack levou Gilbert e Vincent para conhecê-la, porém, quando os deixou a sós, Alice foi cruel com Vincent por causa de seu olho vermelho, dizendo que ele traria desgraça para o mundo. Gilbert ficou nervoso com isso e atacou Alice, puxando o cabelo dela e gritando. Jack reapareceu e Alice começou a chorar, dizendo que o garoto foi malvado com ela, e o homem fica furioso com Gil. Após isso, Vincent começou a cortar bichos de pelúcia com uma tesoura, e acaba até arrancando os olhos do gatinho de estimação de Alice, Cheshire. Durante a tragédia de Sablier, Alice foi morta supostamente com uma tesoura. Não se sabe quem foi o culpado, mas há fortes indícios de que foram Gilbert ou Vincent.
Xerxes Break (em japonês: Zākushĩzu Bureiku?)
Vulgarmente conhecido como Break, ele é um membro de Pandora e um funcionário da casa Rainsworth. Sua aparência não muda em dez anos desde quando Oz entra e sai do Abismo. Ele tem um contrato legal com a Corrente Mad Hatter. Break é muitas vezes visto com um boneco no seu ombro, que ele chama de Emily. Ele adora doces e bolos. Do lado de fora, Break parece um personagem despreocupado, nunca é sério e sempre está sorrindo. Quando há necessidade, no entanto, Break mostra seu lado perigoso e mal. Reim revela a Oz que Break nem sempre fora assim. Antes, depois de ser encontrado por Sharon, ele era uma pessoa amarga e zangada, e nunca sorria. No entanto, através da bondade de Shelly, mãe de Sharon, ele começou a se abrir. Desde então ele jurou lealdade absoluta a Shelly. Break não tem olho esquerdo. Ele revela que a Vontade do Abismo tomou dele quando caiu no Abismo, e Cheshire o possui. O verdadeiro motivo de Break se unir à Pandora é para descobrir a verdade por trás do que aconteceu há 100 anos. Ele odeia muito Vincent. Foi revelado por Rufus Barma no capítulo 29, que seu verdadeiro nome é Kevin Regnard. Break era originalmente um cavaleiro que serviu sob a família nobre Sinclair, até que foram misteriosamente massacrados por razões políticas. Seu senhor foi morto durante o incidente, enquanto Kevin e a filha do senhor estavam fora. Kevin se culpou por seu descuido, e tornou-se um contratante ilegal para tentar mudar o passado. Quando seu relógio fez uma volta completa, ele foi puxado para o Abismo, onde conheceu a Vontade do abismo e o jovem Vincent. A Vontade do Abismo, após um acordo, mudou o passado de Kevin. Ele voltou para o mundo real e se encontrou na casa Rainsworth, mais de 30 anos depois. O passado que mudou não foi foi realmente o que Break queria. A família Sinclair ainda fora assassinada. De acordo com Sheryl, a filha mais velha da casa foi assassinada, o que levou a filha mais jovem a tornar-se uma contratante ilegal e foi enviada para o Abismo após sua Corrente ter assassinado a família inteira. O massacre político não aconteceu e o senhor de Kevin viveu por mais 4 anos, mas em vez disso, a menina que originalmente sobreviveu ao incidente morreu. Break se culpa por isso. Por um momento, ele também culpou a Vontade do Abismo, mas ele percebeu que foi ele próprio que pediu para o passado ser alterado, e na realidade, ele realmente só queria apagar a sua própria culpa. Break fez um contrato legal com uma outra corrente, chamada Mad Hatter, que tem o poder de destruir tudo o que tem relação com o Abismo. Ele mesmo é chamado de Mad Hatter, conhecido no livro de Lewis Carrol como o Chapeleiro Maluco. Recemente, após uma batalha em Sablier, Break perdeu a visão. Aparentemente, apenas Reim, Oz e Cheryl (a matriarca dos Rainsworth) perceberam esse acontecimento, mas Break jurou que não ia deixar ninguém saber a verdade, especialmente Sharon, pois acredita que ela não precisa sofrer mais.
Liam (em japonês: Reimu?)
Um membro de Pandora. Ela usa óculos e é uma pessoa séria. Ela é sempre objeto de diversão para Break, Oscar ou Vincent, para sua grande frustração. Ela descobre acidentalmente o retorno de Oz do Abismo. Liam é uma pessoa muito honesta, e é vista como confiável pela maioria dos membros da Pandora, e também por Break e Oz. Ele foi encarregada de cuidar de Oz por Jack. Rufus Barma é o seu mestre.
Seiyū: Suwabe Junichi.
Lacie (em japonês: , Lacie?)
Lacie era uma pessoa muito importante para Glen. A melodia que Glen havia composto foi nomeada de Lacie. Ela morreu como um sacrifício feito ao Abismo. Nada mais de Lacie foi revelado ainda.
Phillipe (em japonês: Firippu?)
Phillipe é de uma família rica e sua mãe havia morrido, mas ele ama muito o seu pai. Oz salva Phillipe de alguns provocadores. Oz viu um reflexo de si mesmo em Phillipe e estava feliz que seu pai não era como o próprio pai de Oz. Phillipe foi então atacado por Echo, que estava em busca de um contratante ilegal. Oz pensa que Phillipe era o contratante, mas era na verdade o pai do garoto. Ele fez um contrato ilegal para tentar trazer sua esposa de volta à vida, mas perdeu o controle e acabou sendo morto por Vincent. Após a morte de seu pai, Phillipe foi levado para o orfanato Nightray em Sablier. Lá, Oz encontra-o novamente. Oz tenta se desculpar por não ser capaz de trazer seu pai de volta, mas surpreendentemente, Phillipe nega e diz que recebeu uma carta de seu pai. As pessoas do orfanato afirmam que ele não consegue superar a perda do pai, e por isso acaba "alucinando" dizendo que seu pai escrevia para ele. Porém, em uma das páginas do mangá, é vista uma carta em cima da mesa de Phillip, assinada pelo seu pai.
Seiyū: Kumiko Higa.
Correntes.
B-Rabbit (em japonês: Bī-Rabitto, lit. Coelho Manchado de Sangue, Kuroi Usagui?)
Também conhecido como Alice e é contratada por Oz. 'B' se refere a Black e Bloodstained. B-Rabbit é a corrente mais poderosa do Abismo e se assemelha a um coelho antropomórfico com pêlos preto, olhos vermelho e empunha uma foice gigante quando é libertado. Quando ela não está na batalha, assume a forma humana "Alice".
Raven (em japonês: Reibun, lit. Corvo?)
Corrente de Gilbert. Anteriormente corrente de Glen. Selado pela família Nightray e, eventualmente, domado por Gilbert. Pode usar o teletransporte mas exige um grande esforço do usuário. Eques (em japonês: Ekuesu, lit. Unicórnio?)
Corrente de Sharon. Eques possui a forma de um unicórnio negro e é frequentemente utilizado por Sharon para a coleta de dados. Ele tem o poder de deformar lugares e dimensões, e pode transportar pessoas por estes. Sharon menciona que embora Eques é usado para coleta de informações, não significa que não sabe lutar. Mad Hatter (em japonês: Maddo Hattā, lit. Chapeleiro Maluco?)
Corrente de Break. Assemelha-se a um personagem de Alice no País das Maravilhas até pelo mesmo nome, mas emite uma sensação mais sinistra. Mad Hatter se assemelha a um chapéu gigante enfeitado com decorações florais, e no centro há um grande relógio de bolso com um olho em seu interior. Ele tem o poder de rejeitar e destruir o todo e qualquer poder do Abismo e existe com a finalidade de matar outras correntes. Aparentemente essa corrente debilita fisicamente o contratante, já que muitas vezes quando é usada, Break cospe sangue e fica muito fraco. Yamane (em japonês: Yamane, lit. Rato Adormecido?)
Corrente de Vincent. Assemelha-se ao Leirão de Alice no País das Maravilhas, mas muito maior. Yamane tem seus olhos fechados costurados, e uma chave para dar corda em suas costas. É sempre visto dormindo e também faz o seu contratante, Vincent, ser sonolento.
Cheshire (em japonês:Chesha Neko, lit. Gato Cheshire?)
Uma corrente que vive em uma dimensão criada a partir das memórias de Alice. Ele se assemelha a uma forma humana do Gato de Cheshire de Alice no País das Maravilhas. Cheshire era realmente o gato de Alice de 100 anos atrás. O sino no pescoço dele guarda as memórias de 100 anos atrás, que é mais tarde tomado por Break. O gato de Cheshire é uma corrente única por não necessitar de contratante e não existir no Abismo. Inicialmente acreditava ser um servo fervoroso da Vontade do Abismo, porém mais tarde descobre-se que ele está tentando proteger as memórias de Alice que ela abandonou, a fim de impedi-la de sofrer quando ela se lembrasse delas. O olho de Cheshire é na verdade o olho de Break, que foi roubado pela Vontade do Abismo quando ele chegou no Abismo. Cheshire perdeu os dois olhos 100 anos atrás quando Vincent os arrancou com uma tesoura, tentando ferir Alice psicologicamente. Cheshire também pode ser uma referência a Through the Looking Glass, como o gato de Alice 'Kitty'. Kitty também é preto e tem uma fita amarrada no pescoço, assim como Cheshire em sua forma original.
Seiyū: Kappei Yamaguchi.
Jabberwock (em japonês: Jabberwock?)
Corrente de Glen Baskerville, uma criatura em forma de um pássaro preto com grandes olhos insanos, ele é imprudente e agressivo, mas responde fielmente aos comandos de Glen.
Correntes pássaros de Glen (em japonês: Correntes pássaros de Glen?)
Glen controla-va quatro correntes, Dodo (Dodô), Owl (Coruja), Griffon (Grifo), e Raven (Corvo). É assumido que as correntes de Glen foram divididas entre os quatro Duques para serem vigiadas. Os Nightrays possuíam Raven (que mais tarde foi dominada por Gilbert), e os Bezarius, o Griffon.
Leon (em japonês: Leon?)
Corrente de Lotti, tem a forma de um leão com uma coroa.
Trilha Sonora.
Tema de Abertura : Parallel Hearts(Corações Paralelos)

Por FictionJunction.
Tema de Encerramento : (Labirinto]

Por Savage Genius Feat. Oumi Tomoe.
Tema de Encerramento: Watashi Wo Mitsukete.
Por Savage Genius.

Everytime You Kissed Me.Letra original.Pandora Herts.


Everytime you kissed me
I trembled like a child
Gathering the roses
We sang for the hope
Your very voice is in my heartbeat
Sweeter than my dream
We were there, In everlasting bloom

Roses die
The secret is inside the pain
Winds are high up on the hill
I cannot hear you
Come and hold me close
I'm shivering cold in the heart of rain

Darkness falls, I'm calling for the dawn
Silver dishes for the memories
For the days gone by
Singing for the promises
Tomorrow may bring
I harbour all the old affection
Roses of the past
Darkness falls, and summer will be gone

Joys of the daylight
Shadows of the starlight
Everything was sweet by your side, my love
Ruby tears have come to me, for your last words
I'm here just singing my song of woe
Waiting for you, my love

Now let my happiness sing inside my dream...

Everytime you kissed me
My heart was in such pain
Gathering the roses
We sang of the grief
Your very voice is in my heartbeat
Sweeter than despair
We were there, in everlasting bloom

Underneath the stars
Shaded by the flowers
Kiss me in the summer gloom, my love
You are all my pleasure, my hope and my song
I will be here dreaming in the past
Until you come
Until we close our eyes

Every time kissed me.Tradução.


Todas As Vezes Que Você Me Beijou
Todas as vezes que você me beijou
Eu tremia como uma criança
Encontramos as rosas
Nós cantamos para a esperança
Sua voz no meu coração
É muito mais doce que meu sonho
Nós estaremos lá, na juventude eterna

Rosas morrem
O segredo está dentro da dor
Os ventos estão no alto da colina
Eu não posso te ouvir
Venha e me segure mais perto
Estou tremendo de frio no coração da chuva

A escuridão cai, eu estou chamando a madrugada
Pratos de prata para as memórias
Para os dias passados
Cantando para as promessas
Amanhã posso trazer
Eu porto todos os antigos carinhos
Rosas do passado
A escuridão cai, e o verão terá ido

A alegria da luz do dia
As sombras da luz da estrela
Tudo foi doce ao seu lado, meu amor
Lágrimas de rubi vieram-me, pelas suas últimas palavras
Estou aqui apenas à cantar minha canção de aflição
Espero por você, meu amor

Agora deixe minha felicidade cantar dentro do meu sonho

Todas as vezes que você me beijou
Meu coração estava em dor
Encontramos as rosas
Nós cantamos na tristeza
Sua voz no batimento do meu coração
É mais doce que o desespero
Nós estaremos lá, na juventude eterna

Embaixo das estrelas
Sombreadas pelas flores
Beije-me na penumbra do verão, meu amor
Você está a toda minha vontade, minha esperança e minha canção
Eu vou estar aqui sonhando no passado
Até que você venha
Até que nós fechemos nossos olhos.