contos sol e lua

contos sol e lua

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Meu Tempo.


Difícil prá mim falar das coisas simples.
Fácil prá mim sentir as coisas simples.
Algo me deixa aflito. Me deixa no ar.
Vida sôlta. Solta a vida!...deixe-a reinar.
Mergulho em mim, e nada encontro além do que sou
É mar imenso, sem referencial. Não sei onde estou.
Tempo? Espaço? Nada disso é palpável.
O que sou além do que mostro ser?
Onde vou? Se nem sei onde cheguei!
Mar de mim mesmo. Preso estou.
Se me solto, prá onde vou?
Ir e vir. Ondas no meu mar
Sem rumo e em todos os rumos.
Eu flutuo... Eu mergulho...
Continuo não sabendo onde estou.
Como preencher meu coração vazio?
Prá quem tem esperança o tempo é "quando"
Prá quem tem saudade o tempo é "ido"
Prá quem não tem rumo, todo o tempo é sofrido!.
Melhor tempo nenhum,
Melhor nenhum lugar
Melhor partir do que ficar.
Na eternidade dessa dúvida.
Na crueldade da mentira.
Na solidão do não ser.
Prefiro a paz da ascese
Prefiro a mansidão de saber...
Que do outro lado da vida
Há alguma razão escondida
Que justifique o viver!

Lenda.


O gelo cobre a terra
É onde nunca esteve antes
Muitos vivendo petrificados na noite
E toda a luz se foi

Uma mulher - um menino
Um erro que aconteceu - Um Senhor sombrio se alegra
Sua beleza - sua bondade
Os unicórnios - chegaram ao seu peito
Encantados - ambos são
Olhos são fixados de um ao outro
Sombras arrastam para trás
Reivindicar pela magia do chifre do unicórnio
A noite foi renascida pelo unicórnio

A menina foi aos prantos pelos pecados
Sua dor cresce por dentro profundamente
Fugindo em agonia
Ela não poderia ver para descobrir

Alguém espera - para que ela vá
O Senhor mais sombrio - ele a quer também
Ele próprio deve - ela é uma luz especial
Por sua doçura - Nas noites mais escuras
Este menino - consumido pelo amor
Deve encontrar o seu caminho - Os senhores sombrios dominam
Lutando contra - para encontrar o seu amor
E reivindicar a magia chifre do unicórnio

Através da escuridão e desespero leva-lhe o amor
Avançar em rápidas asas através labirintos na frente dele
Guiados por espíritos que permanecerão ao seu lado
Ele deve curar o seu mundo novamente

Salve sua princesa das sombras tire-a de sua prisão
O crescente mal pretende governar o mundo com punhos de ferro
Lutar por um beijo de seus doces lábios ele irá
Ele trouxe de volta à luz, tornando as coisas certas
E assim a lenda diz


Através da escuridão e desespero leva-lhe o amor
Avançar em rápidas asas através labirintos na frente dele
Guiados por espíritos que permanecerão ao seu lado
Ele deve curar o seu mundo novamente

Salve sua princesa das sombras tire-a de sua prisão
O crescente mal pretende governar o mundo com punhos de ferro
Lutar por um beijo de seus doces lábios ele irá
Ele trouxe de volta à luz, tornando as coisas certas
E assim a lenda diz.Wiképedia.

Unicórnio.

As informações sobre os seus poderes remontam de 398 a. C, quando alguns viajantes relatavam terem visto unicórnios em países distantes. A descrição era de um animal com corpo de cavalo, patas traseiras de gazela, rabo de leão, barbas de bode e, da testa saía-lhe um chifre comprido e retorcido. Este chifre teria a virtude mágica de descobrir a presença de venenos, motivo pelo qual era procurado com afinco.
Ele figura em diversos desenhos contidos nos livros de tratados alquímicos para representar num único ser a reunião dos opostos. Os herméticos, quando estavam prestes a realizar uma grande descoberta, desenhavam um unicórnio como uma espécie de guardião desta informação. Também simboliza com seu chifre no meio de sua fronte, a flecha espiritual, o raio solar, a espada de Deus e a revelação divina. Os alquimistas viam no unicórnio a imagem do hermafrodita (homem e mulher); um ser que transcende a própria sexualidade.
Durante a Idade Média, na iconografia cristã, transformou-se no símbolo da encarnação do verbo de Deus no seio da Virgem Maria, ou seja, a virgem fecundada pelo Espírito Santo.
Na China, o nome do unicórnio é Ki lin, símbolo da mansidão e da boa sorte. Esta designação representa o masculino-feminino, o yin e yang, uma caracterização também aceita no Ocidente. Embora seja um animal contido apenas nas histórias e lendas, ele aparece em quase todas as culturas, simbolizando as qualidades que o ser humano ainda precisa ter: retidão e paz de espírito para conquistar seu caminho evolutivo.
Na Idade Média, os poderes medicinais do chifre do unicórnio constavam na lista dos remédios aprovados pela Sociedade Inglesa de Medicina. Seu preço era exorbitante; os comerciantes justificavam que "esse animal vivia na Índia e era muito difícil a sua captura". A dança do unicórnio é um divertimento que acontece ainda no Extremo Oriente na festa do meio do outono. O unicórnio seria uma variante do dragão - outro símbolo régio - representado como o senhor da chuva que luta contra o sol e o responsável por secas e calamidades. Assim como o dragão, ele teria nascido das nuvens (inconsciente), sempre anunciando chuvas fertilizantes e abundância de água (limpeza). Este animal mitológico representa a pureza da alma, o inconsciente do homem, a força, a retidão e a palavra de Deus.Wiképedia.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

CREDO DE UM GUERREIRO .(Samurai Anônimo séc. XV)


Superação e Força.
Espirito de um Tigre.
Não tenho país: fiz do céu e da terra meu país.
Não tenho lar: fiz da percepção o meu lar.
Não tenho vida ou morte: fiz do fluir e do refluir da respiração a minha vida e minha morte.
Não tenho poder divino: fiz da honestidade o meu poder divino.
Não tenho recursos: fiz da compreensão os meus recursos.
Não tenho segredos mágicos: fiz do meu caráter o meu segredo mágico.
Não tenho corpo: fiz da resistência o meu corpo.
Não tenho olhos: fiz do relâmpago os meus olhos.
Não tenho ouvidos: fiz da sensibilidade os meus ouvidos.
Não tenho membros: fiz da diligência os meus membros.
Não tenho estratégia: fiz da mente aberta a minha estratégia.
Não tenho perspectivas: fiz de "agarrar a oportunidade por um fio" as minhas perspectivas.
Não tenho milagres: fiz da ação correta os meus milagres.
Não tenho princípios: fiz da adaptabilidade das circunstâncias os meus princípios.
Não tenho táticas: fiz do pouco e do muito as minhas táticas.
Não tenho talentos: fiz da agilidade mental os meus talentos.
Não tenho amigos: fiz da minha mente o meu amigo.
Não tenho inimigos: fiz do descuido o meu inimigo.
Não tenho armadura: fiz da benevolência e da imparcialidade a minha armadura.
Não tenho castelo: fiz da mente imutável o meu castelo.
Não tenho espada: fiz da ausência do ego a minha espada.

O poço dos desejos.

O jovem Samurai Yuzo completava naquele dia dezesseis anos. Olhou pela janela do Castelo Daimyo e avistou a imensa paisagem verde e as montanhas de Kobe que contornavam a paisagem da manhã. O menino guerreiro habitava a torre central e mais alta da residência aonde se instalavam os cavaleiros cujo ofício e meta de vida era a defesa do Clã. A luz em forma de espada atravessava o corredor do quarto, o que denunciava que há muitas horas o dia amanhecera. O Silêncio nos alojamentos que ladeavam o quarto era grito aos ouvidos: Um Samurai só se entrega ao sono da morte.
Enquanto todos os jovens soldados espalhavam-se entre os jardins, templos e ruelas, Yuzo detinha-se diante do reflexo de seu rosto no prato de água sobre a mesa de pedra. Afundou as mãos na água e as trouxe ao rosto. As gotas desciam dos dedos em movimento rápido e sentiu a umidade fria o despertando para o dia. Há semanas uma voz interior o incomodava. Há dias os rituais do templo se apresentavam sem as cores habituais do arco-íris. Não havia mais sabor no arroz cozido, não havia nenhum sentido na disciplina dos exercícios de guerra. Para ele todas as chamas da casa iluminavam unicamente a porta do calabouço aonde eram guardadas as provisões de inverno.
O rapaz desceu as escadas estreitas aonde a luz ia findando-se à medida que avançava. O menino Samurai não soube quanto tempo esteve sentado nos degraus gelados do subsolo do castelo. As pupilas se misturavam ao escuro e acostumadas à pouca luz lhe davam a nítida impressão que este era seu real habitat. Olhou sobre os ombros a pequena abertura na parede perto do teto e lá fora estava o caminho das nuvens. A estreita porção do céu oferecia uma nesga de luz ao quarto escuro. O jovem continuava sentado na base alta dos degraus e as pernas balançando frente à parede de pedra. Com o arrastar das horas já não via a luz da manhã. Ergueu os olhos sobre os ombros e descobriu na pequena abertura a pouca luminosidade da lua. A voz que lhe vinha do peito era um uivo de lobo em noite de lua. Sentia o sangue descendo em abundância sob a armadura, mas o Jovem Yuzo não sabia o tamanho da espada que o cortara. As lembranças estavam se tornando branquinhas como areia entre os dedos e distante como um canto de infância. Um novelo embaraçado de pensamentos e sentimentos lhe contornava a alma e o arrastavam para o fundo. O rapaz sentia-se preso entre os degraus de pedras e o brilho da lua.
Deitado sobre o braço direito, tendo o esquerdo sobre a testa, viu na pequena luminosidade o inseto rodopiando a estreita janela. A pequena borboleta dava voltas em torno de si como um beija-flor em movimento. O menino olhou demoradamente o bailado da borboleta. Seria uma borboleta ou um grande inseto de luz perdido do grupo? O bichinho alado entrou no calabouço e percorreu os sacos de mantimentos. Passou sobre a cabeça do jovem, rodopiou-lhe os ombros. Yuzo levantou-se rápido tentando alcançar o que era realmente uma borboleta luminosa. O animal inquieto avançou sobre os degraus estreitos que conduziam à saída do Depósito de alimentos. O rapaz corria agora atrás da borboleta pelos corredores do palácio. O inseto corria entre as árvores do Jardim e o jovem guerreiro esqueceu-se da ferida e do sangue que lhe encharcara as roupas durante todo o dia. A branda luminosidade da lua mesclava com a neblina da madrugada. O menino caminhava devagar, pois que já não via a borboleta e nem mesmo as árvores. A luz do sol chegava entre a vegetação da planície, vinda lá das altas montanhas que contornavam o lugar. A luz em forma de espada terminava para Yuzo em um poço de pedra. O menino lembrou-se da estória do poço que seu avô sempre contava à Hora do Chá. Ali estava O Poço dos Desejos dos primeiros Samurais. Há muitos anos o Imperador mandara cobrir o poço sem água, pois que com o passar dos anos servira apenas de berço às aves mortas e meninos desatentos. O jovem aproximou-se do Poço e sentiu a serenidade úmida da água em sua imagem refletida. A palidez do rosto denunciava a falta de alimentação e a tristeza. Deteve-se por alguns instantes diante do reflexo que balançava lentamente entre o contorno das pedras. O avô contara que os primeiros Guerreiros Samurais quando dirigiam-se para uma grande batalha olhavam, antes nas águas do poço, sua imagem refletida. Se não conseguissem visualizar o reflexo seria o caminho inevitável da morte o que era tão honrado quanto a volta vitoriosa. O Soldado Samurai lançava então sobre as águas um desejo de que qualquer que fosse o seu destino haveria de ser coberto pelo manto da Honra. Buscava pela segunda vez a imagem. Na verdade, explicava o velho avô, o poço refletia o destino da alma de um guerreiro, pois que a Morte não é eterna, a Honra sim. O menino olhou mais uma vez seu rosto na água. O brilho da luz do sol em forma de espada estendia-se verticalmente sobre os ombros e a armadura ganhara uma cor dourada. Seu rosto roubara do arco-íris o tom róseo e seus cabelos desciam negros e brilhantes sobre a armadura de guerra. O menino avançou a ponta dos dedos em direção ao poço de pedra na tentativa de alcançar a imagem do valente guerreiro.
É você Yuzo!Wikepédia.

A vida pela espada.


Com um estilo de vida que combinava conduta irrepreensível, treinamento árduo e aperfeiçoamento constante, os samurais foram os unificadores do Japão e marcaram para sempre o modo de ver o mundo da sociedade nipônica.
Roupa tradicional: Os samurais possuíam quimonos que tinham gravados os brasões da família à qual pertenciam, os Montsuki hakama.
Em um Japão de guerras, dividido em feudos e alvo constante de disputas de terras entre os séculos X e XI, surgiu uma espécie de guerreiro que mudou para sempre a história do país. Mais que isso, ajudou a unificar o arquipélago e fazer dele uma nação. Esses guerreiros eram os samurais.
Exímios praticantes de artes marciais e dotados de controle sobre seu corpo e mente, os samurais tiveram como função primordial defender os senhores feudais a quem serviam. Mais tarde, tornaram-se tão poderosos que ultrapassaram os limites dos feudos e acumularam influência política e militar.
Made in Japan conta a história dos samurais e do rígido código de conduta que seguiam (bushido), destacando o mais famoso deles, Miyamoto Musashi, e os três maiores xoguns do Japão, os samurais Oda Nobunaga, Toyotomi Hideyoshi e Tokugawa Ieyasu.
Espírito Samurai.
Welison CalandriaSamurai no logotipo: O logo da Mitsubishi surgiu na era Meiji, como junção do brasão da família de Yotaro Iwasaki (o sankaibishi - três losangos), samurai de Tosa, e do brasão da família Yamauchi (o mitsukashiwa - três folhas de carvalho), senhor feudal de TosaO termo samurai significa literalmente “aquele que serve” e designa o compromisso vitalício desses guerreiros com seus senhores nos tempos do Japão feudal. Inseparáveis de suas katanas (espadas longas), alguns samurais ainda utilizavam uma wakizashi (espada curta). O duplo conjunto de espadas, chamado de dai-shô, era um privilégio exclusivo dessa classe social. Se sua honra era ferida ou se a missão falhava por sua culpa, o samurai cometia o harakiri ou seppuku, o suicídio ritual com a própria espada, cortando o ventre. A vida era entregue, pois sem honra não havia porque um samurai viver.
Na sociedade japonesa, esses guerreiros dispunham de imenso poder. Tinham o direito de executar qualquer pessoa hierarquicamente inferior - fazendeiros, artesãos e comerciantes - que incomodasse os samurais ou que não se mostrasse respeitosa com seus superiores. Por isso, eram figuras bastante temidas. Apesar da violência associada a esses guerreiros, ser um samurai era muito mais que ter habilidade para decepar cabeças. Era preciso também ter um espírito puro para servir o seu senhor e lutar.
O hakama, calças largas que se estendem para os lados, era utilizado apenas por eles. É que, além de servir para esconder os pés do lutador e impedir que o inimigo conhecesse seus movimentos, cada prega do hakama simboliza uma das sete virtudes que um samurai deve ter: a honestidade, a lealdade, a coragem, a perseverança, a benevolência, a compaixão e a sinceridade. Por isso só um samurai de verdade poderia utilizá-lo.
O verdadeiro samurai era aquele pertencente à classe social dos samurais. Muitos dos guerreiros japoneses já nasceram em uma família de militares. Isso significa que, desde crianças, eram introduzidos ao código de conduta samurai (o bushido) e aos treinamentos em artes marciais e com a espada.
Na época das grandes guerras não havia nenhuma regra sobre segurar a espada com a mão direita ou a mão esquerda. Um exemplo famoso é de Musashi Miyamoto, que lutava com duas espadas. Alguns estudiosos afirmam que ele era canhoto.Embora os primeiros samurais tenham surgido no século X, sua importância na sociedade japonesa foi marcante a partir do início do século XI, quando o clã que comandava o Japão na época, o Fujiwara, começou a perder poder. Por conta disso, a segurança das terras ficou comprometida, fazendo com que vários proprietários contratassem samurais para se defender. Mais tarde surgiram os clãs militares e os samurais ganharam notoriedade nacional.
Na era Heian, no século XII, duas famílias, Minamoto e Taira, tornaram-se poderosas no império nipônico. Os Taira assumiram os cargos na administração imperial e os Minamoto lutavam em guerras para dominar o território do norte da ilha de Honshu. Na era Muromachi, o poder dos guerreiros japoneses cresceu. O período foi marcado pela guerra civil, que ficou conhecida como Sengoku Jidai. Um dos motivos da guerra, que teve início em 1463 e terminou em 1573, foi o fato de o então xogum Ashikaga Takaushi não ter pago o que havia prometido para os samurais que lutaram por ele. Nessa época, a demanda por samurais aumentou muito. A organização social rígida na qual os guerreiros tinham de escolher entre ter uma vida rural, nas fazendas, ou servir nos castelos começou com o xogum Toyotomi Hideyoshi, em uma tentativa de unificar o país. Foi instaurada uma lei que permitia somente a samurais utilizar espadas. No período Edo, a classe dos samurais era a mais alta. Eles eram forçados a morar em cidades ao redor de castelos, sob o comando dos xoguns. A fase áurea dos guerreiros se deu no xogunato dos Tokugawa, quando os samurais tornaramse notáveis pela eficiência na administração nacional. Com a queda do castelo de Osaka, em 1615, o último grande rival dos Tokugawa foi morto, e uma relativa paz perdurou no Japão por 250 anos, fazendo com que os samurais entrassem em desuso. Em 1868, com a restauração Meiji, o sistema feudal japonês foi derrubado e a classe de samurais foi abolida. O uso das espadas foi proibido, mas o espírito samurai sobreviveu. Até hoje, os valores de lealdade, aperfeiçoamento, dedicação e outras virtudes dos samurais estão presentes na sociedade nipônica e são parte da identidade nacional.
As eras dos samurais.Alguns chegavam a raspar parte dos cabelos. A área raspada, chamada de sakayaki (lua da testa), servia como um vão de ventilação para evitar o calor na cabeça e prevenir mal-estarHEIAN (794 - 1185)
A nobreza domina o Japão com seus vastos latifúndios. Os camponeses vendem suas terras aos nobres para poder fugir da vida miserável. O governo perde o poder e a família Fujiwara amplia sua influência política.
KAMAKURA (1192 - 1333)
Surge o xogunato em Kamakura e a classe samurai se estabelece.
MUROMACHI (1333 - 1573)
O xogunato de Ashikaga Takauji se fixa em Kyoto. Guerras civis conturbam o período, permitindo a ascenção de senhores feudais mais fortes, mesmo os de classe inferior.
AZUCHI MOMOYAMA (1573 - 1603)
Nobunaga derruba o xogunato, mas não conclui a unificação do Japão, pois morre em 1582. Quem o sucede é Toyotomi Hideyoshi. São construídos castelos. Surgem a cerimônia do chá e o nô.
EDO (1603 - 1868)
Após uma época de guerras, esse período é marcado por dois séculos de paz. Houve o fechamento de portos para nações estrangeiras e a proibição do cristianismo. O Japão se fecha e a família Tokugawa adota medidas rígidas e conservadoras para manter o xogunato, agora em Edo, atual Tokyo. São estabelecidas quatro classes distintas: samurais, agricultores, artesãos e comerciantes, sendo a primeira a mais poderosa. A queda do xogunato se dá após dificuldades internas e a abertura dos portos. É a Restauração Meiji.
Bushido
O caminho do guerreiro.
Welison CalandriaHerança familiar: A família da princesa Masako, esposa do príncipe Naruhito, era de samurais. Owada Shinroku era samurai do senhorio de MurakamiComo se tornar um grande samurai? Espírito guerreiro e força de vontade são essenciais, mas somente isso não formava um samurai no Japão. É preciso saber o que fazer na hora certa, pois não há muito tempo para pensar. O inimigo não espera.
Se a família pertencia à classe samurai, o guerreiro já nascia um deles. Desde a infância sabia que deveria seguir o bushido, o código de conduta dos samurais. Era instruído e treinado para ser um samurai. O bushido era ensinado oralmente, de geração em geração, de mestre para discípulo. Uma das tentativas de colocar em palavras o bushido foi o livro Hagakure, de 1716, que constitui-se de 11 volumes. Nele, Tashiro Tsuramoto recolheu os ensinamentos de Yamamoto Tsunetomo, samurai que deixou a luta para virar monge.
Segundo o bushido, para o samurai, viver é estar preparado para a morte, é saber morrer. Não que o código defenda o suicídio ou a morte por motivos tolos, mas que se o samurai tiver que morrer, que não resista, que o faça com a devida honra. Ele não podia dar sinais de sofrimento até cair morto e devia agüentar a dor sem pestanejar. A virtude suprema para o Bushido era a lealdade. O samurai era educado para servir. Servir com lealdade, prontamente, incondicionalmente. A lealdade é levada a um nível supremo pelos samurais, que dariam a sua vida pelo seu senhor.
Esse ideal pregado pelo bushido não caiu por terra junto com o feudalismo japonês. Seu espiríto faz parte da sociedade nipônica. O orgulho, a palavra e as atitudes são muito importantes para os japoneses. Nas empresas, virtudes como a lealdade são apreciadas e valorizadas até os dias de hoje.
Luiz Fukushiro. Colaborou: Tsukasa Kurita;
Um descendente de xogum.

O Bushidô Reiki - O Reiki dos Samurais.


Iniciação e treinamento num Estilo de Reiki surpreendente, poderosíssimo, mágico, místico e certamente o mais Forte de todos os estilos de imposição de mãos que conheço:
Há muitos anos buscava ter iniciação em Master é um estilo de Reiki que se utilizasse da força da espada (Kataná) dos guerreiros samurais, das artes marciais, da tradição japonesa de auto-conhecimento. Desde os 15 anos treino ininterruptamente artes marciais com espada e sei da força da mesma. Sou professor de Kung Fu (Vários Estilos), Chi Kung, Tai Chi e treino muito Iai-dô, Karatê-dô, Budô etc. Conheci vários estilos de Reiki com a espada japonesa, mas, nenhum me convenceu até que conheci esse, o ‘Bushidô”, mesmo com a minha longa experiência marcial fiquei admirado com esse estilo.
Bushidô é o código dos Samurais, do poder de ter uma vida honrada vivendo sua missão e saber desapegar de tudo o que causa sofrimento.
Nesse momento planetário de tanta violência e medo, esse estilo de magia, poder pessoal e cura, veio em ótima hora: Ele estimula nossa coragem e o cuidar de nós mesmos, de forma persistente e constante. Você receberá 2 DVD´s para treinar em casa com sua espada.
Em outros estilos de Reiki, já utilizei a iniciação com um a Kataná, mas esse estilo é aprofundado no contato com a espada e toda sua egrégora de poder, seja na magia, cura, celebração e coragem.

“Você sentirá já no primeiro encontro com a espada toda a força da Kataná - a Espada que é o espírito, a alma do Samurai. Cortaremos com a sagrada lâmina, os 5 males: medo, dúvida, confusão, desistência e maldade”.

Teoria - Tópicos Filosóficos:

• Poder Pessoal - A utilização da egrégora dos guerreiros
mais destemidos da terra.
• O Despertar da coragem e o viver seu destino
• A força da palavra e do posicionamento (O samurai não teme nada)
• Ronin, o caminho da liberdade
• O Hagakune - código de honra – o samurai não desiste nunca !
• A busca da iluminação pelo caminho da espada e a perfeição do ser

“Guerreiro, não encontrarás noutro lugar, a não ser no teu próprio coração, a verdade que sustentará a honra”.
Texto dos Samurais”

Práticas Corporais:

• Movimentos mágicos com a espada próxima ao corpo do paciente.
• Os toques corporais dos samurais para saúde e harmonia.
• O caderno de Reiki do Bushidô.
• A força do compromisso.
• Treinamento de energia Ki.
• Exercícios hiper saudáveis de vitalidade.
• Várias práticas corporais com a espada gravadas em 2 DVD´s para sua prática diária.

“Sem pensar, sem fazer, sendo determinado, o caminho ativa-se a si mesmo por todo o universo, os espadachins que compreendem esse princípio estão no caminho”
I Ching.

Práticas com a Espada:

• Batto - O poder de Sacar a Espada. A energia fica a “flor da pele”
• Bogyo – Proteção e confiança.
• Do Chu Sei - Mesmo na correria pode haver Paz de Espírito.
• Gi no - Habilidade de cortar o passado, limpar o duplo Étnico, programar o futuro.
• Jin Kaku - Ativação energética.
• Katsu - Vencer os inimigos e obstáculos físicos ou astrais.
• Ken Chu - Tai - Defesa psíquica e física.

“O samurai eleva sua Alma. Segue o Dharma dos guerreiros de luz de coragem, gratidão, polidez, retidão, sinceridade, buscas com persistência e dedicação todos os dias”. PREM

Símbolos:

Agari - Vencer o nervosismo, Controlar as emoções.
Aisatsu - Bênçãos e Alegrias.
Dô – Aceitação plena.
Ki – Liberdade total e irrestrita.
Stupa – Reorganização Energética.
Ai-Dô – Poderosíssimo símbolo de poder.
Klim – Restauração do poder pessoal.
Agni – Motivação, garra, força e disciplina.
WikepÉdia.