contos sol e lua

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quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Pensamentos :Grandes Sábios.


" Eu Sou o Caminho a Verdade e a Vida" (Cristo Jesus)

Todas as doenças têm seu princípio em algumas das três substâncias: Sal, Enxofre ou Mercúrio;
isto quer dizer que podem ter sua origem no domínio da matéria, na esfera da alma, ou no reino do espírito. Se o corpo, a alma e a mente estão em perfeita harmonia, uns com os outros,
não existe nenhuma discordância; mas se se origina uma causa de discordância em um destes três planos, isto se comunica aos demais". (Paracelso)

"O superior não pode atuar sobre o inferior sem um elo intermediário que os una; o espirito não pode
atuar sobre o corpo sem o elo de ligação da alma, nem a alma sobre o corpo, senão por meio da vida.
Não podemos preparar por meio do amor um prato de sopa para um mendigo que perece de fome; porém o amor move a vontade e gera ações que a mente orienta, e assim pode-se preparar a sopa,
graças ao amor e a caridade." (Franz Hartman)

"(... ) Uma só coisa perseguimos, uma meta, um objetivo: a cristificação.
É necessário que cada homem se cristifique. É necessário encarnar o Cristo."
( ... ) O rabi da Galiléia é um Deus, porque encarnou totalmente o Cristo Cósmico.
Hermes, Quetzalcoatl, Krishna, Deuses são, porque também encarnaram o Cristo Cósmico.
É necessário adorar os Deuses; eles ajudam a seus devotos.
Pedi e vos será dado; golpeai e abrir-se-vos-á". (Samael Aun Weor)

"O que Deus quer são nossos corações e não as cerimônias, já que com elas a fé NELE perece. Se queremos buscar a Deus, devemos buscá-lo dentro de nós mesmos, pois fora de nós jamais
o encontraremos". (Paracelso)

"Projetistas fazem canais, arqueiros airam flechas, artífices modelam a madeira e o barro, o homem sábio modela-se a si mesmo".
(Buda Gautama Sakyamuni)

"Se seus líderes vos dizem: ' Vejam, o Reino está no céu',
então saibam que os pássaros do céu os precederão, pois já vivem no céu. Se lhes disserem:
Está no mar, então o peixe os precederá pelo mesmo motivo. Antes, descubram que o Reino está dentro de vós, e também fora de vós. Apenas quando vós se conhecerem, poderão ser conhecidos, e então compreenderão que todos são filhos do Pai vivo. Mas se vos não se conhecerem a si mesmos, então viverão na pobreza e serão a pobreza". (Jesus Cristo)

O olho é a lâmpada do corpo. Se teu olho é bom, todo o teu corpo se encherá de luz. Mas se ele é mau, todo teu corpo se encherá de escuridão. Se a luz que há em ti está apagada, imensa é a escuridão".
(Jesus Cristo)

" É mais fácil ver os erros dos outros que os próprios; é muito difícil enxergar os próprios defeitos.
Espalham-se os defeitos dos outros como palha ao vento,
mas escondem-se os próprios erros como um jogador trapaceiro"
(Buda Gautama Sakyamuni)

"(...) O Ego se sustenta por todas estas raízes,
todas estas ramificações diminutas, que são os detalhes. Pelos detalhes está vivo o ego. Se começamos a tirar-lhes as raízes, começa a se desnutrir e a morrer...". "(...) É que, olhe, um detalhe destes, diminutos, isso não tem muita força. Então a Mãe Divina instantaneamente o desintegra ...".
"(...) Aflorou um detalhe destes: Minha Mãe, desintegre este defeito! ..."(Rabolú)

"Uma longa viagem começa com um único passo". (Lao-Tsé)

"Vale mais um soldado no campo de batalha, do que mil generais aquartelados. Morremos ou vencemos! Porém, nunca derrotados!
Devemos morrer em pé de guerra contra nós mesmos". (Rabolú)

"Custe o que custe, aconteça o que aconteça, chegaremos com a ajuda de nosso Pai e nossa Mãe. Tenhamos muita fé, que eles nos darão a coragem, a força e a fé, para superar todos os obstáculos que se apresentem no caminho para chegar ao nosso Pai que espera pacientemente que nós retornemos ao seio dele.
(Rabolú)

" O Eu é a raiz da dor. O Eu é a raiz da ignorância e do erro.
Quando o Eu é dissolvido, somente fica dentro de nós o Cristo Interno".
(Samael Aun Weor)

"Numa palavra, o diabo, para nós, é a força posta, por um tempo, ao serviço do erro, como o pecado mortal é, a nosso ver, a persistência da vontade no absurdo". (Eliphas Levi)

"(...) é a ordem de Deus. E estou persuadido de que não há para vós maior bem na cidade que esta minha obediência a Deus. Na verdade, não é outra coisa o que faço nestas minhas andanças
a não ser persuadir a vós, jovens e velhos, de que não deveis cuidar só do corpo, nem exclusivamente das riquezas, e nem de qualquer outra coisa antes e mais fortemente que da alma, de modo que ela se aperfeiçoe sempre, pois não é do acúmulo de riquezas que nasce a virtude, mas do aperfeiçoamento da alma é que nascem as riquezas e tudo o que mais importa ao homem e ao Estado." (Sócrates)

"Querer o mal é querer a morte. Uma vontade perversa é um começo de suicídio" "Deus não ama os tolos, pois seu espírito divino se chama espirito da inteligência. A tolice se expia pela dor e a escravidão. O bastão é feito para as bestas" (Eliphas Levi)

"Ignorante não é aquele sem instrução; é aquele que não conhece a si próprio". (Krisnamurti)

"Nós, gnósticos, não aceitamos dogmas, pois o que nos falta é ter um fim, uma meta, um lugar de chegada. Necessitamos de um caminho e não de uma lei. Também recusamos as palavras de autoridade, porque o que é necessário para nós é o verbo da vida. Todas as religiões mostram um caminho com tendência para fora, enquanto que nós vamos para dentro, buscando o oculto".
(Dr. Krumm-Heller)

"Não sou o primeiro Buda que existiu na terra, nem serei o último.
No tempo devido outro Buda levantar-se-á no mundo, um santo, um ser divinamente iluminado, dotado de sabedoria em sua conduta, benigno, conhecendo o universo, um líder incomparável dos homens,
um mestre dos anjos e dos mortais. Ele vos revelará as mesmas verdades eternas que vos ensinei. Ele vos pregará esta religião, gloriosa em sua origem, gloriosa em seu climáx, gloriosa em seus objetivos, tanto no espírito como na forma. Ele proclamará uma vida religiosa tão pura e perfeita como a que agora proclamo. Seus discípulos serão contados em milhares, enquanto que os meus contam-se em centenas." (Buda Gautama Sakyamuni)

" ... Vós vos libertastes dos quatro corpos do pecado. És um Buda! Penetraste no mundo dos Deuses.
És um Buda! Todo aquele que liberta dos quatro corpos do pecado é um Buda!..." (Sanat Kumarat)

"As almas não morrem jamais, mas sempre deixam uma morada para passar a outra. Eu mesmo me lembro de que na época da Guerra de Troia, fui Eufórbio, filho de Pantos e cai pela lança de Menelau. Todas as coisas mudam mas nada perece.
Do mesmo modo que se gravam certas figuras na cera, esta se derrete e pode gravar outras tantas, assim é a alma, sempre a mesma, apresentando contudo formas diferentes.
Portanto, se o amor ao próximo não estiver extinto em vossos corações, deveis abster-se de violar a vida daqueles que podem ser vossos próprios parentes. (Pitágoras)

"(...) A lei de ação e consequência governa o curso de nossas variadas existências e cada vida é o resultado da anterior ...".
"(...) Fazes boas obras para que pagues tuas dívidas ...".
"(...) Quem tem capital com que pagar, paga e sai bem nos negócios;
quem não tem com que pagar, deve pagar com dor ...".
"(...) Para o indigno todas as portas estão fechadas, menos uma: a do arrependimento ... Pedi e dar-se-vos-á; golpeai e abrir-se vos-á."
(Samael Aun Weor)

" Ponha-te de acordo, sem demora, com teu adversário, enquanto estas com ele a caminho, para que não suceda que te entregue ao juiz, e o juiz te entregue ao seu ministro e seja posto no cárcere. Em verdade te digo, que dali não sairás antes de teres pago o último centavo". (Jesus Cristo)

" Mestre, por que falas por parábolas? Porque a vos é dado conhecer os mistérios do reino do céu, mas a eles não é dado.
Porque aquele que tem, se lhes dá, mas aquele que não tem, até aquilo que tenha lhe será tirado.
Por isso que falo por parábolas; porque vendo não vêem e ouvindo e não ouvem e nem entendem. E assim se cumpre o que foi dito pelo profeta Isaías, que disse: Ouvindo, ouvireis, mas não entendereis. E vendo, vereis, mas não percebereis.
Porque o coração deste povo se encontra endurecido. Taparam seus ouvidos e fecharam seus olhos para que seus olhos não vejam, e seus ouvidos não ouçam, nem seu coração compreenda; para que não se convertam e eu os cure...". (Jesus Cristo)

" Não se deve temer senão aquilo que ao nosso próximo prejudica"
(A Divina Comédia - Dante Aleghieri)

" Pagai o mal com o bem, porque o amor é vitorioso no ataque e invunerável na defesa". (Lao-Tsé)

"Não faça a outros o que você não quer que seja feito a você."
(Confúcio)

" O círculo do tempo gira dentro do círculo da eternidade. na eternidade não existe o tempo; porém , o tempo gira dentro do círculo da eternidade.Termina um tempo e uma personalidade; porém, ao girar a roda, aparece sobre a Terra um novo tempo e uma nova personalidade. Retorna o Ego e tudo se repete." "... Com a morte se fecha o tempo e a eternidade se abre. O círculo da eternidade primeiro se abre e logo se fecha, quando o Ego regressa ao círculo do tempo."(Samael Aun Weor)

" A Lei da Recorrência é uma tremenda realidade. Em cada retorno se repetem os mesmos acontecimentos. A repetição de fatos vem acompanhada de seu correspondente Carma. Esta é a lei que ajusta os efeitos e as causas que os originaram. Toda repetição de fatos traz Carma e, algumas vezes, Darma ( Recompensa )". (Samael Aun Weor)

" Ao final de cada era se dá oportunidade às Bestas, Homens e Deuses.
Depois desta oportunidade teremos que prestar contas de acordo com nossa obra". "Eu estou trabalhando de acordo com o que está sucedendo em outras dimensões superiores ..."
"... Devem trabalhar definitivamente com os Três Fatores ( da revolução da consciência ), porque nos mundos superiores estamos trabalhando: A Balança, a Medida e o Livro. De modo que, pois, nestes três elementos se baseia a Grande Lei para julgar e premiar". (Rabolú)

"Só quem entende a beleza do perdão, pode julgar seus semelhantes."
(Sócrates)

" Um sofrimento é sempre uma advertência, pior para quem não sabe compreendê-la. Quando a natureza puxa a corda, é porque caminhamos ao contrário; quando ela nos castiga, é que o perigo está perto. Ai, então, de quem não reflete!". (Eliphas Levi)

"Não espere por uma crise para descobrir o que é importante em sua vida." (Platão)

" Somente dissolvendo o Eu desaparece a ignorância e o erro.
Quando o Eu desaparece, o único que fica dentro de nós é isto que se chama AMOR". (Samael Aun Weor)

"A luz é um fogo elétrico posto pela natureza ao serviço da vontade:
ela alumia os que sabem empregá-la e queima os que abusam".
" O império do mundo é o império da luz " (Eliphas Levi)

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Harry Potter."Relíquias da Morte - Parte 1".


A cena de abertura começa com os olhos do novo Ministro da Magia. Ele está falando para a imprensa sobre todos os perigos e horrores que estão no mundo dos bruxos. Promete ao público segurança e proteção com o Ministério em seu comando. A cena se afasta e se transforma em uma foto de jornal.
Os Dursley rapidamente empacotam suas coisas para deixar o número 4 da Rua dos Alfeneiros. Harry fica sozinho com Edwiges.
Depois, aparece Hermione usando o feitiço que apaga a memória, Obliviate, nos seus pais. Ela os manda para a Austrália, como nos livros. Enquanto ela os enfeitiça, fotos da família na parede são mostradas e a personagem vai desaparecendo, o que pode ser perturbador. Hermione sai de sua casa depois, descendo a rua.
Calmamente somos direcionados aos Comensais da Morte ao redor de Voldemort. Vemos então uma cena de Snape chegando à Mansão Malfoy, uma sequência muito fria de Voldemort explicando aos Comensais da Morte sobre o material em comum entre a sua varinha e a de Harry. A professora de Hogwarts, que tinha sido capturada e torturada pode ser vista flutuando acima da mesa durante toda a cena. Nós também vemos uma discussão muito intensa entre Voldemort e Lúcio Malfoy, quando Voldemort pede a varinha para ser capaz de matar Harry. "O ator que interpreta Lúcio fez um bom trabalho". Ele está com a barba por fazer e sacode a cabeça humilhado enquanto Voldemort olha fixo para ele e retira sua varinha. Voldemort fala bastante neste filme. "Voldemort e Snape juntos na telona foi incrível". Então Voldemort traz à frente a professora, e logo depois que ela implora pela ajuda de Severo, ela é morta.
O filme avança como no livro. A cena em que todos tomam a Poção Polissuco e se tornam Harry's "é muito engraçada e divertida". A câmera vai em 360 graus ao redor do Harry real vendo todos eles se transformarem. Depois, quando eles estão mudando, há um momento muito engraçado que eles estão todos comentando sobre a visão de Harry, e Fleur que está horrível e tira seu sutiã do corpo de Harry. Ele fica com as roupas que os personagens originalmente estavam usando, e com suas vozes. A cena se desenrola muito bem como no livro, com exceção da grande discussão acalorada entre Harry e Lupin. Na verdade, a gravidez de Tonks é deixada de lado. Quando Tonks está prestes a fazer o anúncio, ela é empurrada e explicam como é importante locomover Harry em segurança. Mundungo Fletcher é brevemente introduzido sem ir muito a fundo nesta cena, embora esteja provado que ele está sendo forçado a estar lá e que ele tem um caráter suspeito.
A cena seguinte contrasta bastante com a anterior, é cheia de aventura e tristeza quando lembramos quais dos nossos amados personagens morrerão. Logo depois de eles se prepararem para sair, vemos a cena de Harry liberando Edwiges à porta da frente.
A cena da perseguição que se segue é muito interessante, embora a maioria dela se concentre em Harry e Hagrid (que é estupefado ou paralisado logo após a perseguição começar, deixando Harry se defender por si mesmo). A perseguição em si é muito emocionante, e acontece no alto do céu, sobre as ruas, incluindo uma sequência através de um túnel que tem a moto fazendo um looping e Harry passa pendurado de ponta-cabeça perto de um caminhão enquanto ele está pendurado arriscando sua preciosa vida. A morte de Edwiges está muito diferente da do livro. Em vez de os Comensais da Morte descobrirem quem é o Harry verdadeiro porque ele usou o feitiço Expelliarmus, eles descobrem porque Edwiges está voando perto dele para protegê-lo. No filme, Harry está prestes a ser atingido com uma maldição da morte, Edwiges fica em seu caminho e se mata. ("a morte de Edwiges no filme ficou muito melhor do que a morte no livro").
Uma mudança do livro: Eles vão diretamente para a Toca, não param antes na casa dos pais de Tonks. Hagrid acorda pouco antes da entrada na área protegida pelos Weasley. A forma como sabemos a morte de Olho Tonto é muito abrupta. Logo depois quando eles chegam n'a Toca, Gui dá a notícia de que Olho Tonto está morto depois que Mundungo escapa. Logo quando os Sete Potter chegam n'a Toca, Lupin chega com um Weasley ensanguentado, coloca ele no sofá, pega Harry e o sacode na parede perguntando a ele qual a criatura que estava escondida na aula de Defesa Contra as Artes das Trevas no terceiro ano de Harry.
Depois, há uma cena curta de Harry tentando sair e Rony convencendo-o a ficar para o casamento. Mais tarde, vemos eles colocarem a tenda do casamento e Rufo Scrimgeour chegando para ler o testamendo de Dumbledore. Os cineastas se esforçaram tentando manter a relevância dos itens de Dumbledore deixando-os presentes durante todo o filme. O Pomo de Ouro é sempre visto voando ao redor de Harry em vários pontos do filme, Rony usando o deluminador várias vezes. "Os Contos de Beedle, o Bardo" é ignorado, mas, obviamente, desempenha um papel importante mais tarde no filme.
Gina e Harry se beijam na cozinha enquanto Fred ("eu acho") chega devagar pela pia e fica olhando para eles. "É uma cena muito engraçada e estranha." O casamento de Gui e Fleur é um evento adorável, "foi uma cena grandiosa". A maior mudança na cena do casamento é que Harry está presente sem qualquer disfarce. Vemos alguns personagens antigos como Madame Maxime e Vitor Krum. Rony e Hermione estão circulando a tigela de ponche e Rony está fingindo não olhar para ela. Krum chega para Hermione e a pega para dançar. Rony os observa furiosamente. Assim que a dança para, uma das amigas de Fleur caminha perto e seus olhos vão de Hermione diretamente para esta outra garota, então ele desiste de Hermione.
É aqui que conhecemos o Sr. Lovegood, "que está perfeitamente retratado com este ator". A câmera foca de propósito em seu colar [o colar tem o símbolo das relíquias da morte], mas nada é mencionado sobre isso. Nós só aprendemos o seu significado mais tarde, e não há nenhuma discussão entre Rony e Krum. Depois vemos uma pequena, mas boa conversa entre Harry, a tia Muriel e Elfias Doge em que é mostrado um pouco do passado de Dumbledore. Tia Muriel provoca Harry por não saber tudo sobre Dumbledore.
O casamento é interrompido pelo Patrono anunciando a queda do Ministério da Magia e a chegada iminente dos Comensais da Morte. A mensagem de Kingsley fez tudo parar repentinamente. Os Comensais atacam. O trio se curva para se proteger. Rapidamente eles encontram suas mãos e aparatam para Picadilly Circus. Depois de uma fuga caótica, vemos o trio ir para um café, onde são atacados por outros Comensais da Morte. Será uma luta que envolve duelo de varinhas e feitiços, "nos sentimos como em uma troca de tiros". Hermione usa o feitiço de memória em um dos Comensais da Morte, o mesmo que ela usou em seus pais.
As cenas do Largo Grimmauld são muito reduzidas em comparação às cenas do livro. O trio descobre muito rapidamente que R.A.B. é Régulo Black e não há dúvidas de que é ele quem pegou o medalhão. Harry, então, encontra Monstro e o envia até Mundungo Fletcher quando ele descobre que ele roubou o medalhão. A subtrama completa dos retratos no Largo Grimmauld e no escritório do diretor em Hogwarts foram cortadas. Há cenas curtas do Beco Diagonal, onde vemos Mundungo escondendo-se das pessoas (e a primeira aparição do cartaz de Harry Potter como o Indesejável nº 1). O filme, então, corta para Harry, Rony e Hermione sentados ao redor de uma mesa, quando ouvem um barulho, então eles percebem que é Monstro com Mundungo Fletcher pendurado ao seu pescoço. Então, há uma das maiores reações da plateia, Dobby cumprimenta Harry Potter enquanto a câmera consegue mostrá-lo pendurado em pé ao lado de Fletcher. Depois de um rápido interrogatório, eles percebem que precisam ir para ao Ministério da Magia. Dobby tem um retorno divertido, engraçado e de fazer o coração esquentar. Interação hilária com Monstro.
As cenas do Ministério foram quase exatamente como as do livro. A visita disfarçada ao Ministério da Magia foi cheia de tensão. Poderemos ficar nervosos pelo trio. Aparece as pessoas se empurrando para baixo em um banheiro para chegar lá e isto é "muito engraçado", quando começaram a entrar no banheiro, cada sanitário tem uma fila de pessoas entrando constantemente, mas ninguém sai. Uma coisa que se destacou é que os cineastas foram, a longo prazo, estabelecendo uma comparação entre os trouxas e os nazistas. A estátua na entrada do Ministério foi substituído por uma dos trouxas sendo esmagados até a morte por bruxos.
Mais tarde, quando Harry entra no escritório de Umbridge, vemos os trabalhadores fazendo propagandas anti-trouxa que parece quase exatamente com a propaganda nazista. Os guardas do ministério também têm faixas vermelhas em torno de seus braços, similar a dos nazistas. Por ser visualmente, é muito mais chocante do que nos livros. Os efeitos de sua fuga do Ministério foram muito inacabados, mas incluem Dementadores na sala do tribunal, e alguns feitiços por toda a sala contra tropas da guarda do Ministério.
Depois de terem com sucesso roubado o medalhão de Dolores Umbridge, o trio acampa em um lugar deserto no meio de uma floresta. O braço de Rony estar gravemente ferido, o que o coloca fora da missão por um tempo, o que prepara o cenário para o seu ciúme e a eventual partida.
Depois disso, o filme desacelera um pouco, pois é quando entramos nas cenas de quando Harry, Rony e Hermione caminham na floresta. Essas cenas tendem a arrastar um pouco, principalmente porque a primeira parte do filme é tão cheia de sequências de ação. Uma coisa que faz dessas cenas mais interessantes que o livro é que os locais utilizados por eles para estes filmes são absolutamente impressionantes. Outro elemento importante nessa série de cenas é o medalhão Horcrux, e o efeito que tem sobre quem o usa.
Enquanto Rony ouve o rádio, a subtrama do Observatório Potter é ignorada. Já que o filme é muito focado em Harry, Rony e Hermione e no que estão fazendo, a não-utilização do Observatório Potter foi uma oportunidade perdida para mostrar como as coisas estão horríveis no resto do mundo.
A virada de Rony contra Harry e Hermione se constrói na primeira metade do filme. O poder maligno do medalhão e o estresse causado pela missão caem sobre eles. A briga entre Rony e Harry foi difícil de assistir. A pobre Hermione estava devastada. Mas dava para ver o quanto Rony estava exausto. Na leitura dos livros, podemos ficar irritados por ele simplesmente abandoná-los. Ver visualmente pode mudar nossa opinião e simpatizar com sua atitude. ("Não dava para culpá-lo"). Sua partida é bastante dramática.
Depois de Rony ir embora, Harry e Hermione decidem ir para Godric's Hollow. A visita ao povoado foi triste e assustadora. É sombria, mas dá um contraste com a neve e o coral que eles ouvem de uma igreja próxima. Foi muito emocionante ver Harry visitar onde os seus pais foram enterrados. Mas o memorial aos Potter não aparece.
Uma Batilda Bagshot muito assustadora aparece no cemitério e os leva para sua casa. Assim como no livro, ela não fala na frente de Hermione, sobe as escadas apenas com Harry. Eles se falam em língua de cobra [mudança do livro, onde nós não ficamos sabendo que se tratava de ofidioglossia até pouco tempo depois]. Os efeitos da Nagini saindo de Batilda estavam, em sua maioria, incompletos, pois vimos o que parecia ser um espaço reservado para as cenas gráficas da pele de Batilda caindo ao chão e Nagini saindo pela sua boca. "Ver Nagini sair da boca de Batilda Bagshot foi muito horripilante". "Será provavelmente ainda mais assustador em 3D". A briga chega até o quarto de criança da casa vizinha. Voldemort não aparece em Godric's Hollow até eles aparatarem de volta.
Vemos Harry ter outros sonhos/visões compartilhadas, que teve durante todo o filme, levando-o a descobrir sobre a pessoa idosa que possui a varinha. Quando ele acorda, Hermione diz que ele estava gelado.
Uma cena muito boa de Harry e Hermione deixando o medalhão (e, portanto, suas preocupações) de lado. Harry tenta animar uma Hermione deprimida dançando com ela a música "O Children", de Nick Cave. Mesmo não estando no livro, pareceu que o público achou que encaixou e que ficou adorável. Trouxe leveza a todos os momentos ruins que tinham passado até agora.
Na cena da corça prateada, Harry caminha até o gelo para recuperar a espada. Quando ele chega perto, o medalhão por volta de seu pescoço sufoca-o e o joga para dentro do gelo. Depois que Rony o salva, quando Harry abre o medalhão, um Voldemort-Horcrux em forma de tornado aparece dele, falando com Rony e projetando visualmente todos os medos dele. Joga aranhas no chão atrás dele, mostra os medos dele por sua família, por exemplo. A cena é bastante fiel ao filme, mostrou Harry e Hermione, como figuras de fumaça ("é quase como o monstro de fumaça de Lost"), ambos sem roupa (ou pelo menos aparentando estar sem roupa) dizendo as coisas mais cruéis e dolorosas para Rony e depois se beijando apaixonadamente. "Foi como um sonho para os que esperavam que Harry e Hermione acabassem juntos". Até que, finalmente, Rony destrói ele.
DEpois disso, eles decidem visitar o Sr. Lovegood, onde finalmente aprendem sobre o símbolo das Relíquias.
Uma animação única e inovadora conta a história das Relíquias da Morte. Ouvimos a história dos Três Irmãos contada por Hermione, é mostrado através de uma sequência de animação. É um pouco difícil de descrever, mas é uma linda animação barebone contra um fundo simples que parece velho e um papel amarelado. Os personagens parecem basicamente como animação em figuras de palito em 3D, "quase como uma versão reduzida de algo que Tim Burton faria". Antes da animação, uma referência a "Crepúsculo" foi feita quando Hermione começa a ler "O Conto dos Três Irmãos". A cena é mais ou menos assim (as palavras não são exatamente estas): Hermione: "Um dia há muito tempo, três irmãos decidiram viajar mundo afora juntos. No crepúsculo..." Rony: "É meia noite. Minha mãe sempre diz meia-noite." Hermione dá a Rony uma olhada com raiva. Rony instantaneamente desvia o olhar. Rony: "Ah, não, você está certa. Crepúsculo é bom. Crepúsculo é melhor." "Amei a animação que descreveu o conto, enquanto Hermione o narrava. Adorei como ficou, e ajudou a mostrar tudo claramente."
Outra mudança do livro é que o Sr. Lovegood chama os Comensais da Morte para sua casa dizendo o nome de Voldemort em voz alta. (O tabu foi mencionado por Rony mais cedo no filme, mas não foi realmente explicado.) Depois que eles conseguiram escapar do ataque, e eles aparataram imediatamente onde os caçadores de recompensa estão. Eles são perseguidos pela floresta, duelando com feitiços. A cena pareceu ter sido filmada por uma câmera aérea, e teve muita mexidas e cortes rápidos, como uma sequência de perseguição do Jason Bourne. Os efeitos nesta cena também pareceram um trabalho em progresso, e não teve música (e desde que todo o filme teve uma trilha temporária, não sabemos se foi intencional deixar sem música para esta sequência). Eles são apanhados, mas não até que Hermione deforme o rosto de Harry para que ele não fique reconhecido, e então eles são levados para a Mansão dos Malfoy.
Depois disso, finalmente vamos ver cenas de boa qualidade com os Comensais da Morte. Veremos o desespero de Lúcio Malfoy, Draco com muita incerteza do que está acontecendo ao seu redor. Nesta sequência, por exemplo, Draco mal coloca-se em uma briga com Harry por sua varinha, e todo o tempo, Draco tem um olhar conflituoso em seu rosto. O caso louco que é Belatriz Lestrange. Depois que Belatriz percebe a espada de Gryffindor, ela pega Hermione para torturá-la e manda o resto deles para as masmorras. As cenas de tortura estão muito intensas, mas muito do que fez a cena funcionar foi mostrar os personagens nas masmorras reagirem enquanto escutam Hermione gritando de dor. "Foi bastante desagradável para os ouvidos para deixar a plateia contraída". Belatriz corta a palavra sangue ruim no antebraço de Hermione. Harry olha para o caco de vidro (algo que ele estava segurando o filme inteiro, olhando para o olho de Dumbledore o tempo todo), e pouco depois, Dobby aparata para ajudar Harry. "Foi um alívio total quando Dobby apareceu para salvá-los".
Após eles saírem da masmorra, o confronto e a fuga da mansão vai muito rapidamente. Dobby derruba o lustre, Harry desvia e luta com a varinha de Draco. A cena termina com todos reunidos ao redor de Dobby, para aparatar para a casa de Gui e Fleur. Antes de saírem, vemos Belatriz atirar uma faca no grupo, e toda a cena se transforma em câmera lenta, de modo que você vê a faca voar para Dobby, e ao mesmo tempo, vemos a aparição da abertura do portal. Nós não vemos o que acontece com a faca no momento. Algo interessante para notar é que Rabicho é atacado por Dobby mas não morre no filme.
O filme corta para uma praia, onde Harry grita feliz que eles estão todos OK, até que ele percebe que Dobby havia sido esfaqueado no coração com a faca que Belatriz jogou. Dobby morre nos braços de Harry, e ele declara que quer enterrá-lo, tradicionalmente, sem magia. Dobby foi definitivamente o favorito do público. Quando ele apareceu pela primeira vez na tela, o público aplaudiu. Na verdade, eles aplaudiram em todas as cenas em que ele apareceu
Foi devastador quando percebemos que Belatriz planeja matar Dobby. A morte de Dobby foi perfeitamente sublime. Dava para ver claramente a emoção de Harry e sua turma. Neste momento, é o final da primeira parte para o trio. Depois disto, temos uma música dramática.
Acena final do do filme é a única em Hogwarts. O castelo não foi mostrado, mas é provável que ele será adicionado mais tarde. Vemos Voldemort voando para uma pequena ilha onde o túmulo de Dumbledore está. Vemos Voldemort arrombando a tumba de Dumbledore, encarando seu rosto pálido, e tirando a varinha, a Varinha das Varinhas, das mãos mortas do diretor. A câmera foca no rosto alegre de Voldemort de como ele obteve a única Relíquia que ele estava procurando, a câmera se afasta e vemos que ele está conjurando uma nuvem enorme e ameaçadora. A última coisas que vemos é Voldemort conjurando um raio no céu em sinal de posse dela. "O filme termina em um local muito apropriado e me deixou com bastante vontade para a Parte 2". A plateia ficou, aparentemente, muito feliz com a divisão.F.P.Wikepédia.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Numerologia do nome[L]


Seu número de expressão 3.
Muito romântica e sedutora, essa é a pessoa de personalidade 3. Alegres, extrovertidas e sociáveis as pessoas de personalidade 3 transmitem muita confiança no amor e na vida. Quando doentes, precisam de muita atenção. No trabalho, o sucesso virá através de oportunidades inesperadas que exigem pensamento rápido para achar soluções inéditas e criativas.
+ Positivo: Criatividade, Comunicação, Expressão, Entusiasmo, Sociabilidade
- Negativo: Superficialidade, Ostentação,exagero, Dispersão, Imaturidade.
Compatibilidade com:
Harmonia com 6 e 9
Desarmonia com 2,4,7 e 8
O número do Ano 3.
A vida social estará em alta e poderão surgir oportunidades para que realize aqueles cursos que vem sendo adiados. Seu humor e otimismo deverão lhe trazer amizades e felicidades.
Lição de vida número 2.
Compreensivo, Receptivo e Diplomático.
Sua Lição de Vida é desenvolver a cooperação com as outras pessoas, estabelecendo a harmonia onde houver conflitos. Mesmo que não seja o astro principal na atividade em que estiver, poderá realizar-se, unindo-se àqueles que têm maior liderança. Você deve aproveitar sua grande paciência e perseverança. Ao imbuir-se de uma atitude de cooperação e diplomacia para com os outros, vai preferir trabalhar em grupos que tenham um objetivo comum, lutando para mantê-los sempre unidos. Aproveite sua diplomacia e sua paciência para convencer facilmente os outros. Seja fiel e procure dedicar-se com afinco às pessoas que ama. Deve tomar cuidado para não expressar este Número negativamente, pois corre o risco de tornar-se inseguro e dependente, perdendo seu rumo de vida.
Ano Pessoal número 2.
Ano de se colher o que se plantou no passado. Mas, continua sendo necessário atitudes responsáveis. É um ano para se direcionar aquilo que já foi feito no passado no sentido de desenvolver para melhor. Neste ano você pode relaxar e descansar um pouco comparativamente ao ano anterior, mas não descuide das coisas, porque às vezes acontecem coisas imprevistas que necessitam resolução rápida. No amor não é bom provocar mudanças bruscas, tente direcionar o relacionamento cautelosamente.
Nascidos no dia 15, caractersticas:
Você é uma pessoa que gosta de cooperar, de dar, e é simpático. Gosta de ajudar e de assumir responsabilidades. Mas não deve permanecer num meio ambiente em que se sinta dominado, reprimido, porque isto afetará a sua saúde e bem estar.
Você aprecia tudo o que é bom e belo na vida e necessita de um lar feliz, harmonioso, com um companheiro que lhe permita ser o que você realmente é. Terá sucesso nos campos artísticos e profissional.
Você gosta do seu lar e da sua família e dará muito de si para eles, mas eles não serão tudo na sua vida nem você permitirá que eles o controlem. Gosta de fazer as coisas para os outros e é muito generoso, mas é ciente das suas próprias necessidades e desejos no processo.
Gosta de ser ativo e de manter-se ocupado tanto no campo científico como no artístico. Acredita no progresso e se interessa por novas idéias e inovações. Você age como um imã, atraindo as coisas para você, entre elas, harmonia e sucesso.
Gosta de ter pessoas à sua volta e tem pouca dificuldade em conviver com elas ou ajustar-se a quaisquer diferenças que possam existir.Aisha Jalilah.

Um Anjo.


Origem do Nome L.
Qual a origem do nome L: LATIM
Significado de L.
Qual o significado do nome L: NATURAL DA CIDADE DE LAERTE, NA SICÍLIA.
Significado e origem do nome laercio - Analise da Primeira Letra do Nome: L
Não é adpto à pertencer a grupos. Gosta mesmo de uma cada coisa a seu tempo, quando sai com alguem (especialmente paqueras), não quer saber de mais ninguém por perto. É assim que sente-se totalmente à vontade, conseguindo até tirar de letra qualquer desentendimento que venha surgir. Uma coisa que o deixa muito nervoso é ter que tomar uma decisão. Julga isso muito dificil, e para fugir de toma-las torna-se teimoso, preguiçoso ou mesmo desligado, tudo não passa de fuga.
Significado do nome Laercio - Sua marca no mundo!
COMUNICAÇÃO,AMIZADE,OTIMISMO,DESPREOCUPAÇÃO,BOM HUMOR.
Otimismo e afetuosiadade são qualidades que projetam a imagem de uma pessoa popular que alegra seu circulo de amizades. Adora baladas e agitos onde possa demonstrar seu talento artístico. Muito criativa e comunicativa, possui um charme especial que usa para conquistar o que quer. Sua descontração e bom humor a mantem sempre jovem, não importa a idade que tenha. Sempre aberta a novidades, possui uma mente fértil para os negócios. Seu otimismo permite que mesmo diante das mais dificeis situações encontre um lado positivo e anima todos à sua volta. Se aproveitar este lado para aprender com as situações muitas portas estarão abertas, pois não cometerá os mesmos erros. Por ser muito extrovertida a pessoa de personalidade com vibração 3 pode passar algumas vezes por imatura, portanto, para tirar proveito dos aspectos positivos aja com seriedade, e prove o contrário sendo responsável em todas as situações.
L: Significado - Numerologia - Expressão 9
COMO O MUNDO TE VÊ?
O número da Expressão revela a missão que tem, o que deve fazer ou ser nesta vida, para que atinja sucesso e alcance suas metas e objetivos. Descreve como você se expressa no mundo. O seu "eu" completo - personalidade, caráter, disposição, identidade, temperamento.Tolerante e compreensivo, uma pessoa muito amorosa e generosa. Ajuda as pessoas sem esperar nada em troca. Por compreender a natureza humana, sabe perdoar. Precisa de liberdade para expressar suas emoções e usar sua intuição no trabalho. Atrai as pessoa em busca de compaixão e generosidade, e elas as encontra em você. Ser impessoal é importante para não sofrer grandes perdas quando se exige poder, posses ou mesmo amor. Não deixe sua popularidade virar a sua cabeça. Tem amplos horizontes, já que não gosta de confinamento em lugares pequenos ou ficar preso a situações sem que não tragam expectativas. Pode ser professor, escritor, médico, enfermeiro, advogado, pregador, filantropo, pensador humanitário, orador, pintor, músico, compositor, conselheiro, juiz, importador, ator dramático. Aprenda a evitar a crueldade, os esforços voltados aos ganhos pessoais e o excesso de sentimentalismo.
L: Significado - Numerologia - Impressões 6
COMO VOCÊ VÊ O MUNDO?
Mostra a pessoa como é interiormente. Revela como pensa, sente e age. Seu o desejo íntimo da alma, o seu "eu interior", suas esperanças, sonhos, ideais, motivações. As vezes é possível que percebamos essa manifestação, mas talvez não a expressamos como deveriamos ou mesmo não vivemos de acordo com ela, assim estamos reprimindo os nossos sentimentos e impulsos, o que gostariamos de ser ou fazer, estamos adormecendo nossos objetivos secretos, as ambições, os ideais mais intimos.Pessoas deste número costumam ter consideração por todos os seres e gostam de servir. Voltadas à família, ao lar e aos parentes, e é nesse ambiente que procuram amor, simpatia e aprovação. Necessitam de harmonia para sentirem-se bem por isso estão sempre à procura da paz. Românticas, afetuosas, idealistas, honestas, justas, verdadeiras e que possuem fortes princípios. Muitas vezes seu senso de obrigação e de servir o leva a fazer sacrifícios extremos - às vezes até desnecessários - por alguma pessoa ou aspiração. Não admitem ver seus ideais ou métodos sendo desafiados e as vezes isso os leva à teimosia e injustiça. Param tudo o que estão fazendo quando não conseguem o que desejam e não fazem mais nada. Diz tudo o que considera errado nas pessoas, as vezes de forma brusca, franqueza é uma frte caracteristica deste número mas não são muito capazess de administrar a situação inversa. Conseguem superar seus defeitos com compreensão, e nunca através da crítica. Sempre dispostas a ajudar as pessoas quando estão em dificuldades. Sentem-se mais felizes quando estão à serviço da humanidade. Demoram-se à casar na vida. Possuem um grande senso artístico e gostam de música, jardinagem e decoração. Tendem a se tornarem cantores, atores, professores, doutores, enfermeiros, poetas, engenheiros, fazendeiros, advogados, paisagistas, horticultores, mineradores, ceramistas, artistas comerciais, pintores, cozinheiros, marceneiros ou tapeceiros. O número 6 indica êxito no serviço social, em instituições de caridade, em hospitais ou ocupações relacionadas. O lado negativo os levam a ser autoritários, dominadores, intrometidos, irresponsáveis, teimosos, inclinados a discussões. Mas é à medida que faz mais pelos outros que ele alcança seu sucesso.
L: Significado - Numerologia - Anseios da Alma 3
ANIMA - O QUE MOVE VOCÊ? A vibração da ANIMA mostra a impressão que você transmite às pessoas e os efeitos que lhes causam. Deve ser considerado um dos número mais importantes na sua vida. Conhecendo-o poderá entender o planejamento da sua vida. Compreendendo este plano e buscando viver de acordo com seu significado trará mais sentido à sua vida, e a fará mais útil e feliz. Ter consciência dessa vibração ajuda a reconhecer o porquê de suas aversões e gostos. Não desperdiçará um dia sequer de sua vida, e jamais a sentirá inutil ou sedentária na velhice se viver de acordo com as vibrações deste número. 3 - Deseja ser cheia de energia, com entusiasmo e criatividade, ser popular e chamar atenção. Gosta de dias ensolarados sentindo o sol no rosto, gosta de roupas coloridas e de sair por aí. Fazer compras e gastar comprando objetos de decoração é um grande prazer. Não gosta de solidão, nem de ser preso a um ideal, tem aversão por obrigações e horários fixos a cumprir. O casamento o enfraquece, mesmo que o atraia, na realidade pratica acaba se sentindo sem energia, por isso costuma ser mais namorador e infiel.
Significado e origem do Nome L - Arcanos do Tarot.
Arcano 3 - A Imperatriz.
SIMBOLOGIA A Imperatriz traz em si os aspectos matronais. Mostra que traz no seu íntimo a segurança e a tranqüilidade, e as emoções em perfeito equilíbrio, tem força de vontade e sutileza. Traz uma afirmação de fé e esperança na vida. E simboliza a multiplicação. Mais humana e terrena que a Papisa e sugere a produtividade feminina, ela é o ciclo da vida.
ASPECTOS POSITIVOS Aponta para o progresso real da vida, tanto profissional, quanto social e especialmente pessoal. A compreensão, a descoberta do corpo como algo valioso, a vaidade atuando como força positiva. É o prazer em todas as suas manifestações. Liderança, representa a alma do homem, sua compreensão, elegância e domínio, a feminilidade como forma de expressão, de criação e de poder exercido com sutileza. Talento e habilidade são seus instrumentos para enfrentar os obstáculos.
ASPECTOS NEGATIVOS Para conquistar progresso em todos os setores da vida, é preciso que tenha sempre os pés bem firmes no chão pois quando apresenta os aspectos negativos leva à esterilidade, desinteresse, infidelidade, vacilação, pobreza de espírito, fracasso, frivolidade, vaidade, falta de senso prático, perda de bens materiais, futilidade e abandono.
INTERPRETAÇÕES DO ARCANO NO SENTIDOS:
MENTAL: Penetração na matéria por meio do conhecimento das coisas práticas. Os problemas vêem à tona e podem ser reconhecidos.
EMOCIONAL: Capacidade para penetrar na alma dos seres. Pensamento fecundo e criador.
FÍSICO: Esperança, equilíbrio. Soluciona os problemas. Renova e melhora as situações. Poder continuo e irresistível nas ações.
PALAVRAS SÁBIAS Este arcano traz em si o sentido da Sabedoria. O discernimento e o idealismo, como armas. É o arcano da Magia Sagrada, instrumento do poder divino.
Os frutos da semeadura amadurecem e logo podem ser colhidos. Tudo tem um ciclo certo. Cada coisa a seu tempo. Na natureza nada se perde, tudo está em evolução.
"É a tecelã, ela faz telas para seu uso e telas que não irá usar."
INFLUENCIA NA SUA VIDA Esse arcano influencia positivamente 80% de sua vida.
Arcano 9 - O Eremita
SIMBOLOGIA O Ermitão representa o conhecimento da ciência oculta. Ele se apoia na prudência, que o acompanha em sua busca. Fala da luz da inteligência e da sabedoria, que ilumina o olhar orientando no caminho e na vida. Austero e solitário no tempo, que atingiu conhecimento à custa de trabalho ininterrupto, que apenas mentes privilegiadas podem desenvolver. É o espírito de sacrifício, prudência, discrição, recuo, vigilância.
ASPECTOS POSITIVOS Cultivando mais a prudência e a paciência atinge estado de sabedoria, manter-se informado e exercitar isso lhe proporcionam muitos momentos felizes. Espirito dedicado de muito conhecimento e conquistas nos campos da filosofia, teosofia e ciências.
ASPECTOS NEGATIVOS Sem cuidados e atenção a fim de evitar os perigos e pressentir as traições, pode recair sobre os aspectos negativos, que são tristeza, misantropia, ceticismo, esterilidade, solidão, avareza, falta de sinceridade, imaturidade, destruição e vazio.
INTERPRETAÇÕES DO ARCANO NO SENTIDOS:
Mental: Contribuição luminosa à resolução de qualquer problema. Esclarecimento que chegará de modo espontâneo.
Emocional: Alcançar as soluções. Coordenação, encontro de afinidades. Significa também prudência, não por temor, mas para melhor construir.
Físico: Segredo descoberto, luz que se fará sobre projetos até agora ocultos. Na saúde: conhecimento do estado real, consultas que podem remediar os problemas.
PALAVRAS SÁBIAS Este arcano suegre concentração, meditação fala do poder do conhecimento e alerta para que ele não nos isole do mundo (a menos que seja esta a nossa vontade).
Todo conhecimento deve ser usado para o progresso e para a evolução do ser. Conhecimento sem ação leva consequentemente a estagnação e a morte dos sonhos.
"Sobe a montanha e contempla a terra prometida, mas não digo que entrarás nela..."
INFLUENCIA NA SUA VIDA Esse arcano influencia positivamente 40% da sua vida.
Arcano 6 - Os Enamorados.
SIMBOLOGIA O Enamorado é um arcano que fala de uma encruzilhada, de um lado a virtude de outro o vício, cujas as alternativas se apresentam e obrigam a uma decisão. Indica indecisão, pois não há dominância. De qualquer maneira, os amantes tem como tema central o amor que só se realiza verdadeiramente com a liberdade de escolha, é a indecisão do ser humano frente a decisões difíceis, porém inevitáveis. Sem dúvida representa o momento de escolha entre dois caminhos em todos os aspectos da vida e a inquietação vivida por alguém que busca algo mas não encontra.
ASPECTOS POSITIVOS Trata de momento de escolha, liberdade, livre arbítrio, amor, união, visão para resolver problemas, confiança, necessidade de enfrentar provas, otimismo, cautela, coletividade, liberdade de emoção, nosso lado emocional. A solidão não é sua companheira. A harmonia na vida só acontece quando liberdade e responsabilidade estão bem dosadas.
ASPECTOS NEGATIVOS Aponta para a dispersão, falta de energia, dependência, insatisfação, separação, tentações perigosas, imprudência, inquietação, irresponsabilidade, vícios e hipocrisia.
INTERPRETAÇÕES DO ARCANO NO SENTIDOS:
Mental: Amor pelas belas formas e pelas artes plásticas.
Emocional: Dedicação e sacrifícios.
Físico: Os desejos, o amor, o sacrifício pela pátria ou pelos ideais sociais, assim como todos os sentimentos manifestados fortemente no plano físico.
PALAVRAS SÁBIAS O arcano fala da integração de ambos os sexos ao poder gerador do universo. Aponta para afetos, união, decisões e responsábilidades.
Não se deixe levar pela voz das emoções descontroladas quando for agir ou tomar uma atitude importante. A paixão é má conselheira.
"Trabalhos me dás Senhor e com eles forças..."
INFLUENCIA NA SUA VIDA Esse arcano é neutro em nossas vidas e não a influencia positiva ou negativamente.
Arcano 3 - A Imperatriz
SIMBOLOGIA A Imperatriz traz em si os aspectos matronais. Mostra que traz no seu íntimo a segurança e a tranqüilidade, e as emoções em perfeito equilíbrio, tem força de vontade e sutileza. Traz uma afirmação de fé e esperança na vida. E simboliza a multiplicação. Mais humana e terrena que a Papisa e sugere a produtividade feminina, ela é o ciclo da vida.
ASPECTOS POSITIVOS Aponta para o progresso real da vida, tanto profissional, quanto social e especialmente pessoal. A compreensão, a descoberta do corpo como algo valioso, a vaidade atuando como força positiva. É o prazer em todas as suas manifestações. Liderança, representa a alma do homem, sua compreensão, elegância e domínio, a feminilidade como forma de expressão, de criação e de poder exercido com sutileza. Talento e habilidade são seus instrumentos para enfrentar os obstáculos.
ASPECTOS NEGATIVOS Para conquistar progresso em todos os setores da vida, é preciso que tenha sempre os pés bem firmes no chão pois quando apresenta os aspectos negativos leva à esterilidade, desinteresse, infidelidade, vacilação, pobreza de espírito, fracasso, frivolidade, vaidade, falta de senso prático, perda de bens materiais, futilidade e abandono.
INTERPRETAÇÕES DO ARCANO NO SENTIDOS:
MENTAL: Penetração na matéria por meio do conhecimento das coisas práticas. Os problemas vêem à tona e podem ser reconhecidos.
EMOCIONAL: Capacidade para penetrar na alma dos seres. Pensamento fecundo e criador.
FÍSICO: Esperança, equilíbrio. Soluciona os problemas. Renova e melhora as situações. Poder continuo e irresistível nas ações.
PALAVRAS SÁBIAS Este arcano traz em si o sentido da Sabedoria. O discernimento e o idealismo, como armas. É o arcano da Magia Sagrada, instrumento do poder divino.
Os frutos da semeadura amadurecem e logo podem ser colhidos. Tudo tem um ciclo certo. Cada coisa a seu tempo. Na natureza nada se perde, tudo está em evolução.
"É a tecelã, ela faz telas para seu uso e telas que não irá usar..."
INFLUENCIA NA SUA VIDA Esse arcano influencia positivamente 80% de sua vida.
Aisha Jalilah.

domingo, 14 de novembro de 2010

O Cerimonial dos Iniciados.


A ciência conserva- se pelo silêncio e perpetua- se pela iniciação. A lei do silêncio não é, pois, absoluta e inviolável senão para a multidão não iniciada. A ciência só pode ser transmitida pela palavra. Os sábios devem, pois, falar algumas vezes.
S im, os sábios devem falar, não para dizer, mas para levar os outros à procura. Noli ire, fac venire, era a divisa de Rabelais, que, possuindo todas as ciências do seu tempo, não podia ignorar a magia.
T emos, pois, de revelar aqui os mistérios da iniciação.
O destino do homem é, como dissemos, fazer ou criar a si próprio; ele é e será filho de suas obras no tempo e na eternidade.
Todos os homens são chamados a concorrer; mas o número dos eleitos, isto é, dos que têm êxito, é sempre pequeno; em outros termos, os homens que desejam ser alguma coisa são em grande número, e os homens de “elite ”sempre são raros. Ora, o governo do mundo pertence de direito aos homens de “elite ”e quando um mecanismo ou uma usurpação qualquer impede que lhes pertença de fato, opera - se um cataclismo político ou social.
Os homens que são senhores de si próprios, facilmente se tornam senhores dos outros; mas podem fazer um obstáculo mútuo se não reconheceram as leis de uma disciplina e de uma hierarquia universal.
Para se submeter a uma mesma disciplina é preciso estar em comunhão de idéias e desejos e só é possível chegar a esta comunhão por uma religião comum fundada nas próprias bases da inteligência e da razão.
E sta religião sempre existiu no mundo e é a única que pode ser chamada una, infalível, indefectível e verdadeiramente católica, isto é, universal.
Esta religião, da qual todas as outras foram sucessivamente os véus e as sombras, é a que demonstra o ser pelo ser, a vontade pela razão, a razão pela evidência e o senso comum.
É a que prova pelas realidades a razão de ser das hipóteses independentemente e fora das realidades.
É a que tem por base o dogma das analogias universais, mas também nunca confunde as coisas da ciência com as da fé. Não pode ser de fé que dois e um façam mais ou menos que três; que o contido em física seja maior do que aquilo que o contém; que um corpo sólido possa fazer como um corpo fluido ou gasoso; que um corpo humano, por exemplo, possa passar através de uma porta fechada, sem operar nem solução nem abertura. Dizer que a pessoa crê em tais coisas e falar como uma criança ou um louco; mas não é menos insensato definir o desconhecido e raciocinar com hipóteses, até negar a priori a evidência para afirmar suposições temerárias. O sábio afirma o que sabe, e só crê no que ignora, conforme a medida das necessidades razoáveis e conhecidas da hipótese.
Mas esta religião razoável não poderia ser a da multidão, que precisa de fábulas, mistérios, esperanças definidas e terrores materialmente motivados.
É por isso que o sacerdócio foi estabelecido no mundo. Ora, o sacerdócio se recruta pela iniciação.
As formas religiosas perecem quando a iniciação cessa no santuário, quer pela divulgação, quer pela negligência e o esquecimento dos mistérios sagrados.
Por exemplo, as divulgações gnósticas afastaram a igreja cristã das altas verdades da Cabala, que contém todos os segredos da teologia transcendente. Por isso, os cegos tendo - se tornado os guias dos outros cegos, produziram - se grandes obscuridades, grandes quedas e deploráveis escândalos; além disso, os livros sagrados, cujas chaves são todas cabalísticas, desde o Gênese até o Apocalipse, se tornaram tão pouco inteligíveis aos cristãos, que os pastores, com razão, julgaram necessário interdizer a sua leitura aos simples fiéis. Tomados ao pé da letra e entendidos materialmente, este livros seriam, como o demonstrou muito bem a escola de Voltaire, simplesmente um inconcebível tecido de absurdidades e de escândalos.
O mesmo acontece com todos os dogmas antigos, com suas brilhantes o teogonias e lendas poéticas. Dizer que os antigos acreditavam, na Grécia, nos amores de Júpiter ou adoravam, no Egito, o cinocéfalo e o gavião como deuses vivos e reais, é ser tão ignorante e de tão má fé como o seria sustentando que os cristãos adoram um tríplice Deus, que se compõe de um velho, um supliciado e uma pomba. A incompreensão dos símbolos é sempre caluniadora. É por isso que convém evitar zombar prematuramente das coisas que a pessoa não sabe, quando a sua enunciação parece supor uma absurdidade ou até uma singularidade qualquer; seria tão pouco sensato como admiti - las sem discussão e exame.
Antes que haja alguma coisa que nos agrade ou desagrade, há uma verdade, isto é, uma razão, e é por esta razão que as nossas ações devem ser reguladas mais que pelo nosso prazer, se quisermos criar em nós a inteligência, que é a razão de ser da imortalidade, e a justiça, que é a sua lei.
O homem verdadeiramente homem só pode querer o que deve, razoável e justamente, fazer; por isso, impõe silêncio aos desejos e ao temor, para escutar a razão.
Um homem assim é um rei natural e um sacerdote espontâneo para as multidões errantes. É por isso que o objeto das iniciações antigas se chamava indiferentemente arte sacerdotal ou arte real. As antigas associações mágicas eram seminários de sacerdotes e de reis, e a pessoa só podia ser admitida nelas por obras verdadeiramente sacerdotais e reais, isto é, pondo - se acima de todas as fraquezas da natureza.
Não repetiremos aqui o que em toda parte se encontra sobre as iniciações egípcias, perpetuadas, enfraquecendo - se, nas sociedades secretas da Idade Média. O radicalismo cristão, fundado na falsa inteligência destas palavras: “Só tendes um pai e um senhor, e todos sois irmãos ”, deu um golpe terrível na hierarquia sagrada. Desde então, as dignidades sacerdotais tornaram - se resultado da intriga ou do acaso; a mediocridade ativa chegou a suplantar a superioridade modesta, e, por conseguinte, desconhecida; e, todavia, a iniciação sendo uma lei essencial da vida religiosa, uma sociedade instintivamente mágica se formou no declínio do poder pontifical e logo concentrou em si todo o poder do cristianismo, porque só ela entendeu vagamente, mas exerceu positivamente o poder hierárquico pelas provas da iniciação e a onipotência da fé na obediência passiva.
Que fazia, com efeito, o recipiendário nas antigas iniciações? Abandonava inteiramente a sua vida e a sua liberdade aos mestres dos templos de Tebas ou Mênfis; avançava resolutamente através de inúmeros assombros que lhe podiam fazer supor um atentado premeditado contra a sua pessoa; atravessava fogueiras, passava a nado as torrentes de água escura e borbulhante, suspendia - se em balanços desconhecidos sobre precipícios sem fundo... Não era esta a obediência cega, em toda a força do termo? Abjurar momentaneamente a sua liberdade para chegar a uma emancipação não é o exercício mais perfeito da liberdade? Ora, eis o que devem fazer e sempre fizeram os que aspiram ao sanctum regnum da onipotência mágica. Os discípulos de Pitágoras condenavam - se a um silêncio rigoroso de vários anos; até os sectários de Epicuro só entendiam a soberania do prazer pela sobriedade adquirida e a temperança calculada. A vida é uma guerra em que é preciso dar suas provas para subir em grau: a força não se dá; é preciso tomá- la.
A iniciação pela luta e pelas provas é, pois, indispensável para chegar à ciência prática da magia. Já dissemos como se pode triunfar das quatro formas elementais: não voltaremos mais a isso, e para os nossos leitores que quiserem conhecer as cerimônias das iniciações antigas, aconselhamos a leitura das obras do barão Tschoudy, autor da Estrela Flamejante da maçonaria adonhiramita e de vários outros opúsculos maçônicos muito valiosos.
Devemos insistir, aqui, sobre uma reflexão: é que o caos intelectual e social no meio do qual perecemos, tem por causa a negligência da iniciação, das suas provas e dos seus mistérios. Homens nos quais o zelo era mais forte que a paciência, impressionados pelas máximas populares do Evangelho, acreditaram na igualdade primitiva e absoluta dos homens. Um alucinado célebre, o eloqüente e infeliz Rousseau, propagou, com toda a magia do seu estilo, este paradoxo: que só a sociedade deprava os homens, como se disséssemos que a concorrência e a emulação do trabalho fazem preguiçosos os operários. A lei essencial da natureza e da iniciação pelas obras e do progresso laborioso e voluntário foi fatalmente desconhecida; a maçonaria teve seus desertores, como o catolicismo tiveram os seus. Que resultou disso? O nível de aço substituído ao nível intelectual e simbólico. Pregar a igualdade àquele que está embaixo, sem lhe dizer como a pessoa se eleva, não é obrigar- se a descer? Pois desceram e houve o reino da carmagnole , dos sans- culottes e de Marat.
Para revelar a sociedade vacilante e decaída é preciso estabelecer de novo a hierarquia e a iniciação. A tarefa é difícil, mas todas as pessoas inteligentes já sentem a necessidade de empreendê - la. Será preciso, para isso, que o mundo passe por um novo dilúvio? Desejamos vivamente que não seja assim, e este livro, a maior, talvez, mas não a última das nossas ousadias, é um apelo a tudo o que ainda vive, para reconstituir a vida até no meio da decomposição da morte.Eliphas Levi.

Versos Dourados de Pitágoras.


01. Honra em primeiro lugar os deuses imortais, como manda a lei.
02. A seguir, reverencia o juramento que fizeste.
03. Depois os heróis ilustres, cheios de bondade e luz.
04. Homenageia, então, os espíritos terrestres e manifesta por eles o devido respeito.
05. Honra em seguida a teus pais, e a todos os membros da tua família.
06. Entre os outros, escolhe como amigo o mais sábio e virtuoso.
07. Aproveita seus discursos suaves, e aprende com os atos dele que são úteis e virtuosos.
08. Mas não afasta teu amigo por um pequeno erro.
09. Porque o poder é limitado pela necessidade.
10. Leva bem a sério o seguinte: Deves enfrentar e vencer as paixões.
11. Primeiro a gula, depois a preguiça, a luxúria, e a raiva.
12. Não faz junto com outros, nem sozinho, o que te dá vergonha.
13. E, sobretudo, respeita a ti mesmo.
14. Pratica a justiça com teus atos e com tuas palavras.
15. E estabelece o hábito de nunca agir impensadamente.
16. Mas lembra sempre um fato, o de que a morte virá a todos.
17. E que as coisas boas do mundo são incertas, e assim como podem ser conquistadas, podem ser perdidas.
18. Suporta com paciência e sem murmúrio a tua parte, seja qual for.
19. Dos sofrimentos que o destino determinado pelos deuses lança sobre os seres humanos.
20. Mas esforça-te por aliviar a tua dor no que for possível.
21. E lembra que o destino não manda muitas desgraças aos bons.
22. O que as pessoas pensam e dizem varia muito; agora é algo bom, em seguida é algo mau.
23. Portanto, não aceita cegamente o que ouves, nem o rejeita de modo precipitado.
24. Mas se forem ditas falsidades, retrocede suavemente e arma-te de paciência.
25. Cumpre fielmente, em todas as ocasiões, o que te digo agora.
26. Não deixa que ninguém, com palavras ou atos,
27. Te leve a fazer ou dizer o que não é melhor para ti.
28. Pensa e delibera antes de agir, para que não cometas ações tolas.
29. Porque é próprio de um homem miserável agir e falar impensadamente.
30. Mas faze aquilo que não te trará aflições mais tarde, e que não te causará arrependimento.
31. Não faze nada que sejas incapaz de entender.
32. Porém, aprende o que for necessário saber; deste modo, tua vida será feliz.
33. Não esquece de modo algum a saúde do corpo.
34. Mas dá a ele alimento com moderação, o exercício necessário e também repouso à tua mente.
35. O que quero dizer com a palavra moderação é que os extremos devem ser evitados.
36. Acostuma-te a uma vida decente e pura, sem luxúria.
37. Evita todas as coisas que causarão inveja.
38. E não comete exageros. Vive como alguém que sabe o que é honrado e decente.
39. Não age movido pela cobiça ou avareza. É excelente usar a justa medida em todas estas coisas.
40. Faze apenas as coisas que não podem ferir-te, e decide antes de fazê-las.
41. Ao deitares, nunca deixe que o sono se aproxime dos teus olhos cansados,
42. Enquanto não revisares com a tua consciência mais elevada todas as tuas ações do dia.
43. Pergunta: "Em que errei? Em que agi corretamente? Que dever deixei de cumprir?"
44. Recrimina-te pelos teus erros, alegra-te pelos acertos.
45. Pratica integralmente todas estas recomendações. Medita bem nelas. Tu deves amá-las de todo o coração.
46. São elas que te colocarão no caminho da Virtude Divina.
47. Eu o juro por aquele que transmitiu às nossas almas o Quaternário Sagrado.
48. Aquela fonte da natureza cuja evolução é eterna.
49. Nunca começa uma tarefa antes de pedir a bênção e a ajuda dos Deuses.
50. Quando fizeres de tudo isso um hábito,
51. Conhecerás a natureza dos deuses imortais e dos homens,
52. Verás até que ponto vai a diversidade entre os seres, e aquilo que os contém, e os mantém em unidade.
53. Verás então, de acordo com a Justiça, que a substância do Universo é a mesma em todas as coisas.
54. Deste modo não desejarás o que não deves desejar, e nada neste mundo será desconhecido de ti.
55. Perceberás também que os homens lançam sobre si mesmos suas próprias desgraças, voluntariamente e por sua livre escolha.
56. Como são infelizes! Não vêem, nem compreendem que o bem deles está ao seu lado.
57. Poucos sabem como libertar-se dos seus sofrimentos.
58. Este é o peso do destino que cega a humanidade.
59. Os seres humanos andam em círculos, para lá e para cá, com sofrimentos intermináveis,
60. Porque são acompanhados por uma companheira sombria, a desunião fatal entre eles, que os lança para cima e para baixo sem que percebam.
61. Trata, discretamente, de nunca despertar desarmonia, mas foge dela!
62. Oh Deus nosso Pai, livra a todos eles de sofrimentos tão grandes.
63. Mostrando a cada um o Espírito que é seu guia.
64. Porém, tu não deves ter medo, porque os homens pertencem a uma raça divina.
65. E a natureza sagrada tudo revelará e mostrará a eles.
66. Se ela comunicar a ti os teus segredos, colocarás em prática com facilidade todas as coisas que te recomendo.
67. E ao curar a tua alma a libertarás de todos estes males e sofrimentos.
68. Mas evita as comidas pouco recomendáveis para a purificação e a libertação da alma.
69. Avalia bem todas as coisas,
70. Buscando sempre guiar-te pela compreensão divina que tudo deveria orientar.
71. Assim, quando abandonares teu corpo físico e te elevares no éter.
72. Serás imortal e divino, terás a plenitude e não mais morrerás

sábado, 13 de novembro de 2010

A Sociedade do Anel (A Irmandade do Anel).


Frodo Bolseiro é um hobbit do Condado, que recebe de seu tio Bilbo um anel de rara beleza. Esse anel tem uma longa história: foi roubado de uma criatura chamada Gollum (como relatado no livro O Hobbit), e desde então ele tem sido guardado por Bilbo.
O Mago Gandalf, um velho amigo de Bilbo, percebe o poder que aquele anel possui, não sendo um anel comum, mas sim o Um Anel, artefato mágico forjado por Sauron, o Senhor do Escuro, e que fora perdido numa batalha muito tempo antes. Se recuperado, o Um Anel permitiria a Sauron o domínio definitivo sobre toda a Terra-média. O Um Anel, ou Anel do Poder, dera longevidade fora do comum a seu antigo dono, Bilbo, e possuia consciência, uma vontade própria que o conduzia sempre na direção do seu criador e senhor. Gandalf aconselha Frodo a deixar o Condado, planejado para ocorrer até o festa de aniversário daquele ano. Gandalf parte, para resolver alguns assuntos, mas combinando que voltaria para acompanhar Frodo, porém, não manda notícias durante vários meses. Chegando a data prevista, Frodo decide deixar o Condado, após vender Bolsão, levando consigo seus amigos Sam, Merry e Pippin.
Os hobbits resolvem pegar um atalho que passa através da Floresta Velha, lar de árvores que se comunicam entre si. Dentro da Floresta, os hobbits são salvos de uma árvore violenta por um estranho ser que adora cantar: o enigmático Tom Bombadil, um dos maiores mistérios de Tolkien.
Passando por outros perigos, os hobbits chegam a Bree, uma vila habitada por Homens e hobbits, perto da fronteira do Condado, e lá aceitam a ajuda de um Guardião chamado Passolargo, amigo de Gandalf, que os guia até Valfenda, um reino ainda habitado por elfos, seres imortais, detentores de grande poder, beleza e sabedoria. Mas o caminho ainda é perigoso: o grupo é emboscado no Topo do Vento e Frodo acaba apunhalado por um Nazgûl, Espectro do Anel. Passolargo consegue repelir a ofensiva do Inimigo e foge com Frodo, que está gravemente ferido, e os outros hobbits. Quando estão a ser novamente alcançados pelos Espectros do Anel, o elfo Glorfindel encontra-os e condu-los em segurança até Valfenda. Os Nazgûl tentam detê-los mas são varridos pela inundação súbita do rio Baraduin.
Já curado, Frodo descobre as maravilhas de Valfenda e lá é realizado um conselho liderado por Elrond, o meio-elfo mestre de Rivendell e pai de Arwen, a amada de Passolargo, cujo verdadeiro nome é Aragorn, que se revela descendente de Isildur e herdeiro do Trono de Gondor.
No Conselho de Elrond são expostos os problemas relacionados ao Um Anel. Boromir, filho do regente de Gondor, sugere usar o Anel do Poder contra Sauron. Elrond e Gandalf rejeitam a ideia imediatamente e explicam os vários motivos pelos quais não podem usá-lo contra o "Senhor dos Anéis": Sauron é o único e verdadeiro mestre do Anel, pois o forjou, sendo portanto totalmente maligno, além disso, seu poder é grande demais para ser controlado por mortais comuns e mesmo os poderosos entre os povos livres da Terra-Média, como os imortais elfos (Elrond) e os magos (Gandalf), temem inclusive tocá-lo. O poder quase absoluto do anel corrompe o carácter e deforma a personalidade daquele que se atreve a empunhá-lo, ainda que movido por boas intenções. Quem quer que tente derrotar Sauron utilizando o anel, acabará tornando-se o próximo Senhor do Escuro.
Dada a impossibilidade de utilizar o Um Anel como arma de guerra, é imposta a tarefa de levá-lo até a Montanha da Perdição, um vulcão localizado no centro de Mordor, a Terra Negra do Inimigo, onde o anel fora forjado e também o único lugar onde poderia ser destruído.
Para essa missão, de sucesso improvável, é formada a Sociedade do Anel, composta por nove companheiros:quatro hobbits (Frodo,Sam,Merry e Pippin), dois humanos (Aragorn e Boromir), um elfo (Legolas), um anão (Gimli) e um mago (Gandalf). Frodo seria o Portador do Anel, aquele que deveria lançar o Anel nos fogos de Orodruin.
A Sociedade do Anel parte em direção a Sul. Cientes que essa rota está sendo vigiada pelo Inimigo, o grupo faz um desvio para Leste através das Montanhas Nebulosas, mas são obrigados a voltar por causa da neve e do frio. Um caminho alternativo leva-os até a temida Moria, reino subterrâneo dos anões, onde Gandalf é morto lutando com um Balrog, um demónio do mundo antigo. Os outros companheiros escapam e chegam em segurança a Lothlórien, reino da rainha élfica Galadriel, temida por seu poder mas dotada de rara beleza e sabedoria. Nesse reino encantado, onde o tempo parece não passar, os viajantes recebem auxílio e conselhos. Após algumas semanas de descanso, a Sociedade do Anel, agora liderada por Aragorn, parte de Lothlorien em direção a Sul, navegando pelo grande rio Anduin em canoas construídas pelos elfos da Floresta Dourada. Quando param para descansar próximo às cataratas de Rauros, Boromir tem uma discussão com Frodo, e tenta roubar-lhe o Anel do Poder. Frodo foge e decide ir sozinho para Mordor, mas acaba levando Sam. Quando os outros membros da Sociedade do Anel vão em busca de Frodo, são atacados por Uruk-hai (sub-espécie de Orc, mais alta e forte) enviados por Saruman, um mago renegado que se aliou a Sauron, mas que também ambiciona o Anel do Poder.
Na luta que se segue, a Sociedade é rompida:Merry e Pippin são capturados pelos uruk-hai, Boromir morre ao defendê-los, Aragorn, Legolas e Gimli decidem resgatar os hobbits aprisionados, Frodo e Sam partem sozinhos para a Montanha da Perdição. As Duas Torres.
Aragorn, Legolas e Gimli seguem os rastros dos hobbits capturados (Merry e Pippin) e o caminho condu-los até a Floresta de Fangorn. Nela encontram o Mago Branco que inicialmente pensam ser Saruman, o traidor. No entanto, o velho enigmático revela-se Gandalf, que morreu enfrentando o Balrog e retornou da morte para cumprir sua missão na Terra-Média. Os quatro seguem então para Rohan, Terra dos Cavalos. Sua capital Edoras fica no alto de uma colina, onde os rohirrim ergueram Meduseld, O Palácio Dourado. Nele vive o rei Théoden , cuja mente fora envenenada por Saruman através de um agente infiltrado, o conselheiro Gríma Língua-de-cobra. Gandalf expulsa Grima, cura o rei de seus males, e o aconselha a enfrentar a ameaça de Saruman e partir rumo a Isengard, fortaleza de Saruman, com todos os guerreiros disponíveis.
Enquanto isso, os hobbits Merry e Pippin conseguem escapar dos uruk-hais, e fogem para o interior da Floresta de Fangorn. Lá encontram Barbárvore, um Ent, um gigante em forma de árvore, e cujas origens remontam a tempos muitíssimo mais antigos que a Terceira Era, na qual se passa essa história.
Barbárvore leva Merry e Pippin a sua casa, onde descansam enquanto os Ents são convocados para uma reunião (o "Entebate") no qual se discute, na lentíssima língua dos ents, o que fazer com o Inimigo Saruman. Os Ents decidem ir à guerra e partem rumo a Isengard. Os Ents invadem a fortaleza de Saruman, massacram os odiados orcs, que haviam derrubado muitas árvores de Fangorn, e apagam as fornalhas de Isengard desviando o curso do Rio Isen. Todo o círculo de Orthanc é inundado, ficando Saruman isolado pelas águas em sua Torre de pedra.
O Um Anel.
De volta a Rohan, o rei Theoden envia velhos, mulheres e crianças para a segurança do Templo da Colina, um refúgio nas montanhas, enquanto os cavaleiros de Rohan partem em direção a Isengard. Entretanto, são obrigados a fazer um desvio que os leva até o Abismo de Helm, um estreito desfiladeiro onde os rohirrim construíram uma fortaleza de pedra (o Forte da Trompa"). Nela, as tropas de Rohan buscam refúgio mas acabam sitiadas pelos Uruk-hai de Saruman. Após horas de batalha sangrenta, os orcs são derrotados com a ajuda de outras tropas de Rohirrim, trazidas por Gandalf. Os Orcs remanescentes fogem mas são massacrados pelos Huorns, Ents mais arvorescos, que buscam vingança pela destruição da Floresta de Fangorn.
Finda a Batalha do Abismo de Helm, o rei Theoden, Gandalf, Aragorn, Legolas e Gimli, cavalgam até Isengard. Ao chegarem lá, encontram Merry e Pippin sãos e salvos, e surpreendem-se com os hobbits se fartando com as provisões de comida, vinho e fumo da fortaleza do Inimigo. Numa última e desesperada tentativa, Saruman procura seduzir o grupo com sua voz persuasiva, quase hipnótica, mas Gandalf anula o feitiço e ainda o expulsa da ordem dos Istari, quebrando seu bastão. Nesse momento, Gríma língua-de-cobra atira da Torre de Orthanc um Palantír, pedra vidente que é capaz de comunicar-se com outras semelhantes. Gandalf recolhe-a para posterior averiguação.
A noite no acampamento, Pippin, em sua incontrolável curiosidade, agarra o Palantír e olha para o seu interior, e numa visão, vê o próprio Sauron, mas por sorte não revela nada dos planos dos povos livres, e ainda vê uma parte dos planos do Senhor dos Anéis: seu primeiro ataque será contra a capital do Reino de Gondor, a cidade de Minas Tirith.
Gandalf parte então com Pippin para Minas Tirith a fim de alertar Gondor da guerra iminente, encerrando assim a primeira parte de As Duas Torres.
A segunda parte do livro, que fala sobre Frodo e Sam, inicia-se com a captura de Gollum. Em troca de sua liberdade, ele promete levar os dois até Mordor, onde fica a Montanha da Perdição. Assim é feito.
Mas Gollum não é totalmente fiel, nem totalmente sincero. Apenas Sam é capaz de perceber suas verdadeiras intenções. Gollum é uma criatura velha e "pegajosa" que já foi um hobbit, mas que foi possuído pelo poder do Um Anel, e jamais conseguiu libertar-se dessa atração: um lado de sua personalidade dividida quer levar os hobbits até Mordor em segurança, mas a outra pretende matá-los e apossar-se do Anel que lhe foi roubado.
Atravessando vários lugares, os hobbits são guiados até o Portão Negro de Mordor, mas este está fechado, e os hobbits, conduzidos por Gollum, seguem outro caminho.
Ao pararem para descansar e comer, Frodo e Sam testemunham uma batalha entre Homens de Gondor e os Haradrim, aliados de Sauron. Gollum desaparece e os hobbits são capturados por uma patrulha chefiada por Faramir, irmão de Boromir. Frodo e Sam são levados até um esconderijo situado atrás de uma cachoeira onde Sam inadvertidamente revela o objetivo da missão (a destruição do anel do poder).
Frodo repreende Sam e teme que Faramir seja como seu falecido irmão e queira tomar o anel para si. Entretanto, para sua surpresa, Faramir revela grande força de caráter e nobreza de coração, e os liberta para que possam cumprir sua tarefa.
Os hobbits reiniciam sua jornada para Mordor, com Gollum como seu guia, e decidem atravessar as montanhas através de Cirith Ungol, local de má fama, considerado maldito e perigoso. Este caminho os leva até uma escada talhada em um paredão de rocha, que termina num túnel. O plano de Gollum, que se rendeu ao mal, é guiá-los através desse túnel e lá dentro entregá-los a Laracna, uma aranha gigantesca, descendente da terrível Ungoliant. O esquema de Gollum funciona em parte: Frodo é picado por Laracna, mas Sam luta desesperadamente contra o terrível aracnídeo e acaba derrotando-o com um golpe de espada num ponto fraco de sua couraça.
Convicto da morte de Frodo, Sam decide assumir o fardo do anel e completar a missão de seu mestre. Nesse ínterim, uma patrulha de orcs se aproxima, e Sam volta para evitar que o cadáver de Frodo vire carniça de orcs. Sam ouve a conversa dos servos de Sauron e tem um choque ao saber que Frodo na verdade não estava morto, apenas inconsciente.As Duas Torres termina com os orcs levando o adormecido Frodo para a Torre de Cirith Ungol e com o Hobbit Samwise Gamgee em desespero, que tem de escolher entre continuar a missão do Anel ou tentar salvar Frodo das garras dos orcs.
O Retorno do Rei.
Gandalf e Pippin entram na cidade de Minas Tirith, onde se encontram com Denethor, regente do reino de Gondor. Gandalf o avisa da guerra próxima, e o regente pede a ajuda de Rohan, mas revela seu rancor por Aragorn, que, sendo descendente direto do último rei, é o herdeiro legítimo do trono de Gondor. Merry, entretanto, permanece com os rohirrim, para servir ao rei Théoden, que reune todos os guerreiros aptos de seu reino e parte para a guerra em Minas Tirith. Junto com ele vão Aragorn, Legolas e Gimli.
Enquanto isso, Sam penetra na torre de Cirith Ungol, e resgata Frodo, que era mantido prisioneiro. Com muita sorte, ambos escapam dos muitos orcs, e adentram Mordor, uma imensa terra devastada, coberta de pó, cinza e fogo, cujo próprio ar é carregado de fumaça venenosa.
Após receberem uma mensagem de Elrond, Aragorn, Legolas e Gimli deixam o exército de Rohan e viajam então para as Sendas dos Mortos. Lá Aragorn convoca um exército de almas penadas/ mortos-vivos (o livro não deixa muito claro) a cumprirem um antigo juramento de lealdade para com Isildur, o primeiro rei de Gondor e seu ancestral direto. Os mortos haviam jurado lutar ao lado de Gondor mas fugiram para as montanhas quando foram chamados à guerra. Isildur então os amaldiçoou a não terem paz, nem na vida nem na morte, até que sua promessa fosse cumprida.
Quando a guerra se abate sobre Gondor, o exército dos mortos, liderado por Aragorn, liberta um porto no grande rio Anduin, dominado pelos Haradrim (habitantes do sul da Terra-Média), o que permite o embarque de tropas aliadas que vão em auxílio de Minas Tirith, sitiada pelas Tropas de Sauron. Terminada a batalha dos Campos do Pelennor,que ainda não fora a batalha definitiva, os exércitos de Gondor e Rohan, marcham rumo ao Portão Negro de Mordor. O objetivo da arriscada manobra é atrair os exércitos remanescentes do Inimigo e esvaziar a Terra Negra, possibilitando a passagem de Frodo e Sam até a Montanha da Perdição, onde o Anel do Poder poderia ser destruído.
Tudo ocorre como previsto: os exércitos de Mordor caem na armadilha. Frodo e Sam conseguem passar, todavia antes de entrarem na Montanha da Perdição, encontram Gollum em seu caminho. Os hobbits se separam, Frodo adentra as Fendas da Perdição, uma câmara no vulcão que dá acesso à lava chamejante. Quando já está à beira do precipício, surpreendentemente, Frodo é dominado pelo Anel do Poder e o reivindica para si: "o anel é meu, não vou destruí-lo!". Nisso, Gollum intervém, ele e Frodo lutam ferozmente, até que Gollum arranca o anel das mãos de Frodo. Gollum escorrega e cai acidentalmente (ou não) na lava ardente, levando consigo o Um Anel, que é destruído, assim como Sauron, cujo espírito estava vinculado ao anel, e seus servos orcs, que dependiam de sua força e comando.
Aragorn então assume o trono de Gondor com o nome élfico Elessar, sendo coroado Rei por Gandalf, e se casa com a meia-elfa Arwen. Tem início assim a Quarta Era, a era do Domínio dos Homens. Os elfos remanescentes da Terra-Média decidem partir para Aman, morada dos deuses Valar.
Os quatro Hobbits então retornam para o Condado, tendo que enfrentar um último inimigo: Saruman que se apossou do Condado. Mas o mago acaba morto pelas mãos de Grima Língua-de-cobra, e a paz volta à terra dos hobbits.
O livro termina com a partida para as Terras Imortais (Aman) de Gandalf, Galadriel, Elrond assim como dos hobbits Frodo e seu tio Bilbo, que, embora mortais, conquistam o direito de viver o resto de seus dias junto aos Elfos e aos Valar, como reconhecimento de sua lealdade e sacrifício durante a Guerra contra Sauron e por terem sido portadores do Um Anel.
Frodo Bolseiro é um hobbit do Condado, que recebe de seu tio Bilbo um anel de rara beleza. Esse anel tem uma longa história: foi roubado de uma criatura chamada Gollum (como relatado no livro O Hobbit), e desde então ele tem sido guardado por Bilbo.
O Mago Gandalf, um velho amigo de Bilbo, percebe o poder que aquele anel possui, não sendo um anel comum, mas sim o Um Anel, artefato mágico forjado por Sauron, o Senhor do Escuro, e que fora perdido numa batalha muito tempo antes. Se recuperado, o Um Anel permitiria a Sauron o domínio definitivo sobre toda a Terra-média. O Um Anel, ou Anel do Poder, dera longevidade fora do comum a seu antigo dono, Bilbo, e possuia consciência, uma vontade própria que o conduzia sempre na direção do seu criador e senhor. Gandalf aconselha Frodo a deixar o Condado, planejado para ocorrer até o festa de aniversário daquele ano. Gandalf parte, para resolver alguns assuntos, mas combinando que voltaria para acompanhar Frodo, porém, não manda notícias durante vários meses. Chegando a data prevista, Frodo decide deixar o Condado, após vender Bolsão, levando consigo seus amigos Sam, Merry e Pippin.
Os hobbits resolvem pegar um atalho que passa através da Floresta Velha, lar de árvores que se comunicam entre si. Dentro da Floresta, os hobbits são salvos de uma árvore violenta por um estranho ser que adora cantar: o enigmático Tom Bombadil, um dos maiores mistérios de Tolkien.
Passando por outros perigos, os hobbits chegam a Bree, uma vila habitada por Homens e hobbits, perto da fronteira do Condado, e lá aceitam a ajuda de um Guardião chamado Passolargo, amigo de Gandalf, que os guia até Valfenda, um reino ainda habitado por elfos, seres imortais, detentores de grande poder, beleza e sabedoria. Mas o caminho ainda é perigoso: o grupo é emboscado no Topo do Vento e Frodo acaba apunhalado por um Nazgûl, Espectro do Anel. Passolargo consegue repelir a ofensiva do Inimigo e foge com Frodo, que está gravemente ferido, e os outros hobbits. Quando estão a ser novamente alcançados pelos Espectros do Anel, o elfo Glorfindel encontra-os e condu-los em segurança até Valfenda. Os Nazgûl tentam detê-los mas são varridos pela inundação súbita do rio Baraduin.
Já curado, Frodo descobre as maravilhas de Valfenda e lá é realizado um conselho liderado por Elrond, o meio-elfo mestre de Rivendell e pai de Arwen, a amada de Passolargo, cujo verdadeiro nome é Aragorn, que se revela descendente de Isildur e herdeiro do Trono de Gondor.
No Conselho de Elrond são expostos os problemas relacionados ao Um Anel. Boromir, filho do regente de Gondor, sugere usar o Anel do Poder contra Sauron. Elrond e Gandalf rejeitam a ideia imediatamente e explicam os vários motivos pelos quais não podem usá-lo contra o "Senhor dos Anéis": Sauron é o único e verdadeiro mestre do Anel, pois o forjou, sendo portanto totalmente maligno, além disso, seu poder é grande demais para ser controlado por mortais comuns e mesmo os poderosos entre os povos livres da Terra-Média, como os imortais elfos (Elrond) e os magos (Gandalf), temem inclusive tocá-lo. O poder quase absoluto do anel corrompe o carácter e deforma a personalidade daquele que se atreve a empunhá-lo, ainda que movido por boas intenções. Quem quer que tente derrotar Sauron utilizando o anel, acabará tornando-se o próximo Senhor do Escuro.
Dada a impossibilidade de utilizar o Um Anel como arma de guerra, é imposta a tarefa de levá-lo até a Montanha da Perdição, um vulcão localizado no centro de Mordor, a Terra Negra do Inimigo, onde o anel fora forjado e também o único lugar onde poderia ser destruído.
Para essa missão, de sucesso improvável, é formada a Sociedade do Anel, composta por nove companheiros:quatro hobbits (Frodo,Sam,Merry e Pippin), dois humanos (Aragorn e Boromir), um elfo (Legolas), um anão (Gimli) e um mago (Gandalf). Frodo seria o Portador do Anel, aquele que deveria lançar o Anel nos fogos de Orodruin.
A Sociedade do Anel parte em direção a Sul. Cientes que essa rota está sendo vigiada pelo Inimigo, o grupo faz um desvio para Leste através das Montanhas Nebulosas, mas são obrigados a voltar por causa da neve e do frio. Um caminho alternativo leva-os até a temida Moria, reino subterrâneo dos anões, onde Gandalf é morto lutando com um Balrog, um demónio do mundo antigo. Os outros companheiros escapam e chegam em segurança a Lothlórien, reino da rainha élfica Galadriel, temida por seu poder mas dotada de rara beleza e sabedoria. Nesse reino encantado, onde o tempo parece não passar, os viajantes recebem auxílio e conselhos. Após algumas semanas de descanso, a Sociedade do Anel, agora liderada por Aragorn, parte de Lothlorien em direção a Sul, navegando pelo grande rio Anduin em canoas construídas pelos elfos da Floresta Dourada. Quando param para descansar próximo às cataratas de Rauros, Boromir tem uma discussão com Frodo, e tenta roubar-lhe o Anel do Poder. Frodo foge e decide ir sozinho para Mordor, mas acaba levando Sam. Quando os outros membros da Sociedade do Anel vão em busca de Frodo, são atacados por Uruk-hai (sub-espécie de Orc, mais alta e forte) enviados por Saruman, um mago renegado que se aliou a Sauron, mas que também ambiciona o Anel do Poder.
Na luta que se segue, a Sociedade é rompida:Merry e Pippin são capturados pelos uruk-hai, Boromir morre ao defendê-los, Aragorn, Legolas e Gimli decidem resgatar os hobbits aprisionados, Frodo e Sam partem sozinhos para a Montanha da Perdição.
As Duas Torres.
Aragorn, Legolas e Gimli seguem os rastros dos hobbits capturados (Merry e Pippin) e o caminho condu-los até a Floresta de Fangorn. Nela encontram o Mago Branco que inicialmente pensam ser Saruman, o traidor. No entanto, o velho enigmático revela-se Gandalf, que morreu enfrentando o Balrog e retornou da morte para cumprir sua missão na Terra-Média. Os quatro seguem então para Rohan, Terra dos Cavalos. Sua capital Edoras fica no alto de uma colina, onde os rohirrim ergueram Meduseld, O Palácio Dourado. Nele vive o rei Théoden , cuja mente fora envenenada por Saruman através de um agente infiltrado, o conselheiro Gríma Língua-de-cobra. Gandalf expulsa Grima, cura o rei de seus males, e o aconselha a enfrentar a ameaça de Saruman e partir rumo a Isengard, fortaleza de Saruman, com todos os guerreiros disponíveis.
Enquanto isso, os hobbits Merry e Pippin conseguem escapar dos uruk-hais, e fogem para o interior da Floresta de Fangorn. Lá encontram Barbárvore, um Ent, um gigante em forma de árvore, e cujas origens remontam a tempos muitíssimo mais antigos que a Terceira Era, na qual se passa essa história.
Barbárvore leva Merry e Pippin a sua casa, onde descansam enquanto os Ents são convocados para uma reunião (o "Entebate") no qual se discute, na lentíssima língua dos ents, o que fazer com o Inimigo Saruman. Os Ents decidem ir à guerra e partem rumo a Isengard. Os Ents invadem a fortaleza de Saruman, massacram os odiados orcs, que haviam derrubado muitas árvores de Fangorn, e apagam as fornalhas de Isengard desviando o curso do Rio Isen. Todo o círculo de Orthanc é inundado, ficando Saruman isolado pelas águas em sua Torre de pedra.
O Um Anel.
De volta a Rohan, o rei Theoden envia velhos, mulheres e crianças para a segurança do Templo da Colina, um refúgio nas montanhas, enquanto os cavaleiros de Rohan partem em direção a Isengard. Entretanto, são obrigados a fazer um desvio que os leva até o Abismo de Helm, um estreito desfiladeiro onde os rohirrim construíram uma fortaleza de pedra (o Forte da Trompa"). Nela, as tropas de Rohan buscam refúgio mas acabam sitiadas pelos Uruk-hai de Saruman. Após horas de batalha sangrenta, os orcs são derrotados com a ajuda de outras tropas de Rohirrim, trazidas por Gandalf. Os Orcs remanescentes fogem mas são massacrados pelos Huorns, Ents mais arvorescos, que buscam vingança pela destruição da Floresta de Fangorn.
Finda a Batalha do Abismo de Helm, o rei Theoden, Gandalf, Aragorn, Legolas e Gimli, cavalgam até Isengard. Ao chegarem lá, encontram Merry e Pippin sãos e salvos, e surpreendem-se com os hobbits se fartando com as provisões de comida, vinho e fumo da fortaleza do Inimigo. Numa última e desesperada tentativa, Saruman procura seduzir o grupo com sua voz persuasiva, quase hipnótica, mas Gandalf anula o feitiço e ainda o expulsa da ordem dos Istari, quebrando seu bastão. Nesse momento, Gríma língua-de-cobra atira da Torre de Orthanc um Palantír, pedra vidente que é capaz de comunicar-se com outras semelhantes. Gandalf recolhe-a para posterior averiguação.
A noite no acampamento, Pippin, em sua incontrolável curiosidade, agarra o Palantír e olha para o seu interior, e numa visão, vê o próprio Sauron, mas por sorte não revela nada dos planos dos povos livres, e ainda vê uma parte dos planos do Senhor dos Anéis: seu primeiro ataque será contra a capital do Reino de Gondor, a cidade de Minas Tirith.
Gandalf parte então com Pippin para Minas Tirith a fim de alertar Gondor da guerra iminente, encerrando assim a primeira parte de As Duas Torres.
A segunda parte do livro, que fala sobre Frodo e Sam, inicia-se com a captura de Gollum. Em troca de sua liberdade, ele promete levar os dois até Mordor, onde fica a Montanha da Perdição. Assim é feito.
Mas Gollum não é totalmente fiel, nem totalmente sincero. Apenas Sam é capaz de perceber suas verdadeiras intenções. Gollum é uma criatura velha e "pegajosa" que já foi um hobbit, mas que foi possuído pelo poder do Um Anel, e jamais conseguiu libertar-se dessa atração: um lado de sua personalidade dividida quer levar os hobbits até Mordor em segurança, mas a outra pretende matá-los e apossar-se do Anel que lhe foi roubado.
Atravessando vários lugares, os hobbits são guiados até o Portão Negro de Mordor, mas este está fechado, e os hobbits, conduzidos por Gollum, seguem outro caminho.
Ao pararem para descansar e comer, Frodo e Sam testemunham uma batalha entre Homens de Gondor e os Haradrim, aliados de Sauron. Gollum desaparece e os hobbits são capturados por uma patrulha chefiada por Faramir, irmão de Boromir. Frodo e Sam são levados até um esconderijo situado atrás de uma cachoeira onde Sam inadvertidamente revela o objetivo da missão (a destruição do anel do poder).
Frodo repreende Sam e teme que Faramir seja como seu falecido irmão e queira tomar o anel para si. Entretanto, para sua surpresa, Faramir revela grande força de caráter e nobreza de coração, e os liberta para que possam cumprir sua tarefa.
Os hobbits reiniciam sua jornada para Mordor, com Gollum como seu guia, e decidem atravessar as montanhas através de Cirith Ungol, local de má fama, considerado maldito e perigoso. Este caminho os leva até uma escada talhada em um paredão de rocha, que termina num túnel. O plano de Gollum, que se rendeu ao mal, é guiá-los através desse túnel e lá dentro entregá-los a Laracna, uma aranha gigantesca, descendente da terrível Ungoliant. O esquema de Gollum funciona em parte: Frodo é picado por Laracna, mas Sam luta desesperadamente contra o terrível aracnídeo e acaba derrotando-o com um golpe de espada num ponto fraco de sua couraça.
Convicto da morte de Frodo, Sam decide assumir o fardo do anel e completar a missão de seu mestre. Nesse ínterim, uma patrulha de orcs se aproxima, e Sam volta para evitar que o cadáver de Frodo vire carniça de orcs. Sam ouve a conversa dos servos de Sauron e tem um choque ao saber que Frodo na verdade não estava morto, apenas inconsciente.As Duas Torres termina com os orcs levando o adormecido Frodo para a Torre de Cirith Ungol e com o Hobbit Samwise Gamgee em desespero, que tem de escolher entre continuar a missão do Anel ou tentar salvar Frodo das garras dos orcs.
O Retorno do Rei
Gandalf e Pippin entram na cidade de Minas Tirith, onde se encontram com Denethor, regente do reino de Gondor. Gandalf o avisa da guerra próxima, e o regente pede a ajuda de Rohan, mas revela seu rancor por Aragorn, que, sendo descendente direto do último rei, é o herdeiro legítimo do trono de Gondor. Merry, entretanto, permanece com os rohirrim, para servir ao rei Théoden, que reune todos os guerreiros aptos de seu reino e parte para a guerra em Minas Tirith. Junto com ele vão Aragorn, Legolas e Gimli.
Enquanto isso, Sam penetra na torre de Cirith Ungol, e resgata Frodo, que era mantido prisioneiro. Com muita sorte, ambos escapam dos muitos orcs, e adentram Mordor, uma imensa terra devastada, coberta de pó, cinza e fogo, cujo próprio ar é carregado de fumaça venenosa.
Após receberem uma mensagem de Elrond, Aragorn, Legolas e Gimli deixam o exército de Rohan e viajam então para as Sendas dos Mortos. Lá Aragorn convoca um exército de almas penadas/ mortos-vivos (o livro não deixa muito claro) a cumprirem um antigo juramento de lealdade para com Isildur, o primeiro rei de Gondor e seu ancestral direto. Os mortos haviam jurado lutar ao lado de Gondor mas fugiram para as montanhas quando foram chamados à guerra. Isildur então os amaldiçoou a não terem paz, nem na vida nem na morte, até que sua promessa fosse cumprida.
Quando a guerra se abate sobre Gondor, o exército dos mortos, liderado por Aragorn, liberta um porto no grande rio Anduin, dominado pelos Haradrim (habitantes do sul da Terra-Média), o que permite o embarque de tropas aliadas que vão em auxílio de Minas Tirith, sitiada pelas Tropas de Sauron. Terminada a batalha dos Campos do Pelennor,que ainda não fora a batalha definitiva, os exércitos de Gondor e Rohan, marcham rumo ao Portão Negro de Mordor. O objetivo da arriscada manobra é atrair os exércitos remanescentes do Inimigo e esvaziar a Terra Negra, possibilitando a passagem de Frodo e Sam até a Montanha da Perdição, onde o Anel do Poder poderia ser destruído.
Tudo ocorre como previsto: os exércitos de Mordor caem na armadilha. Frodo e Sam conseguem passar, todavia antes de entrarem na Montanha da Perdição, encontram Gollum em seu caminho. Os hobbits se separam, Frodo adentra as Fendas da Perdição, uma câmara no vulcão que dá acesso à lava chamejante. Quando já está à beira do precipício, surpreendentemente, Frodo é dominado pelo Anel do Poder e o reivindica para si: "o anel é meu, não vou destruí-lo!". Nisso, Gollum intervém, ele e Frodo lutam ferozmente, até que Gollum arranca o anel das mãos de Frodo. Gollum escorrega e cai acidentalmente (ou não) na lava ardente, levando consigo o Um Anel, que é destruído, assim como Sauron, cujo espírito estava vinculado ao anel, e seus servos orcs, que dependiam de sua força e comando.
Aragorn então assume o trono de Gondor com o nome élfico Elessar, sendo coroado Rei por Gandalf, e se casa com a meia-elfa Arwen. Tem início assim a Quarta Era, a era do Domínio dos Homens. Os elfos remanescentes da Terra-Média decidem partir para Aman, morada dos deuses Valar.
Os quatro Hobbits então retornam para o Condado, tendo que enfrentar um último inimigo: Saruman que se apossou do Condado. Mas o mago acaba morto pelas mãos de Grima Língua-de-cobra, e a paz volta à terra dos hobbits.
O livro termina com a partida para as Terras Imortais (Aman) de Gandalf, Galadriel, Elrond assim como dos hobbits Frodo e seu tio Bilbo, que, embora mortais, conquistam o direito de viver o resto de seus dias junto aos Elfos e aos Valar, como reconhecimento de sua lealdade e sacrifício durante a Guerra contra Sauron e por terem sido portadores do Um Anel.J.R.R. Tolkien.